Alan Naor da Silva retweetledi
Alan Naor da Silva
89.8K posts

Alan Naor da Silva retweetledi
Alan Naor da Silva retweetledi
Alan Naor da Silva retweetledi
Alan Naor da Silva retweetledi
Alan Naor da Silva retweetledi
Alan Naor da Silva retweetledi
Alan Naor da Silva retweetledi
Alan Naor da Silva retweetledi

O ERRO DO GENERAL.
*Por Amarilio Tadeu Freesz de Almeida.
Essa história do General interpelando o Deputadonão é apenas constrangedora. É reveladora. E, mais do que isso, é preocupante.
Não se trata de um deslize protocolar, de um excesso momentâneo ou de um mal-entendido. O que se viu foi algo muito mais grave, um erro de natureza institucional, daqueles que não deveriam sequer ocorrer em níveis de comando.
Parlamentares falam. Essa é a essência do cargo. Falam muito, falam mal, exageram, criticam, provocam. E fazem isso amparados pela Constituição. Não é tolerância, é garantia. O Parlamento existe exatamente para isso. É a Casa das falas. Quem é eleito, é eleito para parlar, goste-se ou não do conteúdo.
Militares não foram feitos para esse tipo de embate. Sua função é outra, clara, delimitada e constitucionalmente definida. Defender a nação, não disputar narrativa com político.
O general, ao agir como agiu, não errou apenas na forma. Errou no fundamento. Demonstrou não compreender a própria posição que ocupa.
Confundiu indignação pessoal com atribuição institucional. E isso, vindo de quem ocupa posto de comando, não é detalhe, é falha grave.
Se quisesse se manifestar, que o fizesse como cidadão. Mas não. Preferiu agir na condição de autoridade militar, interpelando parlamentar por opinião emitida dentro do espaço constitucionalmente protegido. Isso é, no mínimo, um sinal de despreparo. No máximo, um perigoso desconhecimento dos limites impostos pela ordem democrática.
E o problema não para nele.
Ao agir assim, arrastou consigo a imagem das Forças Armadas, como se estas estivessem reagindo a críticas políticas. Isso é inaceitável. Instituições não podem ser instrumentalizadas por impulsos individuais, ainda que travestidos de “reação legítima”.
Não há aqui espaço para relativização.
Foi um erro. Grave. Primário. Incompatível com a responsabilidade do cargo.
E o mais inquietante não é o episódio em si, mas o que ele revela, uma preocupante confusão de papéis em um momento em que justamente se exige o contrário, lucidez institucional e absoluto respeito às fronteiras constitucionais.
Lamentável é pouco.
⸻
O autor é Procurador de Justiça aposentado do Ministério Público, advogado e professor de direito.
Português
Alan Naor da Silva retweetledi

Cara, para mim, o podcast poderia ser encerrado depois dessa fala do Giuliano.
O cara simplesmente fez o silêncio reinar, acabou com a histeria do Felipe Sestaro, além de destruir qualquer narrativa que poderia ser construída. Usou exemplos contundentes e os fundamentou, ainda trouxe como exemplo falas da Emília, quando a mesma foi no podcast do Sestaro.
Caraca, foi genial! Eu peço que vejam esse corte.
Mais uma vez, parabéns, Giuliano @giuargolo, pela sua coragem em defender seu posicionamento.
Português
Alan Naor da Silva retweetledi
Alan Naor da Silva retweetledi
Alan Naor da Silva retweetledi
Alan Naor da Silva retweetledi
Alan Naor da Silva retweetledi
Alan Naor da Silva retweetledi
Alan Naor da Silva retweetledi
Alan Naor da Silva retweetledi
Alan Naor da Silva retweetledi
Alan Naor da Silva retweetledi

Minha mãe veio da Bahia pra São Paulo com 16 anos e meu pai de Alagoas com 15, nenhum dos dois nunca cogitou em voltar pra morar, meu pai nem pra visitar, ele nem sequer fala de lá.
Com minha mãe visitei a Bahia por 3 vezes, só vi pobreza e pobreza extrema (não chegamos a ir aos grandes centros), cidades que fazia a Tiradentes parecer Alphavile.
Meus tios por parte de pai e mãe também vieram na mesma época, apenas alguns voltaram e quando voltaram, levaram grana pra ter uma vida confortavel, num lugar pobre.
Português


















