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🇧🇷 BRPolls: Alguém consegue resumir os motivos que levaram Kim Kataguiri (Missão) a desistir da pré-candidatura ao Governo de São Paulo neste momento?








🚨🇧🇷 Paulo Figueiredo mostra pesquisa que aponta desgaste de Flávio Bolsonaro entre jovens, evangélicos e mulheres, e manda indireta a Nikolas Ferreira e Michelle, que seguem pouco engajados na campanha: “Quem dera se tivessemos expoentes que falem para esses públicos né (...) Não podemos cobrar ninguém, se não estamos dividindo a direita, é ataque.”




Como o MBL conseguiu o partido Missão, abrindo a bunda para Michel Temer e o sistema Traiu Bolsonaro, mamou Dória e Gilmar Mende e ajudou a implantar a ditadura do STF.⤵️ A Engrenagem do Sistema: Como a "Ditadura" começou com a prisão de Temer Não vou ser curto, mas serei claro: a atual escalada autoritária no Brasil teve um marco zero: a prisão de Michel Temer e o subsequente movimento de vingança e sobrevivência política que se seguiu. 1. Março de 2019: A Prisão de Temer O ex-presidente foi preso em um desdobramento da Lava Jato (Operação Descontaminação). O impacto foi imediato e abalou os pilares da "velha política". 🔗 Fonte: Prisão de Michel Temer – Wikipédia / G1 - Temer é preso pela PF pt.wikipedia.org/wiki/Pris%C3%A… 2. O Contra-ataque de Temer Solto dias depois, Temer não aceitou o cárcere passivamente. Através de seus interlocutores e notas de defesa, a prisão foi classificada como um "atentado ao Estado de Direito", culpando a postura do governo Bolsonaro e a atuação do juiz Marcelo Bretas. 🔗 Fonte: JOTA - Leia a íntegra da decisão e a reação da defesa de Temer jota.info/justica/michel… 3. O Pacto com o MBL Nos bastidores, Temer articulou com o MBL. A proposta era clara: apoio para a criação de um partido político próprio em troca de uma oposição feroz para "arrasar" com o governo Bolsonaro. O MBL aceitou a missão, mudando drasticamente seu posicionamento. 4. O Alinhamento com João Doria Durante a pandemia, o MBL consolidou sua traição à base conservadora ao apoiar as medidas de João Doria, então o maior opositor de Bolsonaro e entusiasta de restrições severas. 🔗 Fonte: The Intercept Brasil - MBL e Doria querem distância de Bolsonaro intercept.com.br/2019/08/04/mbl… 5. O Grupo "DEMOCRÁTICOS" A união improvável aconteceu: Kim Kataguiri (MBL) se juntou a Tábata Amaral, Marcelo Freixo, Alessandro Molon, Joice Hasselmann e Alexandre Frota em um grupo de WhatsApp chamado "DEMOCRÁTICOS". André Janones também integrou essa articulação que visava isolar o presidente. 🔗 Fonte: Folha de S.Paulo - Kim, Joice, Freixo e Tabata criam grupo de oposição google.com/amp/s/www1.fol… 6. A Criação dos "Novos Crimes" e a CPMI das Fake News Deste grupo nasceram neologismos como "milícia digital" e "gabinete do ódio". Frota e Joice levaram dossiês mastigados para a CPMI das Fake News. Esse material foi o "combustível" para que Dias Toffoli e Alexandre de Moraes abrissem o polêmico Inquérito das Fake News (o "Inquérito do Fim do Mundo"), usado para perseguir aliados de Bolsonaro. 🔗 Fonte: Estúdio 5º Elemento - A Face Oculta do MBL (Vídeo) youtu.be/XTn6QAZbUqA?si… 🔗 Fonte: G1 g1.globo.com/politica/notic… 7. Seletividade nos Dossiês A lógica era binária: quem estava no dossiê era criminoso; quem não estava, era "democrata". Isso explica por que canais e perfis de esquerda nunca foram alvo dessas investigações, mesmo usando as mesmas táticas. 8. Operação Juno Moneta e o Racha Em 2020, a Operação Juno Moneta investigou o MBL e Luciano Ayan por suspeita de lavagem de dinheiro e organização de ataques virtuais. Quando os membros de esquerda do grupo "Democráticos" apoiaram as investigações, o MBL sentiu o "fogo amigo", gerando o racha com nomes como Tábata Amaral e Freixo. 🔗 Fonte: Agência Brasil - Operação prende empresários ligados ao MBL / El País - Fogo amigo atinge Kim e Tabata agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/… Conclusão: O Desespero de Kim Kataguiri Kim Kataguiri, que surfou na onda Bolsonaro para ter 400 mil votos, viu seu capital político derreter pela metade após ser rejeitado tanto pela direita quanto pela esquerda. Hoje, vive de propostas inviáveis nas redes para alimentar a militância juvenil do grupo "Missão". O MBL é, em grande parte, responsável pelas ferramentas de censura que o STF usa hoje. Sem os dossiês e a narrativa criada por eles, Alexandre de Moraes não teria o alicerce "técnico" para as ações que hoje sufocam a direita. Para entender a fundo como essa máquina foi montada, assista ao vídeo e sigam @giuargolo (autor). MBL foi o X-9 do STF.








