Edison V. Campos

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Edison V. Campos

Edison V. Campos

@Edison_vander

Advogado, paranaense.

Lisbon, Portugal انضم Eylül 2010
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Edison V. Campos
Edison V. Campos@Edison_vander·
Tenho observado as disputas de narrativas dentro da direita sobre o que seria a verdadeira direita, a falsa direita, os oportunistas, etc. Confesso que acho alguns embates exagerados. Por exemplo: estigmatizar alguém porque, lá atrás, teve uma posição com a qual não concordamos. Cito o caso de Deltan Dallagnol e do famoso episódio de "se afastar do Bolsonaro sem perder seus apoiadores". Ora, depois disso, Deltan esteve no Congresso como deputado e foi muito atuante na defesa das nossas bandeiras. Assim, humildemente, vejo aqueles fatos como superados. Até porque a direita só cresce com a conversão de pessoas de outros espectros políticos.Por outro lado, em relação à senhora Júlia Lúcia, penso que a nossa militância está coberta de razão. Não é preciso fazer grande esforço para perceber que ela é uma "Joice Hasselmann versão 2026". O fato é que, fatalmente, novos oportunistas acabarão se elegendo.
Júlia Lucy@julialucydf

Estou oficialmente filiada ao PL. A luta que vamos enfrentar neste ano exige posição clara e união de forças para derrotar essa esquerda maldita que está destruindo nosso país. Agora, vamos rumo à Câmara Legislativa!

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Edison V. Campos
Edison V. Campos@Edison_vander·
Ela não desiste, vamos lá: Soraya acusou publicamente um deputado de estupro de vulnerável sem apresentar uma única prova. Depois desafiou: "Prove sua inocência fazendo DNA." Quando questionada, tentou se justificar invocando a Súmula 301 sobre presunção de paternidade. Aqui está o problema: presunção relativa de paternidade não prova crime hediondo. São esferas jurídicas completamente diferentes. Ela violou a presunção de inocência ao inverter o ônus da prova, exigindo que o acusado se defendesse. Seus argumentos funcionam em investigação de paternidade, mas são absolutamente inaplicáveis para justificar acusação penal. É fraude jurídica usar conceitos de direito civil para fundamentar crime. Se houvesse prova real, o caminho seria o Ministério Público, não exploração em CPI.
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Edison V. Campos
Edison V. Campos@Edison_vander·
Olha, essa afirmação de que "todo bolsonarista é um traidor da pátria" não aguenta nem um minuto de análise lógica. Vou te mostrar por quê. Primeiro, se você diz que TODO bolsonarista é traidor, basta existir UM bolsonarista que não seja traidor para você estar errado. E existem muitos: militares bolsonaristas, policiais, empresários que contribuem para o país, pessoas que pagam impostos e respeitam as leis. Um único contraexemplo destrói sua afirmação universal. Segundo, você está confundindo duas coisas completamente diferentes: ser bolsonarista é uma posição política, ser traidor é uma ação moral. Não são a mesma coisa. Você pode apoiar um político e mesmo assim agir em favor do seu país. Essas categorias não se sobrepõem automaticamente. Terceiro, você está cometendo uma generalização indevida. Está pegando uma característica (supostamente ser traidor) e atribuindo a TODOS os membros de um grupo sem nenhuma conexão lógica real entre elas. É como dizer "todo comunista é ladrão" ou "todo esquerdista é corrupto". É a mesma falácia. No fim das contas, você está confundindo discordância política com traição nacional. Essas são coisas distintas. Alguém pode discordar de você politicamente e ainda assim ser patriota. Isso é básico de lógica.
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Cesar Calejon
Cesar Calejon@cesarcalejon1·
Todo bolsonarista é um TRAIDOR DA PÁTRIA.
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Edison V. Campos
Edison V. Campos@Edison_vander·
A China possui um sistema de pontuação social. Será que realmente vamos seguir esse caminho? Esse sistema monitora o comportamento de cidadãos e empresas, penalizando aqueles com baixa pontuação através de restrições de viagem, redução de velocidade de internet, bloqueio de acesso a empregos públicos e até proibição de inscrição em escolas privadas. É um mecanismo de controle social totalitário que transforma a privacidade em privilégio e a conformidade em obrigação. Se permitirmos a implementação de sistemas semelhantes no Brasil, estaremos abrindo mão das liberdades individuais em nome de uma falsa segurança. Precisamos estar vigilantes contra qualquer tentativa de normalizar esse tipo de vigilância estatal.
Edison V. Campos tweet media
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Edison V. Campos
Edison V. Campos@Edison_vander·
Há fortes indícios de que Lulinha e vários outros próximos a Lula estão envolvidos no esquema do INSS. Da mesma forma, há indícios fortíssimos de que Moraes, Toffoli e diversos ministros ligados a Lula estão envolvidos no escândalo do Banco Master. Defendo que abram seus sigilos fiscais e telemáticos, incluindo conversas de WhatsApp, para provar que são inocentes.
Revista ISTOÉ@RevistaISTOE

#ISTOÉBRASIL Soraya promete pedir desculpas a Gaspar se acusação de estupro não se confirmar. Senadora do Podemos reitera que há "indícios suficientes" para notícia-crime e defende exame para esclarecimento dos fatos. istoe.com.br/acusacao-estup…

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Edison V. Campos
Edison V. Campos@Edison_vander·
Tenho observado as disputas de narrativas dentro da direita sobre o que seria a verdadeira direita, a falsa direita, os oportunistas, etc. Confesso que acho alguns embates exagerados. Por exemplo: estigmatizar alguém porque, lá atrás, teve uma posição com a qual não concordamos. Cito o caso de Deltan Dallagnol e do famoso episódio de "se afastar do Bolsonaro sem perder seus apoiadores". Ora, depois disso, Deltan esteve no Congresso como deputado e foi muito atuante na defesa das nossas bandeiras. Assim, humildemente, vejo aqueles fatos como superados. Até porque a direita só cresce com a conversão de pessoas de outros espectros políticos.Por outro lado, em relação à senhora Júlia Lúcia, penso que a nossa militância está coberta de razão. Não é preciso fazer grande esforço para perceber que ela é uma "Joice Hasselmann versão 2026". O fato é que, fatalmente, novos oportunistas acabarão se elegendo.
Júlia Lucy@julialucydf

Estou oficialmente filiada ao PL. A luta que vamos enfrentar neste ano exige posição clara e união de forças para derrotar essa esquerda maldita que está destruindo nosso país. Agora, vamos rumo à Câmara Legislativa!

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Cleber Ferreira
Cleber Ferreira@cleber_rodfer·
@Edison_vander "O fato é que, fatalmente, novos oportunistas acabarão se elegendo." Não com o meu voto.
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Edison V. Campos
Edison V. Campos@Edison_vander·
Sem querer passar pano, e com muita boa vontade, é preciso considerar a seguinte questão: com o acirramento das eleições, a tendência é que haja intensificação da repressão do TSE e STF contra a direita, nos mesmos moldes de 2022. Nesse cenário, o partido assumir um discurso desse tipo só potencializaria essa repressão. Porém, cabe a nós, eleitores, estar atentos ao perfil dos candidatos. Por exemplo: alguém realmente acredita que Ibaneis Rocha, envolvido até o pescoço no esquema do Banco Master, caso eleito senador, se indisporia com os togados?
Fernanda Salles@reportersalles

Valdemar diz que pressão por candidatos ao senado que se comprometam com impeachment de ministro do STF diminuiu muito. Segundo ele, isso nem tem sido discutido internamente com os candidatos.

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Edison V. Campos
Edison V. Campos@Edison_vander·
@OuroMc607 Exatamente. Saiu do MP por ganância: lucrar com o prestígio que a política proporciona. Ainda que imoral ou ilegal.
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MC do Ouro
MC do Ouro@OuroMc607·
@Edison_vander Na verdade, por causa dos penduricalhos, até este mês, um promotor do MPSP ganha bem mais que um ministro do STF. Claro que os privilégios e regalias não são os mesmks, mas o salário em si, que cai na conta, é bem maior.
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Edison V. Campos
Edison V. Campos@Edison_vander·
Alexandre de Moraes nasceu em 13 de dezembro de 1968, a mesma data em que foi editado o AI-5. Formou-se em Direito, ingressou no Ministério Público de São Paulo e construiu, paralelamente, uma carreira como autor de obras de Direito Constitucional. Embora seus livros nunca tenham sido unanimidade entre críticos especializados, alcançaram grande sucesso comercial, sobretudo no mercado de concursos públicos, tornando-se referência de vendas nesse nicho. Em termos financeiros, portanto, já estava muito bem posicionado como promotor e escritor. Ainda assim, decidiu deixar o Ministério Público, carreira que, inclusive, oferece remuneração equiparável à da magistratura, para ingressar de vez na vida política, sempre circulando em torno de grupos tradicionais de poder, ligados ao PSDB, ao PMDB e a partidos semelhantes. Ao longo desse percurso, ocupou diversos cargos, como secretário estadual, secretário municipal, ministro da Justiça e, por fim, ministro do Supremo Tribunal Federal. Do ponto de vista estritamente salarial, é razoável argumentar que, permanecendo no Ministério Público, Moraes poderia alcançar rendimento semelhante ao que hoje recebe no STF. Por isso, na leitura mais severa, cada passo de sua carreira sugere o interesse na capacidade que o poder oferece de ampliar redes de influência e abrir caminhos para benefícios que ultrapassam o salário formal, pouco importando se é moral ou legal.
O Antagonista@o_antagonista

Master pagou até 645 vezes mais à família de Moraes que a outros advogados por compliance oantagonista.com.br/brasil/master-….

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Julian Lemos
Julian Lemos@JulianLemosopb1·
Não existe bolsonarismo moderado.
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Edison V. Campos
Edison V. Campos@Edison_vander·
@Diego97910051 Esse é o ponto, é exatamente assim. A única exceção é em comarcas pequenas, de juízo único. Mas ninguém toca nesse ponto.
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Diego
Diego@Diego97910051·
@Edison_vander N sou advogado nem nada mas quando alguém é condenado o responsável pela sua prisão e por receber as solicitações dos advogados referente ao preso num é o juíz de execuções penais?
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Edison V. Campos
Edison V. Campos@Edison_vander·
Para alguém como eu, da advocacia, é extremamente penoso discutir o estado atual de coisas. O fato é que, a cada ilegalidade, as perplexidades anteriores vão sendo esquecidas. Em primeiro lugar, o inquérito das fake news é ilegal, inconstitucional e jamais deveria ter existido, mas pouco se fala sobre isso. A partir dele, Moraes passou a atribuir a si poderes incompatíveis com uma democracia. Em segundo lugar, não houve sequer tentativa de golpe; mas, ainda que houvesse, Moraes não seria a autoridade competente para processar e julgar o caso. E, mesmo superando esse ponto, se Bolsonaro fosse julgado na condição de presidente, o julgamento deveria ocorrer no Plenário, e não em uma Turma. Em terceiro lugar, uma vez transitada em julgado a condenação, a execução da pena passa à competência do juízo da execução penal, não permanecendo com o juiz sentenciante. Em quarto lugar, deliberações como a que ocorreu recentemente, relativas apenas a visitas e horários, inserem-se no âmbito da administração penitenciária, e não do juízo. E note-se que isso é apenas um resumo bastante enxuto das excepcionalidades em curso.
F Ê N I X 🇧🇷✨@fenixb22

Filhos de Bolsonaro não terão livre acesso à casa, decide Moraes

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Edison V. Campos
Edison V. Campos@Edison_vander·
@JeffreyChiquini @PacoBelmonte_ Tenho ressalvas a você, espero que daqui um tempo eu me convença que essas ressalvas eram sem razão. Contudo nesse ponto você está correto, O Pl do Paraná estava uma várzea.
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Jeffrey Chiquini
Jeffrey Chiquini@JeffreyChiquini·
Agora posso me manifestar e explicar, com transparência, por que não me filiei ao PL no Paraná. Eu sempre tive a conexão e a cara do PL. Mas infelizmente o PL no Paraná, sob a presidência do Giacobo, estava desalinhado com a direita. Hoje, os fatos falam por si: 53 prefeitos deixaram o partido e foram para o PSD, e até o próprio presidente estadual abandonou o projeto do Flávio Bolsonaro, e assumiu o lado que sempre esteve. Infelizmente, naquele momento, o PL no Paraná não representava a direita. Por isso, fiz a escolha certa: me filiei ao Partido Novo. Hoje, o cenário mudou. O PL voltou às suas raízes, agora sob a presidência de Filipe Barros, alinhado ao próximo presidente do Brasil, Flávio Bolsonaro. Sou apoiador de Jair Bolsonaro desde 2018. Isso sempre esteve claro nas minhas redes. Nunca houve qualquer incoerência na minha postura e posicionamentos. Tentaram criar narrativas injustas contra mim, mas hoje a verdade está mais clara do que nunca: no Paraná, não havia outra escolha naquele momento. Continuarei no Novo, partido que me acolheu, e seguirei alinhado com o projeto do Flávio Bolsonaro e que queremos para o Brasil. Não seria correto eu abandonar agora quem me recebeu de braços abertos. Não posso ser ingrato com o partido Novo, sem contar que hoje me sinto muito bem e feliz aqui. Hoje, Novo e PL caminham juntos no Paraná. E aqueles que criticaram minha decisão Agora entenderam! Sou de direita. Sempre fui. Sempre estive ao lado do Bolsonaro. 🇧🇷 Vamos expurgar o PT e o Centrão nessas eleições; 🇧🇷 Vamos libertar o Brasil da tirania do STF!
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Edison V. Campos
Edison V. Campos@Edison_vander·
Ministro Gilmar Mendes, sua homenagem à Polícia Federal soa profundamente seletiva. É difícil ouvir exaltações à defesa da legalidade vindas de quem integrou uma Corte que teve papel decisivo na invalidação de investigações robustas conduzidas pela própria Polícia Federal, especialmente no contexto da Lava Jato. Ainda que se reconheça a existência de debates sobre excessos processuais naquele período, permanece a percepção, para ampla parcela da sociedade, de que houve um progressivo desmonte de apurações consistentes, com grave erosão da confiança pública no discurso institucional de combate à corrupção. Mais contraditório ainda é transformar em motivo de celebração a atuação da PF no chamado caso da tentativa de golpe, como se toda a narrativa construída em torno do 8 de janeiro estivesse imune a questionamentos jurídicos sérios. É verdade que os fatos já foram julgados. O problema é justamente este: foram julgados sob fortíssimas dúvidas quanto à observância do devido processo legal, ao respeito ao juiz natural e à indispensável imparcialidade do órgão julgador. Para muitos, tratou-se menos de um julgamento estritamente jurídico e mais de um julgamento político, conduzido por uma jurisdição de exceção, em ambiente incompatível com as garantias fundamentais que estruturam o Estado de Direito.
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Gilmar Mendes
Gilmar Mendes@gilmarmendes·
A Polícia Federal completa 82 anos como instituição essencial à defesa da legalidade e ao combate ao crime organizado no Brasil. O STF reconhece a importância de sua atuação, tanto que, ao julgar a ADPF das Favelas, atribuiu à PF papel central na investigação de facções criminosas. Na ocasião, diante da gravidade dos fatos, o Tribunal determinou que a PF instaurasse inquéritos para identificar e desmantelar os fluxos financeiros que sustentam essas organizações. Nos últimos anos, a Polícia Federal também atuou com rigor na defesa das instituições e do Estado Democrático de Direito. No inquérito que apurou a tentativa de golpe de Estado no país, reuniu provas contundentes e revelou a existência de um plano de assassinato de autoridades da República, como o presidente eleito, o vice-presidente e o ministro Alexandre de Moraes. Toda a sociedade brasileira é devedora do trabalho firme e técnico desenvolvido pela Polícia Federal, em colaboração com o Supremo, na responsabilização daqueles que atentaram contra nossas instituições e contra a democracia. Registro minha homenagem aos homens e mulheres da Polícia Federal, cujo trabalho diário fortalece a segurança pública e o Estado de Direito. gov.br/pf/pt-br/assun…
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Edison V. Campos
Edison V. Campos@Edison_vander·
Ministro Gilmar Mendes, sua homenagem à Polícia Federal soa profundamente seletiva. É difícil ouvir exaltações à defesa da legalidade vindas de quem integrou uma Corte que teve papel decisivo na invalidação de investigações robustas conduzidas pela própria Polícia Federal, especialmente no contexto da Lava Jato. Ainda que se reconheça a existência de debates sobre excessos processuais naquele período, permanece a percepção, para ampla parcela da sociedade, de que houve um progressivo desmonte de apurações consistentes, com grave erosão da confiança pública no discurso institucional de combate à corrupção. Mais contraditório ainda é transformar em motivo de celebração a atuação da PF no chamado caso da tentativa de golpe, como se toda a narrativa construída em torno do 8 de janeiro estivesse imune a questionamentos jurídicos sérios. É verdade que os fatos já foram julgados. O problema é justamente este: foram julgados sob fortíssimas dúvidas quanto à observância do devido processo legal, ao respeito ao juiz natural e à indispensável imparcialidade do órgão julgador. Para muitos, tratou-se menos de um julgamento estritamente jurídico e mais de um julgamento político, conduzido por uma jurisdição de exceção, em ambiente incompatível com as garantias fundamentais que estruturam o Estado de Direito.
Gilmar Mendes@gilmarmendes

A Polícia Federal completa 82 anos como instituição essencial à defesa da legalidade e ao combate ao crime organizado no Brasil. O STF reconhece a importância de sua atuação, tanto que, ao julgar a ADPF das Favelas, atribuiu à PF papel central na investigação de facções criminosas. Na ocasião, diante da gravidade dos fatos, o Tribunal determinou que a PF instaurasse inquéritos para identificar e desmantelar os fluxos financeiros que sustentam essas organizações. Nos últimos anos, a Polícia Federal também atuou com rigor na defesa das instituições e do Estado Democrático de Direito. No inquérito que apurou a tentativa de golpe de Estado no país, reuniu provas contundentes e revelou a existência de um plano de assassinato de autoridades da República, como o presidente eleito, o vice-presidente e o ministro Alexandre de Moraes. Toda a sociedade brasileira é devedora do trabalho firme e técnico desenvolvido pela Polícia Federal, em colaboração com o Supremo, na responsabilização daqueles que atentaram contra nossas instituições e contra a democracia. Registro minha homenagem aos homens e mulheres da Polícia Federal, cujo trabalho diário fortalece a segurança pública e o Estado de Direito. gov.br/pf/pt-br/assun…

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