Ivan
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Ivan
@ivan
Professor e Jornalista | por aqui desde 07/08/2006 | Paulistano da Bela Vista | Autor do livro "Sintonia"
São Paulo, SP 参加日 Ağustos 2006
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➡️ – E aí, @filgmartin? Vinte e um anos de pena foi pouco para você. Porém, esta foi a decisão da Justiça.
Então, cumpra-se!

Português
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O STF divulgou as imagens da “cela” do Anderson Torres e, olha… se isso é prisão, então estamos todos vivendo errado.
O homem está num espaço de 54 m² com geladeira, chuveiro quente, armários, cama de casal, TV e ainda recebe cinco refeições por dia. Cinco!
Se essa é a tal “ditadura” que eles tanto choram, então realmente é uma ditadura muito boa, melhor que muito Airbnb por aí.
Coitado… sofrendo horrores na suíte premium do sistema prisional.
Português

@NestorCavalcan4 - Até quando teremos que suportar as bravatas desta criatura? ⏳
Português
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Damares chorou no Senado ao falar da prisão de Augusto Heleno.
E foi um espetáculo à parte.
Segundo ela, o general “só sonhava com uma nação próspera, abençoada e segura”.
Curioso porque, geralmente, quem sonha com isso não tenta contornar eleições nem brincar de poder paralelo.
Mas no mundo de Damares, tudo vira conto de fadas, até general golpista aparece como guardião da pátria.
O choro, claro, veio na dose certa.
Uma lágrima aqui, um tremor de voz ali… quase uma cena ensaiada, daquelas que só funcionam quando ninguém faz perguntas incômodas.
A realidade fica do lado de fora.
Lá dentro, reina a fantasia.
Enquanto o país finalmente vê responsabilização, Damares lamenta como se estivéssemos diante de uma injustiça cósmica, não do resultado direto de atos muito concretos.
No fim, foi isso,
o Senado discutindo democracia, e Damares interpretando drama.
Cada um entrega o que pode.
Português

@Metropoles "autoexilado" = ... ahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahah
Filipino

⏯️ Tudo que se sabe do filme sobre o ex-presidente Jair Bolsonaro
A cinebiografia sobre Jair Bolsonaro (PL), condenado a 27 anos e 3 meses de prisão, segue em produção e deve chegar aos cinemas em 2026. O filme, provisoriamente intitulado Dark Horse (O Azarão, em tradução livre), pretende reconstituir os bastidores da campanha presidencial de 2018, com atenção especial ao atentado sofrido pelo então candidato em Juiz de Fora (MG).
📹 Metrópoles
Português

@padilhando ➡️ Você é o "Craque do Jogo", prezado @padilhando, 👏🏻👏🏻👏🏻 Continue assim: sempre brilhante!
Um forte abraço.

Português

Hugo Motta vive hoje as consequências diretas das escolhas que ele mesmo fez. Não existe perseguição, campanha coordenada ou narrativa externa que consiga esconder o óbvio: sua impopularidade cresce porque ele decidiu pautar, acelerar e defender algumas das propostas mais rejeitadas pela sociedade. A anistia aos golpistas, a PEC da Blindagem, o PDL que desmonta a proteção a meninas vítimas de violência sexual e as idas e vindas do PL Antifacção, que quase retirou recursos e instrumentos de combate ao crime organizado, são decisões que não têm apelo popular, não atendem ao interesse público e só favorecem grupos muito específicos.
Este ano vimos a Câmara dos Deputados agir repetidamente para blindar criminosos, proteger políticos e criar salvaguardas para quem ataca a democracia. Há críticas ao Senado? Há. Mas foram os senadores que barraram a maior parte dessas aberrações legislativas. Não foi a militância que colocou o país em risco. Não foi a militância que pressionou pela PEC da Blindagem. Não foi a militância que tentou aprovar uma anistia sem respaldo social.
Diante disso, culpar terceiros pelos próprios erros é, no mínimo, covardia. É mais fácil responsabilizar quem reage do que assumir que conduziu mal a própria função. Querem um povo submisso. Estavam acostumados a uma sociedade que não reagia, que não cobrava, que não ia às ruas e que não pressionava digitalmente. Mas os tempos mudaram. O Brasil não aceita mais decisões feitas nas sombras, nem acordos que desmontam o Estado e enfraquecem o combate ao crime.
E agora, diante da pressão legítima da sociedade, tentam nos silenciar. Mas não vão conseguir. A responsabilidade por essa crise de imagem é exclusiva de quem escolheu pautas impopulares, de quem tentou empurrar a anistia, de quem flertou com a blindagem parlamentar, de quem aceitou retrocessos na proteção de crianças e de quem quase sabotou o financiamento da Polícia Federal.
A verdade é simples: se a impopularidade aumenta, é porque as escolhas foram ruins. E quem toma decisões ruins precisa aprender a lidar com as consequências, não inventar culpados. Quem quer respeito precisa respeitar o povo, e não tentar calá-lo.
Português

CORREÇÃO: VEJA Negócios publicou em seu site, por engano, a versão inicial de um texto produzido com auxílio de ferramentas de IA. Em fase de testes, o assistente de IA resume trechos de vídeos de programas como o Mercado, apresentado por Veruska Donato. As falhas do texto foram corrigidas em uma segunda versão, que está no ar. O site pede desculpas pelo erro. A seguir, leia o texto corrigido (veja.abril.com.br/economia/reaca…) e o vídeo com o trecho do programa Mercado: youtu.be/98ump1m0kDQ?si…

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@RomuloBDias Ele esquece o que sempre defendeu: só que serve para os outros e não para o pai dele, né @RomuloBDias ? 🤷🏻♂️
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