Dylan Doido

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@DylanDo87386540

Judas dançarino!!!

Brasil Sumali Ekim 2021
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Leonardo Lopes
Leonardo Lopes@leonardo1opes·
@samiabomfim @jonesmanoel_PE Que excelente notícia! É muito bom saber que o PSOL está expandindo sua atuação para a defesa de assassinato de pessoas que discordam da sua ideologia e de enviar opositores para Gulags. Faz todo sentido para o partido. Parabéns!!
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Dylan Doido
Dylan Doido@DylanDo87386540·
@efarsas @nikolas_dm Em tempo, quero mais que ele e os Minions se phodam, mas sua hipocrisia é enojante.
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Gilmar Lopes
Gilmar Lopes@efarsas·
@DylanDo87386540 @nikolas_dm Ele não é um cara! Ele é um ex-presidente preso por tentativa de golpe. Um tutelado do Estado. É o mesmo caso dos presos filmados na cadeia em El Salvador pelo Nikolas e Eduardo Bolsonaro. Eles foram filmados sem consentimento.
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Nikolas Ferreira
Nikolas Ferreira@nikolas_dm·
Feliz de ver o presidente na sua casa com sua família…muito embora nunca deveria ter sido preso. Agora, inacreditável como a Globo pode invadir a privacidade das pessoas sem nenhum escrúpulo. Imagina se isso fosse feito na casa do Alexandre de Moraes? Entende como tudo pode só pra um lado?
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Dylan Doido
Dylan Doido@DylanDo87386540·
@Cardoso Ahim, mas esse Red bill são lunáticos perigosos... E uma vagabunda dessas é o quê?
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cardoso
cardoso@Cardoso·
E no meu próximo truque vou fazer você ficar com raiva de uma mulher que nem conhece.
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Clarion de Laffalot
Clarion de Laffalot@clarionrox·
Essa lei da misoginia tem um retrocesso civilizatório extra que ninguém tá comentando. A lei contra discriminação nunca escolheu "favoritos" antes. Quando ela cita preconceito de raça, cor, etnia a Lei não diz que só vale pra negros. Quando ela diz sobre procedência nacional, ela não diz que só vale pra estrangeiros ou só pra brasileiros ou, sei lá, só pra oriundos do Sul Global. Independente de estatísticas ou berros de militantes, a Lei sempre foi para todos. Como toda Lei deveria ser. Nessa mudança, em vez de incluir a discriminação por "sexo", eles tão incluindo especificamente a palavra "misoginia". Em outras palavras, a Lei agora explicitamente diz que é proibido odiar mulheres, mas tá liberado odiar homens. Porque foda-se a isonomia, estamos na época do identitarismo.
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Leonardo Lopes
Leonardo Lopes@leonardo1opes·
@AndreJanonesMG pq vc parou de chamar o Flávio Bolsonaro de Rachador?
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Ayub | Internet propriamente dita
A primeira lembrança que me amedronta nesse debate do PL da misoginia é o grupo de acadêmicas e feministas brasileiras que conheci em Buenos Aires. Pelos passeios na capital portenha, tropecei num grupo de brasileiras mais de uma vez. Como o cachorro caramelo é um animal gregário, rapidamente fizemos amizade e começamos a fazer passeios juntos. O fato de serem todas mulheres na época não me pareceu ser um problema, fui indiferente. Mas depois dessa experiência, passei a ser atento e reticente a esse tipo de detalhe. Elas escolheram o jantar daquele dia no restaurante “Peron, Peron”, todo tematizado no peronismo. Havia um altar para Evita, todos os pratos tinham nomes ligados a esse partido político e de forma divertida, a cada hora cheia o serviço era interrompido por caixas de som estouradas que tocavam uma música do partido. As pessoas ainda sentadas giravam os guardanapos brancos acima da cabeça em festejo. Quando a música acabava, dando socos na mesa e tilintando os talheres, a clientela entoava: “¡Vamos a volver! ¡Vamos a volver!” (“Nós voltaremos!”, em espanhol). Afinal, o então presidente Macri era da oposição ao peronismo. Em meio à escolha do vinho, uma delas falou algo que deu a entender que todas ali eram feministas. Fiquei empolgado! Adoro conhecer novas pessoas de uma categoria humana que nunca conversei antes. Se à mesa estiver uma manicure e um astronauta, conseguirei ter interesse pelas histórias de ambos. Se for uma manicure astronauta, uma pessoa só, seria mais fascinante ainda. Certamente perguntaria como fazem para a cutícula não sair voando pela nave. Parte do meu ânimo era poder conversar com uma comitiva de feministas sobre uma preocupação minha: a falta de autocrítica do movimento quanto a casos recentes de denúncias de mulheres sobre violência sexual confirmadas pela polícia como falsas. Eu havia visto na imprensa brasileira alguns casos recentes. Pensava o ingênuo aqui que tais casos prejudicavam o que eu achava até então que era a causa feminista. A garrafa da mesa era uma só, mas quando pautei isso, parece que o vinho nas taças delas azedou. A companhia divertida delas virou uma versão portenha desses vídeos de 30 contra 1. Só que num restaurante em meia luz em vez de um estúdio de branco infinito. Fazendo um xarope da conversa, me explicaram que pela sororidade, uma mulher não poderia criticar outra mesmo que estivesse cometendo um crime, mesmo que isso pusesse um homem inocente na cadeia. Uma delas emendou: - “Todo homem é um estuprador em potencial. Se esse ainda não fez isso, que o tempo na cadeia seja pedagógico para que aprenda o sofrimento que uma mulher sofre.” - todas brindaram, menos eu. Minha sensação foi de terror. Passei a vê-las como perigosas. Todas ou eram professoras universitárias ou prestes a ser. Produzem conhecimento, ensinam pessoas. Passam esses valores adiante. Que risco eu corria ali? E se quisessem praticar tal pedagogia, da falsa comunicação de crime, contra mim?! Foi nessa noite que vi de primeira mão que pessoas que fazem parte de movimentos sociais e dizem buscar por justiça social podem na verdade buscar justiçagem social. Em vez de resolverem nossos problemas formando parcerias, querem vingança. Querem socializar as mazelas em vez de socializar as soluções. Esse PL da misoginia servirá de escudo para pouca ou nenhuma mulher. Mas na mão dessas que conheci, em vez de taças de Malbec, elas teriam essa lei como uma arma. Não se faz paz trazendo para o encontro mais uma arma para ferir o outro. Precisamos conversar mais, não nos ferirmos mais com o amparo da lei.
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Madeleine Lacsko
Madeleine Lacsko@madeleinelacsko·
Defina MULHER, deputada. Na lei está que mulher não tem definição, é quem alegar ser mulher. O PSOL é o partido que mais persegue mulheres judicialmente e que cala mulheres na comissão da mulher. Avisa quando vocês pautarem a burca obrigatória.
Talíria Petrone@taliriapetrone

🚨PRECISAMOS FICAR DE OLHO NO SENADO FEDERAL! Hoje, às 14h, o Senado tem o dever histórico de votar a criminalização da misoginia, equiparando-a ao crime de racismo. É um passo decisivo para a dignidade das brasileiras, mas setores da extrema-direita já se articulam para barrar o avanço. Defender o direito de odiar mulheres não é liberdade de expressão, é cumplicidade com a barbárie.

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Dylan Doido
Dylan Doido@DylanDo87386540·
@xicosa Uma vez noticiaram que ele se comparou com Cristo, acredita?
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xico sá
xico sá@xicosa·
Quando cheguei em SP, 1990, os taxistas espalhavam uma fake news 100% crível que Lula era dono da melhor mansão do Morumbi. Assim começou a mentira sobre o maior gênio da política brasileira. Qual a maior mentira q vc leu sobre Lula? Conte aqui
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