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Luis Eduardo 🗨
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@_sccpnews Se Arthur Cabral pagar para jogar no Corinthians já estaria caro
Mas vamos fazer uma força, se vier com os salários pagos pelo textor, aceitamos ele usar nossa vitrine por uma temporada
Se tiver q por 1 centavo, os dirigentes tem ir para a rua
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⚫️⚪️ | O Corinthians recuou nas tratativas pela contratação do atacante Arthur Cabral, do Botafogo. A negociação perdeu força após a avaliação interna dos custos envolvidos na operação.
Os vencimentos mensais do jogador ultrapassam R$ 1 milhão, cenário que levou o clube a se afastar do possível acordo. A proposta em análise previa um empréstimo com duração de um ano.
📰 | @_pedroramiro
📸 | Divulgação

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@ge_timao M Paz está delirando de trazer Arthur Cabral tendo Pedro Raul no elenco
Me faz duvidar da capacidade desse dirigente
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Paz admite conversas do Corinthians com o Botafogo por Arthur Cabral: "Existe um desejo" dlvr.it/TRfYfS
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Suplente acusado de lavar dinheiro para Careca do INSS pagou boleto de R$ 51 mil de senador → x.gd/RBqBY
Efraim Filho afirmou que pediu ‘ajuda’ ao seu suplente: ‘Eu não tinha o valor em conta e perguntei se ele podia me ajudar a quitar’

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🚨 EX-PRESIDENTE DO BC | PF investiga se Campos Neto se omitiu ou foi enganado no Caso Master
Leia na coluna de @PauloCappelli_
metropoles.com/colunas/paulo-…
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DESLIGARAM O VAR NA SUPER COPA e isso foi completamente esquecido.
DESLIGARAM
O
VAR
NA
SUPER
COPA
Desconheço algo mais grave que isso no futebol brasileiro pra vir flamenguista hipócrita vir falar de "roubo".
Erros contra o Corinthians@erroscontra
Flamengo x Corinthians - Super Copa do Brasil 2026 Árbitro: Rafael Rodrigo Klein VAR: Rodolpho Toski Marques GOL MAL ANULADO de Memphis Depay, não havia impedimento na origem. O VAR estava off no momento e o árbitro de campo nem tentou esperar para ver se voltava. Estranho.
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@TioSamSCCP @faoposicao Osmar Stabile ainda saiu pelos fundos para evitar a pergunta sobre a empresa fantasma que recebeu 1,5 mi no dia do jogo da recopa
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Hoje, @faoposicao e eu, que até ontem éramos contrários à intervenção judicial por entendermos que as alegações para IJ não eram da atual gestão, agora, com o golpe aplicado no clube nesta segunda, somos favoráveis à Intervenção Judicial.
Osmar Stabile rasgou a constituição, estatuto, juízo e decência. Buscou, da pior forma, se salvar do novo estatuto e suas punições à iminente reprovação das contas de 2025, que o faria arcar com os próprios bens pelo prejuízo causado ao Corinthians.
O golpe dado, hoje, fez a tentativa do Augusto Melo, no dia 31 de maio, ser uma brincadeira de criança.
A intervenção judicial acontecerá muito em breve, agora com muitos elementos factíveis criados hoje. Osmar, em nenhum momento, pensou no clube. Agiu como um tirano ditador e deixou claro seu viés golpista.
Uma lástima e, mais uma vez, quem perde é o Corinthians.

Santa Rita do Passa Quatro, Brasil 🇧🇷 Português
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Prefeitura de Barueri se manifesta sobre esquema de desvio de remédios
#barueri #polícia #PolíciaCivil
visaooeste.com.br/prefeitura-de-…
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Exclusivo no #derbytododia
Segundo pedido do dia para intervenção judicial no Corinthians: agora assinados por um juiz sócio do clube
Marília Ruiz@mariliaruiz
instagram.com/p/DWRw4yRkb2u/… Exclusivo!!! Mais um pedido de intervenção judicial protocolado hoje! Dessa vez assinado por um juiz sócio do Corinthians! Corre no #DerbyTodoDia
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@radiocoringao Osmar Stabile já se pronunciou sobre a empresa de ônibus fantasma que levou 1,5 mi no jogo da recopa?
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@EcomJeans43318 @coletivovozsccp @fp_corinthians Mas a votação é em cima de um texto final, já é de conhecimento público ou eles podem alterar?
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@interagbra @coletivovozsccp @fp_corinthians Nesse caso é impossível que seja aberta. É muita gente.
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23/03/2026: um dia triste para a história do Sport Club Corinthians Paulista.
Ontem o Parque São Jorge testemunhou a concretização de uma verdadeira ruptura institucional interna. A aprovação do afastamento do Presidente do Conselho Deliberativo, Romeu Tuma Júnior, ocorreu à margem de qualquer legalidade, atropelando o devido processo estatutário e as regras mais básicas de convivência democrática do clube para impor, à força, uma agenda de retrocesso.
O cenário político contemporâneo do Corinthians mudou de forma alarmante. Assistimos, atônitos, a uma flagrante captura política dos órgãos de controle pelo Presidente Osmar Stábile. O dever de informação, previsto na Lei Geral do Esporte (art. 64, parágrafo único, inciso III), vem sendo sistematicamente pisoteado, sobretudo quando envolve conflitos de interesses. Já havíamos peticionado à Comissão de Ética sobre o conflito de interesses na presidência do Conselho Fiscal, que é ocupada pelo Sr. Haroldo Dantas, funcionário de Osmar Stábile, e agora a contaminação se mostra generalizada.
Na trágica noite de ontem, presenciamos a captura do próprio CORI. O Presidente do órgão, Sr. Miguel Marques, e o Secretário, Sr. Paulo Pedro, legitimaram uma votação viciada. Pessoas que deveriam resguardar a técnica jurídica preferiram ler o Estatuto em tiras, citando dispositivos isolados para justificar uma manobra política. Subverteram as finalidades do órgão e, mesmo sem possuírem os poderes para tal, atuaram de forma orquestrada com um único alvo: derrubar a reforma do Estatuto.
A hipocrisia do movimento foi escancarada pelo próprio Secretário do CORI. Ele provocou dizendo que quem discordava da reunião poderia ir à Justiça, mas é fato público e notório que ele não fez o mesmo contra a Assembleia Geral, que ele também acusa de ilegalidade. Sem argumentos jurídicos consistentes para barrar a votação nos Tribunais, restou a eles o caminho do autoritarismo: aplicar um golpe político interno para impedir que o sócio decida sobre a reforma.
Já o Presidente do CORI, quando questionado sobre os motivos técnicos e jurídicos do afastamento em pauta, a resposta foi o desejo de votar a reforma no Conselho Deliberativo.
A gravidade do cenário é aprofundada pela postura de grupos que até então se apresentavam como “alternativas técnicas” à velha política do clube. A Chapa 82, que arregimentou o apoio e a esperança de grande parte da torcida sob o discurso de renovação, demonstrou atuar com a mesma lógica que dizia combater.
Ao comparecerem em peso para garantir o quórum e chancelar a votação ilegítima de ontem, provaram atuar de forma fisiológica, orbitando o poder sem qualquer compromisso com a legalidade dos meios ou com a modernização da instituição.
A desilusão com figuras que antes ostentavam o verniz da técnica e da legalidade não parou por aí. O advogado Felipe Ezabella, ex-integrante da mesma chapa e até então tido por muitos como um quadro diferenciado, também deixou sua digital nessa manobra.
Em entrevista após a sessão, ao tentar justificar o inaceitável ocorrido com a secretária do Conselho, Maria Ângela, que foi impedida de finalizar a reunião mesmo após ter declarado formalmente o seu encerramento por ilegalidade, ele utilizou repetidamente a primeira pessoa (nós). A escolha escancara o que já estava subentendido: sua atuação ativa como um dos arquitetos da ruptura.
Quando um operador do direito naturaliza o atropelo das prerrogativas da mesa diretora para impor uma votação à força, fica provado que o discurso de modernização era apenas uma embalagem para as velhas práticas.
O desdém pelas regras internas ficou ainda mais evidente nas manifestações do conselheiro e ex-diretor de futebol, Rubens Gomes (Rubão). Em entrevista, ele chegou a defender publicamente a suposta "legitimidade" da sessão.
Contudo, ao ser confrontado com o fato de que a manobra utilizou exatamente a mesma fundamentação estatutária da tentativa de ruptura ocorrida em 2025 (durante a gestão da qual fez parte), sua resposta foi reveladora: "os artigos não importam". Para os arquitetos desse retrocesso, o Estatuto é mero detalhe.
Como se não bastasse o atropelo às regras jurídicas, a noite também foi manchada por um deplorável episódio de violência e desrespeito. A conselheira Miriam Athie, que estava presente e se posicionava de forma contrária à manobra, relatou ter sido alvo de agressão verbal e tentativa de agressão física por parte do Conselheiro Alexandre Husni.
É preciso ser categórico: em primeiro lugar, é absolutamente inaceitável e repugnante que um conselheiro aja de forma violenta para intimidar e tentar agredir uma mulher. Em segundo lugar, o episódio escancara o nível de degradação institucional do clube. O Conselho Deliberativo, que deveria ser o palco do debate de ideias e da civilidade, transformou-se, mais uma vez, em uma arena de confusão, baixaria e barbárie.
Em resumo, a manobra armada ontem serviu exclusivamente para frear a modernização da instituição e impedir que o sócio decida o futuro do clube, custando a própria dignidade do ambiente político corinthiano.
O desrespeito à legalidade chegou a um nível tão crítico que ninguém parece ligar para a existência de um inquérito civil do Ministério Público do Estado de São Paulo em curso.
Possuem zero senso de urgência e agem como se estivessem acima de qualquer responsabilização, apostando alto e jogando o futuro do clube nas mãos das mesmas figuras políticas de sempre, com a garantia de zero mudanças estruturais.
O Coletivo Voz Corinthiana reafirma seu compromisso inabalável com a legalidade e a legitimidade. Sempre apoiamos e continuaremos lutando pela profissionalização, pela transparência e pela democratização do clube. Nossa defesa não é feita apenas de retórica, mas de instrumentos concretos e efetivos de fiscalização institucional, que inclusive estão previstos no projeto de reforma que o status quo tenta, a todo e qualquer custo, aniquilar.
A quem interessa não vedar o nepotismo?
A quem interessa não estabelecer um rito claro de responsabilização interna com o próprio patrimônio?
A quem interessa a falta de adequação do Estatuto à Lei Geral do Esporte?
A quem interessa a falta de uma Controladoria de Compliance e Governança?
A quem interessa a ausência de um Conselho de Ética independente da política do Conselho Deliberativo?
A quem interessa que a transparência não seja um dever institucional, previsto no Estatuto?
Não aceitaremos que rasguem o Estatuto (e o projeto de reforma) para proteger privilégios.
Iremos peticionar ao Ministério Público do Estado de São Paulo para garantir a realização da Assembleia Geral marcada para o dia 18 de abril de 2026, órgão soberano do Sport Club Corinthians Paulista, para que seja votado o projeto elaborado após meses de debates e 11 audiências públicas, com participação aberta a sócios, Conselheiros e torcedores.
Pelo Corinthians, sempre!

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João Rock 2026 - line up:
- BaianaSystem
- Alceu Valença
- Ana Carolina
- Raimundos
- FBC
- Nação Zumbi
- Lagum
- Djonga
- CPM 22
- Detonautas
- Os Paralamas do Sucesso
- Armandinho
- Criolo
- Zé Ramalho
- Marina Sena
- Marcelo D2 convida Rael
- "Charlie Brown Jr. Acústico”, com participações de Negra Li e Marcelo Nova
- Rachel Reis
- Yago Oproprio
- Ajulliacosta
- Chico Chico
- Urias
- Luedji Luna
- Tucumanus
- Victor Xamã
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Assessor de deputado preso com R$ 2,7 milhões em jatinho disse que iria no ‘barzinho’ após saque
estadao.com.br/politica/blog-…
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@rodrigolanca12 A migalha no Corinthians é maior, contratos são milionários, ingressos, comissões, prestígio, churrascos, curtidas
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@faoposicao Osmar Stabile e transferência não entram na mesma frase
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