G.S.A ری ٹویٹ کیا
G.S.A
68.7K posts

G.S.A ری ٹویٹ کیا
G.S.A ری ٹویٹ کیا

✝️ EVANGELHO DO DIA - 03/04/2026
✝️ Sexta-Feira Santa | Paixão do Senhor
Anúncio da Paixão de Cristo - Jo 18,1-19,42 ✝️
Narrador 1: Paixão de nosso Senhor Jesus Cristo, segundo João.
Naquele tempo, 1 Jesus saiu com os discípulos para o outro lado da torrente do Cedron. Havia aí um jardim, onde ele entrou com os discípulos. 2 Também Judas, o traidor, conhecia o lugar, porque Jesus costumava reunir-se aí com os seus discípulos. 3 Judas levou consigo um destacamento de soldados e alguns guardas dos sumos sacerdotes e fariseus, e chegou ali com lanternas, tochas e armas. 4 Então Jesus, consciente de tudo o que ia acontecer, saiu ao encontro deles e disse:
— “A quem procurais?”
Narrador 1: 5 Responderam:
— “A Jesus, o Nazareno”.
Narrador 1: Ele disse:
— “Sou eu”.
Narrador 1: Judas, o traidor, estava junto com eles. 6 Quando Jesus disse: “Sou eu”, eles recuaram e caíram por terra. 7 De novo lhes perguntou:
— “A quem procurais?”
Narrador 1: Eles responderam:
— “A Jesus, o Nazareno”.
Narrador 1: 8 Jesus respondeu:
— “Já vos disse que sou eu. Se é a mim que procurais, então deixai que estes se retirem”.
Narrador 1: 9 Assim se realizava a palavra que Jesus tinha dito:
— “Não perdi nenhum daqueles que me confiaste”.
Narrador 2: 10 Simão Pedro, que trazia uma espada consigo, puxou dela e feriu o servo do sumo sacerdote, cortando-lhe a orelha direita. O nome do servo era Malco. 11 Então Jesus disse a Pedro:
— “Guarda a tua espada na bainha. Não vou beber o cálice que o Pai me deu?”
Narrador 1: 12 Então, os soldados, o comandante e os guardas dos judeus prenderam Jesus e o amarraram. 13 Conduziram-no primeiro a Anás, que era o sogro de Caifás, o Sumo Sacerdote naquele ano. 14 Foi Caifás que deu aos judeus o conselho:
— “É preferível que um só morra pelo povo”.
Narrador 2: 15 Simão Pedro e um outro discípulo seguiam Jesus. Esse discípulo era conhecido do Sumo Sacerdote e entrou com Jesus no pátio do Sumo Sacerdote. 16 Pedro ficou fora, perto da porta. Então o outro discípulo, que era conhecido do Sumo Sacerdote, saiu, conversou com a encarregada da porta e levou Pedro para dentro. 17 A criada que guardava a porta disse a Pedro:
— “Não pertences também tu aos discípulos desse homem?”
Narrador 2: Ele respondeu:
— “Não!”
Narrador 2: 18 Os empregados e os guardas fizeram uma fogueira e estavam se aquecendo, pois fazia frio. Pedro ficou com eles, aquecendo-se. 19 Entretanto, o Sumo Sacerdote interrogou Jesus a respeito de seus discípulos e de seu ensinamento. 20 Jesus lhe respondeu:
— “Eu falei às claras ao mundo. Ensinei sempre na sinagoga e no Templo, onde todos os judeus se reúnem. Nada falei às escondidas. 21 Por que me interrogas? Pergunta aos que ouviram o que falei; eles sabem o que eu disse”.
Narrador 2: 22 Quando Jesus falou isso, um dos guardas que ali estava deu-lhe uma bofetada, dizendo:
— “É assim que respondes ao Sumo Sacerdote?” Respondeu-lhe Jesus:
— “Se respondi mal, mostra em quê; mas, se falei bem, por que me bates?”
Narrador 1: 24 Então, Anás enviou Jesus amarrado para Caifás, o Sumo Sacerdote. 25 Simão Pedro continuava lá, em pé, aquecendo-se. Disseram-lhe: “Não és tu, também, um dos discípulos dele?” Pedro negou:
— “Não!”
Narrador 1: 26 Então um dos empregados do Sumo Sacerdote, parente daquele a quem Pedro tinha cortado a orelha, disse: — “Será que não te vi no jardim com ele?”
Narrador 2: 27 Novamente Pedro negou. E na mesma hora, o galo cantou. 28 De Caifás, levaram Jesus ao palácio do governador. Era de manhã cedo. Eles mesmos não entraram no palácio, para não ficarem impuros e poderem comer a páscoa. 29 Então Pilatos saiu ao encontro deles e disse: — “Que acusação apresentais contra este homem?”
Narrador 2: 30 Eles responderam:
— “Se não fosse malfeitor, não o teríamos entregue a ti!”
Narrador 2: 31Pilatos disse: — “Tomai-o vós mesmos e julgai-o de acordo com a vossa lei”. Os judeus lhe responderam:
— “Nós não podemos condenar ninguém à morte”.
Narrador 1: 32 Assim se realizava o que Jesus tinha dito, significando de que morte havia de morrer. 33 Então Pilatos entrou de novo no palácio, chamou Jesus e perguntou-lhe: — “Tu és o rei dos judeus?” 34 Jesus respondeu:
— “Estás dizendo isto por ti mesmo ou outros te disseram isto de mim?”
Narrador 1: 35 Pilatos falou: “Por acaso, sou judeu? O teu povo e os sumos sacerdotes te entregaram a mim. Que fizeste?”
36 Jesus respondeu:
— “O meu reino não é deste mundo. Se o meu reino fosse deste mundo, os meus guardas lutariam para que eu não fosse entregue aos judeus. Mas o meu reino não é daqui”.
Narrador 1: 37 Pilatos disse a Jesus: “Então, tu és rei?” Jesus respondeu:
— “Tu o dizes: eu sou rei. Eu nasci e vim ao mundo para isto: para dar testemunho da verdade. Todo aquele que é da verdade escuta a minha voz”.
Narrador 1: 38 Pilatos disse a Jesus: “O que é a verdade?” Ao dizer isso, Pilatos saiu ao encontro dos judeus, e disse-lhes: “Eu não encontro nenhuma culpa nele. 39 Mas existe entre vós um costume, que pela Páscoa eu vos solte um preso. Quereis que vos solte o rei dos Judeus?”
40 Então, começaram a gritar de novo:
— “Este não, mas Barrabás!”
Narrador 2: Barrabás era um bandido. 19,1 Então Pilatos mandou flagelar Jesus. 2 Os soldados teceram uma coroa de espinhos e colocaram-na na cabeça de Jesus. Vestiram-no com um manto vermelho, 3 aproximavam-se dele e diziam:
— “Viva o rei dos judeus!”
Narrador 2: E davam-lhe bofetadas. 4 Pilatos saiu de novo e disse aos judeus: “Olhai, eu o trago aqui fora, diante de vós, para que saibais que não encontro nele crime algum”. 5 Então Jesus veio para fora, trazendo a coroa de espinhos e o manto vermelho. Pilatos disse-lhes: “Eis o homem!” 6 Quando viram Jesus, os sumos sacerdotes e os guardas começaram a gritar:
— “Crucifica-o! Crucifica-o!”
Narrador 1: Pilatos respondeu: “Levai-o vós mesmos para o crucificar, pois eu não encontro nele crime algum”. 7 Os judeus responderam: “Nós temos uma Lei, e, segundo esta Lei, ele deve morrer, porque se fez Filho de Deus”.
Narrador 2: 8 Ao ouvir estas palavras, Pilatos ficou com mais medo ainda. 9 Entrou outra vez no palácio e perguntou a Jesus: “De onde és tu?” Jesus ficou calado. 10 Então Pilatos disse: “Não me respondes? Não sabes que tenho autoridade para te soltar e autoridade para te crucificar?” 11 Jesus respondeu: — “Tu não terias autoridade alguma sobre mim, se ela não te fosse dada do alto. Quem me entregou a ti, portanto, tem culpa maior”.
Narrador 2: 12 Por causa disso, Pilatos procurava soltar Jesus. Mas os judeus gritavam:
— “Se soltas este homem, não és amigo de César. Todo aquele que se faz rei, declara-se contra César”.
Narrador 1: 13 Ouvindo essas palavras, Pilatos levou Jesus para fora e sentou-se no tribunal, no lugar chamado “Pavimento”, em hebraico Gábata”. 14 Era o dia da preparação da Páscoa, por volta do meio-dia. Pilatos disse aos judeus: “Eis o vosso rei!” 15 Eles, porém, gritavam:
— “Fora! Fora! Crucifica-o!”
Narrador 1: Pilatos disse: “Hei de crucificar o vosso rei?” Os sumos sacerdotes responderam:
— “Não temos outro rei senão César”.
Narrador 2: 16 Então Pilatos entregou Jesus para ser crucificado, e eles o levaram. 17 Jesus tomou a cruz sobre si e saiu para o lugar chamado Calvário”, em hebraico “Gólgota”. 18 Ali o crucificaram, com outros dois: um de cada lado, e Jesus no meio. 19 Pilatos mandou ainda escrever um letreiro e colocá-lo na cruz; nele estava escrito:
— “Jesus Nazareno, o Rei dos Judeus”.
Narrador 2: 20 Muitos judeus puderam ver o letreiro, porque o lugar em que Jesus foi crucificado ficava perto da cidade. O letreiro estava escrito em hebraico, latim e grego. 21 Então os sumos sacerdotes dos judeus disseram a Pilatos: “Não escrevas ‘O Rei dos Judeus’, mas sim o que ele disse: ‘Eu sou o Rei dos judeus’”. 22 Pilatos respondeu:
— “O que escrevi, está escrito”.
Narrador 2: 23 Depois que crucificaram Jesus, os soldados repartiram a sua roupa em quatro partes, uma parte para cada soldado. Quanto à túnica, esta era tecida sem costura, em peça única de alto abaixo. 24 Disseram então entre si: “Não vamos dividir a túnica. Tiremos a sorte para ver de quem será”. Assim se cumpria a Escritura que diz:
— “Repartiram entre si as minhas vestes e lançaram sorte sobre a minha túnica”.
Narrador 1: Assim procederam os soldados. 25 Perto da cruz de Jesus, estavam de pé a sua mãe, a irmã da sua mãe, Maria de Cléofas, e Maria Madalena. 26 Jesus, ao ver sua mãe e, ao lado dela, o discípulo que ele amava, disse à mãe:
— “Mulher, este é o teu filho”.
Narrador 1: 27 Depois disse ao discípulo:
— “Esta é a tua mãe”.
Narrador 1: Dessa hora em diante, o discípulo a acolheu consigo. 28 Depois disso, Jesus, sabendo que tudo estava consumado, e para que a Escritura se cumprisse até o fim, disse:
— “Tenho sede”.
Narrador 1: 29 Havia ali uma jarra cheia de vinagre. Amarraram numa vara uma esponja embebida de vinagre e levaram-na à boca de Jesus. 30 Ele tomou o vinagre e disse:
— “Tudo está consumado”.
Narrador 1: E, inclinando a cabeça, entregou o espírito.
(Todos se ajoelham - Silêncio.)
Narrador 2: 31 Era o dia da preparação para a Páscoa. Os judeus queriam evitar que os corpos ficassem na cruz durante o sábado, porque aquele sábado era dia de festa solene. Então pediram a Pilatos que mandasse quebrar as pernas aos crucificados e os tirasse da cruz. 32 Os soldados foram e quebraram as pernas de um e depois do outro que foram crucificados com Jesus. 33 Ao se aproximarem de Jesus, e vendo que já estava morto, não lhe quebraram as pernas; 34 mas um soldado abriu-lhe o lado com uma lança, e logo saiu sangue e água. 35 Aquele que viu, dá testemunho e seu testemunho é verdadeiro; e ele sabe que fala a verdade, para que vós também acrediteis. 36 Isso aconteceu para que se cumprisse a Escritura, que diz:
— “Não quebrarão nenhum dos seus ossos”.
Narrador 2: 37 E outra Escritura ainda diz:
— “Olharão para aquele que transpassaram”.
Narrador 1: 38 Depois disso, José de Arimateia, que era discípulo de Jesus — mas às escondidas, por medo dos judeus —, pediu a Pilatos para tirar o corpo de Jesus. Pilatos consentiu. Então José veio tirar o corpo de Jesus. 39 Chegou também Nicodemos, o mesmo que antes tinha ido a Jesus de noite. Trouxe uns trinta quilos de perfume feito de mirra e aloés. 40 Então tomaram o corpo de Jesus e envolveram-no, com os aromas, em faixas de linho, como os judeus costumam sepultar.
Narrador 2: 41 No lugar onde Jesus foi crucificado, havia um jardim e, no jardim, um túmulo novo, onde ainda ninguém tinha sido sepultado. 42 Por causa da preparação da Páscoa, e como o túmulo estava perto, foi ali que colocaram Jesus.
— Palavra da Salvação.
— Glória a Vós, Senhor.
Que as palavras do Santo Evangelho perdoem os nossos pecados e nos guarde, para a Vida Eterna.
Amém.

Português
G.S.A ری ٹویٹ کیا

RELÓGIO DA PAIXÃO ⏱️ | Das 19h da Quinta-feira Santa às 18h da Sexta-feira da Paixão
O Relógio da Paixão é uma devoção que celebra cada hora desde a Ceia do Senhor até Seu sepultamento. “Prática devocional que nasce de uma revelação privada” da serva de Deus, Luísa Piccarreta, uma mística italiana”, segundo o doutor em História da Igreja, padre Jailson Jesus, reitor do santuário santo Antônio Além do Carmo, em Salvador (BA), o Relógio da Paixão “visa justamente acompanhar de modo espiritual através de orações, meditações, as últimas 24h de Nosso Senhor Jesus Cristo antes do sepultamento”.
Sem ser um ensinamento oficial da Igreja, uma vez que é matéria de revelação particular, a meditação do relógio da Paixão estará em um conteúdo digital da terceira edição do projeto Semana Maior, Semana Santa do Salvador da arquidiocese. O material foi produzido pela Rede Excelsior de Comunicação, emissora de rádio católica na Bahia, vinculada à arquidiocese de Salvador. Ele também passará durante a programação da Rádio Excelsior.
“Mesmo surgindo a partir de uma de uma revelação privada, ou seja, uma experiência mística, de Luísa Piccarreta, tem um fundo bíblico muito interessante nessa perspectiva”, disse padre Jailson Jesus à ACI Digital. “Até porque as revelações privadas não podem nunca estar desassociadas daquilo que é a revelação pública de Nosso Senhor Jesus Cristo”.
Origem da devoção 📕
A devoção nasceu do livro O relógio da Paixão, escrito por Luísa Piccarreta aos 17 anos, em 1882. Ela teve uma visão do Menino Jesus durante a preparação das novenas de Natal que lhe pediu para fazer essas 24 meditações sobre a Paixão e morte de Nosso Senhor Jesus Cristo.
O intuito é uma reparação para cada uma das 24 horas da Paixão e morte de Nosso Senhor Jesus Cristo, “mas fazendo com que a pessoa possa se unir aos vários momentos da Paixão do Senhor, que em cada momento sofreu diversas ofensas”, disse o padre.
📌 Siga @acidigital para mais conteúdo católico.


Português
G.S.A ری ٹویٹ کیا

𝗥𝗲𝗹𝗼́𝗴𝗶𝗼 𝗱𝗮 𝗣𝗮𝗶𝘅𝗮̃𝗼 | 𝗝𝗲𝘀𝘂𝘀 𝗿𝗲𝗰𝗲𝗯𝗲 𝗼 𝗯𝗲𝗶𝗷𝗼 𝗱𝗲 𝗝𝘂𝗱𝗮𝘀 (𝟮𝟯𝗵). — “Levantai-vos, vamos: eis que já está perto quem me há de trair” (Mc 14, 42).
Sabendo o Redentor que Judas, os judeus e os soldados que o vinham prender já estavam perto, levanta-se, ainda banhado no suor da morte, e com o rosto pálido mas com o coração tão inflamado em amor, vai ao seu encontro para entregar-se em suas mãos.

Português
G.S.A ری ٹویٹ کیا

O “Relógio da Paixão” não pretende ser, como já explicamos em anos anteriores, uma “descrição minuciosa” da Paixão — com os horários exatos em que se deram os últimos acontecimentos da vida de Cristo. Baseia-se, antes, em estimativas colhidas dos próprios Evangelhos canônicos.
A finalidade dessa prática de piedade não é senão fornecer matéria para que cresçamos no amor a Jesus crucificado.
Tendo isso em vista, procedamos às meditações sobre a Paixão do Senhor, partindo da melhor fonte que temos a esse respeito: os Santos Evangelhos. Neste ano de 2026, toma-nos pela mão Santo Afonso Maria de Ligório, com suas “Considerações e Afetos sobre a Paixão de Jesus Cristo”.
𝗥𝗲𝗹𝗼́𝗴𝗶𝗼 𝗱𝗮 𝗣𝗮𝗶𝘅𝗮̃𝗼 | 𝗔 𝗽𝗿𝗲𝗽𝗮𝗿𝗮𝗰̧𝗮̃𝗼 𝗱𝗮 𝗣𝗮́𝘀𝗰𝗼𝗮 (𝟭𝟴𝗵). — Sabendo Jesus que estava perto o tempo de sua morte, no qual deveria partir deste mundo, e já tendo até então amado imensamente os homens, quis dar-lhes as últimas e maiores provas de seu amor. Eis que então, sentado à mesa e todo inflamado de caridade, volta-se para seus discípulos e diz: “Desejei ardentemente comer esta páscoa convosco” (Lc 22, 15).
“Meus discípulos, sabei que não desejei outra coisa durante minha vida inteira senão comer convosco esta última ceia, porque depois dela terei de sacrificar minha vida por vossa salvação.” — E isto dizia também a cada um de nós.
Então, ó meu Jesus, desejais tanto dar a vida por nós, miseráveis criaturas vossas? Ah, esse vosso desejo inflama imensamente os nossos corações a desejar padecer e morrer por vosso amor, já que tanto quisestes sofrer e morrer por amor de nós. Ó amado Redentor, fazei-nos compreender o que quereis de nós, que só desejamos comprazer-vos em tudo. Suspiramos por agradar-vos, para, ao menos em parte, corresponder ao grande amor que nos tendes. Aumentai sempre em nós esta chama bendita, que nos faça esquecer o mundo e nós mesmos, para que de hoje em diante não pensemos senão em contentar o vosso enamorado Coração.
Põe-se à mesa o cordeiro pascal, figura de nosso Salvador. Assim como o cordeiro era consumido naquela ceia, assim também no dia seguinte o mundo veria sobre o altar da Cruz, consumido de dores, o Cordeiro de Deus, Jesus Cristo.

Português
G.S.A ری ٹویٹ کیا

☪️ Muçulmano ensina a bater "corretamente" na esposa!
Esse é só mais um dos tantos ensinamentos absurdos do Islã.
Na campanha editorial de seis livros, você verá a verdadeira face da ideologia fundada por Maomé, sem concessões.
🎁 Garanta com 50% OFF antes que a campanha se encerre.
👉 Link abaixo.
editora.centrodombosco.org
Português
G.S.A ری ٹویٹ کیا
G.S.A ری ٹویٹ کیا
G.S.A ری ٹویٹ کیا

Tríduo da glória!
A centralidade da Semana Santa culmina no tríduo Pascal que celebra Cristo em sua totalidade: homem e mártir glorioso. Dias de intensa vivência da espiritualidade de base que todo cristão precisa para testemunhar sua fé e cumprir sua missão de filho de Deus.
Começamos com a Ceia do Senhor, o dia em que Ele nos presenteia com a Eucaristia e o sacerdócio ministerial. Através do mandamento do amor, nos exorta a caminhar confiantes, alimentados pelo dom do altar. “Fazei isto em minha memória!” é um chamado a ter no coração a presença real da Vida. A eucaristia é o serviço da liberdade, do ser humano consciente que recebe o Ungido para ser farol da alegria. Comunhão é compromisso que se renova em cada rito eucarístico, é envio às periferias degradantes para restaurar a dignidade daqueles cuja ganância ferem e destroem.
Na celebração da Paixão olhamos e acolhemos a cruz. É a hora de entrar em nossa dor, muitas vezes negada e dar sentido ao sofrimento. A morte de Jesus é a força do batizado que não se deixa derrotar pelas dificuldades, mas luta com esperança na certeza de que no paraíso há lugar para todos. A hora da cruz é de encontro com nossa vulnerabilidade e de sermos coerentes com o que professamos.
Sábado Santo é silêncio, adoração e preparação para entrar na fulgurante luz da Vigília Pascal e renascer com Cristo a fim de transfigurar o mundo. É a hora de despertar e abraçar fervorosamente a paz. Em posse da Luz de Cristo somos verdadeiramente cristãos, novas criaturas, o antigo é só história.
E na madrugada, antes do sol nascer, já podemos vislumbrar a harmonia plena com a saída do Rei. Ele vence a morte e deixa apenas os sinais de um passado que foi transformado. É a hora da alegria e da certeza de que o Ressuscitado derrotou seu inimigo e lançou no abismo quem poderia nos destruir. É Páscoa, é encanto, é amizade com o Deus de todas as possibilidades. Aleluia!
Paz e bênçãos! P. Nilton Cesar Boni cmf

Português
G.S.A ری ٹویٹ کیا

@YoshiLunar É para não ter aumento nos casos de depressão, kkkkk. Quase toda ending de anime bate um tristeza.
Português
G.S.A ری ٹویٹ کیا

É possível lucrar indulgência plenária na Quinta-feira Santa cantando, ou simplesmente recitando, o hino de adoração eucarística Tantum Ergo. No Brasil, é comum cantar em português com o título de Tão Sublime Sacramento.
A Igreja Católica, pelos méritos de Cristo na Cruz e pela intercessão da Virgem Maria e dos santos, concede a indulgência plenária como graça que afasta a pena temporal do purgatório devido ao pecado.
O Catecismo da Igreja Católica diz que a indulgência "é a remissão, diante de Deus, da pena temporal devida aos pecados já perdoados quanto à culpa, que o fiel, devidamente disposto e em certas e determinadas condições, alcança por meio da Igreja, a qual, como dispensadora da redenção, distribui e aplica, com autoridade, o tesouro das satisfações de Cristo e dos Santos".
As indulgências, que podem ser parciais ou plenárias, podem ser lucradas para si mesmos ou pela alma de um defunto. Não se pode lucrar por outra pessoa viva.
Na Quinta-feira Santa, após a Missa da Ceia do Senhor, os fiéis são convidados a participar da adoração ao Santíssimo Sacramento durante toda a noite. Isso representa os discípulos que foram convidados a passar a noite acordados com o Senhor durante sua agonia antes da traição de Judas. Cantar o Tantum Ergo neste momento é como se lucra a indulgência plenária.
Como sempre acontece com as indulgências plenárias, devem ser cumpridas as condições para receber a graça, que são: confissão sacramental, recepção da Sagrada Comunhão, oração nas intenções do papa e desapego total de todo pecado.
As três primeiras condições (confissão, comunhão e orações pelas intenções do papa) podem ser cumpridas alguns dias antes ou depois de fazer as obras para lucrar a indulgência, neste caso cantando o Tantum Ergo durante a adoração; mas é conveniente que a Comunhão e a oração ocorram no mesmo dia em que é feita a obra.
📌 Siga @acidigital para mais conteúdo católico.



Português
G.S.A ری ٹویٹ کیا

"Era antes da festa da Páscoa. Jesus sabia que tinha chegado a sua hora de passar deste mundo para o Pai; tendo amado os seus que estavam no mundo, amou-os até o fim." Jo 13,1✝️
Eu Vos agradeço, meu Senhor e meu Deus, por terdes me amado tanto, entregando-se na Cruz por minha causa. Eu te amo e te bendigo, agora e para sempre, todos os dias da minha vida.✝️

Português
G.S.A ری ٹویٹ کیا
G.S.A ری ٹویٹ کیا
G.S.A ری ٹویٹ کیا

Evangelho do Dia
Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo
João 13,1-15
Era antes da festa da Páscoa.
Jesus sabia que tinha chegado a sua hora
de passar deste mundo para o Pai;
tendo amado os seus que estavam no mundo,
amou-os até o fim.
Estavam tomando a ceia.
O diabo já tinha posto
no coração de Judas, filho de Simão Iscariotes,
o propósito de entregar Jesus.
Jesus, sabendo que o Pai tinha colocado tudo em suas mãos
e que de Deus tinha saído e para Deus voltava,
levantou-se da mesa, tirou o manto,
pegou uma toalha e amarrou-a na cintura.
Derramou água numa bacia
e começou a lavar os pés dos discípulos,
enxugando-os com a toalha com que estava cingido.
Chegou a vez de Simão Pedro.
Pedro disse:
"Senhor, tu me lavas os pés?"
Respondeu Jesus:
"Agora, não entendes o que estou fazendo;
mais tarde compreenderás".
Disse-lhe Pedro:
"Tu nunca me lavarás os pés!"
Mas Jesus respondeu:
"Se eu não te lavar, não terás parte comigo".
Simão Pedro disse:
"Senhor, então lava não somente os meus pés,
mas também as mãos e a cabeça".
Jesus respondeu:
"Quem já se banhou
não precisa lavar senão os pés, porque já está todo limpo.
Também vós estais limpos, mas não todos".
Jesus sabia quem o ia entregar;
por isso disse:
"Nem todos estais limpos".
Depois de ter lavado os pés dos discípulos,
Jesus vestiu o manto e sentou-se de novo.
E disse aos discípulos:
"Compreendeis o que acabo de fazer?
Vós me chamais Mestre e Senhor,
e dizeis bem, pois eu o sou.
Portanto, se eu, o Senhor e Mestre,
vos lavei os pés,
também vós deveis lavar os pés uns dos outros.
Dei-vos o exemplo,
para que façais a mesma coisa que eu fiz".

Português
G.S.A ری ٹویٹ کیا

















