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Você sabia que: Um conselheiro do TCE-RJ, além do salário, recebe auxílios: moradia, alimentação, saúde, e educação (X R$ por até três dependentes em idade escolar). Também podem nomear até 20 assessores para cargos de confiança e convocar 35 funcionários de carreira para seus gabinetes.
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Luciano Duarte
Luciano Duarte@duartelcn·
@Jeffssss_ Esse ensaio é excepcional! Se não me engano, ele consta em "A cinza do purgatório".
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Em 1942 Otto Maria Carpeaux escreveu um ensaio intitulado: A ideia de universidade e as ideias das classes médias. Após todos esses anos, chama a atenção a redução da universidade a uma fábrica de diplomas e a cultura transformada em ideologia. Eis alguns trechos: "Por toda parte, as universidades são doentes, senão moribundas, e isto é grande coisa. Os iniciados bem sabem que não é esta uma questão para os pedagogos especializados. Das universidades depende a vida espiritual das nações. O fim das universidades seria um fim definitivo. O abismo entre o progresso material e a cultura espiritual aumenta de dia para dia, e as armas desse progresso nas mãos dos bárbaros é fato que clama aos céus. Os edifícios das universidades resistem ainda, e neles trabalha-se muito, demais, às vezes, mas o edifício do espírito, esta catedral invisível, está ameaçado de cair em ruínas. O utilitarismo é o inimigo mortal da Universidade. Mas o que quer dizer “prático”, “útil”? A resposta não é tão simples. Para a mentalidade média do nosso tempo a utilidade das ciências é determinada segundo as aplicações práticas: a física e a química, que nos forneceram a luz elétrica e os gases asfixiantes, são as ciências úteis; a história e a filosofia, que não nos fornecem nada, são ciências “inúteis”. Queixam-se de que as universidades já não fornecem elites. Sim, mas em compensação fornecem verdadeiras massas, porque as ciências modernas e suas investigações têm menos necessidade de cérebros que de batalhões de estudantes; e para isto eles satisfazem. A inteligência que é precisa para estudar uma profissão, mesmo acadêmica, não é tão grande como os leigos imaginam. É o regredir de uma elite à condição de massa ornada de títulos acadêmicos. É preciso que se digam, aqui, algumas verdades muito impopulares e muito desagradáveis. Existe Inteligência e existem “intelectuais”. Intelectuais são os médicos, os advogados, os funcionários superiores de toda espécie, os especialistas científicos de toda sorte. Mas deve-se dizer que somente uma parte desses “intelectuais” pertence à Inteligência, que é, por seu lado, o resto dos “clercs”, da elite de outrora. O resultado mais frequente da moderna educação universitária é um decidido adeus aos livros. Mais tarde, combaterão as “línguas mortas” na escola. Enfim, declararão inútil todo o ensino secundário, com as suas ideias vagas e inúteis duma “cultura geral”; talvez toquem, com isso, no ponto nevrálgico da discussão. Todo o problema espiritual dos nossos dias é, pois, um problema de falta de educação humanística, um problema pedagógico; e todo o problema pedagógico dos nossos dias é um problema da escola específica das classes médias, da escola secundária. Nunca mais o jovem médico ou engenheiro ouve falar em história, filosofia, literatura, exceto pela imprensa ou pelo rádio, que se colocam ao alcance do espírito das grandes massas, pueris por natureza. Resultado: um espírito artificialmente preservado no estado pueril com uma formação profissional superposta. Eles, porém, os iletrados, têm sempre razão, porque são muitos e ocupam um lugar de elite, esse “proletariado intelectual”, sem dinheiro ou com ele, isso não importa. Julgam tudo, e tudo deles depende. Leem os livros e decidem sobre os sucessos de livraria, criticam os quadros e as exposições, aplaudem e vaiam no teatro e nos concertos, dirigem as correntes das ideias políticas, e tudo isto com a autoridade que o grau acadêmico lhes confere. Em suma, desempenham o papel de elite. São os nouveaux maîtres, os señoritos arrogantes, graduados e violentos; e nós sofremos as consequências, amargamente, cruelmente". Otto Maria Carpeaux
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DogeDesigner
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El Salvador President Bukele: “They are worried about the human rights of the k*llers. What about the human rights of the women who don't want to be r*ped? Or the kids who want to safely play in the park?”
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@markian_ Elenco faz toda diferença. O técnico Pardal de vocês continua escalando mal a equipe inicial e uma hora botará tudo a perder.
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Caixa, baralho!
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Collin Rugg
Collin Rugg@CollinRugg·
Astronaut Victor Glover delivers beautiful Easter message from space, praises God’s creation. “When I read the Bible and I look at all of the amazing things that were done for us…” “You're on a spaceship called Earth that was created to give us a place to live in the universe, in the cosmos.” “In all of this emptiness, this is a whole bunch of nothing, this thing we call the universe, you have this oasis, this beautiful place that we get to exist together…”
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"O ambiente é a mão invisível que molda o comportamento humano. Apesar de nossas personalidades únicas, certos comportamentos tendem a se repetir sob determinadas condições ambientais. Na igreja, as pessoas tendem a falar em sussurros. Em uma rua escura, agem com cautela e reserva. Dessa forma, a mudança mais comum não é interna, mas externa: somos transformados pelo mundo ao nosso redor. Todo hábito depende do contexto". James Clear, Hábitos Atômico
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Uma maravilhosa expressão da alegria pascal é o canto do “Exsultet”, considerado um dos hinos mais sublimes da Igreja, cantado uma vez por ano durante a Vigília Pascal e que representa a solene proclamação da ressurreição de Cristo. Central a isso é o simbolismo da luz: o círio pascal representa Cristo, a luz do mundo, que vence as trevas. A celebração também relembra a história da salvação — do Êxodo do Egito à ressurreição de Cristo — e conecta o Antigo e o Novo Testamento. youtu.be/IjNEcn0pwZ4?si…
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Graças e louvores se deem a todo momento, ao Santíssimo e Diviníssimo Sacramento!
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O diabo pulou de alegria quando Cristo morreu, e na própria morte de Cristo o diabo foi derrotado. Santo Agostinho Pintura de Rembrandt, A Ressurreição.
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Domingo de Páscoa! Cristo Ressuscitou! Ele vive! No dia 23 de janeiro de 1850, Dostoiévski chegava à cidade de Omsk, na Sibéria, para cumprir pena de quatro anos de trabalho forçado a que fora condenado. Como fruto desta amarga e terrível experiência escreveu o livro “Recordações da casa dos mortos”, obra prima da literatura russa e universal. Neste livro, Dostoiévski descreve a miséria, a sujeira e a degradação do presídio onde se aglomeravam sem esperança, centenas e centenas de preso. É uma história triste e de desesperança como tantas de nosso tempo. Mas numa manhã Alexander Petrovitch, personagem que representa o próprio Dostoiévski, acordou os presos, quando mal raiava a aurora no horizonte, com os gritos de: “Ele ressuscitou! Ele ressuscitou”! Sonolentos, sem saber bem o que estava acontecendo, os presos começaram a se levantar perguntando: O que está havendo? E Petrovitch ia explicando: “É Páscoa! É Páscoa! Hoje é a ressurreição de Cristo!” Mesmo no fundo daquela prisão fétida e desumana, a lembrança da Páscoa e da ressurreição fazia o milagre de devolver a vida e alegria àqueles corações. Hoje é domingo de Páscoa. Novamente celebramos a ressurreição de Jesus. Ela é o coração do cristianismo, pois, como argumenta Paulo: "Se Cristo não ressuscitou é vã a nossa fé”.
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A retórica, Irineu, não substitui a realidade. "A mídia não apenas ignora os fatos, eles suprimem os fatos. Essa retaliação da mídia contra pessoas de quem eles não gostam faz parte de uma crescente mentalidade de linchadores". Thomas Sowell
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"O contraste entre as duas notícias é brutal. De um lado, a Argentina começa a dar sinais concretos de reconstrução após atacar o problema central que devastava a vida cotidiana: a inflação. A queda da pobreza aparece como consequência de um esforço duro, impopular e politicamente custoso, mas orientado para corrigir distorções acumuladas por anos de populismo, irresponsabilidade fiscal e destruição monetária. Não há milagre. Há ajuste, realidade e tentativa de devolver racionalidade à economia. Do outro lado, Cuba segue como retrato cruel da falência moral e material do socialismo real. A libertação de presos não nasce de uma abertura genuína, nem de uma conversão humanitária do regime, mas de pressão externa, escassez de combustível, colapso econômico e desgaste político. É a imagem de um sistema que só cede quando está sufocado. Mesmo quando faz um gesto mínimo, o faz cercado de controle, medo, opacidade e repressão. A diferença essencial é esta: na Argentina, apesar da dor do ajuste, há uma luta para sair do buraco cavado por décadas de estatismo, demagogia e desorganização econômica. Em Cuba, o próprio regime continua sendo o buraco. A Argentina tenta virar a página. Cuba ainda está aprisionada dentro dela. Uma busca recuperar liberdade econômica para voltar a crescer; a outra mal consegue administrar a própria ruína sem encarcerar, censurar ou restringir a vida dos seus cidadãos. Ao fim do dia, a pergunta moral e intelectual permanece de pé: como um ser humano bem informado ainda consegue fazer apologia a uma ideologia que empobrece, reprime e dizima países e povos? A Argentina luta para se reconstruir dos destroços desse modelo. Cuba luta para sobreviver a ele. E as marcas deixadas por essa tragédia histórica na ilha, assim como em tantas outras sociedades submetidas ao socialismo, provavelmente permanecerão por gerações". Jonas Federighi
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João Luiz Mauad
João Luiz Mauad@mauad_joao·
Mais um artigo preciso e irretocável do Fernando Schüler! 👏👇 “500 reais, via Pix. Foi a ajuda do Alcides Hahn para a vaquinha do ônibus que levou um grupo de manifestantes para Brasília, dias antes do 8 de janeiro. Hahn tem 71 anos e é um desses pequenos empresários “colonos”, que fizeram a força comunitária do interior de Santa Catarina. Alguém pode sugerir que ele “sabia de tudo”. Sabia que aquelas pessoas iriam ocupar a Esplanada, invadir os prédios, pintar aquela estátua com o batom vermelho e tudo mais. Mas dizer isso não passa de um patético cinismo. O fato é que ele foi condenado a 14 anos de prisão. E só um País domesticado, que perdeu completamente o senso republicano, é incapaz de perceber o elemento absurdo em tudo isso. Hahn, assim como outros pequenos empresários, condenados do mesmo jeito, não cometeu crime nenhum. Não foi a Brasília e nem tentou dar nenhum golpe. Ele é apenas parte de uma multidão amarrada por um conceito. O crime-conceito. O delito que não precisa de enquadramento objetivo. Apenas de “entendimento” bem-amarrado. “Individualmente”, leio em uma matéria, “Hahn não cometeu delito”, mas fazia parte da “multidão”. A multidão criminosa, autora da “trama golpista”, o crime “multitudinário”. Publicidade A gordura escorre de cada uma dessas palavras e me faz lembrar da frase que um dia escutei de um velho professor: nada é mais difícil de refutar do que uma tese absurda. Alcides não tem foro, deveria ser julgado na primeira instância, com direito a recursos? Irrelevante. Não teve a conduta individualizada? Irrelevante. Uma vez dado o conceito, mesmo um pequeno comerciante do interior e seu Pix de 500 reais ganham status de “associação criminosa armada”, um dos crimes pelo qual foi condenado. Simplesmente não há como refutar uma coisa dessas. Tudo me fez lembrar do filósofo italiano Giorgio Agamben e sua tese sobre o “estado de exceção”. Muito do que se passa no Brasil refere-se a isto. A esta zona cinzenta entre o que é legal e o que é meramente político. Entre o que é “ilegal”, mas que por efeito de alguma razão de Estado, definida pelo próprio poder, se converte em “perfeitamente jurídico e constitucional”. Um inquérito que nasce de modo “heterodoxo”, em 2019, e se decria, indefinidamente. O universo dos direitos individuais não mais delimitados pela regra escrita, mas oscilando, ao gosto do poder, sobre camadas opacas de “interpretações” e “entendimentos”. O Sr. Hahn é apenas o exemplo bem-acabado de um tipo que criamos no País dos anos recentes: os brasileiros irrelevantes. Brasileiros sem pedigree, sem história, sem “retórica”. E por óbvio, sem poder algum. Pessoas que tem seus direitos claramente violados, mas que desaparecem em meio à guerra política e nossa mais completa falta de empatia. Muitos enxergam seu drama como uma vitória da democracia. Meu velho professor tinha razão. É realmente difícil, se não impossível, refutar uma ideia como esta.”
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