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Jovens Israelenses passam suas manhãs em locais sagrados para cristãos CUSPINDO em turistas cristãos e os xingando de tudo que é nome.
É uma TRADIÇÃO em Israel CUSPIR EM CRISTÃOS.
E ainda vejo bolsominion OTÁRIO com bandeira desse país terrorista!
Thiago dos Reis 🇧🇷@ThiagoResiste
ATENÇÃO!! O interceptador israelense bem que tentou mas o míssil iraniano mudou sua trajetória no último minuto e conseguiu desviar! Este vídeo é o MELHOR EXEMPLO de como funcionam os mísseis de última geração e como os interceptadores são INÚTEIS!!
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O Brasil acaba de entrar num clube com menos de 10 países no mundo: os que fabricam o próprio caça supersônico.
O Gripen E/F não foi comprado lá fora. É produzido pela Embraer, em São José dos Campos, com tecnologia transferida pela Saab.
Engenheiro brasileiro projetou. Mão de obra brasileira montou. Primeiro caça supersônico da América Latina.
Os números: 13 mil empregos gerados, mais de 100 empresas brasileiras no fornecimento, R$ 26 bilhões em investimento.
E a tecnologia que o Brasil absorveu não fica só na defesa, GPS, internet e câmera de celular saíram de programas militares.
O Gripen nos coloca nesse ciclo.
O que poucos lembram: o projeto atravessou cinco governos. Lula 2, Dilma, Temer, Bolsonaro, Lula 3.
O Brasil não comprou um avião. Aprendeu a construir um.
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O escândalo do Banco Master é uma crise politica da Direita
1. 90% do dinheiro de aposentados aplicados no Banco Master veio da direita
2. 100% dos deputados na lista de contatos de Vorcaro são de direita
3. Todos os projetos de lei e emendas parlamentares que beneficiam o Banco Master são de direita
4. Governador do DF que tentou usar dinheiro público para salvar o Banco Master é de direita
5. Fabiano Zettel fazia doações de jatinho e dinheiro de campanha para a direita
A Extrema Direita no Brasil é o sistema falido, composta de homens desonestos e inescrupulosos exercendo os seus podres poderes
Compartilhem esse vídeo e espalhe a verdade!
@nikolas_dm @FlavioBolsonaro @tarcisiogdf @ciro_nogueira @antoniorueda44 @IbaneisOficial @claudiocastroRJ @carlosaviana @MinAMendonca
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O Brasil não teria caça supersônico se não fosse por Dilma Rousseff
Lançada por Lula nesta quarta (25), primeira aeronave do tipo produzida no país é resultado de decisão estratégica tomada pela então presidenta em 2014
A imagem da sombra da mão esquerda de Lula na janela de um avião com o primeiro caça supersônico produzido no país entra para história como símbolo do avanço tecnológico do país e, de quebra, sinaliza a preocupação da atual gestão com a modernização da Força Aérea Brasileira.
O Gripen, primeiro caça supersônico produzido por aqui, foi apresentado oficialmente nesta quarta-feira (25) no aeródromo da Embraer em Gavião Peixoto (SP). O modelo,de 15,2 metros de comprimento e capaz de chegar 2.500 km/h, levou quase três anos para sair do papel. Cerca de de 350 profissionais foram treinados no exterior para trabalhar no projeto, coloca o Brasil entre os países com capacidade de desenvolver e fabricar aeronaves de combate de alta complexidade, algo inédito em toda a América Latina.
“Essa conquista reforça a soberania brasileira e mostra a capacidade do nosso país de dominar tecnologias avançadas, gerando conhecimento, empregos e desenvolvimento. É o Brasil avançando com inovação, autonomia e orgulho”, afirmou o presidente.
Lula escoltado pelo primeiro caça supersônico produzido no Brasil (Ricardo Stuckert)
A conquista, no entanto, teve papel indispensável de alguém que ainda é vítima do apagamento da história, mesmo tendo lutado há décadas pelos interesses do povo brasileiro: Dilma Rousseff. Não fosse uma decisão firme e que contrariava os interesses de parte da elite nacional, é bem provável que o projeto do caça supersônico demorasse muito mais tempo para sair do papel.
Para entender esta história é preciso voltar ao ano de 2014. O programa Gripen brasileiro é resultado de acordo firmado naquele ano entre o governo brasileiro, à época sob a gestão de Dilma, e a Saab. A escolha pela empresa sueca foi tomada por um critério do qual a ex-presidenta não abriria mão: a parceria com a Embraer só aconteceria se houvesse transferência de tecnologia e treinamento para que o próprio Brasil fosse capaz de produzir suas novas aeronaves militares. Ou seja, a medida buscava garantir autonomia ao Brasil para desenvolver, produzir e manter caças supersônicos ao longo de toda a vida útil das aeronaves.
Críticos imediatamente passaram a questionar a decisão do governo e o caso ganhou coturnos internacionais. Os Estados Unidos, principal parceiro comercial do Brasil, pediu para Joe Biden, então vice de Obama, viesse ao Brasil tentar convencer a presidenta da compra dos armamentos. A pressão tinha aliados locais, com parlamentares da oposição, tentando criminalizar uma negociação feita às claras e que protegia a soberania nacional.
Dilma não se intimidou. Manteve o posicionamento inicial, enfrentou perseguição até do Ministério Público, mas provou que estava certa. A Saab, além da transferência de tecnologia, viu que o modelo de negócio era bastante atraente, e logo abriu sua primeira fábrica no Brasil.
A parceria entre a Embraer e a sueca Saab tem gerado resultados financeiros sólidos e avanços estratégicos significativos, com foco especial no projeto dos caças F-39E/F Gripen para a FAB. Esse programa, que envolve transferência de tecnologia, gerou mais de 13 mil empregos e movimentou bilhões na economia brasileira.
O caça F-39 Gripen integra um contrato de US$ 4 bilhões, que prevê a entrega de 36 aeronaves. Desse total, 15 unidades serão produzidas no Brasil.

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Depois de passar por Gavião Peixoto e Araraquara, cheguei em São Carlos no ritmo da corridinha e com o coração cheio de emoção para encontrar quem já me aguardava no Hospital Universitário da UFSCar. 💙
🎥 @ricardostuckert
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A Gleisi Hoffmann explicou de um jeito que bate no peito: não é só uma tornozeleira… é um aviso antes da dor. Se o agressor chega perto, o alerta dispara na hora. A polícia sabe. A mulher sabe. E pela primeira vez… ela não é pega de surpresa. É o tempo de respirar, de correr, de se salvar. Porque às vezes, meu amor… segundos separam o susto da tragédia.
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Ontem, entre tantas agendas, eu ainda tive a oportunidade de ver o futuro decolar diante dos meus olhos. ✈️ 🇧🇷🚁
Acompanhei o voo demonstrativo do EVTOL, o “carro voador” desenvolvido pela Embraer, um marco da engenharia brasileira que mostra até onde a nossa capacidade de inovar pode chegar.
Ver esse projeto ganhar vida, com potencial de transportar pessoas e transformar cidades, é ter a certeza de que estamos construindo hoje o país do amanhã.
🎥 @ricardostuckert
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Hoje o céu do Brasil é palco de um momento histórico. 🇧🇷✈️
Voei escoltado pelo primeiro Gripen produzido no Brasil. Um momento muito simbólico, que mostra um país que acredita em si mesmo, investe em tecnologia e reafirma sua soberania.
🎥 @ricardostuckert
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O Brasil discutiu durante décadas a modernização de sua aviação de combate. A decisão final, porém, só veio em 2013, no governo Dilma Rousseff, após anos de adiamentos.
Naquele momento, três concorrentes estavam na disputa: Rafale (França), Boeing F/A-18 Super Hornet (EUA) e Gripen (Suécia). Dilma Rousseff optou pelo Gripen, produzido pela Saab, principalmente por três fatores: menor custo total, transferência de tecnologia e participação da indústria brasileira (Embraer, como estamos vendo agora).
Ou seja, o contrato não foi apenas de compra, ele incluiu desenvolvimento conjunto do caça (Gripen E/F), engenharia realizada parcialmente no Brasil, capacitação de engenheiros brasileiros e produção de partes da aeronave em território nacional. Isso elevou o Brasil de simples comprador para parceiro tecnológico.
Portanto, se não fosse pela decisão de Dilma Rousseff, o Brasil provavelmente ainda estaria operando caças mais antigos ou teria adquirido um modelo sem transferência tecnológica relevante.

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