rapha gosling

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Christian Lynch
Christian Lynch@CECLynch·
@eltonluisoc Eu não estou exagerando nada, estou descrevendo o que aconteceu. Tenho bibliografia à beça para dizer isso. Diga que não foi isso que aconteceu, isto são fatos históricos, só que não houve ninguém que tenha juntado todos eles para contar a história
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Christian Lynch
Christian Lynch@CECLynch·
O impacto da transferência da capital do Rio de Janeiro para Brasília sobre os costumes da república brasileira constitui um problema histórico ainda insuficientemente explorado. Para compreendê-lo, é preciso ordenar os fatores que concorreram para a formação de uma nova cultura política, marcada pelo distanciamento entre Estado e sociedade. Em primeiro lugar, a mudança deslocou a alta política e a burocracia do principal centro demográfico, social e comunicacional do país. No Rio de Janeiro, o poder estava imerso na vida urbana: cercado pela imprensa, pela opinião pública e por uma sociedade civil densa e vigilante. Ao transferi-lo para o Planalto Central — então desprovido de tecido social consolidado —, criou-se um vazio em torno do poder, reduzindo drasticamente sua exposição cotidiana ao escrutínio social. Em segundo lugar, Brasília foi concebida, desde a origem, como uma cidade administrativa desprovida de base social autônoma. A ausência deliberada de indústria visava evitar a formação de um operariado; a inexistência inicial de universidades — limitadas, na concepção de Juscelino Kubitschek, a uma eventual instituição confessional — retardava a emergência de um meio estudantil crítico. A criação da Universidade de Brasília, já no governo João Goulart, não altera o fato de que o projeto original buscava restringir a presença de grupos sociais potencialmente contestatórios. Em terceiro lugar, a consolidação da nova capital exigiu a construção de incentivos materiais capazes de atrair e fixar a elite política e administrativa. Governos sucessivos, desde JK até o regime militar, promoveram a elevação de salários, a multiplicação de cargos de assessoramento e a criação de uma infraestrutura de privilégios — palácios oficiais, apartamentos funcionais, automóveis de serviço — que não existia na antiga capital. A transferência do poder implicou, assim, a institucionalização de um padrão de remuneração indireta e de benefícios patrimoniais que redefiniu as expectativas da classe dirigente. Em quarto lugar, o próprio desenho urbanístico de Brasília reforçou essa separação. O plano de Lúcio Costa concentrou a “república” no Plano Piloto, concebido para uma população restrita, e a isolou do restante do território por amplas áreas de separação. Posteriormente, o tombamento do Plano Piloto contribuiu para cristalizar esse arranjo espacial, convertendo-o em estrutura permanente. O resultado foi a formação de uma nova normalidade política. Em uma ou duas gerações, consolidou-se um modelo no qual o poder se exerce em ambientes fisicamente apartados, socialmente homogêneos e arquitetonicamente monumentalizados. Esse padrão foi progressivamente reproduzido em outras capitais — de forma paradigmática em Palmas, e em graus variados em diversas cidades brasileiras —, difundindo a ideia de que a sede do poder deve ser isolada do espaço urbano comum, dotada de edifícios grandiosos, amplos gabinetes, numeroso corpo de assessores e acesso protegido. Mesmo no Rio de Janeiro, antiga capital, esse ethos se impôs: a ocupação de palácios históricos acessíveis foi sendo substituída pela construção de complexos administrativos modernos, frequentemente afastados do convívio direto com a população. A separação entre governantes e governados passou a ser percebida como traço natural da vida republicana. Não por acaso, até hoje há quem, formado social e politicamente em Brasília, tenha dificuldade em conceber que uma capital possa funcionar de outra maneira — isto é, como funcionava o Rio de Janeiro e como ainda funcionam, em maior ou menor medida, outras capitais do mundo, como Buenos Aires, Santiago, Paris, Londres ou Roma, onde o poder permanece inscrito no tecido vivo da cidade. O Poder Judiciário, inicialmente mais resistente a essa transformação, acabou por aderir a esse padrão, completando o processo de generalização dessa cultura política fundada no distanciamento espacial e social do Estado em relação à sociedade.
Christian Lynch@CECLynch

Outra capital, outros tempos, outros costumes.

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DataFut
DataFut@DataFutebol·
Antes do jogo, Emerson Royal leu um texto para uma campanha anti racista no meio do campo. Após a leitura, os jogadores e a torcida fizeram o sinal de X com braços (o mesmo do protocolo anti racista). Baita ação do Flamengo 👏 x.com/GVids12/status…
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Flamengo
Flamengo@Flamengo·
O 𝐂𝐋𝐔𝐁𝐄 𝐃𝐄 𝐑𝐄𝐆𝐀𝐓𝐀𝐒 𝐃𝐎 𝐅𝐋𝐀𝐌𝐄𝐍𝐆𝐎 É CAAAAAAAAAAAAAAMPEÃOOOOOOO CARIOCA!!! GRITA NAÇÃO. 𝟒𝟎 𝐕𝐄𝐙𝐄𝐒 CAMPEÃO CARIOCA! É CAMPEÃAAAAAAOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOO É CAMPEÃAAAAAAOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOO É CAMPEÃAAAAAAOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOO É CAMPEÃAAAAAAOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOO É CAMPEÃAAAAAAOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOO MENGOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOO #CAMPEAO
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Dandi no Consignado
Dandi no Consignado@jcaetanoleite·
Dito tudo isso: Eu acho que não tem mais nenhum estatuto de direito internacional que o Estado genocida de Israel não tenha quebrado.
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Dandi no Consignado
Dandi no Consignado@jcaetanoleite·
Imagina querer discutir suspeição de ministro do STF quando a PGR quer dar o título de 87 para o Flamengo?
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rapha gosling
rapha gosling@raphaeldobbb·
@vaidesmaiar Graças a Deus por isso, obg Jonas por favorecer o entretenimento!!!!
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Vai Desmaiar
Vai Desmaiar@vaidesmaiar·
Imagina seus amigos já estarem no VIP e você como líder ainda trapacear numa dinâmica pra favorecer eles numa prova que vai ter direito a comes e bebes #BBB26
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rapha gosling
rapha gosling@raphaeldobbb·
essas páginas adoram quando a Ana Paula ofende a honra de alguém e agora querem dar uma de moralistas, para com isso sai pra lá
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rapha gosling
rapha gosling@raphaeldobbb·
@Gu_rebel @amaguiar @FriedHardt E tendo em vista o círculo de pessoas com quem ele está envolvido nos EUA faz sentido essa percepção de "tristeza e quase inveja" dos caras sobre punição de responsáveis por ataques contra a democracia
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fried
fried@FriedHardt·
como pode enfiar a cabeça tão dentro do proprio cu, isso é um fenômeno
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rapha gosling
rapha gosling@raphaeldobbb·
@Gu_rebel @amaguiar @FriedHardt Acho que vocês tão pesando no cara sem necessidade. No vídeo ele fala da questão "democrática" e tão somente isso. Sobre os comentários e percepções a respeito da defesa da democracia. Em nenhum momento houve comparação sobre a vida nos EUA e aqui no Brasil .
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Patrick Moraes
Patrick Moraes@moraespc_·
Rapaziada, o design responsável pela arte entrou em contato comigo e afirmou que fez a arte do 0. Como essa parada descredibiliza o artista o colocando em cheque, acho que seria legal darmos o reconhecimento pro cara. O clube usa o Nano Banana Pro, mas nessa arte aí não usaram.
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Lucas Papostá
Lucas Papostá@salame_of·
@raphaeldobbb @Vrau1337 @moraespc_ Argumentos rasos, do tipo “pessoas vão perder empregos”, da mesma forma como ocorreu diversas vezes na história da humanidade em virtude de progresso tecnológico.
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brito
brito@flamengodebrito·
@raphaeldobbb @salame_of @Vrau1337 @moraespc_ fica de boa porra tua ocupação é assistir filme e colocar em letterboxzinho chatice da porra com IA bglh q salva a gente no trabalho, q ajuda a gente a trabalhar com dignidade sem se matar vai p porra chatão de TT
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