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@rodwritercount

COMENTÁRIOS ABERTOS.

📍Lugar Nenhum 가입일 Haziran 2021
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GREEN EYES@rodwritercount·
GENTE, Vcs que têm preocupação com a alienação da família bolsonarista de vcs, por favor, me ouçam, façam o seguinte: 1-> Tomem posse das redes sociais deles enquanto eles não estiverem olhando. 2-> Treinem o algaritmo para ampliar o tipo de influência de opinião q eles recebem.
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Renata Barreto
Renata Barreto@renatajbarreto·
Isso aqui e bizarro em tantos níveis…
Gilmar Mendes@gilmarmendes

O pedido do relator da CPI do Crime Organizado, voltado ao indiciamento de Ministros do STF sem base legal, nos leva a uma reflexão sobre o papel e os poderes das CPIs. Tanto pior quando o pedido flerta com arbitrariedades, como a criminalização de decisões que concedem habeas corpus diante de abuso de poder. É elementar, até mesmo para um estudante de Direito, que o indiciamento constitui ato privativo de delegado de polícia e não se aplica a crimes de responsabilidade, que seguem procedimento próprio previsto na Lei 1.079/1950. Essa lei, ao definir as competências e o rito do impeachment, atribui o processamento e o julgamento do pedido a órgãos específicos — como a Mesa do Senado, a Comissão Especial e o Plenário da Casa — sem sequer prever a atuação de CPIs nesse procedimento. Igualmente grave é a tentativa de criminalizar a concessão de habeas corpus — expediente conhecido como “crime de hermenêutica”, que já em 1896 Rui Barbosa denunciava como tentativa tacanha de substituir a consciência de juízes independentes pelo arbítrio de governos prepotentes. Também chama atenção o fato de que, conforme apontado por jornalistas independentes, uma CPI instaurada após o massacre de 120 pessoas nos Complexos do Alemão e da Penha no ano passado, não tenha promovido sequer a quebra de sigilos de milicianos ou integrantes das facções que controlam territórios no Rio de Janeiro. Por isso, é no mínimo perturbador que o relator, enquanto integrante de carreira policial, tenha fechado olhos para seus colegas que, traindo a boa imagem da instituição, cruzaram para o lado sombrio das milícias. O relatório revela verdadeira cortina de fumaça, ao deixar de enfrentar o grave problema a que se propôs e ao dedicar-se a engrossar a espuma midiática contra o STF, na expectativa de produzir dividendos eleitorais para certos atores políticos. As CPIs são instrumentos legítimos e essenciais ao controle do exercício do poder. Seu emprego para fins panfletários ou de constrangimento institucional, contudo, compromete sua credibilidade e reforça a necessidade de modernização da legislação sobre crimes de responsabilidade — tema que já se encontra em debate no Congresso. Excessos desse quilate podem caracterizar abuso de autoridade e devem ser rigorosamente apurados pela Procuradoria-Geral da República.

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GREEN EYES
GREEN EYES@rodwritercount·
@unicornioht @toninhodocall A muito o poder da vontade popular vem sendo minado, mas ainda resta um pouco para tentar reagir. Se o povo não quer ser controlado, precisa matá-los.
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GREEN EYES
GREEN EYES@rodwritercount·
@unicornioht @toninhodocall Meu voto era pelo interro do bolsonarismo, mas vejo que o STF não segue o rumo de autocontrole, pelo contrário, aperta o pé no acelerar para poder cometer crimes sem ser incomodado. São uma cambada de gangsters. 100% dos meus votos serão anti-STF.
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O Antagonista
O Antagonista@o_antagonista·
"Eu, como sabem, adoro ser desafiado. Lá no meu Mato Grosso, as pessoas dizem: 'Não me convide para dançar porque eu posso aceitar'. Adoro ser desafiado. Me divirto com isso. Mas outros se acoelham, tem medo. E assombração, também dizemos no interior, aparece para quem acredita nisso. É preciso que a gente esteja atento, inclusive para dizer para aqueles que têm medo de assombração, que eles não existem, que são fantasmas, que não amedrontam, que são fantoches", afirmou o ministro Gilmar Mendes, do STF, após o senador Alessandro Vieira (MDB-SE) pedir o seu indiciamento na CPI do Crime Organizado. Leia mais: oantagonista.com.br/brasil/adoro-s…
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Enio Viterbo
Enio Viterbo@EnioViterbo·
Vamos analisar o Tweet de Gilmar Mendes contra o relator da CPI do Crime Organizado. "O pedido do relator da CPI do Crime Organizado, voltado ao indiciamento de Ministros do STF sem base legal, nos leva a uma reflexão sobre o papel e os poderes das CPIs." - Pra começar: quem decide se o indiciamento teve ou não teve base legal é o colegiado da CPI. Essa é MAIS UMA manifestação POLÍTICA do ministro Gilmar Mendes. "Igualmente grave é a tentativa de criminalizar a concessão de habeas corpus — expediente conhecido como “crime de hermenêutica”, que já em 1896 Rui Barbosa denunciava como tentativa tacanha de substituir a consciência de juízes independentes pelo arbítrio de governos prepotentes." - Ah, é? Você é contra "crime de hermenêutica"? Então vamos fazer o seguinte: EU DESAFIO PUBLICAMENTE O MINISTRO GILMAR MENDES A DIZER QUE O MINISTRO ALEXANDRE DE MORAES ATACOU A "CONSCIÊNCIA DE JUÍZES INDEPENDENTES" quando ele mandou INVESTIGAR um juiz de primeira instância pelo CRIME DE DESOBEDIÊNCIA por uma decisão JUDICIAL. (um juiz de primeira instância mandou soltar acidentalmente um envolvido no 8 de janeiro e FOI INVESTIGADO PELO MINISTRO ALEXANDRE DE MORAES) "Por isso, é no mínimo perturbador que o relator, enquanto integrante de carreira policial, tenha fechado olhos para seus colegas que, traindo a boa imagem da instituição, cruzaram para o lado sombrio das milícias." - Ué, vamos falar de falar os olhos? Vamos falar que os ministros do STF fecharam os olhos para as relações de Dias Toffoli e Moraes com o Master/Vorcaro? Ou só o relator da CPI que fechou os olhos? Aliás, de onde surgiu a liberdade de um juiz da corte constitucional opinar sobre o relatório de uma CPI do Congresso Nacional? "Excessos desse quilate podem caracterizar abuso de autoridade e devem ser rigorosamente apurados pela Procuradoria-Geral da República." Ameaça. Isso aqui é uma ameaça de Gilmar contra o senador e contra a CPI. Além de uma ameaça, é uma humilhação para o PGR. É basicamente uma fala que demonstra que Paulo Gonet não manda nem na casa dele, que é um completo vassalo do próprio Gilmar. Por fim, é uma VERGONHA Gilmar ter a coragem de falar em ABUSO DE AUTORIDADE quando o coleguinha de corte dele já investigou sem qualquer motivo advogados de defesa, juiz, morador de rua, bilionário americano..
Gilmar Mendes@gilmarmendes

O pedido do relator da CPI do Crime Organizado, voltado ao indiciamento de Ministros do STF sem base legal, nos leva a uma reflexão sobre o papel e os poderes das CPIs. Tanto pior quando o pedido flerta com arbitrariedades, como a criminalização de decisões que concedem habeas corpus diante de abuso de poder. É elementar, até mesmo para um estudante de Direito, que o indiciamento constitui ato privativo de delegado de polícia e não se aplica a crimes de responsabilidade, que seguem procedimento próprio previsto na Lei 1.079/1950. Essa lei, ao definir as competências e o rito do impeachment, atribui o processamento e o julgamento do pedido a órgãos específicos — como a Mesa do Senado, a Comissão Especial e o Plenário da Casa — sem sequer prever a atuação de CPIs nesse procedimento. Igualmente grave é a tentativa de criminalizar a concessão de habeas corpus — expediente conhecido como “crime de hermenêutica”, que já em 1896 Rui Barbosa denunciava como tentativa tacanha de substituir a consciência de juízes independentes pelo arbítrio de governos prepotentes. Também chama atenção o fato de que, conforme apontado por jornalistas independentes, uma CPI instaurada após o massacre de 120 pessoas nos Complexos do Alemão e da Penha no ano passado, não tenha promovido sequer a quebra de sigilos de milicianos ou integrantes das facções que controlam territórios no Rio de Janeiro. Por isso, é no mínimo perturbador que o relator, enquanto integrante de carreira policial, tenha fechado olhos para seus colegas que, traindo a boa imagem da instituição, cruzaram para o lado sombrio das milícias. O relatório revela verdadeira cortina de fumaça, ao deixar de enfrentar o grave problema a que se propôs e ao dedicar-se a engrossar a espuma midiática contra o STF, na expectativa de produzir dividendos eleitorais para certos atores políticos. As CPIs são instrumentos legítimos e essenciais ao controle do exercício do poder. Seu emprego para fins panfletários ou de constrangimento institucional, contudo, compromete sua credibilidade e reforça a necessidade de modernização da legislação sobre crimes de responsabilidade — tema que já se encontra em debate no Congresso. Excessos desse quilate podem caracterizar abuso de autoridade e devem ser rigorosamente apurados pela Procuradoria-Geral da República.

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Amauri Saad
Amauri Saad@AmauriSaad·
Por que Gilmar Mendes não explica o crime que lhe é imputado, em vez de agredir o relator da CPI do Crime Organizado?
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GREEN EYES
GREEN EYES@rodwritercount·
@VEJA Ministros do STF estão envolvidos no escândalo do caso master. Isso é um fato.
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Pri
Pri@Pri_usabr1·
TENSÃO CONGRESSO X STF O Jornal Nacional dedicou um bloco para expor a articulação do governo Lula para rejeitar o relatório da CPI que tentou indiciar os ministros Alexandre de Moraes, Dias Toffoli, Gilmar Mendes e o PGR Gonet, mostrando as relações com Banco Master BLINDAGEM?
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Eduardo Ribeiro
Eduardo Ribeiro@eduribeironovo·
Nunca antes na história deste país, ministros do STF estiveram no centro das investigações de uma CPI. Os atuais ministros jogaram a credibilidade do Judiciário na lata do lixo. Precisam ser investigados e punidos. Em uma democracia, ninguém é intocável.
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Transparência Internacional - Brasil
Os pedidos de indiciamento de ministros do Supremo Tribunal Federal, constantes do relatório da CPI do Crime Organizado, devem fazer soar todos os alertas para o avanço da captura do Estado brasileiro. O crime organizado ocupa territórios por meio do armamento pesado, mas captura o aparato estatal sobretudo por meio do dinheiro. O Brasil precisa, com urgência, abandonar a visão racista que enxerga a criminalidade apenas nas mãos pobres e negras. É precisamente quando o crime deixa as favelas e alcança o “andar de cima” — a economia formal e os espaços de poder — que ele se torna verdadeiramente organizado. A elite se escandaliza ao ser associada ao crime organizado porque se recusa a reconhecer o sangue que tem nas mãos. Quando uma bala de fuzil tira a vida de uma pessoa inocente na favela, ela chegou até ali por meio de uma longa cadeia de corrupção e impunidade, que viabilizou o contrabando de armas e munições e a lavagem de dinheiro. Essa estrutura não opera nas periferias, mas nos grandes centros financeiros, em grandes bancas de advocacia e nos gabinetes do poder. Quando juízes se deixam influenciar e enriquecem com recursos do crime organizado por meio de negócios ocultos e contratos superfaturados envolvendo familiares; quando advogados auxiliam criminosos a lavar dinheiro com contratos de fachada e sofisticadas estratégias de ocultação patrimonial; ou quando bancos e outros agentes financeiros processam fluxos de capital ilícito, todos atuam como engrenagens essenciais para a expansão do crime organizado e da violência no Brasil. Quando essas engrenagens passam a operar na cúpula do poder, o país precisa reagir com máxima prioridade diante da captura do Estado. O Supremo Tribunal Federal e a Procuradoria-Geral da República estão entre as instituições mais vitais da democracia brasileira, e o país tem o dever de protegê-las da infiltração criminosa. As gravíssimas revelações de envolvimento de ministros no caso Master, somadas à omissão da Procuradoria-Geral da República, desencadearam uma crise de legitimidade sem precedentes do sistema de Justiça brasileiro, tanto no plano nacional quanto internacional. Soma-se a isso o histórico do STF de anular, de forma recorrente, investigações e condenações relacionadas a grandes esquemas de corrupção e lavagem de dinheiro — um fator que tem responsabilidade central na expansão do crime organizado e da violência no país. É fundamental que a sociedade exija a responsabilização das autoridades envolvidas e, sobretudo, reformas estruturais capazes de enfrentar as engrenagens da impunidade sistêmica do colarinho branco, que aprofunda a desigualdade e garante que o peso do crime e da punição continue recaindo apenas sobre os mesmos corpos e territórios.
Folha de S.Paulo@folha

Relator de CPI do Crime Organizado pede indiciamento de Moraes, Toffoli, Gilmar e Gonet www1.folha.uol.com.br/poder/2026/04/…

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João Paulo M. Rocha
João Paulo M. Rocha@jpmachadorocha·
Senadores que votaram pra blindar Moraes, Toffoli, Gilmar e Gonet: Beto Faro (PT-PA) Teresa Leitão (PT-PE) Otto Alencar (PSD-BA) Humberto Costa (PT-PE) Soraya Thronicke (PSB-MS) Rogério Carvalho (PT-SE) Nada menos do que 4 petistas em 6 votos (além da Soraya). Que os eleitores não se deixem enganar nas eleições: o governo Lula e o STF são uma coisa só. Quando os ministros não conseguem blindar a si mesmos, vem o governo Lula para fazê-lo por eles. E vice-versa.
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Felipe Moura Brasil
Felipe Moura Brasil@FMouraBrasil·
O “método” de Gilmar Mendes é esse: “politização e ameaça”, diz o senador Alessandro Vieira, ao ser questionado na TV sobre a postagem do decano do STF em reação ao relatório final na CPI do Crime Organizado que pede seu indiciamento. “Excessos desse quilate podem caracterizar abuso de autoridade e devem ser rigorosamente apurados pela Procuradoria-Geral da República”, publicou Gilmar no X.
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SPACE LIBERDADE 
SPACE LIBERDADE @NewsLiberdade·
🚨GRAVE - Gilmar Mendes ataca Deltan, Janot e Moro durante sessão no STF “Lavajatismo lembra Moro, lembra Dallagnol, lembra Janot, de triste memória. Ou alguém não sabe que às 3 horas da tarde, Janot já estava bêbado?”
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