vei da lancha retweetledi

A influenciadora Babi Mendes relatou nas redes sociais uma mensagem que recebeu de um seguidor, que teria participado de uma reunião com um empresário dono de uma empresa com aproximadamente 250 colaboradores dos quais cerca de 195 são mulheres.
O trecho diz: “Fiz reunião hoje com um empresário que tem cerca de 250 colaboradores. Desses, aproximadamente 195 são mulheres. Ele está decidido a demitir 150 ‘substituíveis’ até o final do ano e contratar homens acima de 28 anos, país de família e que morem com os filhos. Disse que é melhor o custo do acerto de 150 mulheres do que 10 processos indevidos de oportunistas, o que talvez seria mais danoso, caro e desgastante judicialmente. O que pensar?”
Segundo ela, a justificativa foi direta e fria: “É melhor o custo do acerto de 150 mulheres do que 10 processos indevidos de oportunistas, o que talvez seria mais danoso, caro e desgastante judicialmente.”
O caso viralizou e ilustra o que alguns especialistas apontaram como possível efeito colateral após a aprovação da nova lei de misoginia no Senado: a insegurança jurídica poderia levar empregadores a evitar contratar ou manter mulheres no quadro de funcionários.
A lei, criada para proteger mulheres, pode acabar impactando negativamente a empregabilidade feminina, segundo essa linha de análise.

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