deividh

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@deividh15

Katılım Eylül 2018
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Erick Bretas
Erick Bretas@bretas_erick·
Morei quase cinco anos nos EUA. O Zelle não tem nada a ver com o Pix. O Pix é uma infraestrutura pública de pagamentos acessível a qualquer instituição, empresa ou indivíduo. O Zelle é um serviço privado usado prioritariamente para pagamentos P2P. A aceitação está muito longe ser universal. A associação de moradores do condomínio onde eu morava, por exemplo, não aceitava Zelle para o pagamento da mensalidade, apenas dinheiro ou… cheque. Uma transação no Pix é compensada em um ou dois segundos. No Zelle, dentro de “alguns minutos”, segundo a explicação dos próprios responsáveis. Isso significa que você não consegue usar o Zelle para pagar o pipoqueiro, o motorista de táxi ou qualquer serviço que exija compensação imediata. Não existe bandeira política pior do que sugerir ao pipoqueiro, ao motorista de táxi ou a qualquer brasileiro comum trocar o pix por um sistema de pagamentos custoso e ineficiente. Um caloroso parabéns aos envolvidos.
Allan dos Panos@allandospanos

E o Bananinha dizendo que os EUA têm o Zelle, que é muito semelhante ao Pix, e dá pra negociar, hein? "Os Estados Unidos têm mecanismos muito semelhantes ao Pix, como por exemplo o Zelle, que é o Pix dos Estados Unidos, aqui é o Zelle. Então dá pra você ir pra uma mesa de negociação com os americanos." Prestar vassalagem trocando o Pix pelo Zelle? kkk

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Victor Garcia
Victor Garcia@toninhodocall·
É o que eu estou entendendo? Eles realmente estão negociando o PIX? Esse vídeo precisa viralizar. "Os Estados Unidos têm mecanismos muito semelhantes ao Pix, como por exemplo o Zelle, que é o Pix dos Estados Unidos, aqui é o Zelle. Então dá pra você ir pra uma mesa de negociação com os americanos."
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Cami
Cami@thevanillagoth·
Quando descobri que no Reino Unido um feriado que cai no fim de semana é compensado com folga em dia útil, percebi ainda mais o quanto o mercado de trabalho brasileiro trata o empregado como escravo
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Bruno Brezenski
Bruno Brezenski@bbbrezenski·
Vocês perceberam que se não fosse o Irã ter chamado atenção da imprensa mundial, ninguém saberia que os EUA estão atacando o Brasil? A imprensa mundial não fala dos ataques à soberania do Brasil, nem em 2025 eles falaram como se fosse violação da soberania. Graças ao Irã agora milhões de pessoas no mundo estão vendo os EUA atacando o país mais pacifista do mundo que nunca ameaçou a segurança deles.
I.R. Iran in Tunisia🎒(تونس)@IranembTun

One front. One fight.

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ceci
ceci@balakirevi·
people treat brazil like an exotic travel destination and then get shocked when brazilians turn out to be actual people instead of characters in their vacation fantasy. nobody is obligated to live up to your idealized version of a country just to make your trip more meaningful
🥥 𝙇𝘼𝙏𝘼𝙈 🥥@TheLatamGuy

Turns out there are hundreds of foreign girls on Instagram who talk about this same thing happening to them in Rio, Medellin, Mexico City, etc, etc lol

English
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Antonio Cabrera
Antonio Cabrera@cabreraagro·
A história humana, em qualquer lugar do mundo, também é a história de como as pessoas tentam escapar do peso do Estado. Principalmente do seu poder de tributar. No Cairo, uma curiosidade chama atenção: muitos prédios permanecem aparentemente inacabados, com fachadas no cimento cru, vergalhões expostos e andares superiores incompletos. A explicação é simples: imóveis considerados “inacabados” podem ter redução ou isenção de impostos. O efeito prático foi outro: criou-se um incentivo para não terminar nunca. Por fora, prédios cinzas e incompletos. Por dentro, muitas vezes, casas prontas, confortáveis e bem acabadas. E como o Cairo tem clima extremamente seco, a falta de acabamento externo não gera os mesmos problemas que geraria em países mais úmidos. No fim, a paisagem urbana acaba revelando uma velha verdade econômica: quando o Estado cria incentivos errados, as pessoas se adaptam. A fachada inacabada do Cairo é menos sinal de abandono e mais um retrato silencioso da criatividade humana diante da tributação. #Impostos #Cairo #liberdadeeconômica
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Mavera
Mavera@Maverick_Turbo·
O maluco cravou que a tigresa tava fraudando os balanços hahahaha brutal
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MahaSophia 📖 História - Políbios
Brasileiros não conseguem entender o português de Portugal, Brasil tem 200 milhões de habitantes, é o país com maior número de falantes de português do mundo, o português do Brasil é o mais semelhante com o de 1500 ou seja se quer um português "original" tem que ser o do Brasil
Alexandra Lains@realalexlains

I despise the Duolingo app because the only Portuguese they teach is Brazilian. How are you a language app with no lessons for the ORIGINAL Portuguese language.

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Jonas Di Andrade
Jonas Di Andrade@jonasdiandrade·
Testando esta nova funcionalidade do X para comentar sobre este absurdo aqui. Temos que pressionar fortemente o @davialcolumbre para que o PEC da escala 6x1 vá diretamente pro plenário do Senado. SENADO INIMIGO DO TRABALHADOR.
Senado Federal@SenadoFederal

PEC da escala 6x1 não irá diretamente para o Plenário do Senado e passará pelas comissões, diz presidente @davialcolumbre sobre a tramitação da matéria link.senado.leg.br/9a87h7uh

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⚖️WE THE PEOPLE 🙌 .•.
PENSATA: A bandeira americana na casa de Eduardo Li que Eduardo Bolsonaro mantém uma bandeira americana hasteada na frente de casa, de forma permanente. Morando neste país há quase dez anos, deixa eu dividir o que isso tem de exótico aos olhos de um cidadão americano naturalizado, como eu. Em tempos de Trump, a bandeira americana virou um símbolo parecido com a camisa amarela da seleção, sequestrada pelo bolsonarismo. Hastear a bandeira na frente de casa, de forma permanente, deixou de ser patriotismo neutro e passou a sinalizar pertencimento a uma tribo política, a da direita trumpista. Democratas e independentes, hoje, raramente o fazem. E é aí que o gesto de Eduardo se torna estranho, porque ele não é nem cidadão dessa tribo nem deste país. É um estrangeiro, recém-despojado de mandato, filho de um ex-presidente condenado a 27 anos e preso por tentativa de golpe de Estado, fincando a bandeira de uma nação que não é a sua, sozinha, sem a do Brasil ao lado. E é por isso que o significado merece análise, sob alguns aspectos. O primeiro é o da substituição. Hastear só a bandeira americana, sem a brasileira, não comunica dupla pertença, quando se é estrangeiro, sem a cidadania americana. Comunica troca. Não é “sou brasileiro que ama os Estados Unidos”, é “estou atuando sob outra bandeira. Apaguei a brasileira”. O segundo é a contradição que ele expõe. O bolsonarismo se construiu como movimento ultranacionalista, dono do verde-amarelo, do “Brasil acima de tudo”, da camisa da seleção. Ver seu quadro mais internacional fincar uma bandeira estrangeira no próprio quintal revela que aquele patriotismo sempre foi instrumental. O terceiro é o instrumental, e é o mais concreto. Toda a atuação de Eduardo nos EUA é trabalhar pela punição do próprio país.  A bandeira na fachada é a tradução doméstica desse projeto. É a versão visual, de uma escolha de lado. Há ainda um quarto aspecto, talvez o mais revelador, porque é psicológico. Eduardo talvez não queira apenas se aliar aos EUA. Talvez queira ser americano. Há no gesto uma admiração que beira a submissão, a de quem enxerga no outro país uma grandeza que falta ao seu, e que por isso prefere a bandeira alheia à própria. É a velha mentalidade colonizada, a do brasileiro que se sente engrandecido ao se espelhar no que considera superior e diminuído pela própria origem. Fincar a bandeira americana, sozinha, no caso dele, não é só apoiar Trump. É dizer, em silêncio, que os EUA valem mais, e que pertencer a ele seria uma promoção. Poucos gestos dizem tanto sobre como alguém se vê, e sobre o desprezo que nutre pelo lugar de onde veio. Aqui entra o que vejo da minha janela, e que talvez seja o melhor termômetro. Moro num condomínio de cem casas de moradores predominantemente americanos. Imagino que todos, mesmo os nascidos fora, como eu, sejam cidadãos. Uma única casa mantém a bandeira hasteada o tempo todo, a da ex-vice-prefeita da cidade, que acaba de deixar o cargo. Trumpista, perdeu para um Democrata. No resto do ano, a bandeira só aparece pequena, no gramado de cada casa, no Dia da Independência, quando um casal de corretores passa, finca a bandeirinha e ela fica ali dois ou três dias antes de sumir. Eu as guardo por respeito ao país. É esse o comportamento dos americanos ao meu redor: contenção, e quase sempre sazonal. Hastear de forma permanente é a exceção, e exige um motivo, em geral um cargo ou uma biografia ligada ao serviço público do país, especialmente militares. Por isso o gesto de Eduardo não passa por assimilação. Onde o americano comum guarda a bandeira na garagem onze meses, o brasileiro que foge da Justiça a mantém erguida, como quem precisa provar de que lado está, e talvez convencer a si mesmo de que já pertence ao país que admira. Ok. Seria inofensivo e até bonitinho, porém exótico para os americanos, não fosse Eduardo quem é e seu irmão não fosse candidato a presidente do país, que ele despreza e ajuda a prejudicar.
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O Pinto Marcando ®
O Pinto Marcando ®@opintomarcand0·
Por que elas nunca estão satisfeitas?
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Dudu Guimarães
Lula: “TEM QUE ENFORCAR TRAIDOR DA PÁTRIA” Flávio Bolsonaro: “Eu fui ameaçado pelo presidente Lula”. O cara já perdeu a vergonha e assumiu que traiu o Brasil mesmo né?
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