Recife Trader

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@RecifeTrader

شامل ہوئے Nisan 2020
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Cleisson Barreto
Cleisson Barreto@Cleisson_bt·
Caixa praticamente zerado por aqui
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Planeta do Futebol 🌎
Planeta do Futebol 🌎@futebol_info·
“Talvez o André não seja esse suprassumo como o Bellingham, mas o André é um Casemiro melhorado.” 🎙️ Elia Jr, no BandSports. 🎥 @bandsports
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Ramoni Artico
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INFO: Roger Machado É o novo técnico do São Paulo. Junto com ele chega o auxiliar Roberto Ribas. Em atualização.
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Christian C. Keleti
Christian C. Keleti@cckeleti·
BNDES “encostando a carreta” de $ na Simpar, Movida e Vamos…
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Estadão 🗞️
Estadão 🗞️@Estadao·
ANÁLISE | O ataque dos Estados Unidos ao Irã e a arriscada aposta em uma mudança de regime. ⁣ ⁣ Oliver Stuenkel, professor de Relações Internacionais, avalia os bombadeios no país do Oriente Médio:
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Recife Trader
Recife Trader@RecifeTrader·
@RobertoReis Roberto, não existe a possibilidade dele ganhar e passar para o vice??? Não duvido nada do Lula e o PT
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Roberto Reis
Roberto Reis@RobertoReis·
Uma campanha eleitoral é uma turnê de shows Pouco contei aqui sobre as campanhas eleitorais que fiz. Sou discreto. Gosto de manter meus clientes fora disso, até porque bastidores de campanha não são algo bonito. E, por fim, quase ninguém da minha área fala muito sobre isso por cultura. Vou contar algumas que eu puder,de vez em quando, com consentimento do cliente, que na maioria das vezes é meu amigo. Vou dar um degustação rápida do caso da campanha eleitoral mais desgastante que já tive. Foi para o Senado, em Minas Gerais. O candidato era conhecido, de outros meios, não só políticos. Tinha bom suporte financeiro, com financiamento próprio, do partido e de empresários, numa época em que financiamento empresarial ainda existia, antes da Lava Jato. Portanto, ele tinha logística robusta: helicóptero, avião bimotor, carros à disposição, carretinhas de suporte. Para quem não sabe, Minas tem 853 municípios. É mais do que São Paulo e Rio de Janeiro somados, 645 e 92, respectivamente. É um país dentro de outro país. É grande em municípios, em culturas e em chão. Se pegar de uma ponta até a outra do estado, estamos falando de 1250 quilômetros em linha reta. Isso é maior que a França e muito maior que a Espanha, por exemplo. No planejamento dessa campanha, fizemos a meta de visitar 300 municípios, um pouco mais que 1/3 do estado, em apenas 3 meses. Primeiro, as campanhas duravam mais que hoje. Atualmente são 45 dias. Antigamente era um pouco mais de 2 meses. Segundo, tem muita cidade minúscula, e são verdadeiros currais eleitorais. Votos vendidos direta ou indiretamente. Não valia a pena gastar tempo e energia. O candidato quase bateu a meta. Média de 3 a 4 cidades por dia, porque não era todo dia exato que ele trabalhava. Exemplo clássico. Você desce em Capitólio-MG de helicóptero às 7h da manhã. Segue de carro e visita São José da Barra (60 minutos), Alpinópolis (40 minutos), almoça em Passos (40 minutos), vai numa fazenda em São João Batista da Glória (40 minutos) e pega outro voo até Piumhi. Passa o fim do dia lá, descansa e faz um showmício à noite, para encerrar. No outro dia, começa tudo de novo em outro lugar. Dúvida? Rsss. Então não sabe como é um campanha majoritária. Esse era o tempo em que showmícios eram permitidos. As campanhas eram mais caras. Havia mais estrutura. Tudo super corrido, mas normal um dia desses: 6 cidades visitadas e 120 km rodados de carro. Não era todo dia, mas era necessário sempre que a logística permitia. E, em cada cidade, já tinha gente, apoiadores, estrutura, reuniões, palanques, tudo organizado, com materiais previamente distribuídos. Estou ilustrando uma campanha de Senado com 1/10 (10%) da estrutura de uma campanha presidencial. E, nessa campanha, que foi a de maior desgaste físico que já vivi, eu consegui acompanhar o candidato em 120 cidades, cerca de 40% da meta. E me lembro como se fosse hoje, na última semana. Cheguei num hotel de beira de estrada. Corredor imenso de quartos, até lá no fundo. Fiquei meia hora desorientado, perdido, tentando achar o número do meu quarto, mesmo sabendo qual era, eu simplesmente não conseguia processar a informação por puro e simples cansaço mental. Rodei de um lado para o outro umas 10 vezes. Sim, era desorientação cognitiva, a cabeça estava fraca. Fui "socorrido" pelo zelador do hotel, que perguntou se estava tudo bem e me encaminhou para o quarto. Era só desgaste, mas me impossibilitava de raciocinar e chegar a conclusões simples. O famoso burnout. Sobrecarga de informações e emoções. Mas eu não era o candidato. Não seria exposto ao público naquela mesma noite. Quer saber? Já vi casos em que o candidato perdeu uma campanha ganha nos últimos 10 dias por descontrole emocional, por sobrecarga psicológica. Volta para 2026. Lula tem 81 anos. E os concorrentes? Em média, 45. Não é questão de disposição. Flávio, Zema, Renan, Ratinho Jr. Pois é, todos tem a metade da idade do Lula e são muitos, são vários. A turnê vem aí, e Lula sabe disso. Eu não duvido que ele esteja fisicamente bem. Mas isso não é só sobre isso. É uma guerra mental. Debates, reuniões, discussões, conflitos, acordos, cumprimentos, nomes, problemas, conversa, conversa, conversa. Logística: helicóptero, avião, barco e carro. Estrada de chão, estrada ruim, gente chata, gente lenta, gente brigona, gente barulhenta. Um dia? Tudo bem. 10 dias? Cansaço. 20 dias? Estresse emocional. 30 dias? Desgaste proibitivo. 60 dias? Eu, nem sei descrever e com 47 anos, não aguentaria. E não é só isso. Hoje a campanha eletrônica toma muito tempo. É um saco para quem é old scholl. Tem que gravar todo dia. Aliás, as vezes duas a três vezes por dia. Programas eleitorais, vídeos para internet, programas para rádio. Entrevistas, podcasts, debates, que este ano podem chegar a 10 só no primeiro turno, segundo estão planejando. Ou seja, um debate exige preparação prévia, briefing, treino, mentalização. Um debate toma um dia inteiro por semana. É muita falta de tempo. É pior que uma turnê, vamos adimitir. Quem vê Lula pirulitando e pulando no Carnaval agora acha que é a mesma coisa. Não é. O jogo não é só físico, repito. É mental. E é cruel com alguém da idade dele. E não há ninguém para apoiar, pois do outro lado, só adversários vorazes por um lugar ao sol. Agora o detalhe que piora as coisas para Lula. Ele estará governando o Brasil. Um país complexo de tamanho continental. - Terá problemas com STF, Centrão, Parlamento, problemas geopolíticos, comerciais, estratégicos, que também exigirão tempo, e exigirão outras viagens, algumas internacionais. E em época eleitoral quase sempre explodem crises, denúncias, coisas que geram estresse. Diante disso tudo, se ele resolve disputar, pode acontecer o pior para o Lula. ELE GANHAR. Veja bem. Se ele for esperto, ele cai fora na primeira chance que surgir, na primeira oportunidade. Justifica por idade, pesquisa, saúde, agenda, oportunidade para a juventude, legado, renovação necessária, qualquer brecha possível. Imagina ganhar do Flávio ou do Ratinho Jr numa eleição polarizada de 51 a 49%? E depois? Já começa da reta final, inevitável. O preço é alto: no segundo turno vai ter que entregar tudo para o Centrão. Vai ter que rifar o governo todo para agentes fisiológicos, na melhor das hipóteses. E depois, no 4o mandato? Vai ter que enfrentar um congresso "chato"para ele de direita, conservador, bem mais hostil com o petista que o atual. Todos sabem disso. Num quarto mandato tudo seria mais desafiador. Qualquer deslize e vira cosplay de Dilma II. 1) Vai tocar os processos do Banco Master com o supremo, envolvido e já desconfiado com o Lula. Vai gerar mais desgaste e perder seu principal "parceiro". 2) Vai ter que se posicionar num cenário geopolítico disputado que o atual e que só vai piorar (EUA versus China). 3) Terá que fazer ajustes fiscais de verdade, pagar a famosa conta, porque a conta de 2027 vai chegar, independente do presidente. A própria Tebet fala isso. O problema não poderá mais ser empurrado com a barriga. 4) Perderá o que ele mais gosta: popularidade. Encerrará um 4o mandato impopular ou com um impeachment de responsabilidade nas costas. Ou seja, até se ganhar, é ruim. Imagina se perder. Lula é inteligente o suficiente para perceber isso e sair no auge dos programas sociais e no auge da gastança. Se Lula insistir, terá um destino pior que Dilma. É isso. Para quem ficou curioso sobre minha área de atuação. Muita gente pergunta se farei campanhas eleitorais em 2026. Eu não posso mais atuar diretamente em campanhas por incompatibilidade com o que eu falo aqui, em publicações, em relatórios e em palestras. Se ensino ao público como funciona a política, eu não posso por óbvio atuar em alguma campanha conhecida. Haveria conflito de interesses claro. Como diz o velho e bom publicitário Nizan Guanaes: certa hora você deve escolher se atua como ginecologista ou tarado. O que eu faço desde já (e farei) é assessorar no PLANEJAMENTO de algumas campanhas específicas. O passo a passo. A montagem de um projeto. O esqueleto teórico. Depois eu entrego para o coordenador, o candidato, o idealizador e o financiador. Quando o cara quer ter uma ideia de quanto gastar, como gastar e onde vai focar, além quando vai realizar? Nisso eu consigo ajudar com antecedência e planejamento. Por ter realizado muitas campanhas, eu tenho um ecossistema de projetos que me permite calcular com precisão orçamento, esforço (dentro de planejamento), como se fosse uma obra de casa, um projeto. Então o paralelo e a analogia é essa. Posso ser um arquiteto, um calculista, que entrega um pré projeto. Mas que não pode acompanhar. Não atuarei na prática, no dia a dia, no front de guerra das eleições 2026 - mas posso e vou entregar algumas mapas. Nesse sentido, algumas campanhas contarão com minha ajuda. Gente que já me contrata há muitos anos e que já confia em mim. Desejo sucesso a todos: 2026 será desafiador. E desejo juízo para o Lula não estragar seu legado. Abraços.
Roberto Reis tweet media
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Recife Trader
Recife Trader@RecifeTrader·
@pedroaccorsi_ Agora o investidor tem que advinhar o topo... se vai a 10 a sua fala era outra! Depois que acontece é muito fácil. Empresa ainda esta barata.
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Pedro Accorsi
Pedro Accorsi@pedroaccorsi_·
A importância de realizar lucros.
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Arnaldo Ribeiro
Arnaldo Ribeiro@ArnaldoJRibeiro·
Júlio Casares enfim se ‘manifesta’ sobre o escândalo no SPFC. Convence?
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Recife Trader
Recife Trader@RecifeTrader·
@RobertoReis Também acho que vem Tarcisio em março/abril... mas tenho uma dúvida, no final das contas... esse blefe é bom ou não para a direita?
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Roberto Reis
Roberto Reis@RobertoReis·
Foco nisso.
Roberto Reis@RobertoReis

ANTES DO BRASIL DAR CERTO, TERÁ QUE RESOLVER UM PROBLEMÃO CHAMADO BOLSONARO Vamos direto ao ponto: Bolsonaro nunca foi direita. Ele é um acidente grotesco, um erro histórico que custou muito caro à direita racional, técnica e civilizatória. Precisaremos de anos para reparar isso. Mas calma, o fator Bolsonaro pode custar mais caro ainda. Bolsonaro é a encarnação de tudo aquilo que a direita coerente abomina. É o Lula com preguiça intelectual, o Brizola desprovido de poesia, o Collor sem o mínimo condicionamento físico. É um sindicalista burro que votou contra o Plano Real e um trabalhista arcaico que barrou privatizações essenciais na era FHC. Durante décadas no Congresso, votou sistematicamente alinhado ao PT, defendendo aumento automático para servidores e outras pautas que inflam a máquina públic, um paradoxo grotesco travestido de conservador. Bolsonaro nunca leu um livro sobre economia. Jamais apresentou um projeto sério para o país. Chegou à presidência surfando na revolta popular contra Dilma, no impeachment e na crise moral do sistema. Eleito por falta de opção, confundiu acaso com genialidade. Com Paulo Guedes na vitrine, prometeu o liberalismo; entregou zero privatizações, reformas fiscais pífias e reformas administrativas inexistentes. Sua agenda era apenas proteger os filhos e distribuir favores ao centrão. Tornou-se o presidente mais reformofóbico desde Sarney, ampliou salários militares e banalizou emendas parlamentares como confetes em festa junina. Criou o Auxílio Brasil, triplicando seu valor às vésperas da eleição. Ignorou Guedes e riu da responsabilidade fiscal ao vivo, insultando tudo o que uma direita técnica defende: “Foda-se” o teto de gastos. “Foda-se” a Lava Jato. “Foda-se” a ciência, a cultura, a educação. Seu método de governança? Achismos irresponsáveis, com Carluxo ditando o caos via WhatsApp. Bolsonaro prometeu lutar contra o sistema, mas entregou-lhe as chaves. Tornou-se sócio submisso, um despachante político de orçamento secreto. Enquanto isso, divertia-se em motociatas e passeios de jetski, enquanto 700 mil brasileiros morriam numa pandemia minimizada por ele. Ofendeu a China, sabotou vacinas e promoveu cloroquina, mergulhando o Brasil em humilhação global e isolamento diplomático. Perdeu tudo: comunicação, apoio internacional, centro político. Afundou a direita na lama da mediocridade, tornando o termo “bolsonarista” sinônimo de boçalidade. Se há justiça histórica, Bolsonaro deveria estar exposto num museu de tragédias políticas, ao lado de Jânio Quadros e Severino Cavalcanti. Se a direita quiser renascer, precisa expurgar Bolsonaro e aplicar um profundo desinfetante ideológico. Bolsonaro conseguiu o inimaginável: é o único presidente desde 1988 que fracassou em se reeleger. Nem Dilma conseguiu tal proeza. Perdeu quase oito milhões de votos, mesmo com a máquina pública e o maior pacote assistencialista da história. Sua única estratégia: o confronto permanente. Lutou simultaneamente contra governadores, mídia, judiciário e até chefes de Estado. Sun Tzu ensinou que a maior vitória é vencer sem batalhas; Bolsonaro preferiu a guerra total contra tudo e todos, acumulando inimigos poderosos que selaram seu fracasso. Não foi só incompetência política, foi suicídio estratégico consciente e permanente. Sua insanidade e irresponsabilidade sempre colocou o país em risco. Pessoas morreram, famílias foram destruídas, instituições atacadas. O TAMANHO DO PROBLEMA CHAMADO BOLSONARO A conta chegou. Não é por acaso. É conspiração sim. É terrorismo diplomático. consequência direta dos atos da família Bolsonaro, que colocam o Brasil como escudo para proteger seus próprios interesses. Eduardo Bolsonaro foi para os EUA com apoio explícito do pai, Jair Bolsonaro, que mandou milhões para bancar sua estadia e suas articulações. Uma vergonha, um deputado eleito para proteger seu estado e seu povo. Esse dinheiro foi usado para circular entre lobistas, congressistas e grupos trumpistas, vendendo a ideia de que era preciso impor tarifas e sanções ao Brasil para “salvar” Bolsonaro do julgamento aqui. Isso é chantagem política internacional e o resultado veio rápido: Trump, que não age por ideologia mas por oportunidade, meteu 50% de tarifas ao país que Bolsonaro jurava defender. E o Bolsonaro e a família, como pensam agora? O Brasil que se vire. A “missão” do filho incluí também pressionar o governo americano para intervir politicamente no Brasil, ameaçando juízes e pressionando a economia. A ideia é clara: criar um ambiente tão adverso que setores empresariais brasileiros pedissem um acordo para soltar Bolsonaro e encerrar processos, como forma de “normalizar o comércio”. Bolsonaro, alinhado com o filho, tenta vender para a opinião pública que tudo é culpa do Lula, do STF ou do “sistema”, quando quem abriu as portas para sanções foi ele mesmo, usando o próprio filho como operador internacional. O Brasil agora paga caro não só em tarifas, mas em credibilidade. Investidores olham e pensam: “Se um ex-presidente pode conspirar contra seu próprio país lá fora, o que garante segurança jurídica para contratos futuros?”. O agro já sente o baque com o risco de novos embargos indiretos. O setor metalúrgico já está calculando prejuízos imediatos. No fim, fica claríssimo: As sanções de Trump não vieram do nada. Foram estimuladas por Jair Bolsonaro e seu filho. Serão pagas pelo Brasil em tarifas, reputação e risco jurídico. Tudo exigir a blindagem de uma família que trata o país como se fosse seu feudo pessoal. A prisão dele, se um dia acontecer, será um presente para a direita, um ato necessário para resgatar a dignidade ideológica, a responsabilidade e o respeito às instituições. Bolsonaro acabou. Não existe mais um único argumento plausível em sua defesa. A realidade é crua: Bolsonaro aponta uma arma para a cabeça do Brasil e exige imunidade. O Brasil tem mais de 500 anos, sendo 200 deles de boa relação com os EUA. O mandato do Trump dura três anos e meio e tenho uma desconfiança: até o próprio Trump entenderá que não vale a pena brigar por Bolsonaro. No fim, todos percebem isso. Já passou da hora de seguir em frente e fazer o que precisa ser feito.

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Hégler Henrique
Hégler Henrique@HeglerHenri·
O que vocês acham do nome do Flávio Bolsonaro para presidente?
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Recife Trader
Recife Trader@RecifeTrader·
@investidor_sa Reprodução em segundo plano, ou seja, com a tela desligada (pra mim a melhor vantagem) e sem propaganda (cada dia aparece mais)
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Investidor SA
Investidor SA@investidor_sa·
Pergunta honesta e sem sacanagem: Qual a real vantagem de ter o YouTube Premium?
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Recife Trader
Recife Trader@RecifeTrader·
@Gui_Lavega Realmente... não esperava por essa queda logo após divulgação dos resultados. Esse preço de 14 reais parece ter uma boa assimetria.
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guilavega - CNPI
guilavega - CNPI@Gui_Lavega·
O resultado da #prio3 foi ruim, mas o resultado da #BRAV3 conseguiu me surpreender negativamente
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Recife Trader
Recife Trader@RecifeTrader·
@crisinveste Diz isso não... o Oil Investidor não dorme hoje!! Kkkkkkkkkkkkkkk
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Recife Trader
Recife Trader@RecifeTrader·
@Gui_Lavega Kkkkkkkkk faz isso não... ele não dorme hoje!!! 😂😂😂😂
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guilavega - CNPI
guilavega - CNPI@Gui_Lavega·
Imagina se a braba reporta 70k de produção kkkkkkkkkk #prio3 jamais será #brav3 Já da pra constatar que a Prio precisa negociar com desconto pra verdadeira gigante do jr oil brasileiro?
SmallCaps@portalsmallcaps

Prio #prio3 reporta produção de 71,2 mil boepd no mês de Setembro, queda bem relevante vs os outros meses. Vale observar que Peregrino foi bem impactado devido à interdição do FPSO após auditoria da ANP.

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Recife Trader
Recife Trader@RecifeTrader·
@_alexsander Escalação horrível... estamos em casa porra!!!! Crespo é culpado por isso
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Alexsander Vieira
Alexsander Vieira@_alexsander·
16 minutos sofríveis até aqui.
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Alexsander Vieira
Alexsander Vieira@_alexsander·
Valores e metas finais da oferta do Shakhtar por Lucas Ferreira, aceita pelo São Paulo - € 10 milhões (R$ 63 milhões) fixos (SP tem 80% do valor) - € 2 milhões (R$ 12 milhões) se o clube se classificar para a Champions League. - Tricolor fica com 10% em futura venda
Alexsander Vieira tweet media
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Cleisson Barreto
Cleisson Barreto@Cleisson_bt·
Estamos em um mercado de merda e ainda tem gente brigando por causa de ação A ou B aqui no Twitter kkk tem cada um…
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