Rodrigo Mabel
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A esquerda, financiada por bilionários q nunca se misturam com o povo, e que sobrevivem da briga perpétua entre membros da plebe, condenou trabalhadores e pessoas humildes à insanidade, injustiça e humilhação. Essa é a esquerda das ONGs, e ela te obriga a ajoelhar e jurar q 2+2=5







Eu não me esqueci, e você também não deveria esquecer. 🫵🏻

Dois meses depois da morte de Bruno Oscar Graf, o Estado já sabia. A investigação do CIFAVI ocorreu em 25/10/2021. O Ministério da Saúde e a ANVISA tinham conhecimento de que a causa do óbito havia sido a vacina da AstraZeneca. Tinham o dado. Tinham o laudo. Tinham a obrigação moral e institucional de falar. Optaram pelo silêncio. E não foi silêncio por cautela. Foi silêncio por conveniência. Porque admitir oficialmente a causalidade significaria enfrentar o impacto público, político e jurídico de uma campanha conduzida de forma irresponsável. Enquanto a família era mantida no escuro, o mesmo inoculante continuava sendo aplicado em massa na população brasileira. Sem alerta. Sem transparência. Sem respeito básico por quem havia perdido um filho. Se não fosse um pedido formal de informação, a verdade seguiria enterrada. A mãe, Arlene Ferrari Graf @arlene_ferrari2, só teve acesso ao resultado oficial porque insistiu. Ironia cruel: ela já sabia. Sabia porque bancou, com recursos próprios, exames realizados no exterior que demonstraram a relação entre a inoculação e a morte do filho. O Estado confirmou depois. E mesmo assim, calou. Confirmou e escondeu. Agora, na ação indenizatória, a União segue negando responsabilidade. Como se omitir informação vital, como se manter famílias no escuro, como se seguir com uma campanha sabendo dos riscos não tivesse consequência alguma. O caso Bruno Graf não é exceção. É amostra. Um entre milhares de casos soterrados nas pilhas de descaso, burocracia e covardia institucional do Estado brasileiro. O escândalo não é apenas o que aconteceu. É o que foi escondido. E tudo o que ainda continua sendo.


















