Aliança LGB - Brasil

174 posts

Aliança LGB - Brasil banner
Aliança LGB - Brasil

Aliança LGB - Brasil

@AliancaLgb

Katılım Ekim 2023
74 Takip Edilen1.4K Takipçiler
Aliança LGB - Brasil retweetledi
LGB International
LGB International@lgbinternationl·
LGB International is celebrating #LesbianVisibilityDay. Visibility looks good on us.... dangerously good! 💜💪😎 A big thank you to @Vaishax and @limesodafilms for working with us on this beautiful video.
English
16
128
280
21.1K
Aliança LGB - Brasil retweetledi
MATRIA (Brasil)
MATRIA (Brasil)@MATRIAoficial·
Conheça o relatório de Reem Alsalem sobre Prostituição e violência contra mulheres. Em maio de 2024, a Relatora Especial da ONU sobre violência contra mulheres e meninas, Reem Alsalem, apresentou ao Conselho de Direitos Humanos o relatório “Prostitution and violence against women and girls” (A/HRC/56/48). O documento consolida evidências internacionais e afirma que a prostituição é uma forma de violência contra mulheres e meninas, sendo inseparável da desigualdade estrutural entre os sexos. O relatório conclui que a prostituição é um sistema estruturado de exploração sexual e violência, enraizado na desigualdade material entre homens e mulheres. O relatório adota uma abordagem baseada em direitos humanos e rejeita a ideia de que a prostituição possa ser considerada “trabalho como qualquer outro”. Segundo a relatora da ONU, a prostituição está ligada a estupro, tortura, violência física extrema, tráfico de mulheres, escravidão sexual, exploração econômica e femicídio. O pagamento não elimina a violência; ele funciona como mecanismo que simula consentimento em contextos de coerção econômica. A maioria das pessoas exploradas são mulheres e meninas; os compradores são majoritariamente homens. Já o termo “trabalho sexual” obscurece a dimensão estrutural da violência. Reem aponta que a pornografia é uma forma de prostituição filmada, e destaca a normalização da violência sexual, o crescimento do tráfico facilitado por anúncios online, e a dificuldade de responsabilização em regimes nos quais a prostituição é legalizada. A tecnologia, segundo o relatório, escala e monetiza globalmente a exploração sexual. A adoção do relatório ocorreu sob forte pressão contrária de organizações que defendem a exploração de mulheres na prostituição como “trabalho”. Em resposta, mulheres e organizações feministas mobilizaram-se internacionalmente para apoiar sua aprovação no Conselho de Direitos Humanos. A MATRIA integrou essa mobilização, enviando comunicações oficiais à Missão Permanente do Brasil em Genebra e a autoridades federais. Esse movimento reafirmou que prostituição e violência contra mulheres são questões de direitos humanos, não de narrativa identitária. O relatório compara quatro modelos legislativos: 1. Criminalização total, onde penalizam mulheres, compradores e intermediários: nesse modelo, na prática, as mulheres são as mais punidas, enquanto compradores raramente são responsabilizados. 2. Regulamentação (legalização), onde ocorre a legalização da prostituição como atividade econômica regulada pelo Estado. Esse modelo aumenta a demanda masculina e seu lucro enquanto intermediários; amplia a presença de mulheres migrantes vulneráveis; dificulta o combate ao tráfico; e permite arrecadação fiscal sobre a exploração sexual. 3. Descriminalização ampla, onde as sanções penais para todos os envolvidos são removidas. Segundo a ONU, seus efeitos são semelhantes à regulamentação: expansão do mercado e fortalecimento da indústria do sexo. 4. Modelo Abolicionista (Modelo Nórdico), onde se descriminaliza mulheres; criminaliza compradores; e são oferecidas políticas públicas de saída da condição. Apenas este último modelo enfrenta a raiz do sistema: a demanda masculina pela compra de atos sexuais. Um dos princípios da MATRIA é a abolição da exploração sexual. O Relatório 2024 da ONU reforça que esse princípio está alinhado às melhores práticas de proteção às mulheres e meninas em situação de prostituição. Já ONGs transativistas costumam defender a regulamentação do “trabalho sexual", mesmo reconhecendo que a maioria das mortes de travestis ocorre em contexto de prostituição. Se o contexto predominante de violência letal é a prostituição, tratá-la como trabalho comum não elimina o risco estrutural - apenas o normaliza. A incoerência é evidente. As recomendações finais do relatório da ONU são: - Descriminalizar mulheres e meninas em prostituição; - Criminalizar compradores de atos sexuais; - Implementar políticas públicas de saída da condição de prostituição; - Coletar dados desagregados por sexo (separar os dados relativos a travestis) - Enfrentar a demanda masculina. O relatório consolida que a prostituição é violência baseada no sexo, que o consentimento não neutraliza coerção estrutural, que a legalização não elimina exploração e que a demanda masculina sustenta o sistema. Ao reafirmar os direitos das mulheres e meninas, a ONU fortalece a perspectiva abolicionista como política de direitos humanos. Acesse o relatório completo em: ohchr.org/en/documents/t…
Português
3
12
50
1.5K
Aliança LGB - Brasil
Aliança LGB - Brasil@AliancaLgb·
2026 será um ano importante para a independência LGB. Teremos um encontro internacional, um relatório de políticas e pesquisas, enalteceremos datas importantes de visibilidade LGB e enviaremos propostas a órgãos internacionais. Siga-nos e colabore! Abraços, 🍾🥂 Feliz ano novo!
Aliança LGB - Brasil tweet media
Português
1
1
26
2.3K
Aliança LGB - Brasil
Aliança LGB - Brasil@AliancaLgb·
Dia Mundial de Luta Contra a AIDS. O HIV marcou profundamente homens gays e bissexuais. Honramos os que perdemos e apoiamos os que vivem com HIV. Políticas de saúde baseadas na realidade biológica são essenciais. Homens gays merecem informação clara e honesta. @lgbinternationl
Aliança LGB - Brasil tweet media
Português
0
3
31
1.7K
Aliança LGB - Brasil retweetledi
Míriam Martinho
Míriam Martinho@miriammartinho·
Apoio ao casamento entre pessoas de mesmo sexo caiu para 54% nos EUA. Se fato, decorre da aliança espúria com os tais TQIA+ O casamento civil igualitário não interfere na vida de ninguém, a não ser na dos que vão casar. Trata-se apenas de expansão de um direito para uma faixa da população que não o tinha. A agenda dos TQIA interfere na vida de tudo o mundo, em particular na das crianças, das mulheres e da própria população LGB. Não se trata de um real movimento de direitos civis, mas sim de gente negacionista da realidade objetiva quer que todos mais também a neguem. #LgbsemT
Leading Report@LeadingReport

BREAKING: Support for same-s*x marriage in U.S. falls to 54%, per YouGov poll.

Português
9
21
120
5.7K
Aliança LGB - Brasil retweetledi
REDUXX
REDUXX@reduxx·
A female University student in Brazil was ARRESTED after asking a "non-binary" man to leave the women's restroom. The student, who was held without bail, has now been criminally charged with "social racism." reduxx.info/female-univers…
English
109
929
2.7K
109.3K
Aliança LGB - Brasil
Aliança LGB - Brasil@AliancaLgb·
A Aliança LGB estará no podcast do André Pádua no Youtube hoje ao vivo às 19h30. Quem puder, participe! O link do vídeo já está disponível, e dá para clicar em "Receber notificação" para ser avisado do início: youtube.com/live/z5Ht54eTk…
YouTube video
YouTube
Aliança LGB - Brasil tweet media
Português
10
11
114
7.7K
Aliança LGB - Brasil retweetledi
LGB International
LGB International@lgbinternationl·
In Switzerland, a man who said people cannot change sex is being prosecuted for homophobia. LGB Alliance Switzerland strongly rejects the idea that sex realism is anti-gay.
LGB Alliance Switzerland@lgb_alliance_ch

Transphobie ist in der Schweiz kein Straftatbestand. Das ist richtig. Die sexuelle Orientierung ist aber geschützt. Daher müssen wir uns auf den zentralen Punkt konzentrieren: "Er hat schwule, lesbische und bisexuelle Menschen als psychisch krank beleidigt." Die entscheidende Frage lautet: Hat Herr Brünisholz das tatsächlich getan? Der Kommentar, für den er gebüsst wurde, lautete: “Wenn man die LGBTQI nach 200 Jahren ausgräbt wird man anhand der Skelette nur Mann und Frau finden alles andere ist ne Psychische Krankheit die durch den Lehrplan hochgezogen wurde!” In dieser Äusserung wird die sexuelle Orientierung weder angesprochen noch kritisiert. Der Kommentar bestreitet vielmehr die Vorstellung oder Idee, dass es mehr als zwei Geschlechter gibt. Seine Aussage lässt sich so verstehen: Wenn man in 200 Jahren die Überreste heutiger Menschen untersuchen würde, fände man nur männliche und weibliche Skelette, und die Annahme, es man fände dann “alles andere” als Mann und Frau, sei eine „psychische Krankheit“, also eine verirrte Idee, die durch den Lehrplan gefördert werde. Seine Kritik richtet sich somit eindeutig nicht gegen eine Gruppe mit einer bestimmten sexuellen Orientierung, sondern gegen eine Theorie oder Idee über die Anzahl der Geschlechter, die es gibt. Zur Gruppe der LGBTQI gehören auch Homosexuelle. Doch viele homosexuelle Menschen sind selbst der Ansicht, dass es nur zwei Geschlechter gibt. Nicht alle, die der LGBTQI-Gruppe angehören, teilen also die Vorstellung, es gäbe mehr als zwei Geschlechter. Diese Homosexuellen, die selbst nur an zwei Geschlechter glauben, hat Herr Brünisholz folglich nicht kritisiert. Umgekehrt gibt es zahlreiche Heterosexuelle, die überzeugt sind, es gebe mehr als zwei Geschlechter, und diese trifft seine Kritik sehr wohl. Seine Aussage richtet sich also nicht gegen Homosexuelle als Gruppe, sondern gegen eine Gedankenrichtung, die sowohl innerhalb als auch ausserhalb der LGBTQI-Gemeinschaft vertreten wird. Weil seine Kritik Menschen innerhalb dieser Gruppe einschliesst wie ausschliesst, und ebenso Menschen ausserhalb betrifft, kann sie nicht als pauschale Herabwürdigung von Personen mit homosexueller Orientierung verstanden werden. Herr Brünisholz hat also viele Menschen ausserhalb der LGBTI-Gruppe kritisiert, und viele innerhalb dieser Gruppe gerade nicht. Dass es innerhalb einer solchen Gruppe Menschen gibt, die eine bestimmte Vorstellung teilen, und andere, die sie ablehnen, während wiederum Menschen ausserhalb dieser Gruppe sie bejahen, zeigt deutlich: Hier geht es nicht um unveränderliche Merkmale wie die sexuelle Orientierung, sondern um Ideen (über die Anzahl existierender Geschlechter), die jeder Mensch glauben oder auch verwerfen kann, unabhängig von seiner sexuellen Orientierung. Herr Brünisholz kritisierte eine Idee, nicht eine geschützte Personengruppe; zumal viele ihrer Mitglieder seine Auffassung teilen. Seine Bemerkung zielte auf die Theorie, dass es mehr als zwei Geschlechter gebe; eine Theorie, die er für irrig hält. Dass er im Kommentar ausdrücklich den Lehrplan erwähnt, ist dafür ein klarer Hinweis: Denn Lehrpläne vermitteln keine Menschen, sondern Vorstellungen und Überzeugungen oder Ideen. Seine Kritik galt also dem, was gelehrt wird, nicht dem, was jemand in Bezug auf seine sexuelle Orientierung ist.

English
1
14
119
3.3K
Aliança LGB - Brasil retweetledi
Aleta Valente
Aleta Valente@V_de_vaginaa·
Basicamente, a posição dos ativistas trans é: os espaços das mulheres e o esporte não são importantes para as mulheres, mas são muito importantes para homens que afirmam ser mulheres. É uma posição incoerente.
Tish Hyman@listen2tish

Had a chance to have a conversation with Senator Weiner. It was an honest one. I am hopeful that this is the first of many conversations we will have regarding women’s safety . Senator Weiner said he likes working with fresh young people and that he is open to ideas. And I’ve got plenty Scott! ❤️

Português
3
31
333
7.9K
Aliança LGB - Brasil retweetledi
Mariele
Mariele@mariele______·
#justiçaporcarol
QHT
0
1
13
1.1K
Aliança LGB - Brasil retweetledi
Míriam Martinho
Míriam Martinho@miriammartinho·
Moça assassinada barbaramente há 2 anos no Maranhão. Vejam a descrição do crime considerado pela polícia como crime de ódio. #JusticaporCarol
Míriam Martinho tweet mediaMíriam Martinho tweet media
Português
1
10
83
3.7K
Aliança LGB - Brasil retweetledi
catapimbas
catapimbas@catazinhaduvrau·
Ana Caroline foi brutalmente assassinada por ser lésbica. Quase 2 ANOS depois, o julgamento do acusado acontece hoje, no Maranhão. 2 ANOS aguardando por justiça. 2 ANOS de negligência e invisibilização desse crime. #JUSTIÇAPORCAROL #CONTRAOLESBOCÍDIO
catapimbas tweet mediacatapimbas tweet media
Português
0
24
112
6.7K
Aliança LGB - Brasil
Aliança LGB - Brasil@AliancaLgb·
A Aliança LGB presta solidariedade a família e amigos da Ana Caroline, jovem lésbica assassinada aos 21 anos em Maranhãozinho (MA) em 2023. Segundo a Polícia Civil de Maranhão o assassinato teve tortura e foi considerado crime de ódio.
Aliança LGB - Brasil tweet media
Português
9
33
174
16.8K