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@IceXTruths

Neste perfil, você não ouvirá apenas o que deseja, mas sim a verdade. É hora de acordar, ou você pode acabar sendo devorado pelos lobos.

Japão Katılım Şubat 2020
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Direto do Túnel do Tempo. Essa é a reunião que nunca deveria ter sido pública. Não porque escondia crime, mas porque mostrava demais. Mostrava um governo falando a verdade com a porta fechada, sem roteiro, sem maquiagem, sem aquele teatrinho que Brasília adora fazer para fingir civilidade enquanto negocia o futuro do país em mesas de bar. Aqui está o que o sistema não queria que você visse: ministros falando como gente adulta. Guedes dizendo que o Estado é pesado demais, Damares denunciando redes que deveriam estar presas há décadas, Salles falando das boiadas que emperram o Brasil, Weintraub dizendo em voz alta o que milhões pensavam, Tarcísio apresentando obra e entrega enquanto o país inteiro discutia meme na internet. E Bolsonaro. O Bolsonaro que eles tentaram transformar em monstro aparece aqui como o que sempre foi: um presidente cercado, pressionado, atacado por dentro e por fora, tentando proteger a própria família de um sistema que já tinha decidido que ele precisaria ser destruído para não atrapalhar o velho jogo de sempre. Um homem dizendo que não vai esperar foderem a família dele inteira para reagir. Um homem pedindo inteligência, não proteção para bandido. Um homem falando como pai, e não como carreirista estatal. Essa reunião expôs o que Brasília nunca quis admitir: ali dentro não tinha esquema, não tinha rachadinha federal, não tinha negociata, não tinha loteamento de cargos. Tinha gente trabalhando, discordando, debatendo e, acima de tudo, falando com sinceridade. E sinceridade, nesse país, é proibida. E mais proibido ainda é expor o mecanismo que controla tudo isso. O STF quis transformar essa reunião em escândalo, mas acabou fazendo o oposto. Revelou que, se existe um lugar onde a política brasileira parecia honesta, era naquela sala. Revelou que não havia crime, havia desconforto. Não havia conspiração, havia verdade demais. Não havia interferência, havia desespero legítimo de um governante que sabia que estavam usando o Estado para perseguir seus filhos. Essa reunião jamais deveria ter sido exposta porque ela mostra onde está o crime de verdade: não ali dentro, mas lá fora, no mesmo STF que divulgou, no Congresso que conspirava, na mídia que manipulava, no sistema que jamais aceitaria um presidente que não fosse parte da engrenagem. E o mais irônico disso tudo é que os que gritaram “interferência” nunca conseguiram apontar um único ato ilegal. O que eles viram ali não foi crime. Foi autenticidade. E autenticidade, para esse país, é imperdoável. Assista com atenção. Não é só uma reunião. É um raio-x do Brasil que nunca te mostram. E é por isso que tentaram enterrá-la. Porque aqui, pela primeira vez, você vê a verdade sem legenda, sem edição, sem filtro e sem medo. E agora? Agora o país paga o preço por não ter escutado. E ele paga o preço por ter dito a verdade. É por isso que ANISTIA não é discussão. É necessidade. É justiça histórica. É o primeiro passo para corrigir o crime que cometeram contra a democracia brasileira. Bolsonaro livre não é desejo político. É restauração. É o momento em que o Brasil finalmente vai ter que encarar tudo aquilo que a reunião ministerial expôs: quem são os corruptos, quem são os sabotadores, quem sempre mandou e quem sempre lutou sozinho. A liberdade de Bolsonaro não é sobre um homem. É sobre um país inteiro que foi sequestrado. E está na hora de devolver o Brasil ao seu povo. Reparem em cada detalhe, em cada expressão daqueles que juravam defender Bolsonaro. Olhem bem para eles hoje. Onde estão? O que viraram? Quem realmente estavam protegendo? E BOLSONARO ? Permaneceu o mesmo!
Português
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Bolsonaro: o homem que deixou de ser indivíduo e virou fenômeno Há histórias que não cabem em biografias. Elas transbordam para algo maior, quase coletivo. A trajetória de Jair Bolsonaro @jairbolsonaro , retratada a partir dos relatos de seus filhos Flávio Bolsonaro @FlavioBolsonaro , Eduardo Bolsonaro @BolsonaroSP e Carlos Bolsonaro @CarlosBolsonaro , é exatamente isso: a construção de um personagem que ultrapassa a própria vida. A infância difícil, marcada por escassez, disciplina e dureza, não aparece como vitimização. Aparece como origem. Como forja. Um ambiente onde o caráter não foi suavizado, foi endurecido. Onde a unidade familiar coexistia com a rigidez que moldaria o homem que viria depois. Esse traço, muitas vezes incompreendido, é justamente o que cria identificação. Não há ali tentativa de agradar, de moldar discurso para aceitação. Há insistência. Há convicção. Há uma personalidade que não se adapta com facilidade, e exatamente por isso, resiste. O fenômeno político não nasce apenas de ideias. Nasce de conexão. E Bolsonaro se conecta com uma camada da população que não se via representada. A internet foi o instrumento, mas não a causa. A causa foi o sentimento coletivo de ruptura, de cansaço, de busca por alguém que falasse sem filtro, sem mediação institucional. A comparação com Olavo de Carvalho surge como peça complementar. De um lado, a construção intelectual de uma nova base de pensamento. Do outro, a materialização política dessa ruptura. Dois vetores diferentes que convergiram no mesmo momento histórico. E então vem o ponto de inflexão. A violência. A tentativa de eliminação física. O ataque que, em tese, encerraria uma trajetória, mas que, na prática, a amplificou. Porque há algo recorrente na história política: quando um líder é atacado de forma percebida como injusta, ele deixa de ser apenas figura pública e passa a ser símbolo. Bolsonaro atravessa esse momento e emerge diferente. Não apenas mais forte, mas maior do que ele mesmo. Maior porque já não pertence só à própria história. Passa a pertencer à narrativa de quem o vê como representação. Esse é o elemento central do filme que se desenha. Não é apenas sobre um homem. É sobre como um homem é apropriado por um povo. Como sua trajetória individual se mistura com expectativas coletivas. Como sua figura deixa de ser apenas política e passa a ser simbólica. Na prática, o que se constrói ali é um arquétipo. O líder que não nasce pronto, mas é moldado por conflito, rejeição, ataque e, principalmente, acolhimento popular. E quando isso acontece, não há mais controle total da própria imagem. Porque naquele momento, ele já não é só Jair Bolsonaro. Ele é aquilo que as pessoas decidiram enxergar nele.
Português
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Secretary of War Pete Hegseth
UPDATE ON COVID-19 REINSTATEMENTS. We are extending the Department’s “reinstatement and return to service” guidance by an ADDITIONAL YEAR, allowing our Warriors of Conscience to return through April 1, 2027. We will continue correcting the wrongs of the Biden administration.
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Discurso do ministro André Mendonça (OAB-RJ) Completo. Mendonça expõe o vício oculto do Judiciário: o problema não é só errar, é acertar pelos motivos errados Há algo mais profundo na fala de André Mendonça do que parece à primeira vista. Quando ele diz que o juiz deve fazer o certo pelos motivos certos, ele não está fazendo poesia institucional. Está desmontando uma das maiores hipocrisias do sistema. O Brasil se acostumou a julgar decisões pelo resultado. Se agradou, virou justiça. Se incomodou, virou abuso. Mendonça rompe com essa lógica superficial e aponta o verdadeiro ponto de falha: a intenção que move a decisão. Porque uma decisão pode até parecer correta no papel e ainda assim estar contaminada. Pode acertar no efeito e errar na essência. Pode chegar ao resultado “certo” impulsionada por vaidade, pressão, cálculo político ou desejo de aplauso. E quando isso acontece, a Justiça não se fortalece, ela se corrompe silenciosamente. Esse é o ponto que poucos têm coragem de tocar. Instituições não adoecem apenas quando erram. Elas adoecem quando começam a acertar por razões erradas. Quando o juiz deixa de ser guiado pela consciência e passa a ser guiado pelo ambiente. Quando a decisão deixa de nascer do dever e passa a nascer do cenário. E é aqui que a fala ganha outra dimensão. O discurso de André Mendonça é, no fundo, uma defesa da magistratura como consciência e não como espetáculo. Ele rejeita a aura do salvador, recusa a sedução da fama e dispensa o conforto da torcida. No lugar disso, propõe algo mais raro: correção possível, humildade diante da própria imperfeição e responsabilidade real diante do cargo. Ao afirmar que o juiz não deve ser estrela, ele não faz uma observação banal. Ele toca no nervo exposto de um Judiciário onde, cada vez mais, a visibilidade disputa espaço com a serenidade e o personagem começa a engolir a função. A fala inteira é uma tentativa de restaurar peso ao ato de julgar, de devolver gravidade a uma função que não pode ser leve, nem midiática, nem performática. E isso conecta diretamente com o ponto central. O juiz que busca luz deixa de buscar verdade. O juiz que performa para plateia não decide, ele atua. E quando a toga vira figurino, a Justiça vira espetáculo. No fundo, o modelo que ele propõe é desconfortável para o tempo atual. Um juiz que não quer ser mito, não quer ser show, não quer ser justiceiro e não quer ser ídolo. Quer apenas não trair a própria consciência quando a luz do palco apagar. Quer poder olhar para a própria biografia e não carregar o peso de ter decidido certo pelos motivos errados. Essa talvez seja a parte mais poderosa de tudo. Ele fala menos sobre poder e mais sobre responsabilidade. Menos sobre autoridade e mais sobre consciência. E num ambiente tomado por vaidades institucionais infladas, isso não soa como virtude comum. Soa como resistência.
Português
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Mendonça trava bastidores, rejeita “delação meia sola” e recusa espetáculo no Supremo Nos corredores do poder, o recado de André Mendonça foi direto e sem margem para interpretação. Delação pela metade não passa. Entregar parte e blindar outra não é acordo, é encenação. E encenação, segundo ele, não terá aval. Enquanto a movimentação em torno de Daniel Vorcaro aponta para uma possível colaboração premiada, cresce a suspeita de um modelo seletivo, daqueles que expõem o conveniente e preservam o intocável. A chamada “meia sola”. Mendonça entra como ponto de ruptura. Não aceita transformar investigação em peça coreografada para agradar plateia ou proteger estruturas. Nos bastidores, a leitura é clara. Há forças em disputa dentro do próprio sistema. De um lado, articulações que tentam conduzir o desfecho com controle narrativo. Do outro, a resistência de quem não quer carregar na biografia o peso de ter passado pano institucional. A fala pública reforça o posicionamento. Juiz não é estrela. Não é protagonista de palco. É responsável por julgar com base no certo, não no conveniente. Em um ambiente onde decisões muitas vezes ganham tom midiático, a declaração soa como recado interno. O momento é delicado. A possível delação de Vorcaro não é apenas jurídica, é política. Pode redefinir relações, expor alianças e reorganizar forças. E é justamente por isso que a pressão cresce para que ela venha moldada, controlada, filtrada. Mendonça sinaliza que não entra nesse jogo. Nem espetáculo, nem acordo parcial. Ou a verdade vem inteira, ou não vem. Em um cenário onde muitos falam em estratégia, ele fala em consciência. E isso, hoje, é o que mais incomoda.
Português
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Moraes ignora laudo, segura decisão e mantém Bolsonaro sob pressão mesmo internado O caso expõe mais do que um processo. Expõe método. O ministro Alexandre de Moraes decide que o laudo médico não basta e exige uma nova perícia para avaliar a prisão domiciliar de Jair Bolsonaro, mesmo com o ex-presidente internado há dias e sem previsão de alta. A pergunta é inevitável. Se há equipe médica, hospital, acompanhamento clínico contínuo, o que exatamente está sendo colocado em dúvida. A saúde do paciente ou a conveniência da decisão. Não é a primeira negativa. Já são sucessivos pedidos recusados. Mesmo cenário, mesma resposta, mesma resistência. Agora surge a perícia independente como novo filtro. Na prática, mais tempo. Mais controle. Mais adiamento. O histórico pesa. Bolsonaro saiu da domiciliar após alegação de descumprimento de medidas, foi levado à Polícia Federal e depois transferido para a Papuda. Desde então, a regra parece clara. Qualquer flexibilização vira exceção quase impossível. A exigência de nova perícia pode ser vendida como cautela jurídica. Mas também revela um padrão. Moraes não decide no limite da dúvida. Decide no limite do controle. Nos bastidores, cresce a leitura de que a decisão já existe, apenas ainda não foi formalizada. O processo segue, o tempo passa, e o custo político aumenta. Enquanto isso, a realidade é simples. Um ex-presidente internado. Um pedido de domiciliar. Um laudo médico já apresentado. E um Supremo que continua dizendo que ainda não é suficiente. No fim, não é só sobre saúde. É sobre quem define o ritmo do jogo. E hoje, esse ritmo tem dono. Um Ditador sem escrúpulos no poder. LIBERTEM BOLSONARO
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SOUL
SOUL@Soul221122·
"🚨 Junte-se a nós AMANHÃ às 14h30 (horário do leste dos EUA) para a palestra inaugural da nossa Série de Palestras sobre Liberdade Científica do NIH, intitulada “Viral: A Busca pela Origem da COVID-19”, com uma conversa com Matt Ridley, D.Phil. Assista online através da página de videocast do NIH: bit.ly/3PsHAu5"
Jay Bhattacharya, MD, PhD@NIHDirector_Jay

🚨Join us TOMORROW at 2:30pm ET for the inaugural talk in our NIH Scientific Freedom Lecture Series, titled “Viral: The Search for the Origin of COVID-19” featuring a conversation with Matt Ridley, D.Phil. Watch online via the NIH videocast page: bit.ly/3PsHAu5

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Pri
Pri@Pri_usabr1·
André Mendonça palestrou na OAB no Rio de Janeiro e mandou o recado: “Não tenho a pretensão de ser salvador de nada. Somos servidores públicos e devemos preservar a confiança da sociedade em cada decisão.”
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DEPOIMENTO SOBRE IVERMECTINA E FENBENDAZOL Uma mulher de 61 anos do Kentucky, diagnosticada com oligodendroglioma (grau 2), compartilhou recentemente sua experiência durante uma consulta de telemedicina, relatando uma redução significativa do tumor após alguns meses. Segundo o relato dela, ela iniciou um protocolo no início de maio de 2025 que incluía: • Ivermectina – 36 mg por dia • Fenbendazol – 1500 mg por dia Após cinco meses, os resultados da ressonância magnética de acompanhamento mostraram, segundo relatos: “Uma ligeira diminuição da massa hiperintensa que não apresenta realce.” Durante a consulta de acompanhamento por telemedicina, ela explicou que sua oncologista ficou surpresa e satisfeita com os resultados dos exames de imagem, observando que a redução do tumor não era algo que ela esperava ver. Este caso também levanta discussões sobre a alegação comum de que a ivermectina e o fenbendazol não conseguem atravessar a barreira hematoencefálica. Embora sua penetração possa ser limitada, pesquisas farmacológicas existentes indicam que eles conseguem atravessá-la até certo ponto, o que pode explicar por que alguns pacientes recorrem a esses protocolos. Histórias como essa continuam a circular entre pacientes que exploram abordagens integrativas ou alternativas, e as experiências são cada vez mais compartilhadas por meio de consultas de telemedicina e redes de pacientes. Aviso: Este depoimento reflete uma experiência individual e não constitui aconselhamento médico. Os pacientes devem sempre consultar profissionais de saúde qualificados antes de tomar decisões sobre tratamentos.
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Vorcaro na PF acende alerta em Brasília e possível delação vira bomba política A ida de Daniel Vorcaro à Polícia Federal não foi um ato protocolar. Foi um movimento calculado que elevou a temperatura no Congresso e abriu caminho para um cenário que assombra bastidores: uma possível delação com efeito dominó. O que antes era tratado como investigação isolada agora ganha contornos de risco sistêmico. Vorcaro não circula sozinho. Ele conecta nomes, operações e fluxos financeiros que podem atingir diretamente o núcleo político e econômico. Nos corredores de Brasília, o clima já mudou. Não se discute mais “se” haverá impacto, mas “até onde” essa colaboração pode chegar. Cada silêncio agora pesa mais do que qualquer declaração. Se a delação avançar, não será apenas mais um capítulo. Será reconfiguração de forças. E quando isso acontece, não existem aliados estáveis, apenas sobreviventes provisórios.
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Carlos Bolsonaro
Carlos Bolsonaro@CarlosBolsonaro·
E se tudo o que te contaram não fosse a história completa? E se por trás de um homem atacado, existisse alguém movido por um propósito maior? No dia 14 de maio estreitará nos cinemas, você vai ver o que nunca te mostraram sobre Jair Messias Bolsonaro. Uma história que ajudou a despertar um país inteiro. Assista... antes de tirar suas próprias conclusões. Um filme de Doriel Francisco:
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Na Lide, Futuro Presidente do Brasil Flávio Bolsonaro (@FlavioBolsonaro ) fala sobre PL Antifacção PL antifacção coloca Lula diante de pressão política e narrativa de segurança O debate sobre o projeto de lei antifacção escancara um ponto sensível do governo Lula da Silva: a dificuldade histórica em adotar uma linha firme e objetiva contra o avanço das facções no país. Enquanto o Planalto mantém o discurso cauteloso, evitando endurecimentos mais diretos, cresce a percepção de que o governo hesita justamente no momento em que o crime organizado se estrutura como poder paralelo, com domínio territorial, financiamento próprio e capacidade de intimidação — características cada vez mais próximas de organizações terroristas. É nesse vácuo que o senador Flávio Bolsonaro ganha protagonismo ao defender que o narcotráfico seja enquadrado como terrorismo. A proposta eleva o patamar do enfrentamento, permitindo instrumentos mais rígidos de investigação, bloqueio financeiro e atuação estatal, alinhando o Brasil a práticas internacionais de combate a ameaças dessa natureza. Mais do que retórica, o discurso aponta para uma mudança de paradigma: tratar facções não como simples organizações criminosas, mas como estruturas que desafiam o próprio Estado. Ignorar essa transição, segundo críticos, é manter o país preso a políticas que já se mostraram insuficientes. O projeto também toca em pontos estratégicos que vão além da repressão direta, como o estrangulamento financeiro das facções, o aumento de penas e a ampliação de mecanismos legais para desarticular lideranças, inclusive dentro do sistema prisional. Ao evitar um posicionamento firme, Lula se coloca no centro de uma encruzilhada política: ou assume o custo de endurecer o combate ao crime organizado, ou reforça a narrativa de que seu governo ainda opera sob uma lógica ultrapassada diante de um problema que evoluiu. O avanço das facções não espera. E, neste cenário, a indefinição deixa de ser prudência e passa a ser interpretada como fraqueza.
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Carlos Bolsonaro
Carlos Bolsonaro@CarlosBolsonaro·
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Artigo médico levanta questionamentos sobre origem da Covid e segurança de vacinas mRNA Um artigo recente sustenta que tanto o SARS-CoV-2 quanto as vacinas mRNA estariam ligados a pesquisas laboratoriais avançadas, com indícios que, segundo os autores, não seriam compatíveis com uma evolução puramente natural. De acordo com o texto, o vírus apresenta características estruturais consideradas incomuns, enquanto a velocidade no desenvolvimento das vacinas levanta dúvidas sobre possível conhecimento prévio do agente. O artigo também aponta potenciais efeitos adversos associados às vacinas, incluindo reações imunológicas, eventos cardiovasculares e possíveis impactos de longo prazo, argumentando que esses riscos podem ter sido subestimados durante a pandemia. No campo institucional, há críticas à condução do debate científico, com alegações de restrição de discussões e falhas em transparência. O conteúdo reacende uma disputa sensível: até que ponto ciência, política e interesses globais caminharam juntos durante a maior crise sanitária recente. jpands.org/vol30no3/zywie…
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Daniel Vorcaro assina termo e avança para possível delação premiada O empresário Daniel Vorcaro formalizou a assinatura de um termo que pode levá-lo a um acordo de delação premiada, em um movimento que sinaliza mudança relevante no cenário das investigações em curso. A medida indica que Vorcaro passa a colaborar com autoridades, abrindo espaço para revelações que podem atingir estruturas financeiras, conexões políticas e eventuais esquemas ainda não expostos. Nos bastidores, a expectativa é de que o conteúdo da colaboração tenha potencial de ampliar o alcance das apurações e gerar desdobramentos em cadeia. O avanço da delação reposiciona o caso: deixa de ser apenas defesa individual e passa a ser instrumento de pressão sistêmica sobre outros envolvidos.
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Fox News
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BREAKING: Martial arts icon and screen legend Chuck Norris passes away at 86, leaving behind a legacy of discipline and devotion. | @AmericaNewsroom "He lived his life with faith, purpose, and an unwavering commitment to the people he loved. Through his work, discipline, and kindness, he inspired millions around the world and left a lasting impact on so many lives."
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Avião com André Mendonça tem decolagem abortada após falha mecânica — e o Brasil continua fingindo que tudo é apenas coincidência técnica. O piloto fez o que se espera de um profissional sério: identificou a falha ainda em solo e abortou o voo. Procedimento padrão, protocolo seguido, risco evitado. O avião sairia de Brasília rumo ao Rio, mas foi interrompido antes da decolagem, e o ministro acabou seguindo viagem em outro voo sem maiores consequências. Tudo dentro da normalidade. Tudo correto. Tudo limpo demais. E é justamente aí que começa o incômodo. Porque o Brasil vive uma era em que fatos isolados já não são mais apenas fatos. Eles carregam contexto, carregam atmosfera, carregam um certo silêncio que pesa mais do que qualquer barulho. Não se trata de sugerir conspiração barata. Trata-se de reconhecer o ambiente. Um país onde decisões de altíssimo impacto são tomadas em gabinetes fechados, onde tensões institucionais fervem longe das câmeras e onde nomes do topo do poder orbitam constantemente zonas de conflito político, jurídico e moral. Teori Zavascki sabia disso. Morreu num acidente aéreo em um momento em que o país também fervia. Um episódio que nunca saiu completamente da zona de desconfiança coletiva, ainda que tecnicamente explicado, oficialmente encerrado, institucionalmente arquivado. Mas o Brasil não arquiva sensações. O Brasil guarda cicatrizes em silêncio. E quando surge a notícia de um novo voo abortado envolvendo um ministro do Supremo, a reação não é alívio imediato. É um segundo de suspensão. Um breve congelamento da realidade. Um pensamento que passa rápido demais para ser dito em voz alta, mas lento o suficiente para incomodar. Nada aconteceu. E, ao mesmo tempo, tudo ecoa. Porque o problema nunca foi apenas o fato. O problema é o ambiente onde o fato acontece. Um ambiente onde confiança institucional já não é sólida, onde transparência virou peça decorativa e onde qualquer evento envolvendo figuras centrais do poder carrega um peso simbólico muito maior do que deveria. O avião não caiu. Mas a sensação de normalidade também não decola. E talvez esse seja o retrato mais honesto do Brasil de hoje. Um país em que até quando tudo dá certo, ninguém consegue relaxar.
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Gilmar Mendes vai votar pela condenação de Vorcaro? Gilmar Mendes chega ao voto final num daqueles roteiros que fazem o Brasil parecer uma república escrita por estagiário de tragédia institucional. Três ministros já se posicionaram pela manutenção da prisão de Daniel Vorcaro, Toffoli saiu de cena por suspeição, e o país fica olhando para o último gesto do decano como quem espera a campainha de um elevador que já deveria ter parado no andar da verdade faz tempo. Não se trata mais apenas de um banqueiro. Trata-se do cheiro de podridão que sobe quando poder, dinheiro, intimidação e bastidor começam a falar a mesma língua. O ponto mais corrosivo disso tudo nem é só a prisão em si. É o que ela anuncia. Quando um caso deixa de ser mera notícia policial e passa a produzir rumor de delação, troca de defesa, conversa com investigadores e expectativa de colaboração, o que se vê não é apenas um réu acuado. O que se vê é a possibilidade concreta de o subsolo começar a ranger. E, no Brasil, toda vez que o subsolo range, a elite finge que é vento. Nunca é vento. É estrutura cedendo. Há ainda um detalhe deliciosamente revelador, no pior sentido da palavra. A eventual delação só ganha musculatura real se atingir alguém acima. Eis a velha lógica da engrenagem criminosa: o operador sempre sabe que não opera sozinho. O intermediário sempre carrega no bolso nomes que não aparecem em ata. E o sistema inteiro treme quando surge a hipótese de que alguém, de dentro, resolva trocar lealdade por sobrevivência. Nesse momento, o discurso jurídico continua solene, mas os corredores já estão correndo. O Brasil vive dessa encenação de respeitabilidade. Tudo muito técnico, tudo muito formal, tudo muito protocolar, enquanto o país assiste à mistura entre finança, influência, medo e conveniência com a naturalidade de quem já foi treinado para achar o absurdo normal. Quando a suspeita deixa de rondar só a periferia do poder e encosta no núcleo onde decisões, relações e blindagens se encontram, não é apenas um homem que pode cair. É a fantasia da impunidade seletiva que começa a perder maquiagem. Se Gilmar acompanhar a manutenção da prisão, o recado será claro: há fumaça demais para continuar vendendo isso como neblina processual. Se houver divergência relevante, a temperatura política sobe ainda mais. Mas uma coisa já está dada. O caso deixou de ser episódio isolado. Virou sintoma. E sintoma, quando ignorado por muito tempo, não vira paz. Vira colapso.
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Só no Japão mesmo 😂🔥 Yamada, Yumi e Eri já estão no estoque! E pras damas: Yuki e Ken liberados! Ainda não comprou? Corre antes que acabe!!!🤣🤣🤣👇
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Sinal de Alerta Cresce: Estudos Levantam Questionamentos Sobre Vacinas da COVID-19 e Câncer Uma nova onda de análises coloca números pesados na mesa — e eles não estão sendo ignorados por quem está prestando atenção. Estudos envolvendo 8,7 milhões de pessoas apontam associação com aumento no risco de até 7 tipos de câncer. Ao mesmo tempo, dados recentes indicam mais de 138 mil mortes por câncer acima do esperado nos Estados Unidos desde 2021. Não é mais um debate marginal. São números grandes demais para serem descartados com um rótulo rápido. A discussão agora sai do campo da eficácia imediata e entra em uma zona muito mais sensível: efeitos de médio e longo prazo. E é exatamente aí que o desconforto começa. Porque se esses dados existem, se essas análises estão sendo feitas, a pergunta deixa de ser técnica e passa a ser institucional: Por que o debate ainda encontra resistência? Por que questionar ainda provoca reação automática em vez de investigação aberta? A ciência não avança ignorando sinais. Avança investigando. Mas quando determinados temas se tornam intocáveis, o problema deixa de ser apenas científico. Passa a ser estrutural. E os números, gostem ou não, já estão na mesa.
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O Dr. José Nasser foi direto ao ponto que muitos evitam até mencionar em voz alta. Ivermectina. Fenbendazol. E mais do que isso, ele trouxe algo que muda completamente o nível da discussão: pesquisas sendo conduzidas no Japão, dentro de um ambiente científico sério, analisando justamente esses mecanismos que o debate público tenta empurrar para a margem. Não é conversa de internet. É laboratório. É via celular. É bioquímica. Ele não fala em milagre. Ele fala em processo. Em como essas substâncias podem interferir em vias como Wnt, mTOR, inflamação e no próprio microambiente tumoral. Ou seja, nos pilares que sustentam o crescimento e a sobrevivência das células cancerígenas. E aqui começa o desconforto real. Se existem estudos, se existem sinais biológicos plausíveis, se existem pesquisas acontecendo — inclusive no Japão — por que o debate é automaticamente fechado? Por que certas substâncias são descartadas antes mesmo de serem amplamente investigadas em larga escala? A resposta não está apenas na medicina. Está no modelo. Porque estamos falando de compostos baratos, fora de patente, que não alimentam a engrenagem bilionária da indústria. E isso muda completamente o interesse em torno deles. Nasser não afirma cura. Ele não vende solução fácil. Ele levanta algo muito mais perigoso para o sistema: a necessidade de investigar sem filtro, sem tabu, sem bloqueio prévio. E isso deveria ser o básico. Mas hoje, questionar virou risco. Investigar virou resistência. E propor caminhos fora do padrão virou quase um ato de afronta. Então a pergunta que fica não é se funciona ou não. É outra. Quem decidiu que isso não pode nem ser testado com a seriedade que merece?
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