Jackson Blecker
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Cada vez que vestimos esta camisola, sentimos o mesmo orgulho, a mesma paixão e o mesmo sentido de responsabilidade do primeiro dia.
Amanhã começa um novo capítulo.
Trabalhámos muito para chegar a este momento e agora é altura de dar tudo pelo nosso País, e por todas as comunidades Portuguesas que nos apoiam aqui e em todo o mundo. Acreditem como nós! #VAIDARPORTUGAL

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@DOCENTEMONTEIRO Eles querem os idosos com aparelhos tecnológicos para poderem roubar o pouco que resta deles. É uma vergonha o que fizeram com o roubo de aposentadorias e estão todos soltos e sendo nomeados para cargos no governo
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"Uma sociedade que obriga uma pessoa de noventa anos a usar um smartphone para acessar seus próprios direitos não é moderna: *é uma sociedade que decidiu se livrar de seus idosos*. Em 2026 tudo virou um aplicativo, um código, um portal. Mas quem construiu este país com as próprias mãos hoje se encontra analfabeto dentro da própria casa. Para marcar uma consulta ou pagar uma conta, é preciso um filho ou um neto quando existe um. 0 sistema falhou, Isto não é inovação. *É EXCLUSÃO* a tecnologia deve ajudar, não selecionar quem tem direito à dignidade, Quando deixamos para trás aqueles que vieram antes de nós, não estamos evoluindo: estamos apenas nos tornando mais e mais egoístas. Parem de pregar empatia, canalhas!"
Simples Assim...
👏👏👏👏👏👏

Português

Ajudando o próximo governo a dar o primeiro passo na elaboração de um plano de governo real
Começo esse texto reafirmando, mais uma vez, que não faço parte da campanha de nenhum candidato. As opiniões aqui expressas são exclusivamente minhas e não refletem a posição de qualquer candidato ou partido político.
Muito se fala sobre planos de governo durante campanhas eleitorais. Esses documentos cumprem um papel legítimo: sinalizam prioridades, comunicam valores e permitem ao eleitor comparar visões de país. Mas qualquer gestor público experiente sabe que o plano de campanha e o plano de governo real são coisas distintas. O primeiro é uma promessa. O segundo é uma engrenagem. É sobre essa engrenagem que este texto trata.
O plano de governo real é o conjunto de decisões concretas, de estrutura, de pessoal e de agenda, que determina a capacidade efetiva de um governo de realizar aquilo que prometeu. Sem ele, o entusiasmo da vitória eleitoral se converte rapidamente em paralisia administrativa. Com ele, o novo governo pode começar no primeiro dia com direção clara, equipe preparada e prioridades definidas.
Em minha opinião, o primeiro passo de um plano de governo real é definir a estrutura ministerial. Essa definição é estratégica, pois a partir dela torna-se possível designar responsáveis por cada área que podem: (1) conhecer com antecedência as estruturas, por vezes gigantescas e complexas, de cada ministério; (2) acompanhar o que foi feito nos últimos anos e decidir, com calma e critério técnico, quais medidas serão mantidas, quais serão aprimoradas e quais devem ser extintas; (3) elaborar com antecedência e rigor suas próprias propostas para cada pasta; (4) identificar quais atos infralegais apenas criaram burocracia e são passíveis de revogação ou simplificação já no primeiro dia de governo; (5) ter nomes qualificados para liderar esses ministérios já no período de transição de governo, que vai de 3 de novembro a 31 de dezembro do ano eleitoral — pessoas que não precisam ser necessariamente os futuros ministros, mas que precisam dominar as agendas em jogo e já começar sua formulação; (6) decidir sobre os órgãos vinculados a cada ministério e elaborar propostas específicas para eles; e (7) delimitar, desde o início, o alcance e o peso político de cada pasta, evitando disputas internas desnecessárias tanto no período de transição quanto ao longo do mandato.
Há ainda outro benefício frequentemente subestimado: a definição antecipada da estrutura ministerial reduz a dependência de improviso nas primeiras semanas de governo, que historicamente são as mais caóticas e, paradoxalmente, as mais decisivas. Um governo que chega ao poder sabendo exatamente o que quer fazer — e quem fará — transmite confiança ao mercado, à sociedade e ao próprio funcionalismo público. Essa confiança tem valor econômico real: ela reduz incertezas, contribui para a estabilidade dos ativos e facilita a aprovação de medidas prioritárias no Congresso.
Com espírito público e o desejo genuíno de contribuir com o debate nacional, elaborei a seguir uma proposta de estrutura ministerial com o auxílio de especialistas que colaboraram de forma voluntária. Não se trata de um documento partidário nem de um manifesto ideológico. Trata-se de uma contribuição técnica ao debate sobre como organizar um governo responsável, eficiente, justo e dinâmico o suficiente para enfrentar os desafios que se apresentam ao Brasil.
A maior contribuição dessa proposta está na racionalização dos chamados ministérios palacianos — aqueles que despacham diretamente com o presidente da República e, por essa razão, exercem influência desproporcional sobre os demais. No modelo atual, a proliferação dessas estruturas próximas ao Palácio gera sobreposições, disputas de protagonismo e ruído político que comprometem a coordenação do governo.
Na proposta que apresento, os ministérios palacianos seriam reduzidos a três: a Casa Civil, as Relações Institucionais e o Gabinete de Segurança Institucional (GSI). A lógica é simples e ao mesmo tempo poderosa: à Casa Civil caberia coordenar o trabalho do governo "para dentro", garantindo que os ministérios sigam as prioridades definidas pelo presidente e que as agendas interministeriais sejam efetivamente integradas. Às Relações Institucionais caberia coordenar o trabalho do governo "para fora", sendo o principal interlocutor com o Congresso Nacional, os partidos e os demais atores políticos. O GSI seria mantido em seu formato atual, com foco na segurança e na inteligência institucional.
Essa arquitetura tem o mérito de estabelecer papéis claros e complementares entre os ministérios palacianos, eliminando zonas cinzentas de competência que historicamente geram atritos. Um governo bem coordenado internamente governa melhor. E um governo que sabe articular politicamente seus objetivos governa mais.
A estrutura ministerial completa que proponho é composta por 25 ministérios. Naturalmente, trata-se de uma sugestão técnica — não de um modelo fechado. Cada governante pode e deve fazer os ajustes que considerar necessários diante de suas prioridades, de sua coalizão e das circunstâncias do momento. O que importa é que essa decisão seja tomada com antecedência, com critério e com foco no interesse público.

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@ASachsida Turismo, esportes e cultura, eu colocaria tudo isso num ministério só. Acho que o objetivo deve ser 20 ministérios no total, com a consequente redução de custos. Chega de cargos comissionados em ministérios que não são relevantes.
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É, a Júlia Zanatta é a pessoa mais preparada e super confiável!
Professor Bellei@ProfessorBellei
Júlia Zanatta é extremamente bonita, de uma beleza autenticamente italiana, mas o que realmente nos encanta é que ela é a versão excepcionalmente conservadora de Giorgia Meloni. Dito isso, o número 1 está especialmente bem servido de vice. Estamos, melhor dizendo.
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Moraes mantém o julgamento de Eduardo Bolsonaro na 1ª turma!
Jornalista Augusto Nunes:
Em nenhum lugar do mundo o Ministro Alexandre de Moraes ainda estaria brincando de magistrado, tanto tempo depois de divulgado um contrato assinado por sua mulher e por Vorcaro, que prova que um MINISTRO DO SUPREMO FOI ALUGADO,COMPRADO OU ARRENDADO POR UM BANDIDO INTERESSADO EM UM SERVIÇO DE PRONTO SOCORRO…ele deveria estar fora do Supremo “JÁ”! Seja por impeachment, seja por decisão própria, caso tivesse o mínimo de vergonha ou escrúpulo.
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O Zema tem um padrão. E quando você enxerga o padrão, tudo faz sentido.
2018: se elegeu governador de Minas com o carimbo Bolso-Zema. Usou o nome, a marca e o eleitorado do presidente pra vencer. Depois de eleito, começou a se distanciar de tudo que é bolsonarista.
2022: o diretório do Novo em Minas recebeu R$1 milhão de Henrique Vorcaro, pai do dono do Banco Master. Campanha de reeleição do Zema. Hoje o Vorcaro pai tá preso na Operação Compliance Zero. O filho tá preso desde novembro de 2025.
2025: no primeiro escândalo do Master, Zema atacou o Flávio em 3 horas. Sem esperar explicação. Chamou de “imperdoável” e “tapa na cara dos brasileiros de bem.”
2026: vai na Brasil Paralelo, dobra a aposta. “Quem anda com bandido merece cautela.” Na mesma sabatina, diz que foi o “único pré-candidato” a visitar El Salvador. Enquanto isso, o Flávio tava lá COM o Bukele e a equipe do presidente.
O Flávio buscou patrocínio privado pra um filme. Sem Lei Rouanet. Sem contrato público. O Zema recebeu doação de campanha do Vorcaro. E até hoje não devolveu.
O Eduardo chamou de postura vagabunda. E pediu rompimento com o Novo.
A pergunta que o Zema não quer responder: devolveu o milhão?
Comenta DEVOLVEU O MILHÃO. Compartilha com quem ainda acredita na “terceira via.”
Siga Paulo Mansur — aqui eu falo o que a TV não mostra.
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Se eu apoio @andredopradosp para senador em SP dizem que é muito de centro.
Se eu apoio @apropriajulia para vice de Flávio aí dizem que é muito direita.
O problema deve ser comigo então. Ah! Verdade, tem até aquela narrativa de “o problema são os filhos de Bolsonaro”, né…
Auri Verde Brasil@auriverdebrasil
A deputada federal Julia Zanatta (PL-SC) publicou em suas redes sociais um vídeo comentando sua indicação para a vice-presidência em uma eventual chapa liderada pelo senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ). Na publicação, a parlamentar escreveu: "Haverá sinais de que o Brasil tem jeito 🇧🇷". A declaração repercutiu entre apoiadores e reacendeu especulações sobre possíveis alianças e projetos políticos para as próximas eleições. 📸 Reprodução / Redes Sociais
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