Ainda não testei Resident Evil Requiem, mas talvez estejamos falando de um dos jogos melhor otimizados dos últimos tempos.
Primeiro que é belíssimo, tem uma compatibilidade massiva e absurda, rodando com boa qualidade desde num Switch 2 e Steam Deck, até desafiando uma RTX 5090 com Path Tracing no máximo.
Pra democratizar ainda mais o acesso, tem PSSR no PS5, tem DLSS no Switch 2, FSR 4 com FG, DLSS 4.5, MFG e XeSS. Ninguém fica na mão.
Nao consigo ver um público minimamente atualizado que não vá conseguir jogar esse game tranquilo de acordo com o segmento em que se encontra.
Pra completar, usa pouca VRAM em comparação a muitos títulos. Só vai ser exigente quando você começar a ir além das capacidades do seu hardware.
Mas aí é preciso ter um pouco de noção. Sem falar que o jogo foi super bem avaliado como game mesmo. Não é um mero sucesso técnico.
Parabéns à @CapcomBrasil que tá entregando uma engine super consistente há muito tempo. Esse parece ser só o ápice de um trabalho elogiado há anos.
Faltava só liberar PathTracing pra outras VGAs. 🫡
> invented JavaScript
> co-founded Mozilla
> built Brave to block ads by default
> made the internet faster
> said privacy isn’t optional
> didn’t sell out to surveillance capitalism
absolute legend 🐐
O YouTube tirou algo… e o Brave devolveu sem pedir permissão.
O YouTube começou a bloquear a reprodução em segundo plano para quem não paga o Premium, principalmente em navegadores móveis de terceiros. Música, podcasts ou vídeos param assim que você sai da aba.
Mas o Brave reagiu rápido. Lançaram uma atualização expressa que restaura a função sem truques estranhos nem aplicativos extras. É só entrar em Configurações, depois em Escudos, Filtragem de conteúdo e atualizar os filtros.
Pronto. O áudio volta a tocar em segundo plano como antes.
Uma jogada direta que mostra por que muitos continuam usando o Brave quando as grandes plataformas começam a fechar funções.