Vbaggio13
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Local secreto, túnicas pretas e círculos de fogo: g1 visitou a primeira igreja de Lúcifer do RS glo.bo/4sU6SAm #g1
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@BRICSinfo In Brazil we say "72 more hours". Trump's staffer, @FlavioBolsonaro , needs to adjust that.
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➡️ EUA | Câmara dos EUA diz que "censura brasileira" silenciou elogios a Trump
Relatório do Comitê Judiciário da Câmara dos EUA diz que autoridades do Brasil pediram a remoção de publicações que elogiavam Donald Trump
Leia na coluna de @PauloCappelli_
metropoles.com/colunas/paulo-…
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O que explica o crescimento de Flávio Bolsonaro nas pesquisas recentes, segundo Marinho veja.abril.com.br/politica/o-que…
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@EleicaoBr2026 claro que nao quer acabar
nao é bobo.
ele quer taxar o pix para ajudar as empresas americanas.
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🚨AGORA: Flávio Bolsonaro reage a críticas ao Pix após relatório dos EUA
O senador e pré-candidato à Presidência Flávio Bolsonaro reagiu às críticas do PT após um relatório dos EUA questionar o Pix. Em publicação nas redes sociais, ele afirmou que o sistema de pagamentos é um patrimônio nacional e atribuiu sua criação ao governo Jair Bolsonaro
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@eixopolitico so vai adicionar uma taxa para ajudar as empresas americanas.
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🇧🇷 Flávio Bolsonaro diz que não vai acabar com o Pix e chama acusação do PT de “fake news”.
“O PT dizendo que eu vou acabar com o Pix é lógico que é uma mentira, uma loucura sem pé nem cabeça. O Pix já é um patrimônio brasileiro”, afirmou.
eixopolitico.com.br/n/flavio-bolso…
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@israelzovsky This shows how racist you are. The fish dies by its mouth. bombom telaviv
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Os slogans “Palestina livre” e “do rio ao mar” não têm o mesmo significado político. Enquanto a defesa de uma “Palestina livre” é legítima e pode estar associada à existência de um Estado palestino, a expressão “do rio ao mar” tem fundamento genocida, pois se refere ao território entre o rio Jordão e o mar Mediterrâneo, região que inclui Israel e os territórios palestinos, o que implica a substituição do Estado de Israel nesse território. Por isso, o uso dos dois slogans juntos é inadequado, por significar a destruição de Israel. Essa região é plural e continuará sendo. Nenhum povo dela deve ser destruído.
No Brasil, o debate sobre essas expressões ganhou espaço, especialmente no contexto da adoção da definição de antissemitismo da Aliança Internacional para Memória do Holocausto em projetos de lei e políticas públicas. Mas, cabe esclarecer: o PL 1424, proposto pela deputada Tabata Amaral, que adota tal definição, não cria novos crimes, mas estabelece parâmetros para políticas de educação, prevenção e conscientização sobre o antissemitismo e discursos de ódio.
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Trump disse que o Irã era um perigo para os Estados Unidos. Estava errado. O Irã é um perigo para o mundo, não apenas para os EUA. Não era um perigo iminente aos EUA, naquele momento do ataque, mas é um perigo permanente. Um Estado dirigido por uma força maligna, a IRGC (em tudo semelhante à SS), organizado precipuamente para a guerra de exterminação de Israel, das democracias e, no limite, de todos os infliéis que não se subordinarem à teocracia xiita, que financia e coordena uma dezena de braços terroristas, almejando se tornar uma potência nuclear, com capacidade ofensiva de mísseis que poderiam (e poderão, se nada for feito) alcançar qualquer lugar do planeta, é realmente uma ameaça para a humanidade. Isso não quer dizer que Trump e Netanyahu estão certos no que fizeram (e no modo como fizeram e estão fazendo). Mas quer dizer que o mundo livre deverá tomar providências para evitar um perigo que pode ser muito maior do que esses dois populistas irresponsáveis imaginaram.
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O genocídio em Gaza foi desmascarado… pelo próprio Hamas.
A grande mentira de que Israel cometeu “genocídio” em Gaza desmorona com os próprios números e ações do Hamas.
Antes de mais nada, guerra é tragédia. A morte de inocentes é sempre uma tragédia.
O Ministério da Saúde controlado pelo Hamas reportou 70 mil mortes no total. Eles nunca separam civis de combatentes e apresentam quase todas como vítimas civis. Mas quando se analisa esses dados brutos, a história muda.
Uma análise detalhada (baseada nos números públicos do Hamas) mostra:
• ~22.000–25.000 combatentes do Hamas
• ~11.000 mortes naturais
• ~4.000 por combates internos entre palestinos
• ~1.000 por erros de registro
Após retirar os itens não relacionados à guerra, sobram cerca de 54.000 mortes atribuíveis ao conflito. Destas, aproximadamente 25.000 eram terroristas, restando cerca de 29.000 civis.
Isso dá uma proporção de aproximadamente 1 combatente para cada 1,16 civil, ainda extremamente baixa para uma guerra urbana contra um inimigo que se esconde em meio à população civil.
E o Hamas se contradiz ainda mais sozinho: ao anunciar pagamentos a viúvas de “mártires”, o grupo admitiu a existência de milhares de combatentes casados mortos. Eles distribuíram milhões de dólares para viúvas (19 mil só em um lote recente), revelando involuntariamente que uma parcela enorme dos mortos eram seus próprios terroristas. Isso sem contar os combatentes solteiros, que não geram pensão para viúva.
Mesmo usando números fornecidos pelo Hamas, que, se errados, tendem a inflar o total e esconder seus combatentes, a proporção em Gaza é historicamente baixa para guerra urbana.
Especialistas mundiais em guerra urbana, já apontaram que o padrão normal em conflitos desse tipo é de 1 combatente para 9 civis (estimativas da ONU e da UE). Na Batalha de Mosul, com apoio aéreo americano, morreram 10 mil civis para apenas 4 mil terroristas do ISIS.
Mas o Hamas, ao divulgar os números totais e ao pagar pensões aos “mártires”, entrega as provas contra a própria narrativa de “quase todos civis”.
Acusar Israel de genocídio com esses números é uma inversão moral grotesca. O exército que alcança essa proporção, mesmo lutando contra um inimigo escondido em meio à população civil, fez o oposto de genocídio.
A mentira foi exposta.
E foi o próprio Hamas quem forneceu as contradições que a derrubam.
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Tem gente que vai conseguir criar alguma lógica para justificar isso.
g1@g1
Irã usa crianças em trabalhos de segurança na guerra, indicam testemunhas e relatos à imprensa glo.bo/4sMYiTM #g1
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Os slogans “Palestina livre” e “do rio ao mar” não têm o mesmo significado político. Enquanto a defesa de uma “Palestina livre” é legítima e pode estar associada à existência de um Estado palestino, a expressão “do rio ao mar” tem fundamento genocida, pois se refere ao território entre o rio Jordão e o mar Mediterrâneo, região que inclui Israel e os territórios palestinos, o que implica a substituição do Estado de Israel nesse território. Por isso, o uso dos dois slogans juntos é inadequado, por significar a destruição de Israel. Essa região é plural e continuará sendo. Nenhum povo dela deve ser destruído.
No Brasil, o debate sobre essas expressões ganhou espaço, especialmente no contexto da adoção da definição de antissemitismo da Aliança Internacional para Memória do Holocausto em projetos de lei e políticas públicas. Mas, cabe esclarecer: o PL 1424, proposto pela deputada Tabata Amaral, que adota tal definição, não cria novos crimes, mas estabelece parâmetros para políticas de educação, prevenção e conscientização sobre o antissemitismo e discursos de ódio.
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EUA usaram novo tipo míssil em ataque a uma escola no Irã que matou 21, diz jornal glo.bo/4wzbtdh

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Antissemitismo mata. Só nas últimas semanas, houve ataques terroristas a sinagogas na Bélgica e na Holanda assim como a ambulâncias de uma organização judaica na Inglaterra.
No Brasil, foram registradas 886 denúncias de antissemitismo em 2024, e o Conselho Nacional dos Direitos Humanos levou à ONU um alerta sobre o avanço do neonazismo e o crescimento de ataques em escolas. 👇🏻
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