
cesarbaldi
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cesarbaldi
@cesarbaldi2
servidor público fed; doutor em direitos humanos; teorias críticas do direito


J.D. Vance (2024).

abril chegou e com ele o temido alistamento militar tailandês por sorteio



Uma das regras de ouro da advocacia é que só ganha dinheiro quem divide dinheiro. Em casos grandes, você vai ver um sem número de profissionais atuando conjuntamente. A ideia de que você vai pegar o caso da vida e levá-lo sozinho até o fim é praticamente uma ilusão.



Trecho da entrevista para minha newsletter no Globo com Claudio Lottenberg, presidente da CONIB e comissário de combate ao antissemitismo do World Jewish Congress. Întegra em link no stories e no Globo Pergunta - Pq algumas pessoas afirmam ser antissemitismo criticar Israel pela ocupação ilegal da Cisjordânia e as ações militares israelenses em Gaza? Para deixar claro, eu faço essas críticas, assim como critico os EUA por uma série de pontos de sua política externa, critico a Rússia, Irã, Azerbaijão, Arábia Saudita e outros países. Pq seria diferente com Israel? Muitos analistas veem o atual governo israelense como extremista, uma comissão de inquérito da ONU e entidades como Anistia Internacional, Human Rights Watch e Médicos Sem Fronteiras classificam como genocídio o que ocorreu em Gaza e o governador da Califórnia é favorito para ser candidato democrata em 2028 disse haver apartheid na Cisjordânia. Resposta - Não é antissemitismo criticar Israel. Criticar governos, contestar ocupações, condenar ações militares e cobrar proporcionalidade ou respeito ao direito internacional faz parte do debate democrático. O próprio relatório deixa isso claro ao adotar a referência da IHRA, segundo a qual críticas a Israel semelhantes às dirigidas a qualquer outro país não podem ser consideradas antissemitas. O problema começa quando a crítica deixa de ser dirigida a políticas ou governos e passa a negar aos judeus, e só aos judeus, o direito à autodeterminação; quando transforma todo judeu em representante ou cúmplice do Estado de Israel; quando usa “sionista” como disfarce para “judeu”; ou quando mobiliza velhos estereótipos antissemitas, como conspiração, mal absoluto, sede de dominação ou analogias nazistas. O relatório mostra justamente que uma parte importante do antissemitismo contemporâneo opera por essa via: não como crítica política legítima, mas como reembalagem de preconceitos históricos em linguagem geopolítica. Portanto, a linha divisória precisa ser tratada com seriedade. O debate sobre Gaza, Cisjordânia ou qualquer governo é legítimo. O que não é legítimo é usar esse debate para discriminar judeus, intimidar comunidades judaicas ou normalizar um discurso de hostilidade coletiva. oglobo.globo.com/blogs/guga-cha…

BRB comprou R$ 40 bilhões em títulos fraudulentos do Banco Master, aponta o Metrópoles. Valor é muito superior ao que se imaginava inicialmente e bem acima do montante que o Distrito Federal, sócio majoritário, poderia colocar de aporte no banco.










