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@KnicksMurilo

Falo sobre a MAIOR franquia da NBA. @nyknicks 🗽

Sao Paulo, Brazil Присоединился Eylül 2025
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@nbalinksbrasil Curry tem 4 e não é top 10
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São necessários, no mínimo, três títulos pra se credenciar ao top 10 da NBA…
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@brasilcoast2 Knicks é literalmente o último time a levantar uma taça na NBA
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Paul Pierce: "Existem 4 times que não ganharam um título em toda a minha vida, e eu continuo pensando que enquanto eu estiver vivo, eles não serão campeões. Eu estarei morto antes que: Portland Trail Blazers, New York Knicks, Atlanta Hawks e Sacramento Kings conquistem um título." 🗞️- @NFGShow
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@SportsCenterBR eu quero que o cu do Gullit pegue fogo. O Memphis acabou de fazer um gol na Copa do Brasil. Como não foi memorável?
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CRITICOU OS CAMISAS 10! 😬 Em entrevista ao Globo, o ex-jogador Ruud Gullit comentou sobre Neymar e Memphis Depay, ao ser questionado sobre ambos serem os maiores artilheiros de suas respectivas seleções e se podem ser decisivos no mundial. Gullit chegou a comparar os feitos de Pelé e Maradona para justificar sua opinião, e disse que esses craques faziam gols marcantes e decisivos. #FutebolNaESPN #Neymar #MemphisDepay #Gullit
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VEREDITO No fim, a série se resume a um conflito muito claro de estilos. De um lado, o Knicks. Controle, execução, meia quadra. Um time que quer reduzir o ritmo de jogo, tomar boas decisões e explorar vantagem. Do outro, o Hawks. Ritmo, transição, maluquice. Um ataque que cresce quando o jogo acelera, a bola gira e o volume de três aparece. Para Atlanta vencer, o caminho é estreito, mas existe. Precisa, antes de tudo, dominar o perímetro de forma consistente. Não basta um jogo quente. Tem que transformar o chute de três em vantagem estrutural ao longo da série. São 7 jogos e não apenas 1. Além disso, precisa encontrar alguma resposta funcional para Karl-Anthony Towns e esse talvez seja o maior problema. Porque não existe uma solução clara para ele nesse elenco do Hawks. E, por fim, precisa acelerar o jogo. Tirar o Knicks da zona de conforto e transformar a série em um cenário de caos. O Knicks, por outro lado, não depende desse nível de precisão. Controla o rebote. Controla o ritmo. Tem mais caminhos para pontuar. E, principalmente, tem dois pilares muito claros. Jalen Brunson é, para mim e para qualquer pessoa com, pelo menos, 2 neurônios, o melhor jogador da série2. É quem dita o ritmo, quem resolve em meia quadra e quem dá identidade ao ataque do Knicks nos momentos difíceis. E o Towns é o grande x-factor. Não necessariamente porque vai ser o melhor jogador jogo a jogo, mas porque é o problema que o Hawks não consegue resolver. Se ele estiver sendo bem utilizado e com a cabeça no jogo, espaçando quando necessário, punindo mismatches no poste e tomando boas decisões: o ataque do Knicks sobe de patamar. A série pode ser equilibrada em placar, com jogos apertados e tensão constante. Mas não é equilibrada em caminhos de vitória. O Hawks precisa acertar várias coisas ao mesmo tempo. O Knicks, não. New York Knicks é mais completo, mais sólido e, principalmente, muito mais difícil de encaixar defensivamente para Atlanta. Meu palpite? Knicks em 6.
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Jalen Johnson é o atual motor de atlanta na meia quadra. Josh Hart deve ser seu defensor primário e a estratégia é simples. LET HIM SHOOT THAT MOTHERFUCKER. Jalen (o ruim) é bem mediano nos chutes de três saindo do drible, portanto, devemos tratá-lo com zero respeito no perímetro. Outro ponto importante, e que pode definir vários jogos, é o esforço do Knicks em tirar o Jalen Brunson das ações defensivas principais. Todo time em playoffs tenta caçar o pior defensor em quadra, e Brunson, pelo tamanho e pelo que mostrou ao longo da temporada, é um alvo natural. O Hawks, com múltiplos criadores “ok” e bom jogo de bloqueio, tem capacidade para explorar isso. A questão é que o Knicks tende a responder antecipando essas situações: troca marcações antes da ação começar, evita que Brunson fique no ball handler principal e, quando possível, força a bola para jogadores menos perigosos ofensivamente. Não é uma solução perfeita (não existe solução perfeita quando o outro time quer te caçar) mas é um esforço claro de reduzir o impacto negativo. Se o Hawks conseguir envolver o Brunson constantemente em pick and rolls, a série muda de figura. Se não conseguir, o Knicks mantém uma das suas principais fragilidades relativamente sob controle. Além disso, mudando o lado da quadra, Daniels é um excelente defensor de perímetro que vai dar uma canseira honesta no Jalen. Por isso, obviamente, o Knicks deve responder com estrutura: sets organizados, double drags para colocar KAT e Josh no perímetro (ou Mitch) e ações que ele receba a bola em movimento como Horns e Pistol (saudades Rowan).
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Atlanta tentará responder utilizando Daniels como screener ou em ações de handoff para arrastar Towns para o perímetro. Towns deve manter a disciplina de “drop”, cuidando no Daniels mas priorizando o garrafão. Esta estratégia é validada por Daniels não possui gravidade como arremessador que force uma contestação agressiva, ele é um screener acima da média, mas nossos defensores de ponto de ataque podem contornar esses bloqueios:
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Ajustes defensivos do Knicks: o cross-match e seus limites Um ajuste defensivo interessante do Knicks (e que torturou o Knicks durante a temporada) é o uso de cross match para esconder o Towns e proteger a estrutura da defesa. Ao invés de colocá-lo diretamente no pivô, a tendência é que ele marque um jogador sem chute confiável, como o Dyson Daniels. Isso permite que o KAT fique mais próximo do aro, onde ele é mais útil, sem precisar navegar bloqueios no perímetro o tempo inteiro. Ao mesmo tempo, o OG Anunoby assume o pivô adversário, como o Okongwu, justamente porque tem físico, envergadura e mobilidade para segurar essa função sem comprometer o resto da rotação. Um ajuste simples no papel, mas que resolve dois problemas de uma vez: protege o ponto mais frágil defensivamente do Knicks e mantém a integridade do sistema. Com essa estratégia, o Knicks conseguiu limitar o Atlanta Hawks a apenas 42,3% de acerto no aro no último confronto, consolidando os Knicks com a 6ª melhor marca da liga em eficiência defensiva nesse setor. Somado a isso, a dominância física e o rebote de Mitchell Robinson punem formações adversárias menos robustas, criando um sistema que busca controlar o garrafão e mitigar erros defensivos de perímetro, forçando o oponente a depender exclusivamente da variância dos arremessos de três pontos. Devemos ver esquemas com trocas coordenadas, e KAT mais em nível e drop.
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O ataque do Knicks: eficiência, controle e múltiplos caminhos O ataque de New York não depende de uma única zona: 1º em frequência de corners 3s, 5º em eficiência de midrange e 5º em eficiência geral de três, mas apenas 19º em aproveitamento no aro. Não é um ataque de pressão constante no aro, é um ataque de controle, spacing, leitura e eficiência em diferentes zonas. Contra o Hawks que cede muitos arremessos no aro (27º em frequência), mas segura razoavelmente o aproveitamento. Isso abre uma rota importante: o Knicks consegue pontuar de forma estável mesmo sem depender de volume extremo de três.
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A matemática do perímetro. Se há um caminho claro de risco para o Knicks, ele passa pela linha de três. O Hawks foi 4º em aproveitamento de três e 11º em volume O Knicks foi 29º em frequência de 3 permitida e 21º em aproveitamento permitido. Atlanta tem exatamente o perfil que mais incomoda essa defesa. Se o Hawks vencer a série, o cenário mais provável envolve domínio consistente na bola de três, não como evento pontual, mas como vantagem estrutural ao longo dos jogos. Fora o perímetro, o ataque do Hawks encontra mais dificuldades. 12º em frequência no aro e 20º em aproveitamento no aro. Contra uma defesa do Knicks que foi a 6ª em aproveitamento permitido no aro (depois do coach brown voltar aos princípios do Thibs) Ou seja: quando precisa pontuar dentro, Atlanta encontra uma das defesas mais preparadas da liga. Sem o chute de três caindo em alto nível, fica difícil sustentar uma vantagem ofensiva consistente ao longo da série.
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E aqui está o ponto central: qualquer solução para tentar parar o Towns cria outro problema. Se Atlanta mantiver um pivô tradicional marcando-o, sofre com spacing e eficiência. Se trocar por um jogador mais leve, perde tamanho, rebote e proteção de aro. Segundo levantamento do Shax, contra pivôs tradicionais, o usage de KAT sobe para 47%, com 1.05 PPP em meia quadra e, em cenários de cross-match, esse usage cai para 31% A ausência de Jock Landale (lesão no tornozelo) fragiliza drasticamente a rotação interna dos Hawks. A utilização de Mo Gueye e Tony Bradley como substitutos é uma janela de oportunidade para KAT estabelecer dominância física precoce e incentiva outro ponto chave: Rebote e fisicalidade. Se Carlinhos é o primeiro ponto de pressão, o rebote é o segundo. O Knicks foi o 7º time em OREB% e 4º em Def OREB% e o Hawks foi o 20º em OREB% e 12º em Def OREB%. Isso cria um cenário claro: Nova Iorque tende a gerar mais posses extras. Mas o impacto vai além da segunda chance. Controlar o rebote ofensivo também significa controlar o ritmo da série. Cada rebote ofensivo: gera nova posse e impede o Hawks de correr em transição - força importante do time já que foram o 4º time em posses em transição. E isso é crucial contra um time que depende de velocidade e caos para maximizar seu ataque. Além do contra-ataque, porém, existe um grande risco para o Knicks...
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Karl-Anthony Towns: um problema sem solução para o Hawks. O menino Carlos Antônio Cidades teve uma temporada bem estranha. Seus números começaram a melhorar quando Mike Brown diminuiu esses princípios que fazem pouco sentido para Brunson/KAT e começou a incluir mais sets e estratégias que são mais tradicionais aos dois (dos dois lados da quadra). Carlinhos teve a segunda pior marca da carreira em PPG, a pior marca de arremessos tentados, a terceira pior marca de chutes de três certos e sua temporada com menos minutos. Ainda assim, foi eleito para o time das estrelas com 20/12/3 com uma eficiência acima da média da liga. Porém, contra o Hawks, teve médias de 28.5/13.5/3.5 com ótima eficiência. Ele é a chave do plano ofensivo do Knicks contra o Hawks (contra qualquer outro time para ser sincero). Jalen Brunson nos tornará, por si só, competitivo contra qualquer adversário. Karl será o diferencial se venceremos ou não. Sua capacidade de atual como um pivô espaçador de elite força a defesa de Atlanta a um colapso estrutural. A presença de KAT puxa Onyeka Okongwu para fora do garrafão, eliminando a principal proteção de aro do Hawks. Sem um defensor com o físico ideal para absorver esse matchup, Atlanta entra em um ciclo constante de ajuda defensiva: abrindo espaços, especialmente para arremessos de zona morta, que são os chutes favoritos do Knicks (1º em tentativas e 6º em eficiencia).
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No confronto dos playoffs de 2021, Knicks tinha mando de quadra, era tido como favorito, mas perdeu a série por 4-1. Trae Young se consolidou como um vilão de Nova Iorque (de quarta categoria) e o Knicks começou a questionar Julius Randle - que, assim como o calvo, nem está mais no time. Hoje, o confronto se passa por quatro nomes bem distintos: Karl-Anthony Towns, Jalen Brunson, Dyson Daniels e Jalen Johnson. Olhando superficialmente, este é o tipo de série que costuma ser vendida como “perigosa”, “armadilha” ou “incômoda”. Existe fundamento nisso: o Hawks é um bom time, terminou a temporada com a 8ª defesa, 15º ataque e 12º net rating - números respeitáveis para uma equipe que joga em ritmo alto, divide a bola e vive do perímetro. Ainda assim, quando o matchup é analisado mais a fundo, a sensação muda. Não é que Atlanta seja irrelevante, mas, nos playoffs e com o Knicks mais focado, o confronto parece mais desconfortável para o Hawks do que para o Knicks. O Knicks chega com o 4º melhor ataque, 10ª defesa e 6º net rating, um conjunto mais sólido. E com uma arma que ninguém de Atlanta consegue defender.
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Knicks e Hawks: uma revanche necessária. Nesse fio, vou resumir meu texto do substack com minha preview da série. Para uma análise mais aprofundada, não deixe de conferir. Link na Bio RT e likes bem vindos.
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@RadioKnicksBR esse nunca me enganou
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Pisou Na Linha | NBA 🏀🇧🇷
PREVIEW 🚨 A velha rivalidade está de cara nova. É hora de falar sobre New York Knicks x Atlanta Hawks, que voltam a se encontrar nos playoffs da NBA. Um duelo que contrasta ESTILOS. A pressão está em New York, o jovem Atlanta quer chocar o mundo. Segue o fio e deixa o RT!🫶
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Wadson.07
Wadson.07@D3thebestkid·
@BrooklynGuyNBA Imagina achar que esse Knicks cagão vai meter 4 a 0 em um time
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