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VOTOU PRA MANUTENÇÃO DA PRISÃO DOS PRESOS DO 08/JAN!
Nome Civil: DANIELA MOTE DE SOUZA CARNEIRO
Partido: REPUBLICANOS - RJ
E-mail: dep.danieladowaguinho@camara.leg.br
Telefone: (61) 3215-5550
Endereço: Gabinete 550 - Anexo IV - Câmara dos Deputados
Natural: Rio de Janeiro - RJ

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O ato de 1º de Maio organizado pelo Sindicato dos Metalúrgicos de São Paulo e Mogi das Cruzes, com a presença de Fernando Haddad, Marina Silva e Simone Tebet, reuniu um público muito abaixo do esperado nesta sexta-feira, no centro da capital paulista. A organização previa entre 1.000 e 2.000 pessoas, mas cerca de 400 compareceram ao evento, realizado em formato de auditório, esvaziando simbolicamente uma das datas mais tradicionais da mobilização trabalhista no país.
O baixo comparecimento expôs a dificuldade de mobilização mesmo com nomes de peso e pautas populistas como redução da jornada, fim da escala 6×1 e defesa de supostos direitos trabalhistas. Em um cenário de fragmentação dos atos e perda de engajamento, o evento acabou marcado mais pela ausência do público do que pela força política que historicamente caracterizava o Dia do Trabalhador.
No ato de hoje em São Paulo, com nomes conhecidos, o público esquerdista não compareceu. Para um evento historicamente simbólico para a esquerda — o Dia do Trabalhador — isso é um sinal claro de perda de mobilização.

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🚨 GENIAL 🚨
Um médico foi denunciado por fazer algo que deveria ser admirado. Ele operava pacientes de graça.
Pessoas que não tinham dinheiro, que não tinham plano de saúde, que não tinham para onde correr. Ele operava assim mesmo.
A denúncia veio. E com ela, a ameaça de ter tudo interrompido.
A solução que ele encontrou foi tão simples quanto genial. Passou a cobrar R$ 1,00 por cirurgia. Apenas o suficiente para que o atendimento deixasse de ser gratuito no papel, mas continuasse sendo gratuito na prática.
Porque para quem não tem nada, R$ 1,00 não é uma barreira. É uma porta aberta.
Vivemos num mundo onde pessoas são punidas por fazer o bem. Onde sistemas foram criados para proteger interesses e não pessoas.
Onde a bondade, muitas vezes, precisa se disfarçar para sobreviver.
Esse médico não recuou. Não abandonou seus pacientes. Não deixou que burocracia fosse maior do que propósito.
Ele encontrou um jeito. Porque quem tem vocação de verdade sempre encontra.
Salva esse post e compartilha. Tem gente que precisa acreditar que ainda existem pessoas assim no mundo.

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Coisas do exílio que a imprensa vagabunda adora de chamar "autoexílio"...
Eduardo Bolsonaro🇧🇷@BolsonaroSP
Após mais de 1 ano reencontramos nossa cã Beretta. Obrigado aos amigos que ajudaram a propiciar esses momentos simples, mas de profunda felicidade com nossas crianças🙏
Astatula, FL 🇺🇸 Português
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O presidente do PT, Edinho Silva, fez o que raramente se vê na política brasileira: admitiu um erro estratégico do próprio partido em um dos temas mais sensíveis do momento, o escândalo do Banco Master. Em entrevista, ele reconheceu que o PT falhou ao não assinar o pedido de CPI para investigar o caso.
“O PT deveria ter assinado a CPI do Banco Master. Foi um erro”, afirmou.
A declaração não ocorre em um vácuo. Ela surge no meio de uma sequência de derrotas políticas do governo de Luiz Inácio Lula da Silva, que evidenciam algo maior do que disputas pontuais: uma ruptura entre o Planalto e o Congresso.
Nos últimos dias, sob a articulação do presidente do Senado, Davi Alcolumbre, o governo sofreu dois golpes diretos. Primeiro, a rejeição inédita da indicação de Jorge Messias ao STF, em seguida, a derrubada do veto presidencial ao projeto que reduz penas de condenados pelos atos de 8 de janeiro, medida que pode beneficiar inclusive Jair Bolsonaro.
Diante desse cenário, Edinho elevou o tom e foi além da crítica pontual. Para ele, o problema não é episódico, é estrutural.
“O modelo político brasileiro ruiu. Está totalmente destruído.”
A frase não é retórica vazia. Ela traduz uma percepção crescente dentro do próprio campo governista: o presidencialismo brasileiro entrou em uma fase de esgotamento, dominado por um Congresso que opera, segundo ele, sob lógica de troca e fragmentação de poder.

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🤡⚖️// O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) cassou, por unanimidade, o mandato da deputada federal Silvia Waiãpi (PL-AP) por utilizar R$ 9 mil de verba eleitoral de campanha em 2022 para pagar uma harmonização facial, além de falsificar nota fiscal para ocultar o gasto pessoal. Em contraste, a deputada trans Érika Hilton (PSOL-SP) enfrenta forte polêmica, mas sem cassação até o momento, por contratar dois maquiadores como assessores parlamentares pagos com verba de gabinete da Câmara e por ter recebido reembolso de cerca de R$ 24,7 mil da Casa por uma cirurgia funcional no nariz (rinosseptoplastia para sinusite), realizada no mesmo dia de um procedimento estético que ela afirma ter custeado do próprio bolso. O caso de Waiãpi envolve recursos específicos de campanha com fraude comprovada, enquanto o de Hilton refere-se a verbas parlamentares e reembolsos médicos, o que gera debates sobre transparência, ética e aplicação desigual das regras no Congresso.
➡️ via: // Diário 360
🤳foto: // Divulgação

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