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@IceXTruths
Os fatos passam. Os padrões permanecem. Aqui você aprende a enxergar ambos.
Japão Katılım Şubat 2020
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Direto do Túnel do Tempo.
Essa é a reunião que nunca deveria ter sido pública. Não porque escondia crime, mas porque mostrava demais. Mostrava um governo falando a verdade com a porta fechada, sem roteiro, sem maquiagem, sem aquele teatrinho que Brasília adora fazer para fingir civilidade enquanto negocia o futuro do país em mesas de bar.
Aqui está o que o sistema não queria que você visse: ministros falando como gente adulta. Guedes dizendo que o Estado é pesado demais, Damares denunciando redes que deveriam estar presas há décadas, Salles falando das boiadas que emperram o Brasil, Weintraub dizendo em voz alta o que milhões pensavam, Tarcísio apresentando obra e entrega enquanto o país inteiro discutia meme na internet.
E Bolsonaro. O Bolsonaro que eles tentaram transformar em monstro aparece aqui como o que sempre foi: um presidente cercado, pressionado, atacado por dentro e por fora, tentando proteger a própria família de um sistema que já tinha decidido que ele precisaria ser destruído para não atrapalhar o velho jogo de sempre. Um homem dizendo que não vai esperar foderem a família dele inteira para reagir. Um homem pedindo inteligência, não proteção para bandido. Um homem falando como pai, e não como carreirista estatal.
Essa reunião expôs o que Brasília nunca quis admitir: ali dentro não tinha esquema, não tinha rachadinha federal, não tinha negociata, não tinha loteamento de cargos. Tinha gente trabalhando, discordando, debatendo e, acima de tudo, falando com sinceridade. E sinceridade, nesse país, é proibida. E mais proibido ainda é expor o mecanismo que controla tudo isso.
O STF quis transformar essa reunião em escândalo, mas acabou fazendo o oposto. Revelou que, se existe um lugar onde a política brasileira parecia honesta, era naquela sala. Revelou que não havia crime, havia desconforto. Não havia conspiração, havia verdade demais. Não havia interferência, havia desespero legítimo de um governante que sabia que estavam usando o Estado para perseguir seus filhos.
Essa reunião jamais deveria ter sido exposta porque ela mostra onde está o crime de verdade: não ali dentro, mas lá fora, no mesmo STF que divulgou, no Congresso que conspirava, na mídia que manipulava, no sistema que jamais aceitaria um presidente que não fosse parte da engrenagem.
E o mais irônico disso tudo é que os que gritaram “interferência” nunca conseguiram apontar um único ato ilegal. O que eles viram ali não foi crime. Foi autenticidade. E autenticidade, para esse país, é imperdoável.
Assista com atenção.
Não é só uma reunião.
É um raio-x do Brasil que nunca te mostram.
E é por isso que tentaram enterrá-la. Porque aqui, pela primeira vez, você vê a verdade sem legenda, sem edição, sem filtro e sem medo.
E agora?
Agora o país paga o preço por não ter escutado.
E ele paga o preço por ter dito a verdade.
É por isso que ANISTIA não é discussão.
É necessidade.
É justiça histórica.
É o primeiro passo para corrigir o crime que cometeram contra a democracia brasileira.
Bolsonaro livre não é desejo político.
É restauração.
É o momento em que o Brasil finalmente vai ter que encarar tudo aquilo que a reunião ministerial expôs:
quem são os corruptos, quem são os sabotadores, quem sempre mandou e quem sempre lutou sozinho.
A liberdade de Bolsonaro não é sobre um homem.
É sobre um país inteiro que foi sequestrado.
E está na hora de devolver o Brasil ao seu povo.
Reparem em cada detalhe, em cada expressão daqueles que juravam defender Bolsonaro. Olhem bem para eles hoje. Onde estão? O que viraram? Quem realmente estavam protegendo? E BOLSONARO ? Permaneceu o mesmo!
Português

A reação já começou.
Eduardo Bolsonaro @BolsonaroSP afirmou que as últimas decisões contra a família Bolsonaro produziram o efeito contrário ao esperado: unificaram a direita e reforçaram a candidatura de Flávio Bolsonaro @FlavioBolsonaro .
"Se eles querem uma coisa, a gente tem que fazer o oposto."
Essa frase de Eduardo Bolsonaro resume muito mais do que uma estratégia política. Resume um estado de espírito.
Ao afirmar que "os nossos adversários estão agonizando. Eles esperam que a gente desista", Eduardo sustenta que cada nova tentativa de isolar Bolsonaro, impedir visitas, restringir manifestações ou interferir na comunicação acaba produzindo o efeito inverso: desperta quem ainda assistia tudo em silêncio.
Para ele, "o Moraes está unindo a direita". A pressão deixou de fragmentar e passou a consolidar um único objetivo. O que muitos enxergavam como sinal de fraqueza passou a ser interpretado como demonstração de medo de quem acredita que pode perder o controle.
Eduardo também faz um alerta que considera decisivo: "Essa é a eleição mais importante da história do Brasil." Na visão dele, não será apenas uma disputa entre candidatos, mas uma escolha sobre qual modelo institucional o país seguirá nas próximas décadas.
Por isso insiste: "A gente tem que botar a boca no trombone." Não como um ato de revolta passageira, mas como reação àquilo que considera um momento histórico para o país.
E encerra lembrando uma frase que transformou em lema de resistência:
"Quem resistir mais tempo ganha."
Para Eduardo Bolsonaro, o jogo deixou de ser apenas eleitoral. Tornou-se uma disputa entre perseverança e desistência. E a mensagem é clara: quem acredita nessa causa não pode recuar justamente quando a pressão aumenta.
Via: Rede Comunica Brasil
youtube.com/watch?v=HmLM-S…

YouTube
Português

Tiago Miranda, o publicitário de confiança do banqueiro Daniel Vorcaro, anunciou o fechamento da agência Miti após ser alvo da 10ª fase da Operação Compliance Zero.
Tradução: o cara que produzia dossiês sujos, contratava influenciadores para difamar adversários, invadia vida privada de jornalista (inclusive da Malu Gaspar) e atacava o Banco Central agora vai tirar “ano sabático”.
Cansado da rotina, né? Deve estar exausto de tanto trabalhar para proteger banqueiro amigo do sistema.
Esse é o governo Lula: enquanto o povo paga a conta, a quadrilha de sempre usa dossiê, fake news paga e intimidação para calar quem incomoda.
Agora fecha a lojinha e tira férias. Que lindo.
Brasil virou terra sem lei para quem tem os contatos certos. 🤡
Português

Flávio Dino manda PF “ampliar investigações” sobre o Orçamento Secreto.
Que coragem, hein? O mesmo governo que criou, alimentou e usou o Orçamento Secreto como caixa 2 eleitoral agora manda investigar… depois de anos sugando bilhões.
9 de 15 municípios com irregularidade. Tradução: quase tudo era roubo.
Lula e companhia transformaram o Brasil num grande “PIX dos amigos” e agora posam de justiceiros. É piada.
O maior escândalo de corrupção da história recente virou “vamos investigar melhor”.
Patético.
🇧🇷🤡

Português

O Governo Lula aprova etanol a 32% na gasolina e chama de “vitória”.
Parabéns, gênios! O petróleo sobe e a solução é diluir a gasolina até virar água de coco com cheiro de cana.
Menos importação? Claro, agora o brasileiro importa desempenho zero e conta de luz nas alturas.
Obra-prima petista: carro andando devagar, bolso vazio e ainda com cara de quem salvou o planeta.
Lula não governa, ele sabota com sorriso no rosto. 🇧🇷🔥

Português

JOGO COMBINADO?
Ronaldo Caiado resolveu dizer que Lula e Flávio Bolsonaro "fazem o mesmo jogo". A pergunta inevitável é: qual jogo? O de quem governa com a máquina do Estado e conta com decisões judiciais que atingem diretamente seu principal adversário? Ou o de uma família que convive há anos com operações, buscas, quebras de sigilo, bloqueios, investigações, inquéritos sucessivos e restrições impostas por decisões judiciais?
Se realmente existisse esse suposto "jogo combinado", seria a parceria mais curiosa da história política. De um lado, um governo que tem no bolsonarismo seu principal adversário eleitoral. Do outro, uma família que enfrenta uma sucessão de medidas judiciais e políticas que seus apoiadores apontam como perseguição. Difícil chamar isso de combinação quando um dos lados acumula o custo político e jurídico dessa disputa.
A fala de Caiado parece menos uma análise dos fatos e mais uma tentativa de ocupar o espaço da chamada terceira via, criando uma falsa equivalência entre dois polos para tentar se apresentar como alternativa. É uma estratégia conhecida: quando não consegue crescer por mérito próprio, tenta desgastar os dois lados ao mesmo tempo.
Mas a memória do eleitor também existe.
Foi justamente Ronaldo Caiado quem, durante a pandemia, adotou uma das posturas mais rígidas do país, com fechamento de atividades, restrições severas e medidas que atingiram diretamente trabalhadores e empresários goianos.
Quem hoje tenta posar de alternativa à polarização precisa primeiro explicar suas próprias decisões. Porque o eleitor pode até esquecer um discurso, mas dificilmente esquece quem fechou o comércio, restringiu liberdades e colocou milhares de pessoas diante da incerteza em nome de decretos que marcaram aquele período.
Antes de acusar outros de "jogo combinado", talvez fosse mais prudente olhar para o próprio histórico. Afinal, coerência continua sendo um requisito básico para quem pretende pedir o voto dos brasileiros.

Português

Boris Casoy resumiu o Brasil:
“Todos os animais são iguais perante a lei… mas alguns são mais iguais que os outros.”
Moraes apagando aspas, proibindo filho de visitar pai na prisão e decidindo que carta do cárcere vira “interferência eleitoral”.
Depois do primeiro turno pode? Claro.
Porque aqui não é Estado de Direito, é Granja dos Porcos com toga.
Alguns são bem mais iguais, né, doutor? 🐷
Português

Uma manchete que levanta mais perguntas do que respostas.
"Michelle alertou sobre o risco de decisão judicial com a divulgação da carta."
Como assim?
Ela alertou baseada em quê?
Em uma avaliação jurídica?
Em uma hipótese?
Ou já sabia que exatamente aquela decisão seria tomada?
Porque, convenhamos, não estamos falando de uma previsão genérica. Estamos falando de uma medida extremamente específica: impedir Flávio Bolsonaro de visitar o próprio pai por 90 dias, justamente durante o período eleitoral.
E tem outra contradição que ninguém explica.
A carta de Jair Bolsonaro foi cristalina:
"Flávio é o meu indicado."
"Flávio tem a minha confiança."
"Flávio é o meu porta-voz."
Então de onde surgiu essa narrativa de que Michelle agora passa a ser a principal porta-voz?
Quem mudou isso?
Foi Jair Bolsonaro?
Foi alguma nova carta?
Ou foi simplesmente uma construção conveniente para tentar reescrever a última manifestação pública do próprio Bolsonaro?
A reportagem desperta uma dúvida legítima.
Se Michelle realmente alertou antes da publicação da carta sobre uma decisão tão específica, como ela chegou a essa conclusão?
Foi apenas uma avaliação prudente ou havia alguma informação que o restante dos brasileiros desconhecia?
Perguntar não é atacar ninguém.
É apenas buscar entender uma sequência de fatos que, no mínimo, merece explicação.

Português

Em 2019, o então advogado Cristiano Zanin leu publicamente carta de Lula preso. Sem problema nenhum.
Agora, Alexandre de Moraes proíbe Flávio Bolsonaro de ler mensagem do pai preso.
Dois pesos, duas medidas.
Quando é o companheiro, visita, carta e leitura são direitos humanos sagrados. Quando é o adversário político, vira “risco à democracia”.
A toga não julga. A toga escolhe lado.
Hipocrisia institucionalizada. 😤

Português

Lula sancionou lei que obriga educação política no currículo escolar básico.
Em um país onde o governo controla STF, PF, dinheiro público e agora quer moldar a cabeça das crianças desde cedo com sua versão de “cidadania” e “realidade social e política”.
Não é educação. É doutrinação estatal obrigatória.
Enquanto o Brasil afunda em corrupção, inflação e instituições rejeitadas, a solução é ensinar politiquice petista na sala de aula.
Que futuro brilhante. 😑

Português

Pesquisa Futura/Apex: Congresso Nacional desaprovado por 61,4% e aprovado por míseros 26,2%.
Resumo do Brasil:
STF: 52,3% contra
Congresso: 61,4% contra
O povo tá rejeitando quase tudo que manda no país.
Mas segue o baile: eles continuam se achando donos do Brasil, enquanto o brasileiro mal consegue pagar conta no final do mês.
Instituições podres com aprovação no chão. O recado tá dado. 🔥😂

Português

Pesquisa Futura/Apex: STF desaprovado por 52,3% e aprovado por apenas 35,9% dos brasileiros.
Enquanto o povo rejeita, o ministro Alexandre de Moraes segue mandando no país, a família faturando alto com bancos em crise e pareceres “éticos” sobre dinheiro de aposentadoria pública.
O Supremo não representa o Brasil. O Brasil só não aguenta mais o Supremo.
52,3% já perceberam. O resto vai perceber. 😂

Português

O Banco Master, já afundado em crise e com a PF no encalço por bilhões suspeitos de RPPS (dinheiro de aposentadoria de servidor), correu pro escritório da mulher, filha e cunhada de Alexandre de Moraes pra perguntar: “Podemos pegar esses fundos públicos?”
Parecer da família: “Tá apto sim… mas risco alto de corrupção, conflito de interesses e responsabilidade objetiva por atos contra a administração pública (Lei 12.846).”
Tradução: “Pode meter a mão, mas se der ruim a gente já avisou no papel pra se proteger.”
Enquanto isso, o escritório faturava dezenas de milhões do mesmo banco.
Família Moraes: consultoria ética e preventiva desde 2024. Que lindo. Que casualidade. 😂
Português

速報:ブラジル最高裁判所のアレシャンドリ・ジ・モラエス判事は、上院議員 フラヴィオ・ボルソナロ が、自宅軟禁中の実父 ジャイル・ボルソナロ と選挙が終わるまで接触することを禁止しました。
司法命令によって、息子が父親と話すことさえ禁じられたのです。
これは法の支配ではありません。
これは民主主義ではありません。
これは権力の乱用です。
ブラジルの司法が一つの政治勢力全体の声を封じようとしている現実から、世界は目を背けてはなりません。
選挙とは、単に票を投じる行為ではありません。
それは国民の「声」を表すものです。
そして、モラエス判事はその声を奪おうとしています。
🇧🇷 見てください。共有してください。そして声を上げてください。
Eduardo Bolsonaro🇧🇷@BolsonaroSP
BREAKING: Brazil’s Supreme Court justice Alexandre de Moraes just banned Sen. @FlavioBolsonaro from contacting our own father - @jairbolsonaro , under house arrest - until the election. A son forbidden from speaking to his father by judicial decree. This isn’t law. This isn’t democracy. This is abuse of power. The world cannot look away while Brazil’s judiciary silences an entire political movement. An election isn’t just a vote, it’s a voice. And Moraes is trying to take that voice away. 🇧🇷 Watch. Share. Speak up. #BolsonaroFree #FreeBrazil
日本語
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A live de Flávio Bolsonaro não foi apenas uma resposta a uma decisão judicial. Foi um pronunciamento para o Brasil e, principalmente, para todos aqueles que ainda tinham dúvidas sobre o rumo do bolsonarismo em 2026.
Durante toda a transmissão, Flávio deixou claro que não falava apenas como filho. Falava como o candidato escolhido por Jair Bolsonaro, como seu advogado e como aquele que recebeu a missão de conduzir o próximo capítulo desse projeto político.
A frase que resume toda a live foi dita sem rodeios:
"Eu sou o seu indicado, tenho a sua confiança e sou o seu porta-voz."
Essa afirmação encerra meses de especulações, disputas internas e narrativas construídas por quem insistia em dizer que Bolsonaro ainda não havia decidido quem representaria seu legado político.
Flávio também explicou por que considera a decisão de Alexandre de Moraes uma interferência direta no processo eleitoral. O prazo de 90 dias coincide exatamente com o período mais importante da campanha.
Ele perguntou aquilo que milhões de brasileiros também passaram a questionar:
"Eu só poderia voltar a falar com o presidente Bolsonaro após o primeiro turno das eleições desse ano. Alguém acha que isso é uma coincidência?"
E foi além:
"Qual o critério para ele estabelecer 90 dias?"
Segundo Flávio, não se trata apenas de impedir uma visita familiar. Trata-se de impedir que um filho converse com seu pai, que um advogado converse com seu cliente e que um candidato tenha contato com o líder político que o escolheu para representar milhões de brasileiros.
Em outro momento marcante, ele lembrou que a carta publicada não trazia qualquer conteúdo ilícito. Pelo contrário, apenas reafirmava aquilo que Jair Bolsonaro já vinha dizendo há meses.
"Ele novamente reafirma a minha pré-candidatura, que eu sou o seu indicado, que eu tenho a sua confiança e também que eu sou o seu porta-voz."
Essa foi, talvez, a maior mensagem da noite.
Não existe mais espaço para dúvidas sobre quem recebeu a confiança de Jair Bolsonaro.
Flávio também fez questão de lembrar que sua atuação não se limita ao aspecto político. Ele integra formalmente a defesa do ex-presidente.
"Eu sou advogado, estou inscrito nos autos para fazer a sua defesa."
E reforçou que não abrirá mão das prerrogativas da advocacia:
"Eu já conversei com a OAB Federal para que eles se posicionem em defesa das minhas prerrogativas como advogado."
Mesmo diante das restrições impostas, a live esteve longe de transmitir desânimo.
Ao contrário.
Em vários momentos, Flávio demonstrou que considera cada obstáculo como mais um motivo para seguir adiante.
"Isso não vai me abalar. Isso não vai me intimidar."
E completou:
"Quando acontece esse tipo de sacanagem, isso me dá ainda mais força, aumenta a minha responsabilidade e me dá muito mais entusiasmo para continuar."
Outro trecho que merece destaque foi quando explicou que sua candidatura nunca nasceu de uma ambição pessoal.
"Eu nunca quis ser candidato a presidente da República."
Segundo ele, a decisão foi fruto de uma missão recebida diretamente de Jair Bolsonaro.
"O presidente Bolsonaro me passou o seu manto e me indicou para eu entrar nessa missão."
Ao falar sobre o futuro, Flávio projetou uma imagem que emocionou milhares de apoiadores.
"O presidente Bolsonaro é quem vai colocar a faixa de presidente em mim em janeiro do ano que vem."
A frase simboliza mais do que uma eleição. Representa a continuidade de um projeto político que, segundo ele, tentam interromper por meios que vão além da disputa democrática.
No encerramento, Flávio deixou claro que não pretende recuar.
"A única pessoa que me tira é Deus."
E concluiu convocando aqueles que acreditam nesse projeto a permanecerem unidos.
"A gente vai resgatar esse Brasil. A gente vai honrar o presidente Bolsonaro."
A live terminou exatamente como começou: reafirmando confiança, lealdade e propósito.
Não foi apenas uma defesa de Jair Bolsonaro.
Foi a confirmação pública de que Flávio Bolsonaro assume a responsabilidade de conduzir o projeto político iniciado pelo pai, carregando consigo uma missão que, segundo suas próprias palavras, recebeu diretamente daquele que continua sendo a maior liderança da direita brasileira.
Português

Flávio Bolsonaro detonando:
Alexandre de Moraes não quer só deixar meu pai incomunicável e humilhado… quer jogar ele de volta na cadeia pra botar a culpa no filho.
Inventou risco de fuga, botou tornozeleira eletrônica… e agora usa até vigília de oração com pastores como prova de que os filhos “atrapalham”.
É isso mesmo? Rezar pelo pai virou crime?
Que insanidade atrás da outra. Que loucura sem fim.
Moraes não persegue Bolsonaro.
Ele tá possuído por um ódio que já virou comédia trágica.
Português

Flávio Bolsonaro, que é advogado do próprio pai, foi proibido por Alexandre de Moraes de visitá-lo na prisão domiciliar por causa de uma carta.
Enquanto isso, dentro da cadeia comum: presos gravando TikTok, todo mundo com celular na mão, fumando, batendo papo, “telefone da cadeia tá de boa”, ligação pra família.
Isso não é só absurdo. É um escárnio contra a Constituição. Proibir um advogado de visitar seu cliente fere o direito à ampla defesa, o sigilo profissional e os princípios mais básicos da execução penal.
Mas pra Bolsonaro, vale tudo. Pra bandido comum, é TikTok livre.
Justiça seletiva brasileira nojenta.
Vergonha internacional.
Português

Flávio Bolsonaro direto:
“Eu conheci na pele: pai preso injustamente, irmão exilado. Perseguição 24h. Mas eu não vou desistir.”
Faltam 80 dias pra eleição. Essa é a ÚLTIMA chance do Brasil não afundar de vez em mais 4 anos de Lula.
Se você tá cansado dessa perseguição e dessa destruição, comenta agora:
Eu não desisto do meu Brasil.
Hora de reagir.
#EuNãoDesistoDoMeuBrasil
Português

Flávio Bolsonaro sem filtro:
“Ninguém aguenta mais. O cidadão de bem sufocado de medo na rua, enquanto o marginal passeia solto.”
Bandido dando tiro em ônibus, arrastão no Rio, narcoterrorismo dominando. E o governo? De mãos atadas, abraçando direitos humanos de vagabundo.
Tem que ser pau, cadeia ou neutralizado na hora. Se enfrentar a polícia, tem que acabar ali mesmo.
Chega de moleza com bandido! O povo trabalhador não aguenta mais essa humilhação.
Brasil virou terra sem lei.
#SegurançaJá #FlavioNaReal
Português

Flávio Bolsonaro detonando a real:
“Com 600 reais do Bolsonaro enchia o carrinho. Hoje? Nem o arroz e o feijão parcelado dá.”
Lula transformou picanha em artigo de luxo, café em ouro e o povo em malabarista de supermercado.
Dívida impagável, inflação devorando o bolso e ainda mentem descaradamente.
O Brasil tá quebrado, mas o PT segue no mundo da fantasia.
Acorda, povo!
@FlavioBolsonaro Para Presidente em 2026
Português
