Alon Feuerwerker
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Alon Feuerwerker
@AlonFe
🇮🇱🇧🇷 הוֹדוּ לַה’ כִּי טוֹב, כִּי לְעוֹלָם חַסְדּוֹ




¡GRACIAS INFINITAS, MUCHACHOS! No alcanzan las palabras para agradecerles cómo defendieron la camiseta. Nos hicieron llorar, gritar y, sobre todo, volver a creer. ¡Son eternos! 🩵🤍🏆


A volta de Neymar Jr ao CT Rei Pelé após a Copa do Mundo. Bem-vindo de volta, Príncipe! ⚪⚫



A revista “Realidade” de novembro de 1968 estampou duas fotos na capa. Acima, Carlos Lacerda entrevista o republicano Richard Nixon. Abaixo, aparece com o democrata Hubert Humphrey. Há outras imagens na edição: na página 27, Lacerda conversa com o governador da Califórnia, o ator Ronald Reagan, republicano; na 28, com a atriz Shirley MacLaine, democrata. Lacerda passou três semanas nos Estados Unidos cobrindo a eleição presidencial. Desde abril, com a proibição pela ditadura brasileira das atividades da Frente Ampla, estava mais distante da política nacional. Nos EUA, exercitou o ofício em que estreara aos 16 anos, o de jornalista. Quando se mergulha na vida de uma pessoa para escrever sua biografia, como faço há onze anos com Lacerda, descobre-se uma série de pormenores que muitas vezes não vão para o livro, para não poluir a narrativa com excesso de informações. Sei quanto “Realidade” pagou pelo frila (bem, isso estará na biografia...). Quanto o repórter recebeu de diárias para custear hospedagem e alimentação (ele se queixou do valor, aparentemente com razão; sou suspeito: como repórter, quase sempre me queixei). Sei em que mesa (95) o enviado especial se sentou num banquete da campanha de Nixon, em Nova York. Quem eram os acompanhantes de mesa. Que músicas foram tocadas ao vivo (entre elas, “Garota de Ipanema” e “Samba de uma nota só”; na entrada do salão, ouvia-se o tema do filme “A ponte do Rio Kwai”). Além do cardápio do jantar. Nem tudo isso estará no livro, porque senão eu teria de escrever dez volumes – serão dois. Esse exemplar de “Realidade” é um dos periódicos da minha coleção dedicada a Lacerda. Guardo revistas e jornais editados desde os anos 1930. Nada tenho da década de 1920, quando o garoto Lacerda já emplacava textos em publicações impressas – mas esses eu encontrei e copiei. Curiosidade: Lacerda fez a cobertura nos EUA ao lado dos correspondentes da revista "Veja", Paulo Henrique Amorim (1942-2019) e Carlos Leonam (1939-2024). PHA escreveu sobre a experiência ao lado do colega veterano e me contou fatos que a memória preservou. Leonam foi igualmente generoso. O volume 1 da biografia, LACERDA: CORAÇÃO DE TEMPESTADE (@cialetras), será lançado em agosto. Narra o período 1914-1955. Acompanha a cobertura de Carlos Lacerda de duas campanhas para presidente dos EUA. Em 1948, como enviado do "Correio da Manhã", jornal do qual saiu no ano seguinte por se negar a silenciar sobre o que julgou negociatas oficiais para ajudar consórcios privados no negócio do petróleo (embora se opusesse ao monopólio estatal no setor). Em 1952, cobriu pela "Tribuna da Imprensa". LACERDA: CORAÇÃO DE TEMPESTADE já está em pré-venda, aqui: Amazon, Livraria da Travessa, Livraria da Vila, Livraria Leonardo da Vinci, Livraria Loyola e Livraria Martins Fontes.


On This Day — July 10, 1933 Time Magazine put Joseph Goebbels on its cover — and praised the Nazis. Just months after Hitler seized power, the American magazine featured the Nazi propaganda minister and described Adolf Hitler as a “vegetarian superman.” The article lauded how Nazi rule had “lifted the spirit of the German people” and openly noted that one of the regime’s most effective tactics was “explaining away all Germany’s defeats and trials in terms of the Jew.” Goebbels’ own line — “The Jews are to blame!” — actually appeared on the front cover. This was mainstream American media treating the rising Nazi regime with a mix of fascination and reluctant admiration — while the machinery of antisemitic propaganda was already in full gear. By the time the world woke up, it was too late for millions. Some warnings were printed in plain sight.



