Miguel Silva Machado

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Miguel Silva Machado

Miguel Silva Machado

@MglMachado

가입일 Ocak 2013
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Miguel Silva Machado
Miguel Silva Machado@MglMachado·
@jcaetanodias Só posso imaginar o estadista britânico a beber uma garrafita de whiskey e fazer um valente comentário (sexista) sobre esta senhora que escreve no Público.
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jcd
jcd@jcaetanodias·
Um gajo olha para o telemóvel ao pequeno almoço no hotel e não consegue conter uma gargalhada audível. Ficou tudo a olhar para mim.
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Miguel Silva Machado
Miguel Silva Machado@MglMachado·
@al_antdp Tal e qual🙈 Churchill se lesse o Público, emborcava já mais uma garrafa de whiskey sem respirar e mimoseava a ASL com um dos seus ditos sexistas!
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Αntonio Nogueira Leite
O jornal da família Azevedo continua a hospedar algumas das peças mais esdrúxulas da chamada imprensa tradicional
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Miguel Silva Machado
Miguel Silva Machado@MglMachado·
@al_antdp Mais um momento de entretenimento televisivo. Curioso só contarem presos no Ultramar antes de 25ABR74 (eram dos “bons”). Depois até às independências, guerra civil ou grandes alterações da ordem pública, os portugueses africanos presos passaram a maus, mereciam, não contam.
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Αntonio Nogueira Leite
Um debate inútil sendo curioso que o mais velho passou boa parte do PREC na clandestinidade (😂) e o outro nasceu anos depois. Um debate de vaidades e propaganda, que certamente não esclarecerá quem necessitar de ser esclarecido.
CNN Portugal@cnnportugal

O líder do Chega "aceita o desafio": André Ventura diz sim ao debate com Pacheco Pereira baseado em factos e documentos #Echobox=1775773951" target="_blank" rel="nofollow noopener">cnnportugal.iol.pt/andre-ventura/…

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Extropiani
Extropiani@extropiani·
The soldier in the photo is indeed a Portuguese paratrooper (pára-quedista) from the Portuguese Colonial War (Guerra do Ultramar, 1961–1974) in Africa (likely Angola or Mozambique). The combination of gear is characteristic of Portuguese forces at the time, even if some details look unusual to people unfamiliar with the specifics of that conflict. en.wikipedia.org Why the FBP m/948 submachine gun fits perfectlyThe weapon he's holding is the FBP m/948 (Pistola-metralhadora FBP m/948), a 9×19mm Portuguese-designed and -manufactured submachine gun produced at the Fábrica de Braço de Prata in Lisbon. It entered service in 1948 but saw extensive combat use exactly during the Colonial War, especially by paratroopers, commandos, and support troops. It was cheap, simple, and reliable in jungle/bush conditions, though considered somewhat outdated by the 1960s–70s. Portugal even bought extra similar Belgian Vigneron SMGs due to shortages. This gun was not widely exported or copied elsewhere in that exact form, so its presence strongly points to Portuguese service. centerfiresystems.com Camouflage and uniformPortuguese paratroopers and certain elite units (like caçadores) used French-influenced lizard-spot camouflage smocks and trousers, modeled after French paratrooper patterns (TAP 47/53–54 style). This was issued early in the war and became common for airborne and special units operating in Africa. The overall look—camouflage jacket over what appears to be standard field dress—is consistent with Portuguese troops in the early-to-mid 1960s phase of the conflict. Regular infantry often switched to plain khaki or olive uniforms later, but paras and commandos kept distinctive camo elements. …rgy-konstantinovich-zhukov.tumblr.com HelmetPortuguese paratroopers used a mix of helmets during the war: US M1-style steel helmets (often with net covers) and earlier French OTAN-pattern or Portuguese M940/M963 variants. The helmet in the photo aligns with what paras wore when jumping or in field operations. Some units went without helmets in certain jungle patrols for comfort, but steel helmets with camo or netting were standard for airborne insertions and combat. Doubts about the "gear" sometimes arise because Portuguese equipment was a eclectic mix of domestic, US, French, and captured items—not a uniform "NATO standard" look like American or British forces. Why some people claim "it's not Portuguese"The gear can look like a mishmash: the FBP resembles a hybrid of German MP40, American M3 Grease Gun, and British Sten (which it borrowed features from), so it doesn't scream "standard issue" to casual observers. Portuguese Colonial War uniforms weren't as standardized or iconic as, say, Vietnam-era US gear. They drew heavily from French colonial influences (due to NATO ties and shared experiences in Indochina/Algeria) and used whatever was available under arms embargoes and budget constraints. Misidentification is common online—people sometimes confuse it with Rhodesian, South African, or even insurgent forces who later captured and reused Portuguese equipment after 1974. But the specific FBP + camo + paratrooper context doesn't match those. This image is a well-known type from Portuguese military archives and veteran collections showing troops in the African theaters. The replies in the thread (family stories of veterans with PTSD, missing fingers, etc.) also reflect the real human cost of the long, brutal counter-insurgency war Portugal fought to hold onto its colonies.If the skepticism comes from a specific detail in the photo (e.g., helmet shape, webbing, or something else), feel free to point it out—I can dig deeper. Overall, the evidence confirms it's authentic Portuguese gear from that era.
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Henry 🇺🇸
Henry 🇺🇸@henry_Pringles·
🇵🇹 Portuguese paratrooper somewhere in Africa with a FBP submachine gun
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Miguel Silva Machado
Miguel Silva Machado@MglMachado·
@henry_Pringles This isn’t a paratrooper. We never wore that helmet in Africa (we wore the US M1, the one in the photo is the Portuguese); our camouflage was lighter in colour and had a different pattern, more like the French style; we wore the US belt, not the Portuguese one.
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Miguel Silva Machado
Miguel Silva Machado@MglMachado·
@FFigueiredoCor Deve ter sido igual…Estes/as são os/as funcionários/as (de várias cores partidárias) que enchem o Estado e Autarquias mas que nada contribuem para a melhoria dos serviços! Baixa-se o desemprego e arranjam-se uns amigos/as que podem vir a ser úteis…a quem nomeou🤬
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Fernando Figueiredo
Fernando Figueiredo@FFigueiredoCor·
Mais do que averiguar o porquê e o como da filha da Ana Gomes ter metido a amiga comuna a trabalhar na Câmara, está a questão de saber como é que a própria filha da Ana Gomes chegou a presidente da EGEAC…
Fernando Figueiredo tweet media
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Drecas
Drecas@Drecas_2000·
Anúncio da UMM, 1986
Drecas tweet media
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Miguel Silva Machado
Miguel Silva Machado@MglMachado·
@al_antdp Pois estes/as são os/as funcionários/as (de várias cores partidárias) que enchem o Estado e Autarquias mas que nada contribuem para a melhoria dos serviços! Baixa-se o desemprego e arranjam-se uns amigos/as que podem sempre fazer falta…a quem os/as nomeou🤬
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Αntonio Nogueira Leite
Muitos parabéns à filha da dra Ana Gomes pela coragem revelada e pela criatividade da solução encontrada e à feliz contemplada por mais um passo bem sucedido na sua carreira no setor público
Αntonio Nogueira Leite tweet media
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Miguel Silva Machado
Miguel Silva Machado@MglMachado·
@Drecas_2000 Sobre munições para armas ligeiras recordo a promessa do MDN logo que iniciou funções…atrair investimento estrangeiro para montar uma fábrica em Portugal (que bem precisamos). Até hoje, anos passaram e a primeira pedra ainda não foi lançada…aguardemos com calma.
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Drecas
Drecas@Drecas_2000·
Como é feito o financiamento para a aquisição de munições para o Exército a curto e médio prazo? (2019) "De futuro já não podemos contar muito com as munições que havia nas Unidades. Essa situação [níveis de munições elevados nas U/E/O remanescentes da produção nacional] serviu de amortecedor, porque nestes últimos anos o investimento em munições tem sido muito baixo, mesmo muito baixo. Um milhão aconteceu para aí uma vez, porque nas outras vezes [foi muito pouco]... eu lembro-me uma vez comprámos 40000 euros num ano" TCor Liberato, DMT Ex-responsável inventário de munições "Existe falta de dinheiro (...) Quando as necessidades apresentadas por ano são onze milhões e nós só conseguimos adquirir dois milhões por ano, nos anos em que temos disponível." Cor Rosa, Chefe da RRT/DMT "não têm orçamento [para adquirir munições] – o grande problema é esse" Maj Ferreira, Coordenador de Área da Repartição de Logística da DR/EME
Drecas tweet media
Drecas@Drecas_2000

Sobre a compra de munições no Exército, de 2019: "De que forma são tomadas as decisões sobre opções de melhor valor logístico no que diz respeito a fornecedores de munições? NSPA – fazemos o contrato com eles, o que demora um ano fazer, enviar para o tribunal de contas, o montante dessa compra vai a resolução de conselho de ministros, que demora no mínimo seis meses, (...), acumulando-se assim os atrasos, depois dizemos à NSPA qual o dinheiro disponível para as aquisições e depois teremos que esperar mais. Não está a correr bem [os prazos de entrega] e já o transmitimos a vários responsáveis da NSPA - esperávamos que fizessem um concurso com as fábricas e que dissessem às fábricas as necessidades distribuídas pelos anos em que vamos precisar. Mas na prática eles não fazem isso. Têm o nosso pedido e depois ficam uns tempos alargados à espera que outros tenham pedidos de munições. (...) quando lançam, lançam concurso para o ano seguinte para vários países – e não distribuído ao longo de vários anos. Depois temos sempre o mesmo problema – o quantitativos das munições que Portugal quer não influenciam o preço. Por exemplo, as munições de 155mm eram para estar cá em setembro ou outubro do ano passado – falharam – depois eram para vir em dezembro – falharam – quando perguntámos em janeiro a resposta foi – não há previsão. Quando não há previsão... receio que já não venham este ano. [Qual foi o critério para optarmos pela NSPA em detrimento dos concursos normais] (...) uma das razões é a seguinte – os custos que são cobrados pelo transporte de munições e a operação é de tal forma complexa que faz colocar o preço das munições em valores astronómicos –num concurso desta natureza, teríamos que fazer o concurso por lotes, pois não conseguimos garantir que haja uma [única] empresa que consiga fornecer todos os tipos de munições. E depois arrisca-se a que, em cada lote, as quantidades de munições sejam tão exíguas e o transporte e as garantias de segurança sejam de tal ordem [elevados] que faz com que as munições saiam a um preço astronómico! (...) temos a expectativa de que eles, pela escala que têm, quando fizerem o transporte das munições, conseguem fazer chegar uma grande quantidade de munições que, no mínimo põe os preços o mais baixo possível. Portanto (...) proporcionar o aproveitamento das economias de escala na compra de munições, pelo menos ao nível dos países da OTAN existentes na Europa (...) (...)como é que o fornecedor é selecionado?! Regras da contratação pública, pura e simples! Um chamado caderno de encargos, em que no caderno de encargos são colocadas as especificações técnicas – essa é uma das outras razões pelas quais optamos pela NSPA – porque ninguém sabe de munições no Exército – ninguém! Estou a falar em termos de elaborar especificações técnicas de munições – que não é só dizer que tem esta medida ou que têm aquela medida. O mundo das munições é muito técnico e complexo, e fazem-se munições em todos os cantos do mundo, com todos os tipos de qualidade que isto é um perigo [especificações técnicas incompletas ou incorretas num concurso de aquisições]!(...) Na NSPA tenho a garantia de que (...) as munições, tarde mas vêm. Tenho a garantia de que o preço que eu vou usufruir é o melhor preço do mercado na altura, porque certamente foi uma compra agregada com outros países e beneficiei do efeito de escala e tenho a garantia de que a qualidade é a qualidade da munição certificada pelos países da Aliança Atlântica!(...) ...neste momento a política é ir tudo para a NSPA a não ser coisas de pouco volume, tal como chumbos [para armas de ar comprimido], munições para caçadeiras, - aquisições na ordem dos 20000 euros – não são grandes aquisições.(...)" BGen Cavaleiro, Diretor de Aquisições

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Miguel Silva Machado
Miguel Silva Machado@MglMachado·
@al_antdp No que ouvi do PP, esqueceu-se, por exemplo, dos militares presos depois do 11 de Março. Conheço vários que nem actuaram no golpe e foram dentro. Ou o Kaúlza, preso “preventivamente” porque poderia ser uma ameaça! Esteve 16 meses na prisão só foi libertado em 1976! Detalhes.
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Αntonio Nogueira Leite
Mais um cavalheiro que acha que tudo anda à volta de Ventura. Não é por Ventura querer desvirtuar o processo de revisão constitucional ou contar a sua visão muito particular do PREC que PP passa a detentor indisputável da verdade ou tabelião de factos comprovados e há muito estabelecidos. Não estou ao lado de Ventura em nada de relevante para Portugal, muito pelo contrário. Mas daí a ser papagaio de PP vai toda uma enormissima distância. O reductio ad Venturum é um erro que só favorece o dito
Jorge Cosme@jorgecosme2000

@al_antdp O António Nogueira Leite está a mostrar a sua verdadeira natureza. Colocar-se do lado do Ventura contra o Pacheco Pereira diz muito sobre os valores e o íntimo de uma pessoa.

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Miguel Silva Machado
Miguel Silva Machado@MglMachado·
@FFigueiredoCor Este tipo é mesmo um bronco! Como é que a CNN o suporta é que desconheço. Tem de haver ali algum mistério. Aliás o colega de painel - o "no limite pode nem ter havido assalto" - é outro que me leva a mudar de canal. PQosP!
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Fernando Figueiredo
Fernando Figueiredo@FFigueiredoCor·
O sonsinho é ver para crer. No seu líder supremo Mojtaba Khamenei que está farto de o ver nas TV's acredita cegamente!
Fernando Figueiredo tweet media
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Miguel Silva Machado
Miguel Silva Machado@MglMachado·
Claro que foi um enorme sucesso mas há gente a clamar pelas perdas materiais da USAF. Uma vida salva. Toda a experiência adquirida vai melhorar o que for possível na instrução. Negou-se ao inimigo a maior vitória psicológica que poderiam alcançar desde o inicio da guerra.
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Miguel Silva Machado
Miguel Silva Machado@MglMachado·
@DaleStarkA10 It’s a huge success. A life has been saved – and that of a highly specialised soldier, no less, who will now be training others! – and the enemy has been denied the greatest psychological victory they could have achieved. It’s not because he’s European, he’s acting in bad faith.
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Drecas
Drecas@Drecas_2000·
NATO is 75 years old, so why not celebrate it with a Portuguese Division raised to fight the Red threat? The 1st Division Nun’Álvares in 1953, Portugal enters NATO with a bang, a small thread on its initial structure and history #ORBATboys
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Miguel Silva Machado
Miguel Silva Machado@MglMachado·
@cpt340 @filipe_antolin Começou a perder a guerra? Foi um rude golpe que a FAP contornou em pouco tempo, adaptou-se. O esforço de guerra manteve-se. A guerra foi perdida porque parte importante dos oficiais do QP do Exército deixou de querer combater. Quem nos derrotou foram os capitães.
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José Correia Guedes
José Correia Guedes@cpt340·
@filipe_antolin Portugal começou a perder a guerra na Guiné quando um Fiat G91 foi abatido por um míssil. Antes disso os aviões da FAP tinham feito centenas de missões mas nesse momento acabou a supremacia aérea e nunca mais ninguém voou sossegado
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José Correia Guedes
José Correia Guedes@cpt340·
Parecem confirmar-se as notícias que dão conta do abate de um F15 E Strike Eagle da USAF sobre o Irão. Piloto e o oficial de armamento (Weapons System Officer) ter-se-ão ejetado mas ainda não se sabe se morreram ou foram capturados. O estabilizador vertical do aparelho abatido tem as insígnias vermelhas do 494th Fighter Squadron, baseado em RAF Lakenheath, UK. Uma das cadeiras de ejeção foi encontrada vazia o que sugere que o seu ocupante terá sobrevivido. Neste momento decorre uma missão de busca e salvamento por enquanto sem resultados. Os pilotos do F15 estão equipados com um emissor localizador que permite enviar as suas coordenadas geográficas às equipas de salvamento. Entretanto o Irão oferece uma choruda recompensa a quem encontrar estes dois oficiais americanos. A confirmar-se esta notícia a superioridade aérea há semanas anunciada pelo presidente Trump sofrerá um rude golpe
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