Servo do Cordeiro

1.1K posts

Servo do Cordeiro banner
Servo do Cordeiro

Servo do Cordeiro

@Alexand04439651

Cristão, patriota, conservador.

Rio de janeiro, Brasil. Katılım Aralık 2022
837 Takip Edilen73 Takipçiler
Josh Barzon
Josh Barzon@JoshuaBarzon·
If you had a son born tonight and could only name him one of these five names, which one would you pick?
Josh Barzon tweet media
English
15
0
1
1.2K
Servo do Cordeiro retweetledi
Joaquin Teixeira
Joaquin Teixeira@JoaquinTeixeira·
⚠️ GRAVE: Preço da cocaína dispara com a interferência estadunidense a soberania brasileira. Clima tenso tem tomado conta das bocas de fumo, e empresários do ramo projetam queda nas vendas. Governo promete agir rápido para defender a indústria brasileira.
Português
534
2.5K
15.3K
143.2K
Servo do Cordeiro retweetledi
Jair M. Bolsonaro
Jair M. Bolsonaro@jairbolsonaro·
- Lider da facção criminosa [irraaa] reclama de Jair Bolsonaro e revela que com o Partido dos [irruuu] o diálogo com o crime organizado era "cabuloso".
Português
2.7K
17.5K
62.7K
0
Servo do Cordeiro retweetledi
Paulo de Tarso
Paulo de Tarso@paulodetarsog·
Eis aqui um apanhado de "soberania nacional" em ordem cronológica. 🧵 1/11
Paulo de Tarso tweet media
Português
92
2.3K
6.4K
71K
Servo do Cordeiro retweetledi
Velho Professor
Velho Professor@velhoprofessor·
DESMISTIFICANDO O RACISMO HISTÓRICO NO BRASIL ESCRAVIDÃO =/= RACISMO A AULA DE HOJE breve resumo Século XVIII: Nos três primeiros quartéis do século XVIII, estima-se que o peso relativo dos cativos oscilava em torno de 50% da população brasileira. No entanto, em 1775, essa participação já havia caído para pouco mais de 30%. Século XIX (Início): No censo de 1819, a população total do Brasil era de aproximadamente 4,39 milhões de pessoas. A distribuição era a seguinte: Homens Livres: 74,8% Escravos: 25,2% (cerca de 1,1 milhão de pessoas). Século XIX (Fim): Em 1872, a participação dos escravos na população total caiu para cerca de 15%. No momento da Abolição em 1888, os 750 mil escravos restantes representavam apenas 5% da população brasileira. Diferente do modelo norte-americano, onde a cor branca era quase sinônimo de liberdade, o Brasil possuía, no início do século XIX, a maior população livre de cor das Américas. ISSO NINGUÉM LHE CONTA. Brancos: Na maior parte do Brasil, os brancos tendiam a compor menos da metade da população livre. No censo de 1890 (logo após a abolição), eles representavam 44% da população. Negros e Pardos Livres: No início do século XIX, a população livre de cor era vasta e incluía diversas categorias como pardos, mulatos, cabras e cafusos. Em 1890, os pardos eram 32% e os pretos (agora todos livres) eram 14% da população. Negros Escravos: Representavam 25,2% da população em 1819 e caíram drasticamente até os 5% de 1888. ISSO INDICA QUE A LIBERTAÇÃO DOS ESCRAVOS COMEÇOU MUITO ANTES, com efetividade. A posse de escravos no Brasil não era exclusiva de uma elite latifundiária; ela era altamente dispersa e capilar. Distribuição Geral: Em 1819, estima-se que apenas 9% do contingente de homens livres eram proprietários de escravos. A média de posse era baixa: apenas cinco cativos por proprietário. Proprietários Livres de Cor: Negros e pardos livres, especialmente ex-escravos (forros), possuíam escravos. Pesquisas em Minas Gerais (1804) mostram que cerca de 8% dos forros e quartados eram proprietários de cativos. No Piauí (1762), registrou-se a posse de escravos tanto por forros independentes (2,6%) quanto por forros na condição de agregados (3,7%). Além disso, muitas mulheres independentes, ocupadas no comércio e artesanato, possuíam escravos. As fontes indicam que, em contextos específicos de produção organizada e qualificada, escravos podiam possuir outros escravos. Manufaturas de Ferro: Na manufatura de ferro do capitão Guilherme Pompeu de Almeida (século XVII), os escravos oficiais e artesãos qualificados eram bem pagos e tinham o direito de possuir, eles mesmos, seus próprios escravos. Função de Aprendizado: Nesses arranjos, os escravos artesãos chefiavam oficinas onde seus próprios escravos atuavam como aprendizes, mantendo inclusive privilégios sobre eles. Esse sistema permitia que escravos fossem, em parte, proprietários de seus meios de produção. MAS NEGRO ERA PROPRIETÁRIO DE ESCRAVOS, PROFESSOR? Sim. O Brasil possuía a maior população livre de cor das Américas no início do século XIX, e muitos desses indivíduos eram proprietários de escravos. Outro exemplo: distrito de Passagem (MG, 1804): Nesta localidade específica, a estrutura era atípica: os brancos eram apenas 20,3% dos proprietários e dependentes, enquanto os pardos eram 52,7% e os negros ("pretos") eram 24,8% dos proprietários de escravos. ESCRAVOS TAMBÉM POSSUÍAM ESCRAVOS porque a escravidão não tinha nada a ver com a cor da pele. Já havia escravidão em larga escala, desde o continente africano, há vários séculos, como vimos em aulas anteriores. Lembram de Tidiane? A sociedade é muito mais complexa do que querem fazer crer. ALIÁS, APÓS A ABOLIÇÃO DA ESCRAVIDÃO PELA PRINCESA ISABEL, assim estava constituído o Brasil: Brancos: 44% da população. Pardos: 32% (categoria herdada dos tempos coloniais para designar misturas étnicas). Pretos: 14% (agora todos na condição de cidadãos livres, transformando 750 mil ex-cativos em detentores de direitos civis) Em 1950, o país era majoritariamente identificado como branco: cerca de 61,8% da população se declarava branca, enquanto 26,6% se declaravam pardos, 11% pretos e apenas 0,6% amarelos. Na década seguinte, em 1960, os brancos ainda representavam aproximadamente 61% da população, mas já se observava um crescimento contínuo da população parda, que alcançava 29,5%, enquanto a população preta caía para 8,7%. O censo de 1970 registrou cerca de 57,9% de brancos, 34,1% de pardos, 7,2% de pretos e 0,6% de amarelos. Na década de 1980, o crescimento da população parda continuou. Em 1980, os brancos correspondiam a cerca de 54,2% da população, os pardos a 38,9%, os pretos a 5,9% e os amarelos permaneciam em torno de 0,6%. No início do século XXI, essas transformações se aprofundaram. No censo de 2000, os brancos representavam cerca de 53,4% da população — embora algumas séries estatísticas apontem valores próximos de 48%, dependendo da metodologia utilizada —, enquanto os pardos correspondiam a 38,9%, os pretos a 6,1%, os amarelos a 0,5% e os indígenas a 0,4%. O QUE EXISTE HOJE: uma massificação para levar as pessoas a se identificarem como pardas e, daí, figurarem no espectro dos negros. Objetivo? Provavelmente político-ideológico, uma vez que a categoria dos pardos é mais facilmente manipulada, melhor instrumentalizada, ora servindo como representativa de uma país mais racista, ora como de um país mais elitista. ORA, atualmente, quando se fala em “população negra” no Brasil, geralmente se está somando pretos e pardos. O IBGE passou a utilizar explicitamente a categoria agregada “negros” em diversas análises estatísticas a partir dos anos 1990 e, sobretudo, dos anos 2000. Isso ocorreu sem eliminar as categorias “preto” e “pardo” dos questionários. Ou seja, o entrevistado continua escolhendo entre “preto” e “pardo”, mas o IBGE frequentemente divulga indicadores combinando os dois grupos sob o termo “negros”. P.s.: a imagem que ilustra essa publicação só foi utilizada aqui, não em aula.
Velho Professor tweet media
Português
3
15
67
734
Servo do Cordeiro retweetledi
Teacher Fabio Emerim
Teacher Fabio Emerim@dicas_de_ingles·
4. “I am with fear” Em português: “Estou com medo.” Em inglês: I’m afraid. Estou com medo. I’m scared. Estou assustado. “I am with fear” soa como se Fear fosse o nome de uma pessoa sentada do teu lado no Uber.
Português
1
2
67
8.6K
Servo do Cordeiro retweetledi
Adam | Faithful Messenger
Adam | Faithful Messenger@Adam_FaithfulM·
Everyone reads the Prodigal Son as a story about a rebellious boy who came home. It isn't. Jesus told this parable to show us what God is actually like. And the portrait He paints of the father is so scandalous, so undignified, that it offended every person in His audience. It should offend us, too. A thread on the father nobody talks about. 🧵
Adam | Faithful Messenger tweet media
English
36
189
1.1K
120.5K
Servo do Cordeiro retweetledi
Monica Laredo
Monica Laredo@MonicaLaredo2·
🎯
Monica Laredo tweet media
QME
8
199
573
3.6K
Servo do Cordeiro
Servo do Cordeiro@Alexand04439651·
Testando a eficiência dos novos decr3tos de censur@ do regime do Petê: "O NOVE DEDOS É SUBTRATOR DE COISA ALHEIA".
Português
0
0
0
2
Servo do Cordeiro retweetledi
Jeffrey Chiquini
Jeffrey Chiquini@JeffreyChiquini·
URGENTE: Hoje começa a censura das redes sociais no Brasil‼️ 🚨Lula acabou de implementar a censura nas redes sociais.
Português
696
3.3K
11K
256.6K
Servo do Cordeiro retweetledi
André Ventura
André Ventura@AndreCVentura·
O Comando Vermelho (CV) , uma perigosíssima facção criminosa brasileira, está a marcar o território em várias zonas de Portugal e a ameaçar as populações. Ps e PSD deixaram isto chegar a este ponto. Vamos ter de resolver a situação antes de ver o país tornar-se uma favela!
André Ventura tweet media
Português
445
2K
8.9K
129.5K
Jeffrey Chiquini
Jeffrey Chiquini@JeffreyChiquini·
Responda à enquete: 1️⃣ Manter Flávio Bolsonaro e Zema na disputa 2️⃣ Unificar a direita em torno de Flávio Bolsonaro 3️⃣ Unificar a direita em torno de Romeu Zema 4️⃣ Buscar um terceiro e único nome para a direita
Português
7.7K
1.1K
6.1K
201.9K
Servo do Cordeiro retweetledi
Jmy
Jmy@JmyLss·
“A civilization is not destroyed by wicked men; it is destroyed by weak men who cannot defend what is good.” — G. K. Chesterton
Jmy tweet media
English
170
4.4K
20.9K
1.2M
Servo do Cordeiro retweetledi
Josh Barzon
Josh Barzon@JoshuaBarzon·
The entire New Testament was written within roughly 70 years of Christ's birth. Every letter Paul wrote can be placed on this timeline alongside the missionary journey or imprisonment that produced it. Knowing when a book was written changes how you read every line of it.
Josh Barzon tweet media
English
14
138
662
20.2K
Servo do Cordeiro retweetledi
Nancy Pearcey
Nancy Pearcey@NancyRPearcey·
How DNA gives evidence of a Mind at the origin of life: "We need at least two levels of explanation to account for living structures—a physical and an organizational explanation. This is best illustrated in the DNA molecule. The bases, sugars, and phosphates that comprise the nucleotides in DNA are ordinary chemicals and react according to ordinary chemical laws. Yet those same laws cannot explain the sequence of bases that spells out the message in DNA. In the words of chemist Michael Polany, the sequence of bases is “extraneous to” or “independent of” the chemical and physical forces in the DNA molecule. That is, the sequence is not determined by inherent physical forces. It is precisely this “physical indeterminacy” that gives the DNA molecule the flexibility to appear in a variety of sequences, like words on a page. And if physical forces do not determine the structure of the DNA molecule, then we need to search outside of physics for its organizing principle. We need a second level of explanation. This becomes clearer if we draw an analogy to human language. The words you read in a book are written in ink. Yet their sequence did not arise from the chemicals in the ink, nor from any chemical interaction between the ink and the paper, nor even from the electronic impulses in the computer when it was originally keyed in. The information is completely independent of the material medium used to store and transmit it. Exactly the same reasoning applies to the information in DNA. It is independent of the material medium—the strand of chemicals—used to store and transmit it. If we knew how to translate the message encoded in a DNA molecule, we could write it out using other material. We could write it in Magic Marker, in crayon, in finger paint. We could even write with a stick in the sand. And it would still be the same message. Changing the material medium does not change the message. Information is independent of the material substance that stores and conveys it. And because a message is independent of the material medium, it does not originate from the medium. The DNA message does not originate in the chemistry of a DNA molecule—any more than the text in a book arose from the paper and ink used to print it. Yet that is precisely what the reductionist maintains. He proposes that the forces in the chemicals themselves originated the information in DNA. This is tantamount to saying that the ink wrote the words in a book, that the ink molecules spontaneously organized themselves into a complex arrangement of words and paragraphs. In reality, of course, the words on this page were constrained by the principles of the English language—rules of grammar, interpretation, and sentence construction—along with the rules of logic and reasoning. By the same token, Polanyi argues, the information in the DNA molecule is constrained by special organic rules and principles—principles not reducible to the laws of physics and chemistry." (from The Soul of Science)
Nancy Pearcey tweet media
English
16
53
151
9.4K
Servo do Cordeiro retweetledi
Teacher Fabio Emerim
Teacher Fabio Emerim@dicas_de_ingles·
INGLÊS DO REINO UNIDO x INGLÊS INGLÊS DOS EUA As diferenças entre os dois vão MUITO além do sotaque. Vocabulário, pronúncia, ortografia, gramática e até certas expressões mudam dependendo do país. A boa notícia? Os dois se entendem perfeitamente. Bora aprender?
Português
2
16
215
11.1K
Servo do Cordeiro retweetledi
Adam | Faithful Messenger
Adam | Faithful Messenger@Adam_FaithfulM·
John tells us this miracle "manifested His glory, and His disciples believed in Him." (v.11) It wasn't the wine that changed them. It was seeing who He was behind the miracle. That's still the question every reader of John must answer. Follow for regular threads like this. What detail in this story surprised you the most?
English
20
22
435
45.1K