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Marcelo Gonçalves
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Hoje estive com o Presidente @jairbolsonaro , após mais de uma semana sem vê-lo. Cumpri o protocolo inventado por Alexandre de Moraes, permanecendo pelas duas horas autorizadas, encontrando meu Pai mais forte. Os soluços diminuíram, a quantidade de medicamentos também, e ele está visivelmente mais ativo. Conversamos bastante, como sempre, sobre futebol, política e o nosso dia a dia. Esses momentos, mesmo que breves, me enchem de alegria.
Ele me relatou que provavelmente passará por mais uma cirurgia, desta vez no ombro, em decorrência da queda sofrida nas dependências da Polícia Federal. Aquela mesma que só foi autorizada sua ida ao hospital após mais de 24 horas, quando então foi constatado um traumatismo craniano leve.
É impossível não notar, de imediato, a perda significativa de massa muscular, consequência direta das limitações impostas à sua locomoção diária. Ainda assim, sua força e lucidez permanecem inacreditavelmente positivas.
Mesmo sendo um preso político, condenado sem ter desviado um centavo dos cofres públicos, passando por um processo sofrendo todas as ilegalidades possíveis para cumprirem mais uma missão dada, assino novamente: o Bicho é Bruto Demais!
Sinceramente, confesso: poder estar ao lado do meu pai, mesmo que por pouco tempo, fez o meu dia.
O Presidente me pediu para transmitir um abraço a todos e reforçar que devemos nos manter firmes e confiantes.
Deus, Pátria, Família e Liberdade!
Brasília, 15 de abril de 2025.
Carlos Bolsonaro

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O pedido do relator da CPI do Crime Organizado, voltado ao indiciamento de Ministros do STF sem base legal, nos leva a uma reflexão sobre o papel e os poderes das CPIs. Tanto pior quando o pedido flerta com arbitrariedades, como a criminalização de decisões que concedem habeas corpus diante de abuso de poder.
É elementar, até mesmo para um estudante de Direito, que o indiciamento constitui ato privativo de delegado de polícia e não se aplica a crimes de responsabilidade, que seguem procedimento próprio previsto na Lei 1.079/1950. Essa lei, ao definir as competências e o rito do impeachment, atribui o processamento e o julgamento do pedido a órgãos específicos — como a Mesa do Senado, a Comissão Especial e o Plenário da Casa — sem sequer prever a atuação de CPIs nesse procedimento. Igualmente grave é a tentativa de criminalizar a concessão de habeas corpus — expediente conhecido como “crime de hermenêutica”, que já em 1896 Rui Barbosa denunciava como tentativa tacanha de substituir a consciência de juízes independentes pelo arbítrio de governos prepotentes.
Também chama atenção o fato de que, conforme apontado por jornalistas independentes, uma CPI instaurada após o massacre de 120 pessoas nos Complexos do Alemão e da Penha no ano passado, não tenha promovido sequer a quebra de sigilos de milicianos ou integrantes das facções que controlam territórios no Rio de Janeiro. Por isso, é no mínimo perturbador que o relator, enquanto integrante de carreira policial, tenha fechado olhos para seus colegas que, traindo a boa imagem da instituição, cruzaram para o lado sombrio das milícias. O relatório revela verdadeira cortina de fumaça, ao deixar de enfrentar o grave problema a que se propôs e ao dedicar-se a engrossar a espuma midiática contra o STF, na expectativa de produzir dividendos eleitorais para certos atores políticos.
As CPIs são instrumentos legítimos e essenciais ao controle do exercício do poder. Seu emprego para fins panfletários ou de constrangimento institucional, contudo, compromete sua credibilidade e reforça a necessidade de modernização da legislação sobre crimes de responsabilidade — tema que já se encontra em debate no Congresso. Excessos desse quilate podem caracterizar abuso de autoridade e devem ser rigorosamente apurados pela Procuradoria-Geral da República.
Português
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O que está acontecendo com o Brasil?
Se eu uso a camisa da nossa seleção, sou rotulado de fascista. Pelo jeito, o “certo” agora é defender outras cores...
Se eu torço para o Neymar se recuperar e jogar a Copa — porque, na minha opinião, com ele bem em campo nossas chances aumentam — sou chamado de puxa-saco.
Se eu torço para o Brasil ser campeão, viro “patriota babaca”. Sim, parece loucura, mas torcer pelo país em que nasci virou motivo de julgamento.
Agora, se eu uso a camisa da Argentina e torço pelo Messi, aí tudo bem, sou bem recebido pela patota.
Sim, os valores parecem invertidos. A hipocrisia está em todo lugar — no futebol, na política, na mídia.
Enfim, vivemos tempos difíceis, em que o certo precisa se calar para que o imbecil não se ofenda...
Português
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#TenisNaESPN
Marcelo aqui de Campinas ligado na ESPN pra assistir esse nosso fenômeno Joao Fonseca!
Parabéns a todos pela transmissão!
Vamos João!
Pra cima do 🇩🇪!
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As discussões entre Nikolas e Eduardo têm um ponto importante…
Mas tem uma coisa que ninguém está falando.
Ter milhões de seguidores não te faz líder.
Te dá alcance.
Mas liderança… exige maturidade.
Exige saber o peso do que você fala.
E principalmente… do que você deixa de falar.
Tudo começou lá no X.
Um comentário com tom de deboche.
Uma resposta atravessada.
E pronto… virou discussão.
Mas o problema não é a risada.
É o que isso revela.
Hoje, muita gente confunde influência com liderança.
Influência mobiliza.
Mas liderança direciona.
E são coisas completamente diferentes.
União também não é concordar com tudo.
Isso não é união.
Isso é conveniência.
O verdadeiro líder é aquele que, mesmo discordando,
sabe colocar o projeto — e a sociedade — acima do próprio ego.
E é aí que a diferença aparece.
Porque quando o cenário esquenta,
fica claro quem quer construir…
e quem só quer ter razão.
O episódio do Flávio mostrou uma coisa:
Quando há direcionamento, a base responde.
Rápido.
Forte.
Mas isso não pode acontecer só em crise.
Não pode ser reação.
Tem que ser postura.
Tem que ser constância.
Se existe um projeto maior,
ele precisa estar acima das disputas internas.
Porque divisão enfraquece.
E vaidade destrói qualquer movimento.
No fim, não é sobre Nikolas.
Não é sobre Eduardo.
É sobre quem está pronto para liderar de verdade.
E liderança de verdade não grita mais alto…
Ela sustenta mais peso.
Menos ego.
Mais responsabilidade.
Porque quem quer liderar um país…
precisa, antes de tudo, saber liderar a si mesmo.
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Algumas entrevistas entram para a história.
Essa que o Van Hatten deu para a Jovem Pan, com certeza ele jamais irá se esquecer.
Ele foi surpreendido com a pergunta do entrevistador, que ao meu ver fez uma pergunta totalmente pertinente ao período em que o Brasil se encontrava aquele momento.
Mas… Marcel se sentiu ofendido e perdeu a linha, com carretel e tudo!
@marcelvanhattem
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@leolinshumor @grok essa foto do Nicolas Maduro é real?
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Meu Deus, o que fizeram com o William Bonner...
𝐃𝐫𝐢𝐤𝐚 @Drika_Oficiall
Será que caiu a ficha dele agora..?
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