Luccas 🇵🇸

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@doiscs

Palmeiras e Esquerdismo

انضم Temmuz 2017
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Desiree Rugani
Desiree Rugani@desireerugani·
Te disseram que esse país pintado de azul Era o país colonizador, expansionista que quer dominar o mundo… 🤡
Desiree Rugani tweet media
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Luccas 🇵🇸
Luccas 🇵🇸@doiscs·
@falaporco_ Já comprou passagem pra Portugal. Vai pedir pra não recorrer pra tirar umas férias.
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gustavo maultasch
gustavo maultasch@ggmaultasch·
Uma das maiores diferenças do antissemitismo para os demais preconceitos é que, no antissemitismo, as características do alvo (o judeu) transformam-se no tempo. O judeu é sempre retratado como o arquétipo do Mal e, assim, ele simboliza aquilo que cada época define como sendo o Mal. Na época em que a religião e o cristianismo eram a principal referência cultural, o judeu era o assassino de Cristo, ou o assassino de crianças para usar o seu sangue em rituais religiosos. Na época do avanço dos nacionalismos, da ciência moderna e do racismo científico, o judeu passou a ser a anti-raça, ou o traidor da nação. E após a Segunda Guerra Mundial, com os movimentos de descolonização, o avanço do internacionalismo (e do globalismo) e o crescimento da ideologia dos direitos humanos, os judeus passaram a ser os colonizadores brancos que vilipendiam inocentes palestinos e causam instabilidades na região. O judeu é sempre a antítese daquilo que uma época considera como virtuoso. E toda geração acha que odeia os judeus pelos motivos certos. (...) O antissemitismo hoje revela-se, sobretudo, como antissionismo psicótico. Em vez de se opor a judeus diretamente, o antissionista opõe-se a Israel e ao sionismo (que nada mais é do que o movimento nacional dos judeus pelo estabelecimento de Israel).Com isso, ele sente-se livre para judiar exclusivamente do único Estado judeu do mundo enquanto jura para si mesmo que nada tem contra judeus. (...) Torna-se relativamente simples, assim, reconhecer quando a crítica a Israel ultrapassa a fronteira do admissível e se torna antissionismo psicótico. Quando a crítica se manifesta como uma fixação desproporcional sobre Israel, e quando é baseada num padrão duplo de julgamento que trata o estado judeu como diferente dos demais, podemos afirmar que estamos diante do antissionismo psicótico, a mais recente – e atualmente a mais popular – manifestação de antissemitismo.
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Luccas 🇵🇸
Luccas 🇵🇸@doiscs·
@docfnsantos @ClaudiaGrabois O direito de autodeterminação não se extende aos adversários de Israel aparentemente. Gaza pode ser devastada, ocupada, depois bloqueada do mundo, e por fim obliterada em genocio. Cisjordânia pode ser ocupada, seus residentes expulsos e suas casas dadas a colonos.
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Fernando Santos
Fernando Santos@docfnsantos·
@doiscs @ClaudiaGrabois Se vc desconsidera o elo teológico para o Estado moderno, então deve considerar o elo histórico e jurídico. O direito de 🇮🇱 à autodeterminação é baseado em continuidade milenar na terra e no direito internacional, não no crivo religioso ou na interpretação de quem 'rejeitou' quem
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Grabois
Grabois@ClaudiaGrabois·
Ser antissemita é acompanhar a maré, crescer nas redes, monetizar, ganhar influência, e nada mais medíocre do que um judeu se autodenominar resistência incitando ódio contra judeus. Não há nada de corajoso, é covarde a denominação correta ou kapo voluntário follow the money.
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Luccas 🇵🇸
Luccas 🇵🇸@doiscs·
@docfnsantos @ClaudiaGrabois Não estou misturando nada. Quem está usando dos apóstolos para defender o Estado de Israel é tu, como se o Estado atual de Israel tivesse qualquer relação com Israel da época de Cristo ou com os apóstolos.
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Fernando Santos
Fernando Santos@docfnsantos·
@doiscs @ClaudiaGrabois S. Paulo — mentor de S. Lucas — ensina em Romanos 11 q Deus não rejeitou o Seu povo. Cristãos não judeus (existe cristãos judeus) são "ramos enxertados" na oliveira judaica. Usar a teologia para destilar aversão a Israel é ignorar as raízes da fé que você usa para confrontá-los
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gustavo maultasch
gustavo maultasch@ggmaultasch·
Os judeus jamais deixaram de habitar Israel. Mesmo antes do movimento sionista moderno, os judeus eram maioria em Jerusalém, por exemplo. Quem tem direito a Jerusalém então? Não conheço você, então vou presumir o seu bom caráter e dizer: tudo o que vc aprendeu sobre Israel, provavelmente ouvindo ou lendo militantes anti-Israel, é 100% falso. Se quiser, te recomendo leituras. Mas prepare-se para mudar completamente a sua visão de mundo, porque a realidade é exatamente o oposto daquilo em que vc acredita.
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Tiago Guilherme 🇵🇸
Tiago Guilherme 🇵🇸@tiagoguilhermef·
Eu adoro como você trata o sionismo como se fosse uma coisa simples. Como se fosse só um “movimento de autodeterminação”, neutro, quase inocente. Como se não fosse profundamente controverso. Como se não tivesse envolvido limpeza étnica. Como se não tivesse envolvido assassinatos da população local. Como se não existissem palestinos até hoje, nem seus descendentes, impedidos de retornar às próprias casas. Como se não houvesse um povo inteiro vivendo em guetos e bantustões, sem liberdade de ir e vir, submetido à violência constante, a privações e a condições de vida desumanas. Eu realmente acho impressionante essa lógica. Porque, do jeito que você coloca, parece que os judeus estavam simplesmente indo para uma terra vazia, desabitada, só para se proteger. E a gente sabe que não foi assim. Ignorar isso exige um esforço ativo de apagamento histórico. E mais: ignorar que o sionismo, em sua formulação original, dialoga com projetos coloniais europeus também é uma escolha. Theodor Herzl, por exemplo, não operava no vazio histórico. Ele se relacionava com figuras como Cecil Rhodes, um dos principais arquitetos do colonialismo britânico na África e do apartheid sul-africano, e chegou a comparar explicitamente os projetos. Então não dá para simplesmente reduzir tudo a “autodeterminação judaica” e encerrar o debate aí. A pergunta central é outra: o que essa autodeterminação implicou, na prática? Porque movimentos nacionalistas sempre se apresentam como legítimos. O apartheid sul-africano também foi justificado como um projeto de autodeterminação. A Alemanha nazista também mobilizava a ideia de preservação nacional e racial. Isso não torna esses projetos legítimos. Tentar limpar historicamente o sionismo, apagando seus aspectos coloniais, raciais e violentos, não é análise. É revisionismo. E é exatamente por isso que esse debate não pode ser tratado de forma simplista.
gustavo maultasch@ggmaultasch

Uma das maiores diferenças do antissemitismo para os demais preconceitos é que, no antissemitismo, as características do alvo (o judeu) transformam-se no tempo. O judeu é sempre retratado como o arquétipo do Mal e, assim, ele simboliza aquilo que cada época define como sendo o Mal. Na época em que a religião e o cristianismo eram a principal referência cultural, o judeu era o assassino de Cristo, ou o assassino de crianças para usar o seu sangue em rituais religiosos. Na época do avanço dos nacionalismos, da ciência moderna e do racismo científico, o judeu passou a ser a anti-raça, ou o traidor da nação. E após a Segunda Guerra Mundial, com os movimentos de descolonização, o avanço do internacionalismo (e do globalismo) e o crescimento da ideologia dos direitos humanos, os judeus passaram a ser os colonizadores brancos que vilipendiam inocentes palestinos e causam instabilidades na região. O judeu é sempre a antítese daquilo que uma época considera como virtuoso. E toda geração acha que odeia os judeus pelos motivos certos. (...) O antissemitismo hoje revela-se, sobretudo, como antissionismo psicótico. Em vez de se opor a judeus diretamente, o antissionista opõe-se a Israel e ao sionismo (que nada mais é do que o movimento nacional dos judeus pelo estabelecimento de Israel).Com isso, ele sente-se livre para judiar exclusivamente do único Estado judeu do mundo enquanto jura para si mesmo que nada tem contra judeus. (...) Torna-se relativamente simples, assim, reconhecer quando a crítica a Israel ultrapassa a fronteira do admissível e se torna antissionismo psicótico. Quando a crítica se manifesta como uma fixação desproporcional sobre Israel, e quando é baseada num padrão duplo de julgamento que trata o estado judeu como diferente dos demais, podemos afirmar que estamos diante do antissionismo psicótico, a mais recente – e atualmente a mais popular – manifestação de antissemitismo.

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Fernando Santos
Fernando Santos@docfnsantos·
@doiscs @ClaudiaGrabois É irônico ver tanta aversão ao povo judeu vinda de quem leva o nome de São Lucas. O evangelista foi o maior biógrafo de Jesus, um judeu, e dedicou sua vida a espalhar uma mensagem que nasceu justamente em Israel.
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Luccas 🇵🇸
Luccas 🇵🇸@doiscs·
@freire_roberto Israel acabou de passar lei pra executar prisioneiros palestinos por enforcamento. Incluindo crianças. Sua opinião sobre isso?
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Roberto Freire
Roberto Freire@freire_roberto·
Em pleno século XXI chega a ser macabro a existência de uma ditadura religiosa como a dos aiatolás do Irã que aplica a pena de morte por enforcamento -de jovens, homens e mulheres - com uma monstruosa frieza e horripilante simplicidade de quem mata uma mosca e não um ser humano. Fim da guerra ! Abaixo a Ditadura dos Aiatolás do Irã !
Masih Alinejad 🏳️@AlinejadMasih

Eleven Iranians were hanged last week. You heard me correct they were hanged in 21st-century for demanding freedom. I’m grateful to @bariweiss, @jaketapper, and @marthamaccallum for giving me the platform to name them. I hope a responsible media must bring their stories and their faces to the front pages. A ceasefire does not mean peace in Iran. The Islamic Republic’s war against its innocent civilians continues, with hundreds still on death row. I call on international community to help save their lives.💔 #StopExecutionsInIran #DigitalBlackoutInIran

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Sarah שרה
Sarah שרה@sarahblueTO·
Esse print prova exatamente o meu ponto. Antissemitismo não depende de classe social. Ele opera por estereótipos, teorias conspiratórias e deslegitimação coletiva. Reduzir isso a “dondoca do Leblon”não seria exatamente isso?
Tiago Guilherme 🇵🇸@tiagoguilhermef

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Luccas 🇵🇸 أُعيد تغريده
Dan Savage
Dan Savage@fakedansavage·
Time for Pope Leo to start excommunicating some motherfuckers.
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Luccas 🇵🇸 أُعيد تغريده
Caitlin Johnstone
The world can have peace or Israel. It can’t have both.
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Luccas 🇵🇸 أُعيد تغريده
Jvnior
Jvnior@Jvnior·
Israel MURDERED 1,000+ Christians today. Israel MURDERED 1,000+ Christians today. Israel MURDERED 1,000+ Christians today. Israel MURDERED 1,000+ Christians today. Israel MURDERED 1,000+ Christians today. Israel MURDERED 1,000+ Christians today.
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BAMiv
BAMiv@BAMivDrop·
@PhysicsBoyt @jonfavs Yes I am baptized Catholic but in the last several years, I’ve lost more and more respect for the Catholic Church. It’s not anything like it used to be.
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