🇧🇷Joy Joy🇵🇹

34.2K posts

🇧🇷Joy Joy🇵🇹 banner
🇧🇷Joy Joy🇵🇹

🇧🇷Joy Joy🇵🇹

@joyfco

Chef de Cozinha “O tempo destrói os traidores.” — Cícero (106 a.C. – 43 a.C.)

Lisboa, Portugal انضم Mayıs 2009
7.5K يتبع9K المتابعون
تغريدة مثبتة
🇧🇷Joy Joy🇵🇹
Três coisas não podem ficar ocultas por muito tempo: O Sol, a Lua e a Verdade. Buda.
Português
0
0
0
116
Paulo
Paulo@pauloap·
Cientistas da Universidade de Cambridge desenvolveram um modelo 3D do que poderia ter sido o rosto de Adão, o primeiro ser humano da história.
Paulo tweet media
Português
1.6K
123
1.6K
267.8K
Luhana Pawlick
Luhana Pawlick@LuhanaPawlick·
Qual a pergunta que o marido de vocês faz, que vocês tem vontade de sumir do mapa?!?
Português
12
0
19
2.4K
🇧🇷Joy Joy🇵🇹
A arrogância humana não tem limites.
My name is M. Only M@musicandsoularg

A mediados del siglo XIX, Viena era la capital mundial de la medicina. Sin embargo, en la Primera Clínica de Maternidad del Hospital General, se escondía un monstruo invisible. La "fiebre puerperal" mataba hasta al 30% de las mujeres que daban a luz allí. Morían en agonías indescriptibles pocos días después del parto, con fiebres altísimas y dolores desgarradores. Ignaz Semmelweis era un joven obstetra húngaro de 29 años, brillante y profundamente empático. A diferencia de sus colegas más veteranos, que consideraban la muerte de estas mujeres como "voluntad de la providencia" o culpa de "miasmas tóxicos en el aire", Ignaz no podía dormir. Escuchaba los gritos de las madres en la noche. Semmelweis notó algo aterrador: el hospital tenía dos clínicas. La Primera era atendida por médicos y estudiantes de medicina; la Segunda era atendida por parteras. La tasa de mortalidad en la clínica de los médicos era hasta diez veces mayor que en la de las parteras. La paradoja era macabra: estar en manos de los hombres más educados de Europa era más peligroso que dar a luz sin ellos. Ignaz probó de todo. Cambió la dieta de las pacientes, mejoró la ventilación, incluso pidió al sacerdote que cambiara la ruta por la que caminaba tocando la campana para no asustar a las mujeres. Nada funcionó. La muerte seguía reinando. En 1847, su buen amigo y colega, el doctor Jakob Kolletschka, falleció de manera repentina. Jakob había estado realizando la autopsia de una mujer que murió de fiebre puerperal cuando un estudiante, accidentalmente, le pinchó el dedo con un bisturí sucio. Al revisar el informe de la autopsia de su amigo, Semmelweis quedó paralizado. Los órganos internos de Jakob presentaban exactamente los mismos daños que los de las madres que morían de fiebre puerperal. Semmelweis tuvo una revelación espeluznante: los médicos y estudiantes comenzaban sus mañanas en la sala de disección, abriendo cadáveres putrefactos con las manos desnudas. Luego, sin lavarse, cruzaban el pasillo y metían esas mismas manos en los cuerpos de las mujeres para examinar sus úteros o atender los partos. Ellos mismos estaban transportando la muerte desde los cadáveres hasta las madres. La teoría de los gérmenes de Louis Pasteur aún no existía (faltaban décadas para eso). Nadie sabía qué eran las bacterias. Semmelweis simplemente las llamó "partículas cadavéricas". Para detener estas partículas, instaló un lavabo en la entrada de la clínica de maternidad y emitió una orden estricta: todo médico o estudiante debía lavarse las manos y cepillarse las uñas con una solución de cal clorada (hipoclorito de calcio) antes de tocar a cualquier paciente. El resultado fue un milagro absoluto. En abril de 1847, la mortalidad era del 18.3%. Para julio, tras implementar el lavado de manos, cayó al 1.2%. Al año siguiente, hubo meses enteros en los que la mortalidad fue del 0%. Ignaz Semmelweis había encontrado la forma de detener la masacre. Cualquiera pensaría que Semmelweis fue alzado en hombros, aclamado como el salvador de las madres y colmado de premios. Nadie estaba preparado para lo que vino después. La élite médica de Viena se ofendió profundamente. Los médicos eran considerados caballeros de la alta sociedad. La sugerencia de que las manos de un caballero pudieran estar sucias, y peor aún, de que ellos fueran los causantes de miles de muertes, era un insulto inaceptable. Su propio jefe, el Profesor Johann Klein, rechazó los datos empíricos de Semmelweis, argumentando que sus ideas eran extremistas. El cierre? 👇

Português
0
0
1
24
・ Ice ・  Ⅹ ・
Governo canadense tornará obrigatória a eutanásia para todas as crianças com doenças mentais. Sigam o 🧵👇 O governo canadense está considerando planos para tornar obrigatória a eutanásia para pacientes com doenças mentais – incluindo crianças – o que representa uma escalada alarmante no já controverso regime de “suicídio assistido” do país. A defensora da eugenia Jocelyn Downie, lobista de longa data da indústria da eutanásia e professora emérita da Universidade Dalhousie, apresentou seus argumentos durante depoimento perante o Comitê Conjunto Especial do Canadá sobre Assistência Médica para Morrer (MAiD). Downie exige que o governo aprove a eutanásia para indivíduos com doenças mentais, supostamente para "ajudá-los".
・ Ice ・  Ⅹ ・ tweet media
Português
23
58
116
2.6K
Luhana Pawlick
Luhana Pawlick@LuhanaPawlick·
Pra vocês também tem aparecido posts traduzidos de pessoas do outro lado do planeta? Vocês do Brasil, ainda estão me vendo??
Português
21
3
148
1.6K
🇧🇷Joy Joy🇵🇹 أُعيد تغريده
Rodrigo Lima
Rodrigo Lima@rodrigolimamdh·
URGENTE 🚨 FUX ANULA TODAS AS CONDENAÇÕES DO DIA 08/01 Fux reviu as condenações que havia votado junto com Moraes e voltou atrás em todas elas. O ministro afirmou que sua consciência não permite mais continuar sustentando condenações que, segundo ele, não deveriam existir. O ato não altera o resultado final, mas manda um grande recado: “NÃO COMPACTUO MAIS COM ESSA COISA.” Hoje é sábado, véspera de domingo.
Rodrigo Lima tweet media
Português
1.4K
5K
19.6K
240.2K
🇧🇷Joy Joy🇵🇹 أُعيد تغريده
ipadasher
ipadasher@ipadasher·
O Que é SIONISMO? Uma pergunta simples, quase inocente, lançada como uma granada em um debate: O que você entende por estado judeu? Ela soa neutra, porque, no fundo, quem a faz espera que a resposta seja vaga, defensiva. Espera que o sionismo se dissolva em constrangimento, como se fosse um segredo sujo que ninguém consegue explicar sem se contradizer. Eu, judeu, filho de israelenses, sobreviventes que carregaram nas costas o peso de séculos de exílio, respondo sem hesitar, e faço isso com a voz calma de quem já viu o suficiente para saber que a verdade não precisa de jargões acadêmicos para ser profunda. Ela precisa, sim, de coragem, de clareza. Sionismo não é complicado. É a resposta mais humana possível a uma pergunta que a humanidade nos fez durante dois mil anos: “Vocês não têm o direito de existir como povo?” Para nós, judeus, esse 0,2% da população mundial que sobreviveu a pogroms, inquisições, holocaustos e expulsões, o “estado judeu” é algo absurdamente simples e, ao mesmo tempo, revolucionário: é o lugar onde, pela primeira vez em milênios, nós mesmos decidimos o nosso destino. Não um rei estrangeiro. Não um sultão. Nós. O povo judeu, no pedaço de terra que sempre foi o nosso lar ancestral, mesmo quando o coração do mundo nos expulsava. É o fim da figura do judeu errante. É o adeus definitivo ao refugiado judeu eterno. É a promessa sagrada de que, se amanhã o mundo inteiro fechar as portas novamente, haverá uma porta que permanecerá escancarada: a nossa. “Estado judeu” significa que qualquer judeu, de qualquer canto do planeta, falando qualquer língua, com qualquer cor de pele, tem um lugar onde pode chegar sem pedir permissão. Sem ter que provar que merece respirar. Um lar que não é favor, é direito. Um lar que não pede que nos curvemos, que nos desculpemos por existirmos. É o único lugar do mundo onde o judeu não precisa ser “o outro”. Onde não precisa sussurrar o próprio nome com medo. Já vi esse significado nos olhos de uma avó etíope que desceu de um avião em Tel Aviv com os pés descalços e o corpo marcado pela fome. Vi no sorriso de um jovem ucraniano que, em 24 horas, trocou o caos pela praia de Tel Aviv. Vi na lágrima silenciosa de um soldado druso que defendia, com a própria vida, o direito de um povo que nem é o dele, porque entendeu que, quando um povo conquista o direito de ser livre, todos os povos ganham um pouco mais de ar para respirar. Vocês podem jogar contra isso todos os “sim, mas”. Podem falar de colonialismo, de privilégios, de narrativas acadêmicas tão elegantes quanto vazias. Podem até acreditar que estão sendo justos. Mas nada disso apaga a essência nua e crua do sionismo: o direito de um povo antigo, exausto de ser caçado, de finalmente ser o dono da própria casa. Não é ódio. Não é superioridade. É o oposto: é o amor mais radical que um povo pode sentir por si mesmo depois de ter sido ensinado por séculos que amar a si próprio era pecado. É o momento em que o judeu, cansado de pedir permissão para viver, decidiu plantar sua bandeira azul e branca no solo que o viu nascer como nação e dizer, com voz firme e sem pedir desculpas: “Chega. Aqui eu fico. Aqui eu decido. Aqui eu vivo. E aqui eu morro como homem livre.” Isso é sionismo. Não a versão caricata das redes sociais. Não o monstro inventado por quem precisa de um vilão para justificar o próprio ódio. É apenas isto: o direito de um povo de ser responsável por seu destino, num canto do mundo que sempre foi seu. E se alguém ainda perguntar “o que você quer dizer com estado judeu?”, eu olho nos olhos dessa pessoa e respondo com a serenidade de quem já carregou o suficiente: “Quero dizer que nunca mais seremos refugiados na terra que nos deu à luz. Quero dizer que o judeu, enfim, voltou para casa. E que essa casa não vai fechar as portas para nenhum dos seus filhos, pois a defenderemos com unhas e dentes” Ponto final. Sem “sim, mas”. Só verdade. Só vida. Só nós, finalmente, de pé. HERZL
ipadasher tweet media
Português
18
66
240
4K
Daniel Scott
Daniel Scott@odanielscott·
Eu fiz meu sequenciamento genético na Genera ano passado, mas nunca usei para nada. Até que ontem vi um post aqui que me motivou a tentar algo interessante. Daí usei o Claude para montar um agente que pegou os dados esse sequenciamento e combinou com os meus dados de bioimpedância que meço todo mês, fora um exame de sangue que tirei recente. Isto foi o que eu pedi: - Uma recomendação de dieta diária com base no meu DNA e paladar - Os medicamentos que eu posso e não posso tomar - Análise de risco sobre fatores que afetam minha saúde - Como evitar problemas como ansiedade, desordens alimentares, etc - Melhores horários e práticas para treino e exercícios físicos Com menos de R$ 10 em tokens a IA fez o que nenhum profissional conseguiria fazer. E o melhor: em poucos minutos. Que época fascinante para se estar vivo!! Se por acaso alguém também tiver feito o Genera e quiser o prompt que usei, pode falar comigo que que libero.
Português
152
35
795
79.2K
🇧🇷Joy Joy🇵🇹
Está bien demostrado que la tinta del tatuaje no permanece solo en la piel: estudios (incluyendo uno reciente en Proceedings of the National Academy of Sciences) muestran que parte del pigmento migra a los ganglios linfáticos, donde es captado por macrófagos y puede inducir una respuesta inflamatoria local persistente. Sin embargo, estos datos provienen en gran parte de modelos animales, y no existe evidencia sólida en humanos de que esto cause daño sistémico relevante o acumulación peligrosa en órganos. En cuanto a las vacunas, la posible interferencia con la respuesta inmune sigue siendo hipotética y no ha sido demostrada clínicamente. En resumen: hay base biológica real, pero el post presenta como hechos concluyentes lo que aún son hallazgos preliminares. Estudios: pnas.org/doi/10.1073/pn… pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/41289395/ pmc.ncbi.nlm.nih.gov/articles/PMC11… gavi.org/vaccineswork/c…
Español
0
13
39
2.8K
My name is M. Only M
My name is M. Only M@musicandsoularg·
Los tatuajes tienen un efecto en el sistema inmune que la medicina lleva décadas sospechando. Ahora tienen las pruebas. Un nuevo estudio publicado en PNAS por investigadores de la Universidad de la Suiza Italiana acaba de demostrar que ninguna de esas tres suposiciones es completamente cierta. La tinta no se queda quieta. Entre el 60% y el 90% del pigmento abandona la dermis y migra hacia los ganglios linfáticos, el hígado, el bazo y los pulmones. No en cantidades trazas — en concentraciones medibles, acumulables y permanentes. El cuerpo no tiene mecanismo para eliminarlo. Una vez adentro, se queda. Lo que ocurre después es lo que los investigadores describen como una respuesta inmune que no se apaga. Los macrófagos — células cuyo trabajo es detectar y neutralizar amenazas — reconocen la tinta como cuerpo extraño y la atacan. Pero no pueden digerirla. Mueren intentándolo. Los macrófagos que los reemplazan heredan la tinta de los muertos y repiten el ciclo. Esa cadena de ataques fallidos genera inflamación crónica sostenida en los ganglios — sin síntomas visibles, pero con efectos medibles en el funcionamiento del sistema inmune. No todos los pigmentos son iguales. Los análisis de toxicidad celular encontraron que la tinta negra y la roja inducen mayor muerte de macrófagos que otros colores — mayor carga inflamatoria, mayor acumulación en órganos. El negro por sus nanopartículas de carbono. El rojo por sus compuestos de mercurio y cadmio en formulaciones tradicionales. El hallazgo que más debate generó entre los propios investigadores: la evidencia creciente de que esta inflamación crónica podría estar interfiriendo con la respuesta inmune a vacunas en personas con alta cobertura de tinta. La investigación no es definitiva en ese punto — pero el mecanismo propuesto es sólido y los datos preliminares son suficientes para que el equipo lo señale como prioridad de investigación. La medicina lleva décadas sin incluir los tatuajes en la conversación de salud sistémica. Este estudio argumenta que ya no puede ignorarlos.
My name is M. Only M tweet media
Español
181
2.6K
5.6K
559.9K
🇧🇷Joy Joy🇵🇹
Em fevereiro de 1928, um explorador ártico canadense chamado Vilhjalmur Stefansson entrou no Hospital Bellevue, em Nova York, e anunciou, a um comitê de médicos distintos que o aguardava, que ele e seu colega Karsten Anderson pretendiam viver apenas de carne pelo ano seguinte, sob a supervisão médica direta deles, e que poderiam medir o que bem entendessem. O comitê ficou empolgado. Eles iam assistir a um homem se matar em nome da ciência. Stefansson havia passado onze anos no Ártico vivendo entre os inuítes. Ele comera o que eles comiam, que era carne e gordura de caribu, foca e peixe, com praticamente nenhuma matéria vegetal, durante todo o período. Ele não morrera. Não contraíra escorbuto. Na verdade, estivera bem, e voltara a um país que não acreditava em nada do que ele dizia. Então, ele se oferecera como experimento. O comitê incluía alguns dos pesquisadores de nutrição mais proeminentes da época. Eles admitiam, por conta própria, que esperavam que Stefansson desenvolvesse escorbuto em semanas, danos renais em meses e vários colapsos nutricionais pelo resto do ano. Stefansson e Anderson passaram o ano comendo carne bovina, cordeiro, vitela, porco, frango, peixe ocasional. Eles comiam a gordura junto com a carne magra, na proporção aproximada de uma foca ártica, ou seja, muito gordurosa mesmo. Eles comiam órgãos. Comiam medula. Bebiam água e café. Nada de vegetais, frutas, grãos ou açúcar. No final do ano, os dois homens estavam em melhor saúde do que no início. Sem escorbuto. Sem danos renais. Sem deficiências vitamínicas. A pressão arterial de Stefansson havia caído ligeiramente. Seu colesterol havia caído ligeiramente. Ele perdera uma pequena quantidade de peso e relatava se sentir melhor do que em anos. O comitê publicou os resultados no Journal of Biological Chemistry em 1930. Houve um curto período no início em que os médicos supervisores, tentando ser úteis, deram a Stefansson carne magra sem gordura suficiente. Ele imediatamente desenvolveu os sintomas que os índios das planícies chamavam de fome de coelho: náusea, fraqueza, a sensação de não conseguir comer o suficiente. Ele explicou o problema educadamente. O comitê, um pouco constrangido, aumentou a proporção de gordura. Os sintomas desapareceram em quarenta e oito horas e nunca mais voltaram. O experimento foi o teste mais limpo possível da hipótese de que os humanos precisam de alimentos vegetais para sobreviver, conduzido sob supervisão hospitalar, por céticos que esperavam que o sujeito fracassasse. O sujeito não fracassou. O sujeito prosperou. Quase ninguém ouviu falar dele. Não está nos livros didáticos. Não está nas diretrizes alimentares. Não é mencionado pelos nutricionistas que afirmam com confiança que uma dieta variada incluindo todos os grupos alimentares é essencial para a saúde humana, apesar da existência de um experimento de um ano sob supervisão hospitalar que demonstrou o contrário há quase um século. Quando os dados não se encaixam no modelo, você tem duas opções. Rever o modelo, ou ignorar os dados e torcer para que ninguém olhe de perto demais. Escolhemos a opção dois. O artigo está na biblioteca. Aguardando a opção um.
Sama Hoole@SamaHoole

In February 1928 a Canadian Arctic explorer called Vilhjalmur Stefansson walked into Bellevue Hospital in New York City and announced, to a committee of distinguished physicians who had been waiting for him, that he and his colleague Karsten Anderson were going to live on nothing but meat for the next year, under their direct medical supervision, and they could measure whatever they liked. The committee was thrilled. They were going to watch a man kill himself in the name of science. Stefansson had spent eleven years in the Arctic living among the Inuit. He had eaten what they ate, which was meat and fat from caribou and seal and fish, with effectively no plant matter, for the entire duration. He had not died. He had not got scurvy. He had, in fact, been rather well, and had come back to a country that did not believe him about any of it. So he had offered himself as the experiment. The committee included some of the most prominent nutrition researchers of the era. They were, by their own admission, expecting Stefansson to develop scurvy within weeks, kidney damage within months, and various nutritional collapses across the rest of the year. Stefansson and Anderson spent the year eating beef, lamb, veal, pork, chicken, the occasional fish. They ate the fat with the lean, in roughly the proportion of an Arctic seal, which is to say very fat indeed. They ate organs. They ate marrow. They drank water and coffee. No vegetables, no fruit, no grain, no sugar. At the end of the year both men were in better health than at the start. No scurvy. No kidney damage. No vitamin deficiencies. Stefansson's blood pressure had dropped slightly. His cholesterol had dropped slightly. He had lost a small amount of weight and reported feeling better than he had in years. The committee published the results in the Journal of Biological Chemistry in 1930. There was one short period early on when the supervising physicians, trying to be helpful, gave Stefansson lean meat without sufficient fat. He immediately developed the symptoms the Plains Indians had called rabbit starvation: nausea, weakness, the feeling of being unable to eat enough. He politely explained the problem. The committee, slightly chastened, increased the fat ratio. The symptoms vanished within forty-eight hours and never returned. The experiment was the cleanest possible test of the hypothesis that humans require plant foods to survive, conducted under hospital supervision, by sceptics who expected the subject to fail. The subject did not fail. The subject thrived. Almost nobody has heard of it. It is not in the textbooks. It is not in the dietary guidelines. It is not mentioned by the nutritionists who confidently assert that a varied diet including all food groups is essential for human health, despite the existence of a hospital-supervised year-long experiment that demonstrated otherwise nearly a century ago. When the data does not match the model, you have two options. Revise the model, or ignore the data and hope nobody looks too closely. We chose option two. The paper is sitting in the library. Waiting for option one.

Português
0
0
0
27
🇧🇷Joy Joy🇵🇹 أُعيد تغريده
Artur Alves
Artur Alves@lebigh_official·
Esse é provavelmente o verdadeiro significado de usar o cérebro 🧠…
Português
1
37
509
14K
Maikolll
Maikolll@MZora0419·
En 2011, una neurocientífica del MIT llamada Dra. Li-Huei Tsai hizo un descubrimiento que debería haber estado en la primera página de todos los periódicos de la Tierra. Expuso ratones con enfermedad de Alzheimer avanzada a una luz parpadeante que pulsaba exactamente a 40 Hz —cuarenta destellos por segundo—. Nada más. Sin fármacos. Sin cirugía. Solo luz a una frecuencia específica. Dentro de una hora, las placas de amiloide-beta en sus cerebros —los depósitos de proteínas que definen el Alzheimer— comenzaron a disolverse. No lentamente. No gradualmente. Dentro de sesenta minutos. Después de siete días de exposición diaria a 40 Hz, los niveles de placa cayeron un 50%. Los ratones recuperaron la función de memoria. Sus neuronas volvieron a dispararse en sincronía. Las células inmunes del cerebro —microglía— se activaron y empezaron a eliminar la acumulación tóxica como un equipo de limpieza que había estado dormido durante años. El estudio se publicó en Nature. La revista científica más prestigiosa del planeta. Revisada por pares. Replicada. Confirmada. Eso fue en 2016. Ahora es 2026. 40 millones de personas en todo el mundo tienen Alzheimer. La industria farmacéutica genera 13 mil millones de dólares al año con fármacos para el Alzheimer que no revierten la enfermedad. Ninguno de ellos. La ralentizan. Tal vez. Temporalmente. A 26.000 dólares por año por paciente. Una luz de 40 Hz cuesta menos de un dólar para producirla. La Dra. Tsai sigue en el MIT. Su investigación continúa. Las pruebas en humanos de fase III están en marcha. Pero no verás esto en las noticias de la noche. No oirás a tu médico mencionarlo. No lo encontrarás en ninguna farmacia. Porque una frecuencia que no cuesta nada no puede sostener una industria de 13 mil millones de dólares. La luz es de 40 Hz. La frecuencia es real. La ciencia está publicada. Y 40 millones de personas siguen esperando permiso para usarla.
Español
87
1.1K
2.2K
78.2K
🇧🇷Joy Joy🇵🇹 أُعيد تغريده
Brasil Alternativo
Brasil Alternativo@bralternativo_·
🚨🇧🇷☪️ O deputado Luiz Philippe de Orleans e Bragança criou o Projeto de Lei nº 824/2026, que propõe a PROIBIÇÃO da promoção e aplicação de normas jurídicas da Sharia, o conjunto de princípios religiosos do Islã, no território brasileiro.
Brasil Alternativo tweet mediaBrasil Alternativo tweet media
Português
562
2.6K
11.6K
140.6K
🇧🇷Joy Joy🇵🇹
O dano é enorme. Minha avó já dizia que quem fala o que quer ouve o que não quer. O Eduardo Bolsonaro caiu feito um patinho na provocação do Nikolas, que ao meu ver, por vezes se porta como um moleque e agora a coisa só vai ribanceira abaixo. Eu estava calada ate agora só observando onde isso vai dar. Mas ja deu pro torto. Não sabem fazer política. Política é coisa de gente grande. No Brasil não há políticos de verdade. Triste demais.
Português
1
0
2
185
🇧🇷Claudia Aker🇧🇷🇺🇸2️⃣2️⃣
🚨 Atenção: Poucos estão percebendo, mas muita gente já começou a abandonar o X. Em poucos dias, quase 200 seguidores evaporaram, simplesmente desapareceram. Essa briga constante, sem trégua, mesmo diante de vários pedidos por equilíbrio, está desanimando muita gente. De repente um monte de gente virou traidor! O impacto disso é sério. Enfraquece o campo da direita, prejudica a construção de apoio para Flavio Bolsonaro @FlavioBolsonaro e ainda pode afetar negativamente o alcance e o algoritmo. Se continuar assim, o dano não será pequeno.
🇧🇷Claudia Aker🇧🇷🇺🇸2️⃣2️⃣ tweet media
Português
201
84
507
12.1K
Prof. João Carlos 🇧🇷🇻🇦✝️⛪
😔🙏🏻 Preciso de aconselhamento. Tenho um irmão dois anos mais velho. Há 22 anos não nos falamos de forma pacífica. Casei-me aos 34 anos, antes dele. Após meu casamento, ele ficou revoltado. Na época, ele era bastante antissocial e quase não saía da casa de nossa mãe. Começou a frequentar chats de bate-papo na internet em busca de uma namorada. Conheceu uma moça, iniciaram um namoro e, em menos de um ano, anunciaram o casamento. Quando ele a apresentou à família, foi um choque: ela era espírita (nós somos católicos praticantes), tinha obesidade quase mórbida (cerca de 140 kg) e era diagnosticada com esquizofrenia, além de outras comorbidades (diabetes, hipertensão, colesterol alto etc.). Ela também não demonstrava simpatia pela nossa família. Preocupado, cometi o erro de tentar alertá-lo sobre as incompatibilidades que eu via. Ele contou tudo para ela, e a partir daí passou a me ver como inimigo. Desde então, ele também passou a desprezar nosso pai. Com o tempo, a situação piorou: Ele nunca quis conhecer meus filhos. Quando nosso pai faleceu, não compareceu ao velório nem ao enterro. Quando nossa mãe faleceu, ficou apenas uma hora no velório e não conversou com ninguém. Incentivado pela esposa, criou problemas no inventário, que já dura 11 anos. Hoje sinto saudades do irmão que tivemos na infância, quando éramos amigos. Minhas irmãs são o único meio de notícias entre nós. Já manifestei a elas meu desejo de retomar o contato, mas ele nunca se manifestou. O que você me aconselha? O que faria no meu lugar? 0brigado 🙏🏻
Português
306
8
272
37.1K
🇧🇷Joy Joy🇵🇹
Obrigado onde esteja Edmond Albius! Você sabia? O sabor rico e adorado da baunilha em seus sorvetes, bolos e cafés deve muito à perspicaz observação de um menino de 12 anos chamado Edmond Albius. Em 1841, na ilha de Reunião, no Oceano Índico, uma trepadeira de orquídea de baunilha florescia lindamente há mais de 20 anos na propriedade onde o jovem Edmond trabalhava — contudo, nunca havia produzido uma única vagem. Certa manhã, seu patrão, Ferréol Bellier-Beaumont, ficou surpreso ao descobrir duas vagens de baunilha rechonchudas penduradas na trepadeira. Ao ser questionado sobre como aquilo aconteceu, Edmond, de 12 anos, explicou calmamente que ele mesmo havia polinizado as flores. Inicialmente cético, Bellier-Beaumont observou enquanto mais cápsulas apareciam. Ele pediu ao menino que demonstrasse — e o que Edmond revelou foi pura genialidade. Baseando-se nos conhecimentos básicos de botânica que seu mestre lhe ensinara (incluindo a polinização manual da melancia), Edmond estudou atentamente a delicada flor da baunilha. Ele notou que suas partes masculina e feminina eram separadas por uma fina membrana chamada rostelo. Usando apenas um graveto fino, um galho ou uma folha de grama, ele levantou cuidadosamente essa aba e, com um movimento rápido do polegar, transferiu o pólen pegajoso para o estigma. A técnica era incrivelmente simples, rápida e confiável — levando apenas alguns segundos por flor. Funcionava todas as vezes. Essa descoberta abriu caminho para a produção comercial de baunilha muito além do México, sua terra natal, onde abelhas especiais realizavam a polinização. Reunião rapidamente se tornou uma importante região produtora de baunilha, e o sabor que todos amamos se espalhou pelo mundo. Edmond Albius (c. 1829–1880) dedicou sua vida à horticultura na ilha e faleceu em Sainte-Suzanne, Reunião. Hoje, ele é homenageado com uma rua, uma escola e uma escultura em sua memória — um tributo apropriado à mente jovem e curiosa cuja descoberta mudou para sempre o paladar mundial para o sabor doce.
🇧🇷Joy Joy🇵🇹 tweet media
TheRealCherokeeOwl 🦉@CherokeeOwl

Did you know? The rich, beloved flavor of vanilla in your ice cream, cakes, and coffee owes a huge debt to the sharp observation of a 12-year-old boy named Edmond Albius. In 1841, on the island of Réunion in the Indian Ocean, a vanilla orchid vine had been flowering beautifully for over 20 years on the property where young Edmond worked — yet it had never produced a single pod. One morning, his employer, Ferréol Bellier-Beaumont, was astonished to discover two plump vanilla beans hanging from the vine. When asked how it happened, 12-year-old Edmond calmly explained that he had pollinated the flowers himself. Skeptical at first, Bellier-Beaumont watched as more pods soon appeared. He asked the boy to demonstrate — and what Edmond revealed was pure genius. Drawing on the basic botany his master had taught him (including hand-pollinating watermelon), Edmond had closely studied the delicate vanilla blossom. He noticed that its male and female parts were separated by a thin membrane called the rostellum. Using nothing more than a thin stick, twig, or blade of grass, he gently lifted that flap and, with a quick motion of his thumb, transferred the sticky pollen onto the stigma. The technique was incredibly simple, fast, and reliable — taking just seconds per flower. It worked every time. This breakthrough unlocked commercial vanilla production far from its native Mexico, where special bees once handled pollination. Réunion quickly became a major vanilla-growing region, and the flavor we all love spread around the world. Edmond Albius (c. 1829–1880) spent his life in horticulture on the island and passed away in Sainte-Suzanne, Réunion. Today he is honored with a street, a school, and a sculpture in his memory — a fitting tribute to the curious young mind whose discovery changed the global taste of sweetness forever.

Português
0
0
2
107
TheRealCherokeeOwl 🦉
TheRealCherokeeOwl 🦉@CherokeeOwl·
Did you know? The rich, beloved flavor of vanilla in your ice cream, cakes, and coffee owes a huge debt to the sharp observation of a 12-year-old boy named Edmond Albius. In 1841, on the island of Réunion in the Indian Ocean, a vanilla orchid vine had been flowering beautifully for over 20 years on the property where young Edmond worked — yet it had never produced a single pod. One morning, his employer, Ferréol Bellier-Beaumont, was astonished to discover two plump vanilla beans hanging from the vine. When asked how it happened, 12-year-old Edmond calmly explained that he had pollinated the flowers himself. Skeptical at first, Bellier-Beaumont watched as more pods soon appeared. He asked the boy to demonstrate — and what Edmond revealed was pure genius. Drawing on the basic botany his master had taught him (including hand-pollinating watermelon), Edmond had closely studied the delicate vanilla blossom. He noticed that its male and female parts were separated by a thin membrane called the rostellum. Using nothing more than a thin stick, twig, or blade of grass, he gently lifted that flap and, with a quick motion of his thumb, transferred the sticky pollen onto the stigma. The technique was incredibly simple, fast, and reliable — taking just seconds per flower. It worked every time. This breakthrough unlocked commercial vanilla production far from its native Mexico, where special bees once handled pollination. Réunion quickly became a major vanilla-growing region, and the flavor we all love spread around the world. Edmond Albius (c. 1829–1880) spent his life in horticulture on the island and passed away in Sainte-Suzanne, Réunion. Today he is honored with a street, a school, and a sculpture in his memory — a fitting tribute to the curious young mind whose discovery changed the global taste of sweetness forever.
TheRealCherokeeOwl 🦉 tweet media
English
28
591
2.3K
57.5K
Mauricio Leite #VAI CORINTHIANS
Mauricio Leite #VAI CORINTHIANS@MauricioLeite89·
Ela tinha 17 anos, e ele 50 anos quando casaram, e eles contaram a história deles de como se conheceram pq sofreram hater bas redes sociais, não consigo normalizar isso NUNCA, o que vcs acham disso? Comentem aí!
Português
122
16
275
46.2K