Conça Pessoa 2ª conta a 1ª feita em 2018

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@ConcaPessoa

A frase "faça 1984 ficção novamente" nunca foi tão precisa.

Oporto, Portugal Beigetreten Ocak 2022
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Médicos Pela Liberdade
Médicos Pela Liberdade@MedicoLiberdade·
O SAPO NÃO ENTENDE O "DIALETO" MINEIRO E EU NÃO ENTENDO O QUE ELE FALA QUANDO COAXA.
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Wilson Lima
Wilson Lima@wilsonlimaslz·
Hei... Erika Hilton... a senhora não vai classificar o ministro Gilmar Mendes de transfóbico não?
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Conça Pessoa 2ª conta a 1ª feita em 2018
“O problema seria menor se essa incapacidade de aprender ficasse restrita à vida privada de alguém. Cada pessoa tem o direito de errar com o próprio dinheiro, com a própria casa, com a própria família”…
Jeffs@Jeffssss_

"O PT nada esquece. Mas também nada aprende. Dez anos depois do impeachment de Dilma Rousseff, o Brasil continua pagando a conta de uma tragédia econômica que o PT nunca teve coragem moral de reconhecer. O governo Dilma não foi um acidente meteorológico. Não foi uma tempestade imprevisível. Foi uma sequência de escolhas erradas, sustentadas por arrogância ideológica, negacionismo fiscal e desprezo pela realidade. E aqui está o ponto central: quem vive na mentira não corrige rota. Quem nega o erro, repete o erro. Em 2016, o PIB brasileiro caiu 3,3%, com retração na agropecuária, na indústria e nos serviços, segundo o IBGE. Não foi uma “narrativa da oposição”. Foi destruição real de riqueza, emprego, renda, confiança e futuro.  O problema seria menor se essa incapacidade de aprender ficasse restrita à vida privada de alguém. Cada pessoa tem o direito de errar com o próprio dinheiro, com a própria casa, com a própria família. O drama começa quando a mesma mentalidade é aplicada a um país de mais de 200 milhões de habitantes — e ainda é aplaudida por parte da elite que se considera sofisticada, iluminada e “inteligente”. O resultado é o que estamos vendo: Dilma 4.0, agora com outro crachá. A mesma fé no gasto público como solução mágica. A mesma aversão à responsabilidade fiscal. A mesma crença infantil de que vontade política revoga matemática. A mesma tentativa de tratar limite orçamentário como detalhe burguês. A diferença é que, desta vez, o país tem um Banco Central autônomo, com objetivo legal de assegurar a estabilidade de preços — uma trava institucional que reduz o espaço para aventuras ainda maiores. A autonomia foi formalizada pela Lei Complementar 179/2021, justamente para proteger a moeda da conveniência política de curto prazo.  Mesmo assim, o fiscal voltou ao centro da preocupação. O próprio Tesouro Nacional registrou déficit primário de R$ 30,046 bilhões em fevereiro de 2026. A aritmética não milita. A conta sempre chega.  Margaret Thatcher resumiu bem a doença: governos socialistas acabam quando acaba o dinheiro dos outros. O Brasil precisa parar de tratar irresponsabilidade fiscal como sensibilidade social. Não há justiça social possível em país quebrado. Não há desenvolvimento sem confiança. Não há crescimento sustentável quando o Estado insiste em gastar como se a riqueza brotasse de decreto. O PT não superou Dilma. Apenas empurrou Dilma para baixo do tapete. E agora o tapete está se mexendo de novo".

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Jeffs
Jeffs@Jeffssss_·
"O PT nada esquece. Mas também nada aprende. Dez anos depois do impeachment de Dilma Rousseff, o Brasil continua pagando a conta de uma tragédia econômica que o PT nunca teve coragem moral de reconhecer. O governo Dilma não foi um acidente meteorológico. Não foi uma tempestade imprevisível. Foi uma sequência de escolhas erradas, sustentadas por arrogância ideológica, negacionismo fiscal e desprezo pela realidade. E aqui está o ponto central: quem vive na mentira não corrige rota. Quem nega o erro, repete o erro. Em 2016, o PIB brasileiro caiu 3,3%, com retração na agropecuária, na indústria e nos serviços, segundo o IBGE. Não foi uma “narrativa da oposição”. Foi destruição real de riqueza, emprego, renda, confiança e futuro.  O problema seria menor se essa incapacidade de aprender ficasse restrita à vida privada de alguém. Cada pessoa tem o direito de errar com o próprio dinheiro, com a própria casa, com a própria família. O drama começa quando a mesma mentalidade é aplicada a um país de mais de 200 milhões de habitantes — e ainda é aplaudida por parte da elite que se considera sofisticada, iluminada e “inteligente”. O resultado é o que estamos vendo: Dilma 4.0, agora com outro crachá. A mesma fé no gasto público como solução mágica. A mesma aversão à responsabilidade fiscal. A mesma crença infantil de que vontade política revoga matemática. A mesma tentativa de tratar limite orçamentário como detalhe burguês. A diferença é que, desta vez, o país tem um Banco Central autônomo, com objetivo legal de assegurar a estabilidade de preços — uma trava institucional que reduz o espaço para aventuras ainda maiores. A autonomia foi formalizada pela Lei Complementar 179/2021, justamente para proteger a moeda da conveniência política de curto prazo.  Mesmo assim, o fiscal voltou ao centro da preocupação. O próprio Tesouro Nacional registrou déficit primário de R$ 30,046 bilhões em fevereiro de 2026. A aritmética não milita. A conta sempre chega.  Margaret Thatcher resumiu bem a doença: governos socialistas acabam quando acaba o dinheiro dos outros. O Brasil precisa parar de tratar irresponsabilidade fiscal como sensibilidade social. Não há justiça social possível em país quebrado. Não há desenvolvimento sem confiança. Não há crescimento sustentável quando o Estado insiste em gastar como se a riqueza brotasse de decreto. O PT não superou Dilma. Apenas empurrou Dilma para baixo do tapete. E agora o tapete está se mexendo de novo".
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Tumulto BR
Tumulto BR@TumultoBR·
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Conça Pessoa 2ª conta a 1ª feita em 2018
“A pergunta que fica é simples: se não há nada a esconder, por que tanta irritação com quem pede explicações?"
Jeffs@Jeffssss_

"Quando a crise aperta, a culpa muda de endereço. Segundo a matéria do Valor, Gilmar Mendes afirmou que, se o caso Master tem um “endereço”, ele estaria na Faria Lima — e não na Praça dos Três Poderes. A frase é poderosa. Mas também é reveladora. Porque o ponto central não é negar que o mercado financeiro, o Banco Central, a CVM e os agentes privados tenham muito a explicar. Evidentemente têm. O ponto é outro: quando ministros do Supremo aparecem no entorno de um escândalo bilionário, a sociedade tem o direito de perguntar, cobrar e exigir transparência. Não se trata de “ataque às instituições”. Trata-se de defesa das instituições. Instituição forte não se protege com silêncio. Instituição forte não se protege com blindagem corporativa. Instituição forte se protege com regra clara, prestação de contas, ética pública e accountability. O mais simbólico da reportagem é que, no mesmo movimento em que defende discutir um código de ética “sem alarde”, Gilmar ataca Romeu Zema. E aí a política aparece nua. Zema incomoda porque colocou o dedo na ferida: o Brasil precisa discutir os limites do poder, a credibilidade das instituições e a responsabilidade de quem ocupa cargos vitalícios com enorme influência sobre a vida nacional. Quando a resposta a uma cobrança institucional vira ataque pessoal, o debate muda de lugar. Sai da transparência e entra na velha tática brasileira: desqualificar o mensageiro para não responder à mensagem. O caso Master pode até ter ramificações na Faria Lima. Mas a crise de confiança tem endereço mais amplo: ela mora onde o poder não aceita ser questionado. O Brasil precisa de menos “quem ousa perguntar?” E mais “vamos abrir tudo, explicar tudo e corrigir tudo.” Porque democracia sem transparência vira teatro. E República sem accountability vira clube privado com dinheiro público na mesa. A pergunta que fica é simples: se não há nada a esconder, por que tanta irritação com quem pede explicações?" #Política #STF #CasoMaster #RomeuZema #Transparência #Governança #Accountability #Brasil #Instituições #ResponsabilidadePública

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Jeffs
Jeffs@Jeffssss_·
"Quando a crise aperta, a culpa muda de endereço. Segundo a matéria do Valor, Gilmar Mendes afirmou que, se o caso Master tem um “endereço”, ele estaria na Faria Lima — e não na Praça dos Três Poderes. A frase é poderosa. Mas também é reveladora. Porque o ponto central não é negar que o mercado financeiro, o Banco Central, a CVM e os agentes privados tenham muito a explicar. Evidentemente têm. O ponto é outro: quando ministros do Supremo aparecem no entorno de um escândalo bilionário, a sociedade tem o direito de perguntar, cobrar e exigir transparência. Não se trata de “ataque às instituições”. Trata-se de defesa das instituições. Instituição forte não se protege com silêncio. Instituição forte não se protege com blindagem corporativa. Instituição forte se protege com regra clara, prestação de contas, ética pública e accountability. O mais simbólico da reportagem é que, no mesmo movimento em que defende discutir um código de ética “sem alarde”, Gilmar ataca Romeu Zema. E aí a política aparece nua. Zema incomoda porque colocou o dedo na ferida: o Brasil precisa discutir os limites do poder, a credibilidade das instituições e a responsabilidade de quem ocupa cargos vitalícios com enorme influência sobre a vida nacional. Quando a resposta a uma cobrança institucional vira ataque pessoal, o debate muda de lugar. Sai da transparência e entra na velha tática brasileira: desqualificar o mensageiro para não responder à mensagem. O caso Master pode até ter ramificações na Faria Lima. Mas a crise de confiança tem endereço mais amplo: ela mora onde o poder não aceita ser questionado. O Brasil precisa de menos “quem ousa perguntar?” E mais “vamos abrir tudo, explicar tudo e corrigir tudo.” Porque democracia sem transparência vira teatro. E República sem accountability vira clube privado com dinheiro público na mesa. A pergunta que fica é simples: se não há nada a esconder, por que tanta irritação com quem pede explicações?" #Política #STF #CasoMaster #RomeuZema #Transparência #Governança #Accountability #Brasil #Instituições #ResponsabilidadePública
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Oliver
Oliver@oliverkawan2·
@RomeuZema @vquagli1 O país sério apoia sua coragem Zema🇧🇷🚀
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Claudio Dantas
Claudio Dantas@claudio_dantas_·
Que sujeito preconceituoso e presunçoso.
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Romeu Zema
Romeu Zema@RomeuZema·
Inacreditável. Gilmar Mendes equipara a nossa sátira dos intocáveis com uma possível sátira do STF me representando como homossexual e ladrão. Nem tenho mais palavras pra definir o que está acontecendo. Esse sujeito extrapola cada vez mais os limites. Se comporta como um INTOCÁVEL. Acima de tudo e todos. Que vergonha.
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Luciana Gimenez e o filho Lucas Jagger elencam o que consideram “chique” em Nova York.
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Metrópoles
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🎙️ ENTREVISTA | Gilmar diz que sátira tem limite e cita Zema como boneco homossexual. “Será que não é ofensivo?” Saiba mais na coluna @manualcantaraa
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Rodrigo Constantino
Rodrigo Constantino@Rconstantino·
Reviravolta na Operação Narcofluxo: Leo Dias informa que MC Poze, MC Ryan e o dono da página petista Choquei receberam habeas corpus e serão soltos! Bilhões em lavagem de dinheiro do crime organizado. Enquanto isso, Filipe Martins e Bolsonaro presos. Bostil...
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Rafael Gloves
Rafael Gloves@rafaelgloves·
ABSOLUTE BOSTIL BEBADO, CARTEIRA VENCIDA, PLACA FRIA, ALTA VELOCIDADE, MATOU UM TRABALHADOR VOLTANDO PRA CASA, PAGOU 2 CONTO DE FIANÇA, NÃO COMEU CADEIA, RECEBEU PROMOÇÃO PRA MIAMI.
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SantiagoDailyNews ❁
SantiagoDailyNews ❁@SantiagoDLNWS·
🇧🇷 | NARCOSTATE: Since joining the Brazilian Supreme Court, Judge Gilmar Mendes has granted approximately 620 habeas corpus petitions, the majority related to drug trafficking crimes. Money laundering and organized crime follow in second place.
SantiagoDailyNews ❁ tweet media
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