rubensmidt riani

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@rubensmidt

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@_Selakantus
@_Selakantus@Selakantus82142·
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g1
g1@g1·
Exército prende três militares condenados no núcleo 4 na trama golpista; 2 estão foragidos glo.bo/4dFIFZJ #g1
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GloboNews
GloboNews@GloboNews·
.@Danielhrs repercute o programa do governo para salvar endividados e lista fatores pelos quais o país tem juros tão altos. Confira no vídeo. #Estúdioi ➡ Assista à #GloboNews: glo.bo/39WjXAu
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Rô.B
Rô.B@BingRosane·
2017 - A mulher-bomba: Dalide Côrrea, ex-faz-tudo de Gilmar Mendes, foi acusada de usar o instituto do ministro para pedir 200 milhões à JBS. Ele, mais do que depressa, tratou de isolá-la. A revista Crusoé, que é editada pelo site O Antagonista, revela que a Polícia Federal investigou a advogada Dalide Corrêa, chamada na publicação de “faz tudo” e “mulher-bomba” do ministro mato-grossense Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF). A reportagem mostra, segundo O Antagonista, que Joesley Batista usava o Instituto de Direito Penal, de Gilmar Mendes, como seu quartel-general em Brasília, especialmente para tratar de assuntos jurídicos. "Crusoé teve acesso a uma investigação da Polícia Federal que ficou pelo caminho, apesar dos indícios de que a JBS usou a sede do instituto de Gilmar Mendes para tramar a oferta de 200 milhões de reais para se aproximar de juízes. O caso fez o ministro se afastar de Dalide Corrêa, a sua faz-tudo por 20 anos e personagem central do episódio", diz a postagem do site na sexta-feira (8). A denúncia é de que nesse encontro, a JBS, numa das reuniões realizadas no IDP, tentou reduzir o valor da multa de seu acordo de leniência de R$ 11 bilhões para R$ 3 bilhões
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Maurício Pierre 🇮🇹🇧🇷✝️⚖️
A HISTÓRIA NÃO CONTADA DA JBS Eles confessaram 240 crimes – incluindo 124 casos de corrupção e 96 de lavagem de dinheiro. Nunca foram condenados. E o Estado que deveria puni-los virou sócio deles. Neste vídeo do canal Spotniks, conheça a história completa da JBS e dos irmãos Batista: como um açougue no interior de Goiás se transformou na maior processadora de proteína animal do mundo, com mais de R$ 430 bilhões em faturamento, 300 mil funcionários e operações em dezenas de países. É o retrato mais bem acabado do "capitalismo de laços" brasileiro: um sistema onde o sucesso empresarial não depende da eficiência do mercado, mas da profundidade das relações com o poder público. O que começou em 1953 como um açougue em Anápolis, pelas mãos de "Zé Mineiro", não se tornou o maior império de proteína animal do mundo por acaso. A trajetória da empresa é uma lição de como o Estado brasileiro, através da política de "Campeões Nacionais", decidiu escolher vencedores usando o dinheiro do pagador de impostos. A Engrenagem do BNDES e a Propina como Método: "Os Campeões Nacionais" A metamorfose da JBS em gigante global foi operada pelo BNDES. Entre 2007 e 2009 (Lula), o banco público não apenas emprestou bilhões, mas tornou-se sócio da empresa, injetando capital para que os irmãos Joesley e Wesley Batista comprassem concorrentes estrangeiros muito maiores que eles próprios. No entanto, as delações premiadas de 2017 revelaram o "pedágio" dessa ascensão: um esquema institucionalizado de corrupção onde 4% de cada contrato aprovado no banco voltava como propina para financiar campanhas políticas e enriquecer agentes públicos. Foram confessados 240 crimes, incluindo corrupção e lavagem de dinheiro, envolvendo quase 1.900 políticos de quase todos os partidos brasileiros. Grande Demais para ser Punida O ponto mais ácido da narrativa é a constatação de que o Estado brasileiro tornou-se refém da própria criatura que alimentou. O documentário expõe como, após os escândalos da Lava Jato e da Operação Carne Fraca, a JBS não apenas sobreviveu, mas prosperou. Os irmãos Batista, que chegaram a ser presos, hoje circulam livremente pelos centros de poder em Brasília e Washington. Enquanto isso, multas bilionárias de acordos de leniência são questionadas e reduzidas na Justiça, e o governo intervém para evitar que a empresa sofra sanções severas, como a inclusão na "lista suja" do trabalho escravo, sob o pretexto de preservar empregos e a estabilidade econômica. Do Açougue ao Setor Nuclear: O Conglomerado J&F A expansão da holding J&F hoje desafia a lógica da concorrência privada. O grupo agora domina desde o setor de alimentos (Friboi, Seara, Swift, Pilgrim's, Maturatta, 1953, Doriana, Delícia e Seara Gourmet), financeiro (Banco Original, PicPay), celulose (Eldorado) até a matriz energética nacional (Âmbar), tornando-se o primeiro grupo privado brasileiro com participação em energia nuclear. A relação evoluiu de um pedido de financiamento para uma sociedade estratégica. Hoje, o Estado não é apenas o regulador da JBS; ele senta-se à mesa como sócio minoritário, incapaz de punir severamente uma empresa que se tornou uma variável crítica da balança comercial e da política industrial brasileira. Em suma, a história da JBS não é sobre o triunfo do empreendedorismo goiano, mas sobre como os Batista aplicaram a lição do pai — "do boi não se desperdiça nada" — a todo um sistema político e jurídico, transformando o Estado em seu sócio e, simultaneamente, em seu escudo. #JBS #Swift #PicPay #Friboi #Eldorado #Batista #LavaJato #Original #Ambar #Seara #Maturatta #Lula #Maduro #BNDES #Pilgrims #Flora
Maurício Pierre 🇮🇹🇧🇷✝️⚖️@pierre_160754

🚨⚠️🇧🇷🇻🇪🇺🇸 O Leviatã dos Batistas: A Metamorfose do Açougueiro em Estrategista de Estado A história recente do Brasil não é escrita em livros de economia liberal, mas nos registros de crédito do BNDES e nas atas de tribunais internacionais. O que vemos hoje, com o anúncio da entrada de Joesley Batista no setor de defesa via Avibras, não é um movimento isolado de diversificação; é a consolidação de um império que se tornou "grande demais para cair" e "influente demais para ser ignorado". 1. O Adubo de Dinheiro Público: Do Pasto ao Global A J&F não é fruto de uma inovação disruptiva, mas de uma simbiose perfeita com o projeto das "Campeãs Nacionais". Sob a "mão amiga" de gestões petistas, o BNDES deixou de ser um fomentador de base para se tornar o sócio capitalista de um projeto de poder. O resultado? Uma empresa que cresceu à base de aportes bilionários e juros subsidiados, engolindo concorrentes globais enquanto pavimentava sua influência em Brasília com "doações" que, como revelado em acordos de leniência, compravam silêncios e editavam decretos. 2. A Teia Energética e o Fator Caracas A diversificação para o setor de Energia (Âmbar) e logística revela a face oportunista do grupo. Ao operar na importação de energia e petróleo de uma Venezuela sob sanções, o império Batista atua como um braço paraestatal da diplomacia brasileira. Eles resolvem o problema geopolítico do governo (manter laços com regimes autoritários via comércio) enquanto lucram em setores onde a concorrência é inexistente e o risco regulatório é mitigado pela proximidade com o poder central. 3. De Bifes a Mísseis: A Soberania como Mercadoria O caso Avibras é o ápice dessa acidez sistêmica. A maior empresa de defesa do país, detentora de segredos tecnológicos como o MTC-300, é "resgatada" por um empresário cujo histórico é marcado pela confissão de crimes contra o sistema financeiro. A ironia: O Estado brasileiro, incapaz de gerir sua própria base industrial de defesa, entrega a chave dos mísseis nacionais ao mesmo ator que quase implodiu a República com uma gravação no Palácio do Jaburu. O ganho: A J&F deixa de vender proteína para vender Soberania Nacional. Agora, qualquer tentativa de fiscalização ou punição contra o grupo esbarra na "segurança nacional". Eles não são mais apenas donos de frigoríficos; são guardiões da artilharia do Exército. 4. As Sombras do Tráfico e o Rigor Americano Enquanto no Brasil o grupo flutua em águas calmas, nos EUA o cenário é de tempestade. As acusações de cartel e o escrutínio sobre a Seção 301 da Lei de Comércio americana mostram que o pragmatismo estrangeiro não aceita a "criatividade" contábil e ética brasileira. Soma-se a isso o fenômeno das cargas "contaminadas": o uso repetitivo da logística de carnes para o escoamento de toneladas de cocaína para a Europa. Embora a JBS negue conivência, a fragilidade de sua cadeia logística — que transporta de colágeno a narcóticos — desenha um quadro de um conglomerado que cresceu rápido demais para ser controlado, tornando-se uma infraestrutura por onde passa o melhor e o pior do Brasil. 5. O Balcão de Negócios: Do Petrolão ao Jaburu A ascensão meteórica da J&F não foi um fenômeno de mercado, mas o resultado de um consórcio de corrupção que uniu o grupo ao coração do poder em Brasília. A relação entre os Batistas e o poder público é o estudo de caso definitivo sobre como o Estado pode ser sequestrado por interesses privados: O "Pai" do Fenômeno: Durante as gestões do PT, a JBS foi a vitrine da política de "Campeões Nacionais". O aporte de bilhões do BNDES não era gratuito. Em seus depoimentos de delação, os irmãos Batista confessaram o pagamento de centenas de milhões de reais em propinas para Lula e seu partido, operacionalizados através de contas na Suíça e do ex-ministro Guido Mantega. O objetivo era simples: dinheiro público barato para comprar o mundo, em troca de uma reserva financeira para o projeto de poder petista. O "Homem da Mala" e o Grampo do Jaburu: A corrupção não escolhia lado ideológico. No governo Temer, o esquema atingiu seu ápice cinematográfico. Em março de 2017, Joesley Batista entrou no Palácio do Jaburu com um gravador escondido para registrar uma conversa sombria com o então presidente Michel Temer. No áudio, Temer parece dar aval à compra do silêncio de Eduardo Cunha ("Tem que manter isso, viu?"). Pouco depois, o mundo assistia às imagens de Rodrigo Rocha Loures, o homem de confiança de Temer, correndo por uma rua de São Paulo com uma mala contendo R$ 500 mil em notas de propina da J&F. A "Delação do Fim do Mundo": Quando o cerco da Operação Lava Jato apertou, Joesley e Wesley aplicaram seu golpe final: uma delação premiada agressiva que implodiu a República. Eles entregaram provas contra mais de 1.800 políticos de quase todos os partidos, garantindo, inicialmente, uma impunidade que chocou o país (incluindo a manutenção de sua liberdade e de sua fortuna). A Farsa da Leniência: O capítulo mais recente dessa acidez é a anulação das multas bilionárias e a revisão dos acordos de leniência pelo Judiciário brasileiro. Sob o argumento de "coação" dos investigadores, as punições financeiras que deveriam ressarcir o Estado estão sendo evaporadas, permitindo que o grupo use o capital que deveria ser devolvido ao povo para comprar empresas estratégicas como a Avibras. O Círculo Vicioso da Impunidade A conexão final é perturbadora: os mesmos personagens que foram pilhados em esquemas de suborno e tráfico de influência agora retornam à cena como "salvadores" da indústria bélica e da segurança energética. A corrupção na JBS não foi um erro de percurso, mas o seu modelo de negócio. Ao grampear um presidente e financiar outro, os Batistas provaram que no Brasil o capital não tem ideologia, ele tem alvos. O míssil da Avibras, agora sob sua gestão, é apenas o novo calibre de uma arma que eles já operam há décadas: a influência letal sobre o destino da nação. 🎯Conclusão: O Estado a Serviço do Grupo (e vice-versa) O que une o petróleo venezuelano, o mícron do míssil e o quilo da picanha é um fio condutor único: o acesso ilimitado ao decisor político. Joesley Batista não é um industrial; é um operador de concessões. Ao se infiltrar na Defesa, na Energia e nos Portos, o grupo J&F garante que nenhum governo, à direita ou à esquerda, possa governar sem consultá-los. Eles deixaram de ser favorecidos pelo Estado para se tornarem, em muitos aspectos, uma extensão dele. No Brasil dos Batistas, o crime compensa, a leniência financia e o míssil, ironicamente, protege o balcão.

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J. L. Martín Nogales
J. L. Martín Nogales@jlmartinnogales·
Un viaje prohibido: entremos en el Valle de los Reyes, en la Tumba de Ramesses IX. Sólo permitido a quienes ya han cruzado el umbral de la muerte.
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Claudia Costin
Claudia Costin@ClaudiaCostin·
Bom dia a todos! Há exatos 41 anos, morria, em Goiânia, a premiada poeta e contista Cora Coralina. Uma mulher que rompeu barreiras e publicou seu primeiro livro aos 75 anos. Um exemplo de resiliência e talento que Goiás deu ao mundo. #CoraCoralina #Literatura De que poema dela vocês mais gostam?
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marcus
marcus@marcusyul·
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Claudia Costin
Claudia Costin@ClaudiaCostin·
BIBLIOTECA DIGITAL “Se alguém duvida do sucesso do MEC Livros, houve 225 mil inscritos na plataforma e 100 mil livros emprestados em uma semana, ainda sem campanha, de modo orgânico e espontâneo, com a modernidade circulando de um jeito antigo e infalível: o boca a boca.” Coluna de hoje no jornal Zero Hora do @CARPINEJAR
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O TEMPO
O TEMPO@otempo·
Saúde pode ganhar R$ 108 milhões por ano com universalização do saneamento básico em Minas otempo.com.br/economia/2026/…
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zen.
zen.@zentalksai·
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Claudia Costin
Claudia Costin@ClaudiaCostin·
Especialista elogia o MEC Livros e diz que escolas e famílias precisam incentivar o hábito da leitura Claudia Costin explica que a leitura permite às pessoas conhecerem ‘mundos mais amplos’ noticias.r7.com/educacao/espec… via @portalr7
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Ranking dos Políticos
Ranking dos Políticos@RankPolitico·
O abismo do saneamento básico no Brasil! De um lado, municípios como Curitiba, Santo André e Juiz de Fora já atingiram a universalização do atendimento, garantindo o mínimo de dignidade para seus moradores. Do outro, um cenário desolador: cidades como Santarém (3,2%) e Belford Roxo (7,6%) apresentam índices inaceitáveis para o século XXI. O que os dados do @tratabrasil nos mostram não é apenas uma falha de infraestrutura, mas o retrato do descaso e da ineficiência política. A falta de saneamento básico é, na prática, uma crise de saúde pública. Milhões de brasileiros ainda convivem com esgoto a céu aberto, o que lota hospitais com doenças de veiculação hídrica, aumenta a mortalidade infantil e freia o desenvolvimento econômico. Trata-se do "imposto" mais cruel cobrado da população mais vulnerável, perpetuando a desigualdade. Historicamente, a região Norte e áreas como a Baixada Fluminense (RJ) dominam a base desse ranking. O Marco Legal do Saneamento estipulou a meta de universalização até 2033 (99% para água e 90% para coleta e tratamento de esgoto). No entanto, no ritmo atual de investimentos, essas cidades que amargam o final da lista estão a décadas de distância de cumprir a lei. O saneamento é o investimento que menos dá visibilidade política, pois "cano enterrado não rende voto", mas é o que mais salva vidas e economiza recursos públicos a longo prazo. O governo precisa priorizar o que é estrutural e essencial, em vez de focar apenas no que é superficial. Veja o estudo completo: tratabrasil.org.br/ranking-do-san…
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𝙅𝙪𝙧𝙖𝙣𝙙𝙞 𝙁𝙧𝙪𝙩𝙪𝙤𝙨𝙤
‘Todas são iguais perante a Lei’-O princípio basilar da igualdade está no Art.5º da CF ‘Todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza(…) garantindo-se aos brasileiros a inviolabilidade do direito à vida, à liberdade, à igualdade, à segurança e à propriedade’
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