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STF tem maioria para derrubar decisão de Mendonça que ordenou prorrogação da CPMI do INSS glo.bo/oza3kzv

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Lula cita elevação de gastos com cães no Brasil e diz que chineses não devem ter 'esse problema' glo.bo/3NNNW6P #g1
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Brasil será um dos países mais respeitados no mundo do crime organizado, diz Lula em nova gafe veja.abril.com.br/brasil/brasil-…
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Há algum tempo, venho percebendo a tentativa de transformar a direita em um movimento feminista radical. Não posso aceitar calado que sequestrem o movimento conservador bolsonarista para uma agenda ideológica que considero antinatural e agressivamente antimasculina. A atual tentativa de aprovar a chamada “Lei da Misoginia”, por agentes públicos eleitos sob a batuta do bolsonarismo, deve ser completamente repudiada. A inserção de conceitos e da linguagem do movimento feminista radical na pauta política da direita não pode ser aceita ou normalizada, pois há quem almeje usar o escudo de proteção do bolsonarismo para impor uma agenda que consideram prejudicial à população.
Nunca antes na história humana homens e mulheres se viram como concorrentes em guerra. Pela primeira vez, homens e mulheres foram colocados em uma disputa artificial, e as consequências dessa guerra planejada têm sido desastrosas, principalmente para as mulheres. A ferocidade do discurso feminista, segundo essa visão, atingiu tal nível que a própria estrutura burocrática do Estado estaria sendo moldada para perseguir e subjugar homens. Décadas de hostilidade na mídia, na academia e em organizações institucionais teriam afastado do tecido social a percepção de fraternidade e complementaridade que sempre regeram as relações entre os sexos. O lar passou a ser retratado como um lugar de martírio e sofrimento; o matrimônio, como uma forma de escravidão; e a família foi colocada de lado como um estorvo, um inconveniente que supostamente atrapalha a mulher moderna.
A agenda de valores da direita, sob essa perspectiva, visa resgatar a fraternidade entre os sexos, e não ampliar conflitos por meio de leis consideradas persecutórias e draconianas. Defende-se que parlamentares que apoiem propostas alinhadas ao feminismo sejam cobrados, sejam deputados ou senadores. Também se sustenta que o bolsonarismo não deveria ser utilizado como justificativa para pautas vistas como anticristãs e antifamília. Argumenta-se que a misoginia a ser combatida seria aquela atribuída ao próprio movimento feminista, entendido como responsável por distorcer o papel da mulher. Essa visão conclui com um chamado à mobilização política e à defesa do que considera valores tradicionais.
Juntos somos mais fortes. Que Deus una e abençoe a comunhão fraterna advinda da singularidade de cada um dos sexos.

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No dia de combate ao Racismo Religioso uma vigília cristã puxada por um vereador para tentar impedir o show sobre a Umbanda de Tiago Santineli, acabou com o artista preso. Intolerância religiosa é crime. Vamos atuar na Comissão de Direitos Humanos para que o vereador seja responsabilizado e a conduta da PM investigada.

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‘Deus me livre de ser julgada por juiz que não seja imparcial’, diz Cármen Lúcia revistaoeste.com/politica/carme…
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Wagner Moura foi esnobado no Oscar em ano difícil para filmes estrangeiros, diz jornal britânico
f5.folha.uol.com.br/cinema-e-serie…
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Wagner Moura é chamado de 'muito gostoso' por plateia no Oscar, afirma repórter
www1.folha.uol.com.br/ilustrada/2026…
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Irã sobe o tom contra Trump e ameaça usar mísseis com ogivas de uma tonelada
gazetabrasil.com.br/mundo/2026/03/…
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