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Isa Leal
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O Fed tem um novo presidente a partir de hoje, 22 de maio de 2026.
Kevin Warsh, 56 anos, foi empossado numa cerimônia na Casa Branca, a primeira desde Alan Greenspan em 1987. Ele é o 17º presidente do Federal Reserve e sucede Jerome Powell.
Warsh não é político. Veio de Wall Street e da academia: Stanford, Harvard Law, Morgan Stanley, assessor de George W. Bush e, aos 35 anos, se tornou o governador mais jovem da história do Fed. Viveu a crise de 2008 por dentro.
Sua confirmação foi uma das mais divididas da história recente: 54 votos a 45 no Senado. Trump o indicou após uma disputa com mais de 11 nomes. O problema é o cenário que ele herda.
Trump espera cortes de juros, mas a inflação segue acima da meta de 2%, o PPI continua pressionado e o petróleo voltou a subir. O mercado reduziu fortemente as expectativas de cortes para 2026, enquanto alguns analistas já falam em alta de juros em 2027.
O homem escolhido para baixar juros pode ter que subi-los.
No discurso de posse, Warsh prometeu um "Fed orientado à reforma": mais disciplina com a inflação, comunicação mais clara e foco no mandato principal do banco central, reduzindo o envolvimento em pautas como ESG e clima.
Primeiro teste real: reunião do FOMC em 16 e 17 de junho.
Isso importa pro Brasil. Juros americanos mexem com câmbio, fluxo de capital e mercados emergentes. Vale acompanhar de perto.
#FederalReserve #CtbrWeb3

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A computação quântica continua avançando de forma muito menos barulhenta do que a IA generativa, mas talvez tão importante quanto. Pesquisadores da ETH Zurich anunciaram um novo método para tornar operações quânticas muito mais estáveis.
O detalhe mais relevante não é velocidade, é confiabilidade. Porque o maior problema dos computadores quânticos sempre foi justamente a fragilidade dos qubits diante de pequenas interferências externas.
Agora os pesquisadores conseguiram ultrapassar 99,9% de precisão em operações envolvendo milhares de pares de qubits simultaneamente.
Ainda estamos longe de computadores quânticos resolvendo problemas do mundo real em larga escala. Mas os sinais de maturidade técnica começam a aparecer de forma cada vez mais consistente.
Fonte: ETH Zurich, LiveScience, Interesting Engineering
#QuantumComputing #IA #Tecnologia #CtbrWeb3

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Um tema que apareceu recentemente em alguns dos estudos e leituras que venho fazendo sobre IA foi a capacidade de certos modelos conseguirem se replicar em ambientes controlados.
Não se trata daquele cenário de ficção científica de máquinas tomando conta da internet. Os testes foram feitos em sistemas propositalmente vulneráveis e com forte supervisão humana.
Mesmo assim, os resultados chamaram atenção: alguns modelos conseguiram explorar falhas, copiar seus próprios pesos, criar novas instâncias e manter continuidade operacional.
O que eu acho mais relevante nisso tudo não é a ideia de consciência artificial, mas perceber que sistemas autônomos já começam a desenvolver estratégias para continuar executando seus objetivos dentro de redes complexas.
A linha entre uma simples ferramenta e um agente computacional está mudando aos poucos.
Fonte: The Guardian.
#IA #CtbrWeb3

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Nas últimas semanas eu tenho estudado o impacto da IA no comportamento humano e na sociedade como um todo.
Uma coisa que me chamou atenção foi uma pesquisa recente da Hong Kong Baptist University que analisou dados de mais de 10 mil adultos nos Estados Unidos.
Eles perceberam que pessoas com maior renda e escolaridade conseguem navegar muito melhor no mundo da inteligência artificial. Reconhecem filtros de spam, usam chatbots e sistemas de recomendação com facilidade.
Quem não tem esse hábito ou familiaridade com essas tecnologias acaba ficando em desvantagem, inclusive com menor capacidade de reconhecer riscos ligados à IA, como desinformação, manipulação algorítmica e conteúdos sintéticos e deepfakes.
O estudo usa dados de final de 2022, logo depois do lançamento do ChatGPT, mas o alerta parece ainda mais atual hoje. Eu acho interessante como uma tecnologia tão poderosa pode ampliar diferenças que já existem, especialmente na forma como as pessoas interagem com serviços digitais e oportunidades de trabalho.
Aqui no Brasil fico pensando como isso pode se manifestar na nossa realidade, com a variedade tão grande de acesso e educação digital. É um ponto que vale acompanhar com calma.
#IA #CtbrWeb3

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Hoje tivemos mais um episódio do nosso Podcast CONEXÕES WEB3 e, sinceramente… foi uma conversa muito necessária.
Falamos sobre Saúde Mental na Era da IA, comportamento humano, redes sociais, dependência tecnológica, trabalho, hiperconectividade e principalmente sobre o quanto o lado humano continua sendo essencial em meio a tanta transformação tecnológica.
A tecnologia evolui rápido, mas a nossa mente, nossas emoções e nossas relações também precisam acompanhar isso de forma saudável.
E talvez esse seja um dos maiores desafios da nossa geração: aprender a usar ferramentas extremamente poderosas sem perder nossa essência, nosso senso crítico e nossa humanidade no processo.
Obrigada a todos que participaram e estiveram com a gente nessa conversa 💙
Seguimos juntos nessa troca tão importante.
@renatadoro1
#SaudeMental #IA #ConexoesWeb3 #CtbrWeb3
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RT @renatadoro1: Oi, gente! 💙
Amanhã vamos bater um papo sobre saúde mental na era da IA, um tema cada vez mais importante e necessário.…
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Vamos para mais um episódio do nosso Podcast CONEXÕES WEB3 🎙️
Vivemos uma era onde a tecnologia não muda apenas ferramentas… ela muda comportamento, percepção, relações e até a forma como enxergamos a nós mesmos.
Nesta terça-feira, às 19h (horário de Brasília), vamos conversar sobre um tema cada vez mais urgente:
🧠 SAÚDE MENTAL NA ERA DA IA
Como a Inteligência Artificial, as mídias digitais e as novas tecnologias estão impactando:
• nossa mente
• o mercado de trabalho
• o comportamento humano
• e principalmente essa nova geração que está crescendo conectada desde cedo
Vamos falar sobre:
🔹 ansiedade e pressão na era digital
🔹 IA e comportamento humano
🔹 dependência tecnológica
🔹 geração Z e mercado de trabalho
🔹 uso consciente da IA
🔹 saúde emocional em tempos de hiperconectividade
📍 AO VIVO NO CANAL DA RENATA DORO AQUI NO X
🗓️ Terça-feira — 19 de maio
⏰ 19h — horário de Brasília
Com:
@renatadoro1
@mcidinha2013
@Isa_Leals
Participem da conversa 💬
Queremos muito ouvir vocês também.
#SaudeMental #IA #ConexoesWeb3 #CtbrWeb3
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A Neuralink acabou de mostrar um dos projetos mais ambiciosos da neurotecnologia até agora.
A ideia é criar um robô cirúrgico capaz de alcançar qualquer região do cérebro para implantar interfaces neurais de forma extremamente precisa.
Na teoria, isso poderia abrir caminho para tratar condições neurológicas que hoje ainda têm poucas soluções, desde paralisia até doenças degenerativas e talvez até transtornos cognitivos no futuro.
Mas junto da inovação, também vem uma discussão importante: onde termina a medicina e começa a integração homem-máquina?
Porque no momento em que tecnologia passa a interagir diretamente com o cérebro humano, não estamos falando só de saúde. Estamos falando de ética, privacidade mental, segurança e até autonomia.
Importante: os dispositivos ainda são experimentais e não têm aprovação da FDA.
A corrida cérebro-máquina definitivamente saiu da ficção científica.
Fonte: @neuralink
#IA #Neuralink #Neurotecnologia #CtbrWeb3
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A era dos chatbots talvez esteja começando a ficar para trás.
Depois da explosão de agentes, copilots, automações e aplicações construídas sobre LLMs, o mercado entra em outra fase da IA.
Menos foco na novidade. Mais foco em integração, infraestrutura, coordenação entre sistemas e operação no mundo real.
Os sinais começam a aparecer: modelos locais ganhando espaço, agentes executando fluxos integrados, crescimento da preocupação com privacidade, governança, segurança e escalabilidade.
A pergunta começa a deixar de ser:
“qual modelo usar?”
E passa a ser:
“como integrar isso de forma confiável ao que já existe?”
Porque depois que a poeira baixar, dificilmente o mercado vai recompensar apenas quem criou mais aplicações.
O que tende a permanecer são sistemas que realmente resolvem problemas, operam de forma confiável e conseguem gerar utilidade contínua fora da demonstração.
Talvez a parte mais séria da IA esteja começando agora.
#IA #ArtificialIntelligence #CtbrWeb3

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A liderança da IA corporativa teve uma mudança anunciada
Pela primeira vez, a Anthropic ultrapassou a OpenAI em adoção paga entre empresas nos EUA, segundo o Ramp AI Index.
Anthropic: 34,4%
OpenAI: 32,3%
E isso pode dizer muito sobre a nova fase que o mercado começa a entrar.
A corrida começa a mudar de rótulo. Menos sobre “quem impressiona mais” e mais sobre quem entrega confiabilidade, governança, segurança, previsibilidade e integração real dentro das empresas.
Durante muito tempo, a OpenAI dominou a narrativa da IA generativa. Mas conforme a IA começa a entrar no core operacional das empresas, o peso da escolha muda.
Porque no ambiente corporativo, performance importa. Mas risco também.
E talvez seja justamente aí que a Anthropic esteja ganhando espaço.
A próxima fase da IA pode não ser vencida apenas pelo modelo mais poderoso, mas pelo modelo em que as empresas mais confiam para operar no mundo real.
Fonte do gráfico: Ramp AI Index | Matéria: Business Insider
#IA #CtbrWeb3

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A China talvez esteja mostrando um dos retratos mais visíveis da chamada “economia da atenção”.
Enquanto parte dos jovens enfrenta dificuldades para encontrar empregos tradicionais, cresce o número de pessoas trabalhando em entregas, lives, criação de conteúdo e plataformas digitais.
E o mais curioso é como esses mundos começam a se alimentar mutuamente.
Entregadores movimentam a logística da economia digital. Streamers movimentam audiência, consumo e engajamento. Plataformas conectam tudo isso em tempo real.
No meio desse ciclo, atenção vira produto. Tempo vira moeda. Engajamento vira trabalho.
E talvez essa seja uma das transformações mais importantes da internet nos últimos anos.
Porque não estamos falando apenas de redes sociais. Estamos falando de um modelo econômico inteiro sendo construído em cima de comportamento humano, consumo digital e permanência online.
A China só torna isso mais visível pela escala.
Mas olhando com calma, talvez o resto do mundo esteja caminhando na mesma direção.
Hoje já existem milhões de pessoas vivendo direta ou indiretamente de algoritmos, lives, conteúdo, microtransações, publicidade, entregas, economia sob demanda e validação digital.
E isso acaba levantando uma discussão interessante: até que ponto a internet está criando novas oportunidades… e em que momento ela começa também a reorganizar a própria forma como as pessoas trabalham, se relacionam e ocupam seu tempo?
Existe inclusive um debate crescente sobre a chamada “economia da atenção”, onde plataformas digitais passam a disputar não apenas consumo, mas principalmente foco, comportamento e permanência das pessoas dentro dos próprios ecossistemas.
Porque no momento em que algoritmos começam a compreender padrões humanos em escala, a disputa deixa de ser apenas econômica. Ela também passa a envolver atenção, hábito, validação social e estímulos constantes.
E isso já começa a fazer parte do cotidiano digital de milhões de pessoas ao redor do mundo.
#EconomiaDigital #CtbrWeb3
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Já pensou acordar e nunca mais precisar passar calça social?
A China começou a viralizar um tecido que estica absurdamente, quase não amassa e tenta misturar roupa social com conforto de roupa esportiva.
No vídeo eles puxam a calça de um jeito quase absurdo… e ela volta praticamente intacta.
Parece só marketing viral. E talvez parte seja mesmo.
Mas o mais interessante talvez seja outra coisa.
A China não está inovando só em IA, chips e carros elétricos.
Ela também está investindo pesado em engenharia de materiais, nanotecnologia têxtil e fibras sintéticas avançadas pra reinventar coisas simples do dia a dia.
E isso pode parecer pequeno…
Até você perceber o tamanho da indústria global de roupas, tecidos e manufatura.
Enquanto muita gente associa o futuro apenas à IA e às telas, a China parece estar acelerando também a engenharia do mundo físico: materiais, tecidos, manufatura e produtos do cotidiano.
O futuro talvez não chegue só nos aplicativos.
Pode chegar primeiro na sua gaveta de roupas.
#Tecnologia #CtbrWeb3
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Quem ainda acha que robôs são só coisa de filme do ano 3000… acorda. O futuro físico já começou.
A Figure acaba de dizer que um dos seus robôs ultrapassou 30 horas seguidas de trabalho autônomo sem downtime.
Sem pausa, sem troca de turno, sem reclamar de cansaço e sem perder “foco”.
E esse começa a ser um dos sinais mais importantes da nova fase da robótica.
Porque por muito tempo os vídeos de humanoides pareciam mais demonstrações de laboratório e marketing futurista.
Agora a discussão começa a mudar para consistência operacional no mundo real.
Não é só o robô conseguir andar, pegar objetos ou parecer humano. É conseguir operar por horas seguidas, executar tarefas repetitivas e manter estabilidade contínua sem intervenção humana constante.
E isso aproxima a robótica de algo economicamente muito mais relevante: substituição parcial de trabalho operacional em ambientes industriais, logísticos e comerciais.
O que eu acho que não deve ser ignorado é que, além de chatbots e imagens, uma transformação real está acontecendo no mundo físico.
Robôs trabalhando de verdade.
Por muito tempo.
Sem parar.
#FigureAI #CtbrWeb3
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O CLARITY Act acaba de dar um dos passos mais importantes da história recente do mercado cripto nos EUA.
O projeto avançou no Comitê Bancário do Senado americano por 15 votos a 9, com apoio bipartidário, e tenta finalmente responder uma pergunta que trava o setor há anos: quem regula o quê no mercado cripto?
Na prática, o texto busca separar o que seria valor mobiliário, sob supervisão da SEC, e o que seria commodity digital, entrando na alçada da CFTC.
Pode parecer apenas mais uma regulação, mas isso pode mudar profundamente a forma como empresas, protocolos, exchanges, ETFs, stablecoins e investidores institucionais operam nos Estados Unidos.
O mercado reagiu com otimismo ao avanço do projeto. Durante anos, boa parte do setor ficou presa em um limbo jurídico marcado por disputas entre SEC e CFTC, insegurança regulatória e ausência de critérios claros para classificar ativos digitais.
Agora, o CLARITY Act começa a desenhar um possível novo cenário: mais previsibilidade regulatória, maior integração institucional e talvez uma nova fase para a infraestrutura cripto global.
Mas ainda existem impasses importantes envolvendo stablecoins, staking, descentralização, poder da SEC e principalmente conflitos políticos ligados a regras éticas para autoridades públicas com exposição ao mercado cripto.
E isso não impacta apenas os EUA. O avanço regulatório americano também pode influenciar mercados como o Brasil, onde o marco regulatório aprovado em 2022 deixou em aberto justamente parte da classificação dos tokens digitais. A tendência é que definições mais claras nos EUA acabem influenciando discussões regulatórias em outros países ao longo do tempo.
O debate já não parece mais ser sobre se o mercado cripto vai existir. A discussão agora passa a ser como essa infraestrutura vai coexistir com o sistema financeiro tradicional.
O projeto ainda precisa passar pelo plenário do Senado e por outras etapas antes de virar lei. Mesmo assim, o avanço já sinaliza uma tentativa mais concreta de criar uma estrutura regulatória ampla para o mercado cripto nos EUA.
Fontes: Bloomberg | CoinDesk | Forbes | Senado dos EUA
Foto: Evelyn Hockstein/Reuters
#ClarityAct #CtbrWeb3

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