Adam

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Adam

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@Adamfgrd

Não enche o saco...

Tão tão distante. Katılım Nisan 2022
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Barbara Hannelore
Barbara Hannelore@mendes__babi·
Ai eu pergunto: QUE PAÍS É ESSE? É PELO LUGAR DA MULHER, no corpo, na lei e na vida que vamos pra Paulista dia 31 de Maio às 15h. Contamos com todos os homens de bem para estarem com a gente. Temos um país pra salvar e não podemos mais baixar a cabeça pro apagamento da mulher e as ameaças diárias que recebemos.
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Barbara Hannelore
Barbara Hannelore@mendes__babi·
Já começou o desemprego e nosso dinheiro pagou por esse vídeo do Tribunal Superior do Trabalho.
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Paula Schmitt
Paula Schmitt@schmittpaula·
Isso é o MBL. Seu discurso hoje -- inteligente, libertário, propositivo -- é apenas produto d agências d relações públicas, media training e focus groups. Aqui vemos o verdadeiro MBL, eternizado na maneira apoiou a censura e se acadelou pra uma ditadura
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Adam
Adam@Adamfgrd·
Chilique ataca novamente! Não perde uma oportunidade de fazer palanque! Deplorável.
Ana Sibut@AnaSibut

E pronto. Como o argumento jurídico não sustentou o espetáculo criado nos últimos dias, agora a tentativa é atacar o Instituto Gritos pela Liberdade. O problema é que, mais uma vez, o Dr. Jeffrey Chiquini Costa fala sem sequer conhecer minimamente aquilo que tenta atacar. O Instituto é uma associação privada, não recebe verba pública, não possui contrato público, não utiliza dinheiro estatal e atua dentro da legalidade. Mas aparentemente o objetivo agora é apenas criar insinuação pública para alimentar narrativa e tentar desgastar quem ele não conseguiu atingir no debate jurídico. O mais curioso é ver alguém falar em “auditoria” sem sequer demonstrar conhecimento básico sobre como funciona uma associação civil privada, suas obrigações legais e seus mecanismos internos de transparência. Talvez antes de partir para esse tipo de baixaria pública fosse interessante ao menos ler o estatuto da instituição que tenta atacar. No fim, fica evidente o roteiro:
perde a discussão jurídica, parte para ataque pessoal;
não consegue sustentar a tese, tenta atingir reputação;
não consegue rebater argumento técnico, mira instituto beneficente. E sinceramente? Isso diz muito mais sobre o desespero de quem ataca do que sobre quem trabalha diariamente ajudando famílias esquecidas por boa parte das pessoas que hoje gostam de discursar na internet. O mais impressionante é lembrar que estamos falando de um pré-candidato que pretende representar o Paraná na câmara federal. Se essa é a postura diante de divergência jurídica, ataque pessoal, insinuação vazia, tentativa de linchamento virtual e espetáculo em rede social, imaginem o nível do debate público que pretende levar para a política. O Paraná merece representantes com equilíbrio, seriedade e responsabilidade. Não candidatos movidos por ego, chilique virtual e necessidade permanente de holofote. Aliás Dr, já ajudou alguém do 8/1? Alguma família? 🙄

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Ana Sibut
Ana Sibut@AnaSibut·
Mais uma vez o Dr prefere fazer espetáculo do que analisar tecnicamente o que realmente ocorreu no processo da Débora. O pedido foi considerado prejudicado porque a lei ainda não foi promulgada. Simples assim. Isso não significa rejeição definitiva da tese, não significa impossibilidade jurídica de aplicação da lei mais benéfica e muito menos valida toda a narrativa alarmista criada nos últimos dias. Vários colegas peticionaram preventivamente diante da expectativa de entrada em vigor da nova legislação. Alguns pedidos podem ser considerados prematuros. Isso acontece diariamente na advocacia. O curioso é ver alguém transformar uma decisão baseada exclusivamente na ausência de vigência da lei em troféu pessoal para alimentar sua opinião, que aliás não pode ser contrariada sob pena de ataques pessoais. Mas existe outro ponto que chama bastante atenção. Há advogados que podem chamar publicamente um ministro do STF de “lobista com toga” dentre outros adjetivos sem absolutamente nada acontecer. Agora imagine se a mesma frase tivesse sido escrita por algum familiar do 8/1, por alguém ligado à família Bolsonaro, por determinados investigados destes processos ou ainda por advogados anônimos. Muito provavelmente já estaríamos vendo busca, cautelar, manchete e pedido de prisão. Interessante como certos excessos parecem ser tolerados dependendo de quem fala.
Ana Sibut tweet media
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Kim D. Paim
Kim D. Paim@kimpaim·
Isso aqui é OURO. Mostrem para os aposentados quem é o cara que Constantino e a turma do Nikolas querem eleger.
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Flávio Bolsonaro
Flávio Bolsonaro@FlavioBolsonaro·
Menos burocracia, mais eficiência, transparência e controle. Esse é o Brasil em que eu acredito.
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Marcel van Hattem
Marcel van Hattem@marcelvanhattem·
Precisamos de você! É nesta terça, a partir do meio-dia!!!
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Adam
Adam@Adamfgrd·
@pfigueiredo08 @PastorMalafaia Parabéns Paulo, pelas boas vindas ao Xinga Fala Fala. Uma raposa velha, já sentiu os ventos da vitória se formando no horizonte e correu para beijar a mão do Flávio antes que fosse tarde. No futuro, ainda vai dizer que sem o seu "apoio" o Flávio não iria se eleger!
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𝒯𝓈𝓊𝓀𝒾 ☭⃠
Uma das piores injustiças que alguém pode sofrer é ser punido por algo que não fez. Não há racionalidade que resolva as perguntas. Que Deus proteja Bolsonaro e os presos do dia 8, porque sim, isso adoece.
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Adam
Adam@Adamfgrd·
Em resumo, o Judiciário é usado como um refúgio tático, onde a forma (o rito processual) muitas vezes acaba sendo usada para mascarar o conteúdo (a má conduta).
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Adam
Adam@Adamfgrd·
Falta de Sanção Moral Imediata: Enquanto o "tribunal da rede social" ou a condenação social são rápidos, o Judiciário é técnico e demorado. Isso permite que o indivíduo mantenha uma aparência de "vítima do sistema" ou "alguém que aguarda a justiça" por anos a fio.
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Adam
Adam@Adamfgrd·
Inversão da Culpa: Muitas vezes, quem age de má-fé utiliza processos (como interpelações judiciais ou ações por danos morais) como forma de intimidar a vítima, tentando fazer com que ela recue ou gaste recursos para se defender, em vez de focar no erro original cometido.
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Adam
Adam@Adamfgrd·
Terceirização do Confronto: Para alguém sem coragem de encarar as consequências de seus atos pessoalmente, o processo permite que advogados falem por ela. Isso cria uma distância segura entre o indivíduo e a pessoa que ele prejudicou.
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Adam
Adam@Adamfgrd·
Ganhar Tempo (Prescrição): No Direito, o tempo pode ser um aliado de quem está errado. Ao judicializar uma questão e utilizar todos os recursos possíveis, o objetivo muitas vezes é fazer com que o crime ou a dívida prescreva e o Estado perca o direito de punir pela demora.
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Adam
Adam@Adamfgrd·
Principais motivos: A "Armadura" do Devido Processo: O sistema jurídico garante o direito de defesa a todos. Desonestos usam essa proteção para adiar punições, esconder fatos sob camadas de burocracia ou transformar uma verdade óbvia em uma disputa interminável de interpretações.
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Adam
Adam@Adamfgrd·
Minha assistente virtual respondeu: A percepção de que pessoas com essas características buscam o Judiciário geralmente se deve ao fato de o processo ser um ambiente de regras rígidas e ritos lentos, que podem ser manipulados para benefício próprio. [Continua]
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