André Barreto
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@ManoelaDuarte_ x.com/ManoelaDuarte_… Se em Novembro de 2025 vc já tacou pedra, imagina em plenos ares de Mundial de Clubes se o Associativo tivesse feito qualquer coisa... A hipocrisia mora ai, na "obra de engenheiro pronta". Falar agora, vir dando lição de moral, é fácil...















Begging for Intimacy destroys a Man from the inside (psychological facts)







⚠️ Agora! Aporte que John Textor conseguiu para o Botafogo tem juros altíssimos porque seu plano é não pagar. O aporte de 20 milhões de dólares (R$ 104 milhões) deve totalizar US$ 50 milhões (R$ 260 milhões) nos próximos meses. Até mesmo fontes que apoiaram o empréstimo confirmam que os juros são extremamente altos. Além disso, o Botafogo deu como garantias receitas de vendas de jogadores. Os juros são altíssimos, quase impagáveis. A estratégia de Textor é não pagar, mas isso não tem a ver com calote. Os aportes foram feitos pelos investidores Hutton Capital e GDA Luma. O segundo é especializado em "ativos podres", ou instituições endividadas, e tem interesse em assumir o controle dos clubes da Eagle, empresa de Textor. Na prática, ao invés de devolver o dinheiro com juros, Textor e o Botafogo podem pagar a dívida com ações da SAF. Os investidores passariam a ser acionistas ou até donos da SAF. Os investidores por trás do aporte querem ser acionistas e controladores da Eagle, trazendo de volta o Lyon. Com a operação avançando, eles poderiam negociar a saída da Ares e da Iconic, acionistas da Eagle que brigam com Textor pelo controle da empresa e cobram cerca de US$ 550 milhões (R$ 2,8 bilhões) do norte-americano. Esse empréstimo dá mais uma proteção a Textor. Isso porque, caso alguém o afaste da SAF e do Botafogo, herdará essa dívida, que tende a crescer muito por conta dos juros altos. Com esse movimento, Textor acaba se tornando uma parte quase que inegociável da solução do caso. 🗞️ @UOL | @pedrolopesg 📸 Vítor Silva/BFR




















