Ramoni Artico@ramoni_artico
Desculpa de Arboleda se apoiando em uma pseudo “depressão” pelo sumiço de um mês no Equador é vista como muleta pelo seu histórico, além de VULGARIZAR um problema mental que mata mais de 700 mil pessoas por ano e que afeta cerca de 330 milhões de pessoas (4% da população mundial) de todas as idades no planeta. Será que quem desenvolveu esse roteiro pensou nisso?
Vídeo longo e necessário.
Quando se grava um vídeo usando justificativas médicas para um erro cometido, na qual a doença não é tangível e, ao mesmo, particular, abre-se um precedente muito perigoso, principalmente quando se tem PROVAS em IMAGEM que causam desconfianças da argumentação.
Arboleda tem um histórico de atitudes que desabonam qualquer tipo de justificativa clínica para seu sumiço no Equador. Vamos lembrar:
- Vestiu a camisa do Palmeiras “pagando uma aposta” com contrato vigente ao SPFC em 2019;
- Foi flagrado pela polícia em festa clandestina em 2021 (no meio da pandemia) e teve que ser autuado;
- Foi AFASTADO da seleção equatoriana em março de 2024 por ato de indisciplina e nunca mais voltou;
- Também em 2024, o São Paulo intermediou uma carta de fiança bancária no valor de R$ 7,9 milhões com o Banco Daycoval visando assegurar sua renovação contratual para até 2027. O objetivo foi ajudar o atleta a renegociar dívidas e processos judiciais com antigos representantes. NUNCA O SPFC fez isso para qualquer atleta e funcionário em sua história.
Fora os inúmeros vídeos e histórias que compõem sua polêmica carreira, que diga os pancadões do Capão Redondo, Jardim Ângela, Jardim São Luís, entre outros bairros periféricos da ZS paulistana.
Além disso, desde o início da gestão Massis, o São Paulo conta com um departamento de psicologia próprio, comandado por Thiago Bettega. Se estava com sintomas de depressão, porque nunca procurou o profissional?
Arboleda perdeu a chance de assumir erros de fato (pedir desculpas não é assumição de nada), justificar o que aconteceu - sua relação com Rui Costa - além de trazer a baila histórias do seu passado, assumindo os erros e que buscará não fazer mais.
Pelo contrário, usa-se de uma doença séria e que não é tangível como resposta, vulgarizando-a. Tem quem caia, eu não caio nessa.