R. Buzz

137.5K posts

R.  Buzz banner
R.  Buzz

R. Buzz

@buzz8051

“Sou algarvio e a minha rua tem o mar ao fundo” (já não sei que o disse, mas era poeta) - aviso à facharia - é block imediato

Fáre! Beigetreten Temmuz 2012
2.8K Folgt2.2K Follower
R. Buzz retweetet
urso_de_shorts
urso_de_shorts@urso_de_shorts·
A inflação ( revista) vai “comer” parte do alívio do IRS em 2026... Mais uma dura realidade que ninguém quer ver, ou fingem não ver... O BP reviu as previsões e o cenário mudou, tendo um impacto maior do que o esperado. A inflação para 2026 sobe para 2,8%, quando em dezembro apontava para 2,1%. São mais 0,7 pontos percentuais, explicados sobretudo por choques externos, com destaque para o conflito no Médio Oriente ( um pormenor com 30km de largura😂), que pressiona energia e matérias-primas, e também por fatoresinternos (tempestades) ... Há sinais positivos, à partida, embora muito tenues na minha opinião. O SM sobe para 920€, mais 50€ do que em 2025. O IRS é "aliviado", com atualização dos escalões em 3,51% e descida de 0,3 pontos percentuais nas taxas intermédias. Na prática, isto traduz-se em mais alguns euros líquidos por mês. Mas há um problema. A atualização dos escalões foi feita com base numa inflação mais baixa. Com a revisão para 2,8%, o ganho real de poder de compra fica bastante limitado. Um exemplo simples : Se o salário subir 3% e a inflação for 2,8%, o ganho real é de apenas 0,2%. E os 20 a 30 euros adicionais do IRS podem desaparecer rapidamente em despesas correntes. Energia e alimentação continuam a pesar no orçamento, e pode subir em termos %s. Rendas podem subir até 2,24% em 2026 (coeficiente de actualização) Famílias com crédito à habitação mantêm-se expostas à Euribor e a decisões do BCE, de notar que, mais de 80% dos créditos em Portugal são com taxas variáveis, o que agrava o problema. A poupança continua difícil, sobretudo para a classe média, sendo das mais "castigadas" Portugal continua a ser um dos países mais sensíveis a variações de juros na Zona Euro. O alívio fiscal existe. Mas chega mais curto do que o esperado. Com a inflação revista em alta, parte do que se ganha no IRS perde-se no custo de vida, é a "triste realidade" Para muitas famílias, o resultado será uma “sensação” ( palavra da moda) de estagnação no rendimento disponível....
urso_de_shorts@urso_de_shorts

Alguém quer ajudar na interpretação das taxas?

Português
7
8
113
8.9K
Expresso
Expresso@expresso·
Rui Tavares: "Se houver proposta de revisão constitucional, estamos preparados para iniciar campanha pelo país" #Echobox=1774552954" target="_blank" rel="nofollow noopener">expresso.pt/partidos-polit…
Português
26
4
12
2.1K
R. Buzz retweetet
Eva Cruzeiro
Eva Cruzeiro@EvaCruzeiro·
🎯 Surpreendente! O Chega tomou conta de parte do PSD. O que Hugo Carneiro está a tentar fazer é uma velha manobra de deslocação do centro político: chamar “radical” a tudo o que contesta o PSD, para assim normalizar o verdadeiro radicalismo com que o PSD hoje convive, negoceia e se aproxima. Quando se chama “radical” a um partido democrático, constitucionalista e fundador da democracia, não se está a fazer uma análise séria. Está-se a tentar confundir o debate público. O objectivo é simples: diluir a gravidade da aproximação à extrema-direita, fazendo parecer que decidir entre o PS e o Chega é apenas escolher entre dois “extremos” equivalentes. Não é. O PS deve ser exigente. Deve ser combativo. Deve fazer oposição. Mas isso não faz dele radical. Numa democracia, o conflito político não é extremismo. É a democracia a acontecer. Divergência não é radicalismo. Defender direitos sociais, dignidade para os trabalhadores, igualdade, serviços públicos e direitos humanos não é ocupar uma trincheira. É fazer política democrática. É o Partido Socialista a cumprir o seu papel desde o primeiro dia. O que é verdadeiramente preocupante é outra coisa: uma direita que se apresentou como moderada, mas que, incapaz de justificar a sua convivência com a extrema-direita, tenta agora reescrever as categorias políticas para branquear essa escolha. Chama radical ao PS para banalizar o Chega. Chama exagero à denúncia para tornar aceitável o inadmissível. Chama moderação à cedência para esconder a sua própria degradação política. Isto não é moderação. É manipulação!!! É uma tentativa de empurrar o debate público para a direita, estigmatizando quem resiste e absolvendo quem abriu a porta ao extremismo. No fundo, é um expediente retórico para enganar os portugueses: se todos são radicais, então ninguém o é. E se ninguém o é, então a aliança com a extrema-direita passa a parecer normal. Mas não passa! Hugo, podem coligar-se com os radicais à vontade. O PS está muito longe de ser um partido radical. O PS está onde sempre esteve. O PSD é que já não está. Radical é normalizar a extrema-direita. Radical é dar-lhe espaço, poder e legitimidade. Radical é tentar convencer o país de que combatê-la é excessivo, mas governar com ela é moderação.
Eva Cruzeiro tweet media
Português
10
3
37
568
R.  Buzz
R. Buzz@buzz8051·
@EliteFinPT Mas qual baseload não precisas do carvão para teres aquilo a rodar como compensador síncrono e ai concordamos pelo menos a do pego não tinha sido mal jogado, mas tu não percebes nada disso 😂😂😂
Português
0
0
0
3
Elite Financeira
Elite Financeira@EliteFinPT·
Estás a ignorar um ponto crítico: baseload energy é essencial. Em momentos de stress no sistema, o custo de não ter carvão (ou outra fonte estável) é muito maior ... traduz-se em preços disparados e risco de falhas. E depois acontece o paradoxo: fechas centrais cá, mas acabas a importar energia de países que continuam a usar carvão. Ou seja, não eliminas o problema ... só o deslocas, muitas vezes a um custo mais elevado.
Português
1
0
0
6
Elite Financeira
Elite Financeira@EliteFinPT·
O Japão acaba de dar luz verde de emergência à produção a carvão para compensar a perda de fornecimento de GNL do Golfo Pérsico. Tóquio tinha planos para reduzir o peso do carvão na electricidade de 31% para 19% até 2030. A guerra pode atrasar este objetivo... E porquê o carvão especificamente? Porque quando os pipelines estão em risco, quando os terminais de GNL estão sob pressão e quando as cadeias de fornecimento de gás colapsam ... o carvão está simplesmente ali. Não precisa de infraestrutura especializada de transporte. Não precisa de terminais de regaseificação. Não precisa de contratos de longo prazo com países instáveis. Carrega-se num navio, chega ao porto, queima-se. É sujo. É politicamente incorreto. É a reserva estratégica que nenhum país consegue dispensar quando a realidade bate à porta. O GNL é superior em condições normais. O carvão é o que existe quando as condições deixam de ser normais. E as condições normais estão a acabar mais depressa do que os planos de transição energética previam. Entretanto, em Portugal, o António Costa fechou as nossas centrais a carvão. Génio.
Javier Blas@JavierBlas

Japan set to green light emergency coal-fired generation to offset the loss of LNG supply from the Persian Gulf. According to @nikkei newspaper, Tokyo plans to lift restrictions on the operation of coal-fired power generation for a year from April. nikkei.com/article/DGXZQO…

Português
2
1
4
540
R.  Buzz
R. Buzz@buzz8051·
@EliteFinPT A não racionalidade era aquilo aberto com o contribuinte a bancar o pato assim que o estado disse que ia deixar de pagar os donos delas fecharam as centrais não foi o estado
Português
1
0
0
5
Elite Financeira
Elite Financeira@EliteFinPT·
@buzz8051 Penso que já tenha ficado esclarecido sobre a ligação direta e indireta do estado português. Custos de manutenção, racionalidade e necessidade é toda outra questão...
Português
1
0
0
7
R.  Buzz
R. Buzz@buzz8051·
@EliteFinPT Então e enquanto aportava para o SEN as ditas centrais e quanto custava ao contribuinte português a brincadeira?
Português
1
0
0
10
Elite Financeira
Elite Financeira@EliteFinPT·
Mesmo assumindo que a origem seja europeia, isso não invalida o ponto... reforça-o. A política energética na UE é definida ao nível supranacional, mas depois é implementada e acelerada pelos Estados-membros, que têm margem na execução, timing e intensidade. Portugal foi, aliás, um dos países mais rápidos a fazer o phase-out do carvão, antes de muitos peers europeus.
Português
1
0
0
16
R.  Buzz
R. Buzz@buzz8051·
@SSkelsky @EvaCruzeiro Sandra… convém aprender a ler e a interpretar, fazia lhe bem, sobretudo ao refluxo gástrico 😉
Português
0
0
0
15
Sofia Sekelsky
Sofia Sekelsky@SSkelsky·
@buzz8051 @EvaCruzeiro Você além de mal-educado é burro, pois escolheu um péssimo exemplo. Nunca na história dos EUA alguém foi condenado por delito de opinião ou ideias de qualquer tipo. Mas é o que dá ser uma cavalgadura e com orgulho de o ser.
Português
1
0
0
10
Eva Cruzeiro
Eva Cruzeiro@EvaCruzeiro·
Outra queixinha: André Ventura apresentou uma queixa contra mim na Comissão de Transparência por causa de dois tweets. Este tipo de tentativa de intimidação é tão ridícula que até CHEGA a dar pena. 🤡
Português
226
65
708
15.3K
R.  Buzz
R. Buzz@buzz8051·
@EliteFinPT Então reformulo, o Costa era na época o presidente da comissão ou até euroseputado, é que a legislação veio de lá
Português
2
0
1
14
Elite Financeira
Elite Financeira@EliteFinPT·
Não tem de existir uma “ordem direta” formal para o resultado ser esse. O ponto é estrutural: via regulação, restrições ambientais e aumento de custos de compliance, o Estado cria um desincentivo económico claro ao carvão. Em paralelo, através de subsídios, incentivos fiscais e politica de suporte gigante, direciona capital para outras fontes.... Resultado? As empresas respondem racionalmente aos incentivos e ao custo de oportunidade. Ou seja, na prática, o Estado acaba por moldar as decisões de capital allocation, substituindo parcialmente a racionalidade pura de mercado. Portugal e a europa cada vez são mais "chineses" ... até diria que a china já deve ser mais capitalista do que a europa.
Português
1
0
0
22
R.  Buzz
R. Buzz@buzz8051·
@EvaCruzeiro @EvaCruzeiro só discordo numa coisa, não é uma raposa no galinheiro é um NAZI a validar a democracia
Português
1
0
1
135
Eva Cruzeiro
Eva Cruzeiro@EvaCruzeiro·
O “não é não” foi uma mentira. Na imigração, PSD = Chega. No populismo, PSD = Chega. Na nacionalidade, PSD = Chega. Na legislação laboral, PSD = Chega. Na normalização da extrema-direita, PSD = Chega. Na partilha de poder institucional, PSD = Chega. Nas guerras, PSD = Chega. No Tribunal Constitucional, o PSD quer meter a raposa no galinheiro. Montenegro pediu um voto para travar o Chega. Agora escolhe governar com ele. O resto é propaganda enganosa. Enganou os eleitores do PSD. O “não é não” afinal é um “sim, sim” a André Ventura e à sua agenda de retrocessos para Portugal.
Agência Lusa@Lusa_noticias

Ventura anuncia lista conjunta com o PSD para o Conselho de Estado lusa.pt/article/468303…

Português
72
24
196
6.1K
miguel milhao
miguel milhao@miguel_milhao·
Pessoal!! O que vem ai é da pesada! Preparem-se! Vai ser pior que o covid!👀
Português
112
26
717
197.1K
R.  Buzz
R. Buzz@buzz8051·
@SSkelsky @EvaCruzeiro A Sandra que trouxe o dito ao assunto, mas já agora acrescento que se fosse em terras amaricanas o dito NAZI com tamanho cadastro teria sido condenado a pena perpétua o tribunal até foi benevolente com ele.
Português
1
0
0
11
Great Zip
Great Zip@GreatZip_1·
@FurkanGozukara Lavrov is talking nonsense. The US had all their planes parked in Saudi Airports. There were chinese satellite images.
English
1
0
10
1.1K
Furkan Gözükara
Furkan Gözükara@FurkanGozukara·
Absolute bombshell. Lavrov reveals Gulf nations completely refused to let the US use their airspace or bases to attack Iran. He exposes how Washington provoked the war, secretly evacuated their own troops, and left their Arab allies completely defenseless as sitting ducks.
English
78
1.9K
4.9K
215.1K
R.  Buzz
R. Buzz@buzz8051·
@SSkelsky @EvaCruzeiro O NAZI com um cadastro maior que o acervo da biblioteca nacional? Esse Mário Machado?
Português
1
0
0
13
R.  Buzz
R. Buzz@buzz8051·
@SSkelsky @EvaCruzeiro Tens algum exemplo, é que assim de repente só me lembro do UK que prende sistematicamente quem se manifesta em redes sociais
Português
1
0
0
16
Sofia Sekelsky
Sofia Sekelsky@SSkelsky·
@EvaCruzeiro Lembro que há pessoas presas por fazerem tweets. Em Portugal, não é na China ou na Rússia.
Português
5
0
52
820