abobrinha
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abobrinha
@statusundefined
best new rockstar
Ouro Preto, Brasil Tham gia Mayıs 2011
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já disse e repito: esse bando de puto safado devia jogar tudo pelado..... na minha ditadura esse esporte sera assim.... quer jogar futebol? corra pelado no campo atrás dessa bola...
jockcult@jockcult
o real motivo de vermos futebol
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os cara tratar um treino de academia como se fosse uma grande superaçao eh muita vergonha alheia pqp
lagado13 ᶜʳᶠ@delivanmatheusg
e esse?
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todo dia morre um favelilson entupido de droga, mas ai morre um playboy injetando porra de cavalo pra ficar parecendo o boneco michelin e td mundo fico NOOOSSA Q ABSURDO ESTAMOS DE LUTO vsfd
g1@g1
Morre Gabriel Ganley, fisiculturista e influenciador, aos 22 anos glo.bo/4e0GaRl #g1
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Nada demais. Se balançar uma árvore aqui no Ceará cai 5 iguais a ele.
gabriel@elordiaoty
fico muito chocado com quão bonito o lucas bergvall é
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não adianta, shallow e die with a smile NUNCA será das favs de vocês
superem
john@kittypurrycatt
@xeeteiro @TheGagaInc without bradley shallow wouldnt exist
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mataram a garota do sorvete por menos
nax 🫧@nxmalvadeza
minha maconha acabou e meu pai foi lá e comprou 17 gramas pra mim
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@vejanabi @MomentsRenault Pq na xepa não tinha mais ovo pra comprar, se ela pegasse uma caixa só pra ela os ouros iam ficar sem
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@MomentsRenault a Aline estando certa nesse episódio. Se ela está dando dinheiro dela, pq não podia comprar os ovos?
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🌹 100 anos depois, ninguém mais sabe exatamente quem foi Lady Gaga.
O nome sobreviveu, mas deformado pelo tempo, como uma lenda repetida tantas vezes que já não se distingue verdade de invenção.
Alguns dizem que ela foi uma cantora. Outros, uma profeta pop. Outros juram que nunca existiu de fato, que era apenas um personagem coletivo criado por uma geração obcecada por espetáculo, excesso e sobrevivência emocional.
O que restou dela foi a ruína.
A antiga Opera Haus da MAYHEM Ball aparece agora como um monumento devastado, enterrado sob poeira, ferrugem e décadas de abandono. O palco que um dia foi grandioso virou escombro arqueológico.
E é nesse cenário pós-apocalíptico que começa o “MAYHEM Requiem”.
Não como um show.
Mas como uma sessão espírita.
Um Little Monster do futuro, alguém que nunca viveu a era MAYHEM, nunca viu Gaga em carne e osso, nunca experimentou o mundo antes da ruína, encontra aquele lugar esquecido e tenta estabelecer contato. Como quem gira uma estação de rádio morta tentando captar uma voz impossível.
E então a voz vem.
Distorcida. Fragmentada. Quase corroída pelo tempo.
As músicas soam quebradas porque foram engolidas por um século de decadência. Não chegam limpas: chegam como memórias sobreviventes. Como fitas magnéticas deterioradas. Como arquivos recuperados de um servidor destruído.
Há ruído, interferência, falhas, mas justamente por isso tudo parece mais humano. Mais visceral. O espetáculo inteiro funciona como se o passado estivesse lutando para continuar existindo.
E aí surge a frase:
“Stranger, remember me.”
Não é apenas uma abertura impactante. É um pedido desesperado atravessando 100 anos. Gaga já morreu naquele universo. Sua época acabou. Seus contemporâneos desapareceram. Tudo o que ela significava foi soterrado pelo tempo. E mesmo assim, de algum lugar distante, ela ainda tenta alcançar alguém.
Um estranho.
Alguém que não a conheceu.
Alguém que talvez nem compreenda completamente quem ela foi.
Mas que, diante daqueles restos, escolhe sentir.
Existe algo profundamente bonito nisso: a ideia de que a arte continua procurando companhia mesmo depois do fim. Que uma artista pode desaparecer fisicamente, virar mito, ruído, folclore… e ainda assim encontrar uma pessoa, um século depois, disposta a ouvir o coração pulsando dentro dos destroços.
“MAYHEM Requiem” transforma a nostalgia em arqueologia emocional. Não é sobre reviver uma era; é sobre escavar seus fantasmas. O palco destruído deixa de ser apenas cenário e vira símbolo: a beleza inevitavelmente entra em colapso, os impérios culturais acabam, os ícones desaparecem, mas o impacto emocional permanece escondido em algum lugar, esperando alguém para reencontrá-lo.
E talvez seja isso que torne tudo tão melancólico e poderoso.
Porque no fundo, “Stranger, remember me” é o medo mais humano possível: o medo de ser apagado pelo tempo.
Mas também é esperança.
A esperança de que, mesmo depois de cem anos, alguém encontre os fragmentos daquilo que fomos… e escute.
"MAYHEM Requiem" já está disponível na Apple Music e na Apple TV.


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Then you’ll have a fat ass beyonce stan telling u she’s been dark for every era lmfao
Lizi🖤🪞LG's M∀YHEM🪞@LiziTheRainbow
The many faces of Die With A Smile: Ballad Salsa Synth-pop
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She is the reason i find every other artist boring😭
Pop Crave@PopCrave
Lady Gaga’s arrival at the MAYHEM Requiem premiere in LA.
English













