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@hapieryas
brazilian| 24y| vôlei & tênis & miley & cinema & mpb
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na nossa vez o Pelé é francês
Kalshi FC@KalshiFC
🚨🤯 Kylian Mbappe has never lost a World Cup match in regular time.
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Sem gays assumidos na Copa, seleção brasileira de vôlei levanta bandeira veja.abril.com.br/esporte/sem-ga…
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as vezes até tento odiar, mas esse velho é icônico demais
Web Vôlei@sitewebvolei
FIVB suspende Zé Roberto webvolei.com.br/ze-roberto-lev…
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Criar conteúdo sobre vôlei tem se tornado cada vez mais difícil. A grande maioria das pessoas que trabalha com isso, cerca de 90%, faz por amor ao esporte, sem qualquer expectativa de retorno financeiro. O Portal, por exemplo, está presente diariamente no X/Twitter, no Bluesky (ainda) e no Instagram, levando informação para mais de 400 mil pessoas. Ainda assim, a monetização é inexistente. Esse é um problema importante, mas não é a principal pauta deste texto.
Quando iniciamos um projeto, a intenção é sempre evoluir. Com o tempo, corrigimos falhas, ajustamos processos e reconhecemos quando uma pauta ultrapassa o tom adequado em um momento de empolgação. Errar faz parte de qualquer construção. O mais importante é ter a capacidade de identificar os erros, analisá-los com responsabilidade e trabalhar para que não se repitam.
O que muitas vezes não é visto. é o enorme desejo de entregar mais, muito mais. Existem ideias, formatos e projetos inteiros engavetados por diversos fatores. O principal deles é a limitação imposta por quem administra o esporte em todas as esferas. Dentro de um ginásio, as possibilidades de produção são extremamente restritas. Nas redes, idem (um breve vocês saberão o motivo). Há pouco espaço para inovar, registrar e criar conteúdos que poderiam aproximar ainda mais o público do vôlei. Muitos acham que nós fazemos muito, mas isso não é nada perto do que gostaríamos de fazer.
Sabemos que existem regras e determinações, elas precisam e devem ser respeitadas. No entanto, quem contribui diariamente para divulgar, promover e manter o interesse pelo esporte nos mais diferentes lugares do mundo, também merece mais atenção, diálogo e um tratamento melhor.
Independentemente de você gostar ou não de fulano, do trabalho de determinado perfil, veículo ou criador de conteúdo, é preciso compreender a importância que cada um exerce dentro da comunidade do vôlei. Nem todo conteúdo será bem visto todos, mas sempre haverá alguém que se informa, se identifica e valoriza esse trabalho.
Fortalecer quem ajuda a manter o esporte vivo e relevante é, sem sombra de dúvidas, fortalecer o que nos move, o vôlei.
O objetivo desse texto não é atacar, tomar lado ou exigir alguma coisa, é apenas o retrato de uma realidade que muitos criadores vivem, e que pouquíssimas pessoas sabem.
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que teatro mds parem de colocar esse homem na minha tl
Planeta do Futebol 🌎@futebol_info
🚨 Neymar e Bruna Biancardi acabam de anunciar que serão pais de mais uma menina. Será o 5º filho do jogador. 🎥 Divulgação
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A deputada Gleisi Hoffmann, o ministro da saúde Alexandre Padilha e o patrocinador Banco do Brasil estão ajudando a CBV minimizar o prejuízo deixado pelo governo de Brasília nos cofres do vôlei brasileiro.
Fonte:
🗞️ Web Vôlei
E o presidente da CBV: Radamés

Elite do Vôlei@_EliteDoVolei
🚨CBV tomou um calote de 17,5 milhões de reais do Governo do Distrito Federal. Sendo 11 milhões pela VNL e 6,5 pelo vôlei de areia. A CBV foi avisada 15 dias antes do evento e precisou arcar com tudo para não envergonhar o vôlei brasileiro a nível mundial. Fonte: 🗞️ Web Vôlei
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A Volleyball World me expulsou de um jogo de vôlei e me baniu de futuras competições organizadas por eles.
Eu, que pago ingresso, viajo por conta própria e dedico boa parte da minha vida a divulgar o esporte por amor e sem receber um centavo deles.
Colocar um fã apaixonado pelo vôlei em uma “black list”, como eles mesmos denominaram, é um golpe baixo, desproporcional e completamente fora do tom.
Se criadores de conteúdo, torcedores, fãs e até a própria imprensa são tratados como ameaça, talvez o problema não esteja em quem fala sobre o vôlei.
Talvez esteja em quem acredita ser dono dele.
E, @volleyballworld, hora do chá de revelação: vocês não são donos do vôlei.
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Copa do Mundo feminina: Atletas que representaram a seleção brasileira entre 1988 e 1991 vão receber R$ 500 mil do Governo Federal.
A Copa do Mundo feminina de futebol começa daqui a um ano, no dia 24 de junho de 2027, no Brasil, com a expectativa de que o torneio ajude a modalidade a avançar a um novo patamar de interesse no País. Cada atleta que representou o Brasil em 1988, ano do vice-campeonato do Mundial experimental, e em 1991, quando foi disputada a primeira Copa oficial, vai receber R$ 500 mil pelos serviços prestados ao esporte. A mesma compensação foi atribuída a jogadores do futebol masculino - campeões em 1958, 1962 e 1970 -, na Copa de 2014, também disputada no País.
O valor também é garantido a sucessores legais de atletas falecidas, caso das goleiras Lica Laurentino e Simone Carneiro, que disputaram o Mundial experimental em 1988.
Nomes das pioneiras que serão indenizadas:
1988:
Goleiras: Lica Laurentino e Simone Carneiro (falecidas).
Defensoras: Marisa Caju,, Rosilene Fanta e Suzana Cavalheir, Elane Rego, Suzy Bittencourt e Sandra Duarte.
Meias: Lúcia Feitosa, Marilza Pelezinha, Marcinha Honório, Fia Paulista, Russa e Sissi.
Atacantes: Lucilene Cebola, Roseli de Belo, Michael Jackson e Flordelis Oliveira.
1991:
Goleiras: Meg e Miriam Soares.
Defensora: Rosa Lima, Doralice, Elane, Marilza e Soró
Meias: Márcia Tafarel, Nalvinha, Cenira Sampaio e Rosângela Rocha.
Atacantes: Fia Carioca, Adriana Alvim, Roseli, Fanta e Pretinha.
Via: @Estadao
📷Acervo Museu do Futebol

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