Raquel Ribeiro

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Raquel Ribeiro

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@raqrib

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Planet Earth 加入时间 Ocak 2010
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Raquel Ribeiro
Raquel Ribeiro@raqrib·
o António Costa nesta lista é risível, quer dizer, estamos diante do Presidente do Conselho de uma UE que é uma das maiores máquinas belicistas do mundo, um antro de fascistas e conservadores ultra-nacionalistas. Não há nenhum combate à extrema-direita com quem a alimenta, sorry
L'Espresso@espressonline

Il cantiere per coordinare una risposta all'ascesa dell'estrema destra globale. Da Lula a Petro, da Costa a Sheinbaum: decine di leader progressisti alla kermesse catalana (17-18 aprile). Ci sarà anche Schlein: "Un altro mondo è possibile"

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Raquel Ribeiro
Raquel Ribeiro@raqrib·
No @contacto_lu sobre eleições na Hungria e a surpresa dos elogios à esquerda: o fascismo não foi derrotado, foi recauchutado, embalado num fato tecnocrata e apresentado como a ‘nova esperança’ da Europa. Que isto seja celebrável à esquerda é só desolador contacto.lu/opiniao/hungri…
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More Perfect Union
More Perfect Union@MorePerfectUS·
The 100 biggest oil and gas companies on Earth are making an extra $30 million in profit every hour thanks to the war on Iran, according to The Guardian. If the trend holds, these 10 oil companies will make over $100 billion extra this year.
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liam cunningham
liam cunningham@liamcunningham1·
Victor Orban is out, the new Prime Minister of Hungary Péter Magyar has just invited Benjamin Netanyahu to visit him in Budapest.
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Raquel Ribeiro
Raquel Ribeiro@raqrib·
@iAModp completamente: estamos a 🤏 de nos imporem a chantagem de nos unirmos todos para eleger Passos Coelho contra o Ventura...
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AM
AM@iAModp·
O ps que vai votar no democrata senhor dos passos para derrotar o "populista" eh ehe enfim :)
Tiago Barbosa Ribeiro@tbribeiro

Ainda a esquerda e as eleições na Hungria Tenho lido alguns comentários jocosos dirigidos aos que, à esquerda, celebram a queda de Viktor Orbán num momento em que o Parlamento da Hungria fica apenas representado por forças à direita. É curioso que não percebam que estão, na verdade, a fazer um grande elogio aos que se revêem nas esquerdas que, para contribuírem para a queda do regime do “Estado máfia” de Orbán, tiveram a lucidez de abdicar de protagonismos e de congregar apoios e votos no único candidato capaz de o derrotar. A disputa não foi entre esquerda e direita. Foi entre democracia e autocracia. A esquerda húngara soube reconhecer essa linha essencial, colocando o interesse democrático acima do interesse partidário. Fê-lo com custos políticos, ao contrário de outros que, em momentos em que seria tão simples, não souberam ou não quiseram escolher. Entre António José Seguro e André Ventura, houve quem hesitasse, como João Cotrim de Figueiredo e a IL. Entre Donald Trump e Kamala Harris, houve indecisões que ficaram registadas, como a de Hugo Soares. Entre Jair Bolsonaro e Fernando Haddad, houve quem dissesse que “não votaria em nenhum”, como fez Assunção Cristas. Que lições têm eles e os seus apoiantes a dar aos outros? O PS húngaro e outros sectores da esquerda do país não apresentaram listas próprias, de modo a concentrar o voto em Péter Magyar, uma personalidade de direita (e originária do campo orbanista), contrariando um sistema eleitoral desenhado para favorecer Orbán. Para um partido com tradição de governo, foi uma decisão certamente dolorosa. E é precisamente por isso que deve ser valorizada. Porque primeiro foi preciso derrotar um regime para depois tentar reconstruir uma democracia. A esquerda húngara combateu o orbanismo quando ainda havia quem o relativizasse ou até elogiasse nos corredores do PPE, família política do PSD e do CDS, onde Orbán se moveu durante anos. Combateu-o sempre. E agora somou forças e votos para o seu epílogo. Por isso, sim, tem direito a festejar. E muitos, em todo o mundo, têm uma justa sensação de alívio e alegria quando, numa única eleição, se derrota Orbán, Trump, Putin, Netanyahu e o pior do extremismo de direita na Europa. É também isto que distingue quem escolhe a democracia sem hesitações e quem prefere a ambiguidade quando ela mais conta para o futuro de uma sociedade.

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Seyed Mohammad Marandi
Seyed Mohammad Marandi@s_m_marandi·
Genocide in southern Lebanon
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AM
AM@iAModp·
@migueltiago Diria que com o ego perdeu o juízo. Imagina-se a reserva moral da pátria, capaz de repor a ordem (como a imagina e deseja) das porras. Enfim
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miguel tiago
miguel tiago@migueltiago·
PP burro não é. Ou tem o ego demasiado grande e quis promover-se às cavalitas do menino de ouro da comunicação social, ou quis activamente centrar ainda mais o debate no menino de ouro. Nenhuma das opções abona a seu favor ou dos seus objectivos.
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More Perfect Union
More Perfect Union@MorePerfectUS·
A worker died at an Amazon warehouse in Oregon last week. For more than an hour, workers in the facility were instructed to continue working as the man lay dead. One worker wanted to help, but a manager told them to “Just turn around and not look. Let’s get back to work," according to The Western Edge. Link: thewesternedge.media/p/everyone-is-….
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Raquel Ribeiro
Raquel Ribeiro@raqrib·
@oFerreira_real @TelmoFerrer lol, na maioria dos casos abster-se quis dizer, de facto, viabilizar. já as "razões" (choradinho ou não do Luís) é assumir as responsabilidades da sua decisão - ou não as tem?
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oFerreira
oFerreira@oFerreira_real·
@raqrib @TelmoFerrer lol, viabilizou ou absteve-se para evitar o choradinho do Luís "deixem-me governar"?
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Raquel Ribeiro
Raquel Ribeiro@raqrib·
tá bom, por isso é que no vosso pacote laboral até cortam nas horas de formação profissional aos trabalhadores, né? já agora: subida de propinas, obstáculos de acesso ao superior, salários baixos, precariedade, cada vez +trabalhador/estudante, isso faz o quê pelas qualificações?
Alvaro Santos Pereira@santospereira_a

Um dos problemas estruturais da economia portuguesa é a baixa produtividade. Ora, inúmeros estudos demonstram que um dos factores que mais impactam a produtividade são as qualificações dos trabalhadores. Sabemos que temos registado um enorme progresso nas últimas décadas nesta área. Ainda assim, segundo os últimos resultados do PIAAC, que mede competências ao nível da literacia, numerária e resolução de problemas em adultos (16-65 anos), as qualificações dos adultos portugueses permanecem baixas quando comparadas aos outros países da OCDE (slide 1). Por seu turno, as baixas competências têm um enorme impacto na produtividade. Segundo a mais recente publicação da OCDE, Portugal seria dos países que mais poderia ver a sua produtividade melhorar se as competências/qualificações dos nossos adultos e trabalhadores melhorassem (slide 2). Conclusão? Investir na educação, na formação profissional e em melhores competências deveria ser uma prioridade absoluta no nosso País. Um autêntico desígnio nacional. Um desígnio que nos permitiria melhorar a nossa exígua produtividade e fomentar os níveis de vida dos nossos cidadãos. @bancodeportugal @OECDeconomy brnw.ch/21x1rm6

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Raquel Ribeiro
Raquel Ribeiro@raqrib·
@NaosouumBot123 @MsSarahShark eu achei óptimo exemplo: uma só deputada trans foi capaz de parar o pacote anti-trans nos EUA, pela mesma ordem de ideias é preciso deputados que são trabalhadores para defender os direitos dos trabalhadores no Parlamento português, só que não vão ser os do Livre. é isso?
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Bot@NaosouumBot123·
@MsSarahShark Mas eu agora tenho um timer para te estar a aturar?
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Bot@NaosouumBot123·
A CGTP e a UGT não conseguiram negociar com o Governo mas não há nada que estes merdas não estejam disponíveis a ceder para persistir no seu miserável culto do "diálogo e compromisso"
SarahShark 🏳️‍⚧️ ✝️ 🇵🇹@MsSarahShark

Estes caralhos preferem que, caso o pacote laboral entre no parlamento, que os trabalhadores levem com todas as más decisões do governo ADega do que negociar com a AD para ter um acordo mais favorável aos trabalhadores

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