decapitango

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vizinhos e bandidos do cante hate account

Club Tropicana Присоединился Kasım 2018
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decapitango@decapitango·
Extrema-esquerda: fracos piolhosos e perigosos terroristas ao mesmo tempo
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decapitango@decapitango·
Caranguejo diplomático é excelente
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AG
AG@anfiga_·
@decapitango Até no Açores meu caro
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AG
AG@anfiga_·
A mesma foto de Ponta Delgada
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CEO of Antifa
CEO of Antifa@CrazyWeeMonkey·
it's HOW many watts???
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decapitango
decapitango@decapitango·
O Irão está a fazer coisas incríveis com os 0% da capacidade militar que lhe resta
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João Pedro Cardoso
@alex98almeida Tinha gasolina lá dentro segundo pessoas que estavam lá mas pode ser euforia do momento
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Alexandre Almeida
Alexandre Almeida@alex98almeida·
vocês preferem o vosso cocktail molotov branco, tinto ou rosé?
Tiago Moreira de Sá@tmoreiradesa

No passado sábado, em Lisboa, deu-se o encontro, quase trágico, entre duas concepções da vida humana. De um lado, uma marcha pela Vida: pacífica, familiar, atravessada pela presença, nunca discreta, de crianças e pela afirmação de que cada vida humana, mesmo a mais invisível, possui um valor que não depende do seu estádio de desenvolvimento. Do outro lado, uma outra concepção: a da negação incendiária da vida como valor. E, nessa negação, a introdução de um objecto cuja função era justamente consumar, pelo fogo, essa negação. Este contraste acabou por se cristalizar em duas figuras elementares. De um lado, a criança, nascida ou por nascer, e a promessa aberta e infinita nela inscrita. Do outro, uma garrafa de vidro, gasolina e fogo, lançada sobre crianças. De um lado, o símbolo, inscrito na criança, das criaturas mais amadas de Deus; do outro, nas chamas que cospe e com que devora, o instrumento predilecto dos infernos. Na Marcha pela Vida do passado sábado, Portugal assistiu a um acto que, não fora a falha do engenho infernal utilizado, poderia ter terminado em tragédia. Um cocktail Molotov lançado sobre uma manifestação pacífica não chegou a deflagrar. O autor, sem surpresa “antifa”, foi rapidamente detido e ainda mais rapidamente libertado, como acontece nos países que levam a sério o perigo e a inadmissibilidade de actos terroristas. Se uma organização parece terrorista, anda como terrorista e grasna como terrorista, então certamente é terrorista, e cabe às autoridades competentes classificá-la como tal, retirando daí as devidas consequências legais. Portugal não pode voltar a tolerar a violência política da extrema-esquerda que, apesar da língua de pau sobre a democracia, nunca se reconciliou com a normalização democrática do país, que se fez não com ela, mas contra ela. No fundo, como sempre acontece nas questões decisivas, tudo regressa ao ponto essencial: a Vida. Na tradição bíblica, ela é tão radicalmente sagrada que a sua defesa não surge como uma recomendação opcional, mas como um mandamento universal: “Não matarás”. E não por acaso, na tradição judaica, este é o sexto mandamento, o primeiro que figura no topo da segunda tábua da lei: colocado assim frente a frente com o primeiro de todos, no topo da primeira tábua, o da afirmação de Deus. Como se a própria lei divina nos dissesse que estes dois imperativos se espelham: reconhecer Deus e afirmar a Vida são, afinal, duas expressões inseparáveis do mesmo princípio.

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New York Post
New York Post@nypost·
Squirrels are 'vaping' e-cigarettes after mistaking fruity aromas for food trib.al/IvZIB0D
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