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@macroxis

Pro Player de FreeFire

São Paulo, Brasil Entrou em Ocak 2018
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Fluxo W7M
Fluxo W7M@fluxogg·
Foram anos escrevendo uma trajetória que começou com um sonho simples e muita vontade de fazer acontecer. Entre altos e baixos, cada momento teve seu peso. Cada treino, cada desafio e cada conquista ajudaram a moldar o que nos tornamos dentro do Free Fire. Vocês vestiram essa camisa com orgulho e, em cada partida, provaram o que é jogar com raça, entrega e identidade. Hoje, não é sobre o fim, mas sobre o legado que fica. Tudo o que construímos juntos vai muito além do jogo e permanece nas memórias, na história e em quem viveu isso com a gente. MUITO OBRIGADO, FREE FIRE EMULADOR 💜
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MacroX
MacroX@macroxis·
@tonyynn3 Concordando com tonynn mundo tá diferente
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Tonin
Tonin@tonyynn3·
Até quando o Endrick vai ser boicotado por técnicos? entrou, sofreu pênalti, deu assistência, não sente o peso da camisa, joga solto craque geracional.
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LP7
LP7@lp7oficial_·
@macroxis Tu X Diones pega?
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LP7
LP7@lp7oficial_·
Se fosse ter um evento de BOXE FF, qual confronto não poderia faltar? Jogadores Antigos, nova geração, tretas antigas
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FURIA Daay 🇾🇪 🧙🏻‍♀️
uai gente que choro pq no bbb7 o cowboy tb perdeu e n tinha nenhuma pagina ou massa de votos organizados kkkkkkkkkkkkkkkk
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MacroX
MacroX@macroxis·
@furia_daay @TotoChileno Ela tinha um script pronto para as pessoas ficarem igual vc po kkkkk só não vê quem não quer
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Felipe Lima
Felipe Lima@fwelyphecs·
@macroxis @terrorrlqx Ganhei um sorteio que eles mesmos promoveram em parceria com a LOCOTV há mais de 1 ano e até hoje nada. Já mandei LivePix, DM, cobrei várias vezes e fingem demência. Não importa se levaram calote de parceiro, quem promove tem que honrar o que prometeu. @foradasafe
Felipe Lima tweet media
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FX TERRORrlq
FX TERRORrlq@terrorrlqx·
Sempre tem alguém querendo boicotar o cenário de emuladores. Tem uns aí que, um tempo atrás, estavam sugando tudo do emulador e hoje em dia não falam mais nada sobre para não promover. Está passando batido, mas não despercebido.
Bernardo Assad 🇧🇷@ber_assad

Esse fim de semana foi, sem exagero, um dos mais difíceis da minha carreira. Foi um sentimento confuso. Felicidade por ver tudo dando certo e, ao mesmo tempo, tristeza por perceber que, toda vez que dá certo demais, o preço vem logo depois. Como se o sucesso, aqui, sempre viesse acompanhado de punição. Eu nunca fui alguém de me abrir muito publicamente sobre todos esses anos de caminhada. Sobre tudo que já passamos para chegar até aqui. Foram incontáveis mudanças de rota, decisões duras, momentos em que parecia que finalmente estava tudo no lugar, até não estar mais. Neste fim de semana, recebemos dois strikes do FF Esports BR. E sendo muito sincero, de todas as tentativas que já fizeram de nos atingir, essa foi a que mais doeu. O motivo foi claro: direitos autorais. Um recado direto. De alguém que nunca nos quis aqui e que agora deixou isso explícito. Agimos imediatamente. Retiramos todas as nossas transmissões de Free Fire do ar. Quem acompanha o canal já percebeu isso. E junto com essas transmissões, saiu do ar também uma história inteira. Uma história construída muito antes das pessoas que hoje estão à frente do produto e que se colocam no direito de falar pelo jogo. Durante muito tempo, eu realmente acreditei que essa fosse uma questão de alinhamento global. Que o time de fora não conseguia enxergar o valor de uma comunidade como a nossa, e que o time do Brasil não conseguia traduzir isso para eles. Mas, com o passar dos anos, uma pergunta sempre voltava: Será mesmo uma diretriz de fora? Porque o padrão sempre se repete. É sempre quando fura a bolha. E sempre foi assim. O argumento muda, mas o objetivo é sempre o mesmo. Já foi os mesmos times. Já foi emulador. Já foi mudem todo o calendário. Já foi tirem os patrocinadores. Já foi de tudo. E aí a verdade começa a ficar clara. Isso não é só sobre a @liganfa. É sobre o movimento que nasce dela. Um movimento que incomoda. Afinal, por que a Garena Global vai investir em algo que gera retorno sem precisar de investimento? Por que fortalecer uma comunidade autossustentável, que cresce sozinha? Enquanto oculta-se isso, não importa o quanto o jogo seja sufocado. A gente segue sobrevivendo. E quem perde com isso? Perde quem ama o jogo. Quem dedicou a vida a ele. Quem deixou tudo de lado para seguir um plano acreditando que estava construindo algo maior. O que eu sinto hoje não é só tristeza. É raiva também. Raiva de ver gente comemorando o que aconteceu. Raiva de ver jogadores cheios de esperança, felizes por sentirem que alguém olha por eles, enquanto, nos bastidores, existem pessoas muito mais preocupadas em como sufocar novamente esse ecossistema, até o ponto de fazer todo mundo desistir. No fim das contas, o que vemos é gente mais preocupada em segurar cargos do que em fazer o que realmente precisa ser feito. A verdade é que o Free Fire no Brasil é um fracasso em conteúdo competitivo, mascarado por “bons números” que, quando analisados de verdade, são péssimos. Vamos simplificar isso para todo mundo entender. O Free Fire tem cerca de 30 milhões de jogadores diários no mundo. O Brasil representa uma parcela relevante disso. Mesmo sendo conservador, estamos falando de algo entre 3 e 5 milhões de jogadores brasileiros ativos por dia. Agora vamos olhar para o conteúdo competitivo e comparar com outros jogos do mesmo segmento. Hoje, uma transmissão de Free Fire dificilmente consegue chegar a 100 mil espectadores em dias normais. O maior evento competitivo do Brasil em 2025, em números, foi a Copa Nostalgia. Sim, um evento independente. Isso significa que, no melhor cenário, o Free Fire competitivo consegue atingir cerca de 10% do seu público ativo. Na maioria dos dias, esse número é ainda menor. Para comparação: O League of Legends consegue atingir aproximadamente 50% da sua base ativa de jogadores através de conteúdo competitivo. O CS, além de ser um sucesso em usuários, em grandes torneios frequentemente tem mais pessoas assistindo do que jogando. Isso deixa claro que o problema não é o tamanho da comunidade. É a forma como o conteúdo é tratado. E antes que isso seja distorcido, é importante deixar algo muito claro. O Free Fire não está falindo. Nunca esteve. O que existe hoje é um fracasso crescente de conteúdo, que piora ano após ano. E esse fracasso cria uma percepção errada, que se espalha pela comunidade. Quando a própria comunidade olha para os números de audiência, para transmissões vazias e para eventos que não conseguem engajar nem uma fração do público ativo, a leitura que se faz é simples: “o jogo está morrendo”. Mas não está. O problema não é o jogo. O problema é como o conteúdo competitivo é tratado, estruturado e apresentado. E isso reflete diretamente na comunidade. Porque números ruins em conteúdo passam a sensação de um problema geral, quando, na verdade, estamos falando de uma falha específica, localizada e recorrente. E é aqui que entra algo que, pela primeira vez, começou a fazer sentido na minha cabeça. Não é sustentável. E isso não é sobre desistir. É sobre questionar se o negócio, do jeito que ele é conduzido hoje, faz sentido. Não por falta de dedicação, mas por entender que, aqui, o risco sempre vem junto com o sucesso. E que ser melhor do que ontem, algo que sempre foi meu objetivo, muitas vezes parece ser tratado como um problema. Quando crescer gera punição, quando bater recordes gera restrições e quando inovar aumenta o risco, o sinal que se envia não é de evolução. É de bloqueio. E enquanto isso não for encarado de frente, a comunidade vai continuar pagando o preço por decisões que não representam o jogo que ela ama.

Português
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MacroX
MacroX@macroxis·
@LucasRafaelFF @FreeFireBR Exatamente, muitos voltaram pro jogo só para farmar, formaram e nem coragem tem de fazer um post…
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Lucas Rafael
Lucas Rafael@LucasRafaelFF·
Cade os cara que se dizem representante da comunidade agora? Sumiram né, tão com medo de perder verificado de influenciador da Garena. Mas vamos lá @FreeFireBR o que foi feito domingo é uma VERGONHA, da parte de vocês. Podar alguem que so fortelece o cenario de vocês é ridículo.
Bernardo Assad 🇧🇷@ber_assad

Esse fim de semana foi, sem exagero, um dos mais difíceis da minha carreira. Foi um sentimento confuso. Felicidade por ver tudo dando certo e, ao mesmo tempo, tristeza por perceber que, toda vez que dá certo demais, o preço vem logo depois. Como se o sucesso, aqui, sempre viesse acompanhado de punição. Eu nunca fui alguém de me abrir muito publicamente sobre todos esses anos de caminhada. Sobre tudo que já passamos para chegar até aqui. Foram incontáveis mudanças de rota, decisões duras, momentos em que parecia que finalmente estava tudo no lugar, até não estar mais. Neste fim de semana, recebemos dois strikes do FF Esports BR. E sendo muito sincero, de todas as tentativas que já fizeram de nos atingir, essa foi a que mais doeu. O motivo foi claro: direitos autorais. Um recado direto. De alguém que nunca nos quis aqui e que agora deixou isso explícito. Agimos imediatamente. Retiramos todas as nossas transmissões de Free Fire do ar. Quem acompanha o canal já percebeu isso. E junto com essas transmissões, saiu do ar também uma história inteira. Uma história construída muito antes das pessoas que hoje estão à frente do produto e que se colocam no direito de falar pelo jogo. Durante muito tempo, eu realmente acreditei que essa fosse uma questão de alinhamento global. Que o time de fora não conseguia enxergar o valor de uma comunidade como a nossa, e que o time do Brasil não conseguia traduzir isso para eles. Mas, com o passar dos anos, uma pergunta sempre voltava: Será mesmo uma diretriz de fora? Porque o padrão sempre se repete. É sempre quando fura a bolha. E sempre foi assim. O argumento muda, mas o objetivo é sempre o mesmo. Já foi os mesmos times. Já foi emulador. Já foi mudem todo o calendário. Já foi tirem os patrocinadores. Já foi de tudo. E aí a verdade começa a ficar clara. Isso não é só sobre a @liganfa. É sobre o movimento que nasce dela. Um movimento que incomoda. Afinal, por que a Garena Global vai investir em algo que gera retorno sem precisar de investimento? Por que fortalecer uma comunidade autossustentável, que cresce sozinha? Enquanto oculta-se isso, não importa o quanto o jogo seja sufocado. A gente segue sobrevivendo. E quem perde com isso? Perde quem ama o jogo. Quem dedicou a vida a ele. Quem deixou tudo de lado para seguir um plano acreditando que estava construindo algo maior. O que eu sinto hoje não é só tristeza. É raiva também. Raiva de ver gente comemorando o que aconteceu. Raiva de ver jogadores cheios de esperança, felizes por sentirem que alguém olha por eles, enquanto, nos bastidores, existem pessoas muito mais preocupadas em como sufocar novamente esse ecossistema, até o ponto de fazer todo mundo desistir. No fim das contas, o que vemos é gente mais preocupada em segurar cargos do que em fazer o que realmente precisa ser feito. A verdade é que o Free Fire no Brasil é um fracasso em conteúdo competitivo, mascarado por “bons números” que, quando analisados de verdade, são péssimos. Vamos simplificar isso para todo mundo entender. O Free Fire tem cerca de 30 milhões de jogadores diários no mundo. O Brasil representa uma parcela relevante disso. Mesmo sendo conservador, estamos falando de algo entre 3 e 5 milhões de jogadores brasileiros ativos por dia. Agora vamos olhar para o conteúdo competitivo e comparar com outros jogos do mesmo segmento. Hoje, uma transmissão de Free Fire dificilmente consegue chegar a 100 mil espectadores em dias normais. O maior evento competitivo do Brasil em 2025, em números, foi a Copa Nostalgia. Sim, um evento independente. Isso significa que, no melhor cenário, o Free Fire competitivo consegue atingir cerca de 10% do seu público ativo. Na maioria dos dias, esse número é ainda menor. Para comparação: O League of Legends consegue atingir aproximadamente 50% da sua base ativa de jogadores através de conteúdo competitivo. O CS, além de ser um sucesso em usuários, em grandes torneios frequentemente tem mais pessoas assistindo do que jogando. Isso deixa claro que o problema não é o tamanho da comunidade. É a forma como o conteúdo é tratado. E antes que isso seja distorcido, é importante deixar algo muito claro. O Free Fire não está falindo. Nunca esteve. O que existe hoje é um fracasso crescente de conteúdo, que piora ano após ano. E esse fracasso cria uma percepção errada, que se espalha pela comunidade. Quando a própria comunidade olha para os números de audiência, para transmissões vazias e para eventos que não conseguem engajar nem uma fração do público ativo, a leitura que se faz é simples: “o jogo está morrendo”. Mas não está. O problema não é o jogo. O problema é como o conteúdo competitivo é tratado, estruturado e apresentado. E isso reflete diretamente na comunidade. Porque números ruins em conteúdo passam a sensação de um problema geral, quando, na verdade, estamos falando de uma falha específica, localizada e recorrente. E é aqui que entra algo que, pela primeira vez, começou a fazer sentido na minha cabeça. Não é sustentável. E isso não é sobre desistir. É sobre questionar se o negócio, do jeito que ele é conduzido hoje, faz sentido. Não por falta de dedicação, mas por entender que, aqui, o risco sempre vem junto com o sucesso. E que ser melhor do que ontem, algo que sempre foi meu objetivo, muitas vezes parece ser tratado como um problema. Quando crescer gera punição, quando bater recordes gera restrições e quando inovar aumenta o risco, o sinal que se envia não é de evolução. É de bloqueio. E enquanto isso não for encarado de frente, a comunidade vai continuar pagando o preço por decisões que não representam o jogo que ela ama.

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MacroX
MacroX@macroxis·
@rickezn Emulador pelo menos entretida e deixava o público mais perto
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rick
rick@rickezn·
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rick tweet media
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Lima0012
Lima0012@Lima00121·
@Daniel_bryan777 @macroxis @D7zzINXL Ele só tá falando de algo recorrente na Loud Macrox Thurzin Aspas Bak Sacy Brance Tin Robô E por ai vai tem muitos que na época todo mundo ficou contra o atleta (e entendo) mas é MUITA "coincidência" não acha?
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MacroX
MacroX@macroxis·
Não é de hoje…
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MacroX
MacroX@macroxis·
@KariineFx foi TENEBROSO kkkkk qlqr dia posso contar nunca liguei, não contava pela consideração aos torcedores
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Karine 🧜🏻‍♀️
Karine 🧜🏻‍♀️@KariineFx·
@macroxis eu queria muito que você falasse, Você e o seu pai. Mas creio que depois de tanto tempo, pra vcs não faz mais sentido, mas eu sempre disse isso... É ilusão demais quem entra na loud achando que ganhou na mega cena, eles nem imaginam oque rola
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NathanziN🦅
NathanziN🦅@nathanzinj·
@macroxis Conta tua versão irmão já faz anos , tá aposentado chegou o momento de verdades guardadas fluir
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MacroX
MacroX@macroxis·
@brunoooarj se eu contar como foi cmg, sendo bem menos relevante vcs acham q é mentira
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Bruno
Bruno@brunoooarj·
@macroxis pelo q tão falando, ou a loud em si é uma bagunça ou o problema é o jean msm
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Liga NFA
Liga NFA@liganfa·
MacroX anuncia aposentadoria do cenário competitivo O jogador @macroxis anunciou oficialmente sua aposentadoria do cenário competitivo de Free Fire. Atuando profissionalmente desde 2020, MacroX iniciou sua trajetória fazendo história pela TG Gamers. Saiba mais: 🔗liganfa.com.br/noticia/macrox… #FreeFire #LigaNFA
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WLC 👺
WLC 👺@WLC_69·
@macroxis Depois de 6 anos resolveu assinar uma carteira de trabalho ?
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MacroX
MacroX@macroxis·
OBRIGADO FREE FIRE! Foram 6 anos vivendo um sonho que começou pequeno, mas sempre carregou um propósito gigante. 6 anos de dedicação, renúncias, noites sem dormir, pressão, cobranças… e muitas vitórias. Passei por grandes organizações (continua abaixo)+
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