#VEJAMercado | O governo corre contra o tempo para aprovar a MP 1343, conhecida como MP do frete, que perde a validade em 16 de julho. A proposta altera as regras do Piso Mínimo do Frete Rodoviário, mas enfrenta impasses no Congresso por incluir temas como a criação de um piso salarial de R$ 5 mil para motoristas e a anistia de multas por bloqueios de rodovias em 2022.
Diante da indefinição, caminhoneiros liderados por Wallace Landim, o Chorão, intensificaram a pressão com paralisações pontuais e voltaram a cogitar uma greve nacional caso a medida não seja votada.
Para Ricardo Rocha, colunista da VEJA Negócios e coordenador de finanças do Insper, uma paralisação teria impacto direto sobre a economia, pressionando preços de alimentos e insumos. Segundo ele, o impasse também reflete a insegurança jurídica causada pelos frequentes embates entre Congresso e Supremo Tribunal Federal.
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