
Irã não “derrubou” um F‑35. O que há de confirmado é um F‑35 atingido por fogo iraniano, que conseguiu voltar e pousar em base dos EUA com o piloto vivo. Stealth nunca foi sinônimo de invisibilidade ou invencibilidade; reduz a chance de detecção e engajamento, mas não elimina risco. Já o “Su‑57 invicto” é narrativa construída em cima de pouca exposição real a defesas modernas e zero transparência sobre perdas. No fim das contas, o que decide guerra aérea não é fetiche por caça “fantasma”, é doutrina, sensores em rede e capacidade industrial. Para países como o Brasil, o caminho é exatamente esse: Gripen bem integrado, FAB treinada e uma EMBRAER forte, em vez de comprar propaganda de um lado ou de outro.
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