André Marinho

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@AndreMarinho

🎙️Showman-TV Entertainer! 🏅Forbes Under 30 | 2024 🇧🇷 Autor do livro “𝗢 𝗕𝗥𝗔𝗦𝗜𝗟 (𝗡𝗔̃𝗢) 𝗘́ 𝗨𝗠𝗔 𝗣𝗜𝗔𝗗𝗔”

Brazil Katılım Eylül 2019
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Sabitlenmiş Tweet
André Marinho
André Marinho@AndreMarinho·
Amigos: a função do humor não é apenas fazer rir. O comediante, de forma jocosa, é capaz de desnudar o ridículo por trás das aparências do poder. Isso é algo único. Valorizem sempre comediantes e artistas críticos, não os bajuladores. A verdade faz rir, mas também é incômoda.
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Josias Teófilo
Josias Teófilo@josiasteofilo·
O nome do filme será 007 contra Ernesto Geisel
Josias Teófilo tweet media
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André Marinho
André Marinho@AndreMarinho·
Álvaro, this reads less like analysis and more like the old enchantment… the old spell… the old aura that kept the Iranian regime artificially inflated for decades. The Islamic Republic was never formidable in the way its admirers and apologists pretended. It was brutal, cunning, rich, strategically placed… yes. It inherited vast oil and gas wealth, the Strait of Hormuz, major cities built before the clerics took over, and the residue of a far more modern Iran. But what it built was not excellence. It built a corrupt theocratic caste… skilled in coercion, proxy war, ideological theater, and above all in turning weakness into mystique! This was a regime born through hostage taking, purges, executions, and terror. It crushed dissent at home and built regional influence not through open military superiority, but by evading it… by outsourcing it… by corrupting the battlefield itself. Its method was always the same… arm Hezbollah, Hamas, the Houthis, and every useful militia… kill Americans and Israelis through intermediaries… hide behind civilians… then rely on Western caution and elite self deception to sustain the illusion of unstoppable strength. It was never Sparta. Never! It was a parasitic clerical system with missiles, oil money, and a remarkable talent for exploiting the moral vanity of its enemies. Even its record gives the game away. For all its rhetoric, it could not defeat Saddam’s Iraq despite major structural advantages. Think about that. It showed more confidence shooting unarmed protesters than facing first rate militaries. Its ruling caste preached martyrdom while sending its children abroad, hoarding wealth, collecting estates, and enjoying luxuries forbidden by its own puritanical sermons… the usual revolutionary farce… blood for the masses, comfort for the elite. What many mistook for revolutionary strength was often just corruption protected by intimidation! Its near mythical status owed much to years in which the West treated it not as a predatory revolutionary state, but as an aggrieved actor to be accommodated… indulged… explained away. And that indulgence gave Tehran time. Time to deepen its missile arsenal, entrench its proxy network, and market itself as both victim and avenger. The taboo against confronting Iran did not just shield the regime. It manufactured its aura. It gave mediocrity the costume of grandeur. And that aura is now collapsing. As of March 10, the regime is relying not on battlefield superiority, but on the same rope a dope strategy it always needed… absorb punishment, threaten energy routes, jolt oil markets, and wait for foreign nerves to fail before its own capacity does. More than 5,000 targets have reportedly been struck, including over 50 Iranian naval vessels. Military pressure has intensified to the point that Tehran’s retaliatory tempo has slowed. Severe strikes have also hit oil depots and refineries around Tehran, while parts of Iran’s wider proxy ecosystem have shown reluctance to plunge fully into the war. That is not the profile of a power humiliating civilization. Not even close! It is the profile of a regime trying to survive the exposure of its own decay. Iran looked fearsome for so long because it was allowed to operate in its preferred domain… deniability, proxy murder, market disruption, hostage logic, and the chronic hesitation of richer and stronger adversaries. Once pushed closer to direct contest, the mythology fades… and what remains is a sclerotic, fanatical system that mistook long indulgence for genuine strength. So no… the lesson is not that liberal democracies were humbled by some uniquely formidable Persian colossus. The lesson is that they spent years elevating a corrupt clerical mafia into a near metaphysical threat by refusing to discipline it early, clearly, and decisively. Iran did not become legendary because it was exceptional. It became legendary because too many serious people were afraid to call its bluff!
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Álvaro Vargas Llosa
Álvaro Vargas Llosa@AlvaroVargasLl·
I cannot but wonder, in sheer disbelief, how it is that a medieval theocratic satrapy with no access to technology, heavily sanctioned and isolated from world markets and global capital, has hitherto been able to militarily, economically and politically humiliate, day after day, two of the three most powerful and sophisticated armed forces in the world while at the same time waging war against some other eight or ten countries in the region and unleashing chaos on a world scale that nobody seems able to put a stop to. Is anybody accountable for this monumental blunder on the part of the representatives of civilization and liberal democracy, who, one might add, in their utter frustration, now seem to have opted for inflicting traumatic pain on the very people they were recently asking to rise up against that odious regime?
English
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André Marinho
André Marinho@AndreMarinho·
Se a sua ideia de “soberania” virou blindar facção que expulsa mais de 200 famílias de casa, destrói fibra ótica, impõe fronteira entre bairros, transforma Fortaleza em corredor atlântico da cocaína e cobra taxa até de vendedor de coco, então estamos diante dos Patriotas de Cartel Tropical, os Nacionalistas do Narcoestado. O nome elegante que parte da elite jurídica dá a essa frouxidão canalha é sempre algum verniz humanista. No mundo real, é só penalismo de pelúcia, empatia suicida com predador profissional e abandono metódico do pobre refém do crime. E ainda tem gente tratando reação firme como paranoia anti-Brasil! Se o lema da dupla Lula-Sidônio é “o Brasil é dos brasileiros”, que então devolvam o Brasil aos brasileiros reféns da bandidagem!
Financial Times@FT

Murders have fallen in Fortaleza, a city in Brazil's poor north-east. But that may be because one mob is dominant and can extort at will. ft.trib.al/uMQO729

Português
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André Marinho
André Marinho@AndreMarinho·
Pelo mesmo motivo que você reportou grandes escândalos da política brasileira, Glenn: valores e princípios! Assim como defendo o direito de um americano como você participar e palpitar na política brasileira (mesmo que as consequências me desagradem), mantenho meu direito de exaltar o início da queda de uma teocracia odienta, racista, homofóbica, misógina e genocida. E suspeito que aqueles realmente mais afetados do que eu e você, o povo iraniano comemorando nas janelas em Teerã e nas ruas de Karaj e Galleh Dar, tendem a concordar mais comigo do que com você. Eu respeito teu histórico anti-guerra e tua crítica às intervenções militares intermináveis (apesar do benefício da dúvida inicial que você deu a invasão iraquiana da administração Bush durante sua fase apolítica em 2003), mas sejamos honestos que reconhecer um feito tático não significa “vangloriar guerra”. Eu não “torço de longe”. Eu analiso fatos e distingo ocupações infindáveis desastrosas de ações cirúrgicas com custo humano baixíssimo do próprio lado. Lembremos que no Iraque morreram cerca de 4.500 americanos em nove anos. No Afeganistão, aproximadamente 2.400 em 20 anos. Na Líbia, quatro americanos foram mortos em Benghazi em 2012, incluindo o embaixador Chris Stevens. Já na Venezuela, morreram zero americanos. No Irã, até aqui, foram poucos e MILITARES EM COMBATE como infelizmente foi confirmado há pouco confirmado pelo US CENTCOM. Esse era o ponto que “vangloriei”. Estou errado? É muito simples… se esse ataque ao Irã for outra operação rápida e bem-sucedida, como os ataques às instalações nucleares ou a abdução de Maduro, Trump vai passar incólume por isso. Se perdurar e virar uma areia movediça com uma guerra de fato ou mais uma catástrofe pós-mudança de regime, Trump estará politicamente fulminado, e JD Vance também. Para além disso, Glenn, eu reconheço sua coragem jornalística. O fato de você nunca ter ido ao front não diminui seu trabalho. Jornalismo não exige trincheira! Mas então o mesmo vale aqui. Debate público não é alistamento militar! Se fosse, 2/3 dos comentaristas anti-intervencionsimo teriam que ir para o front. Você foi? Não lembro de ter te visto fardado em Jalalabad ou ter visto o Tucker Carlson armado em Fallujah… o que não diminui sua obra em nem um centímetro. Eu poderia inclusive citar um dos meus familiares americanos que arriscaram a própria vida recentemente no leste europeu. E nem por isso uso isso como escudo moral. Não acho que precisemos disso. Argumentos se enfrentam com lógica, não com currículo de combate. E sobre “torcer de longe”: eu sou brasileiro! Não voto nos EUA, não envio tropas, não aciono porta-aviões. Comentar política externa americana não me transforma em recruta! Pelo teu critério questionável, só pode opinar quem está na trincheira. Então jornalista não pode reportar guerra, eleitor que paga imposto não pode debater e analista não pode analisar estratégia. Essa régua não se sustenta a um peteleco. Você sabe que admiro seu faro jornalístico e sua independência intelectual. E ninguém quer trilhões torrados em guerras ad eternum nem novas bandeiras dobradas sendo entregues a famílias enlutadas. É exatamente por isso que diferencio cenários. Podemos discordar na leitura, mas não no objetivo de evitar mais funerais americanos. Forte abraço.
Português
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Glenn Greenwald
Glenn Greenwald@ggreenwald·
Muitos brasileiros — na direita e na grande mídia — adoram venerar cada nova guerra americana. Eles celebram essas guerras, as elogiam, vangloriar-se do poder e força. A única coisa que eles nunca fazem é lutar em nenhuma delas. Sempre torcendo de uma distância segura. Por quê?
André Marinho@AndreMarinho

Capturar um chefe de Estado e, em seguida, desmontar uma potência militar regional sem perder um único soldado americano não é apenas força. É uma demonstração de poder bruto tão fora da curva que parece um roteiro exagerado demais para Hollywood. E talvez nem a história tenha algo parecido para servir de comparação.

Português
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André Marinho
André Marinho@AndreMarinho·
Se isso der certo, vai ser o maior constrangimento da aristocracia dos seminários internacionais, dos relatórios de 200 páginas e dos fóruns em hotéis cinco estrelas discutindo “arquiteturas de segurança”. Décadas de brunch diplomático, powerpoints sofisticados e jantares multilaterais para descobrir que, às vezes, a tal da realpolitik não cabe em painel da ONU. Enquanto a elite globalizada analisa, problematiza e organiza conferências sobre o tema com taça de Pinot Grigio na mão, alguém simplesmente arromba a porta, resolve o problema na raiz e ainda deixa o recado para o próximo da fila. Menos simpósio, mais aviso claro. Deve doer no ego de quem passou a vida inteira acreditando que o mundo se governa com crachá e coquetel.
Português
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André Marinho
André Marinho@AndreMarinho·
Capturar um chefe de Estado e, em seguida, desmontar uma potência militar regional sem perder um único soldado americano não é apenas força. É uma demonstração de poder bruto tão fora da curva que parece um roteiro exagerado demais para Hollywood. E talvez nem a história tenha algo parecido para servir de comparação.
Português
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André Marinho
André Marinho@AndreMarinho·
A PF acendeu a luz. Agora Brasília corre pra achar o interruptor. Não importa se foi citação, mensagem cifrada ou figurinha fofinha. O juiz não pode estar ali. E ponto.
Português
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André Marinho
André Marinho@AndreMarinho·
end of history liberalism, post Cold War triumphalism, Atlanticist cosmopolitanism, Third Way centrism, Clinton Blair FHC Schröder consensus, enlightened neoliberalism, humanitarian capitalism, rules based order idealism, NGO moralism, Davos consensus optimism, IMF with a human face ethos, global governance romanticism, soft power universalism, meritocratic technocracy, managerial progressivism, institutional multiculturalism, borderless world euphoria, market democracy fusionism, liberal internationalist messianism, We Are the World sentimentalism, UN coreographed harmony, philanthropic empire building, benevolent hegemony aesthetics, democracy export theology, post political consensus worship, civil society fetishism, global civil religion, moralized globalization, spreadsheet driven utopia, consensus as destiny ideology, history solved vibes, empire without villains fantasy, liberalism as nature itself delusion, planetary HR department worldview, permanent seminar in human rights, technocratic salvationism, end of conflict choreography, empire smiling at itself, liberalism dancing on the ruins of geopolitics convinced it had finally transcended power, tragedy, limits and history itself.
Română
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Slazac 🇪🇺 🇺🇦 🇹🇼 🌐
I believe that this video is ultimately the deepest fantasy of the American Liberal, it’s the purest expression of a national and worldwide hegemony of modern liberalism
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Robert F. Kennedy Jr
Robert F. Kennedy Jr@RobertKennedyJr·
I'm very proud of my future daughter-in-law, GIULIA BE, who just released her first song in English. @Giulia has enjoyed great success as an actress, singer-songwriter and musician. She has had many of her songs in Portuguese and Spanish hit the top of the Brazilian and Latin American charts. open.spotify.com/track/1hAz2Jnu…
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André Marinho
André Marinho@AndreMarinho·
Calling a memorial for a murdered man a “Nazi rally” is peak Destiny, the same guy sued for revenge porn, exposed for sexting a 17 year old, banned from Twitch for hateful conduct, and cozying up with extremists just to farm outrage. You trivialize genocide because hysteria is the only currency you have left. If everything is Nazism then nothing is, except your own moral rot dressed up as commentary.
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Destiny | Steven Bonnell II
Destiny | Steven Bonnell II@TheOmniLiberal·
This Charlie Kirk "memorial" is indistinguishable from a Nazi rally and fuck anyone who wants to pretend it's not.
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André Marinho
André Marinho@AndreMarinho·
Sempre vi em Charlie Kirk um futuro presidente americano. Era um homem de princípios, coragem e fé, daqueles raros que já carregam no olhar a certeza de que um dia liderariam sua nação. Veio de origens simples, não tinha ensino superior completo, mas construiu uma das maiores forças de ativismo político do planeta. Tive o prazer de conhecê-lo na Flórida em 2013, quando dava os primeiros passos na Turning Point Action, que onze anos depois teve papel decisivo na vitória republicana no voto popular em 2024, a primeira após quatro derrotas seguidas desde 2004. Nada poderia ser mais revoltante do que esse assassinato macabro. Essa atrocidade escancara que os autoproclamados tolerantes são os mais intolerantes entre nós. A sanha de ódio da esquerda radical não conhece limites e cedo ou tarde cobra seu preço em sangue. Que Deus conforte a família e ampare sua esposa, na difícil missão que terá de criar os filhos sem a presença do pai. E, acima de tudo, que todo mundo possa refletir e perceber onde estão os verdadeiros extremistas. A memória e o legado de Charlie não serão apagados e sua história seguirá inspirando o livre debate de ideias como o verdadeiro caminho da política para transformar o mundo.
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Thiago Salomão
Thiago Salomão@THIAGOSALOMAO·
ESQUEÇA O LIVRO "A ARTE DA NEGOCIAÇÃO" PARA ENTENDER DONALD TRUMP! Tudo que você precisa saber para entender o presidente dos EUA está no episódio 254 do @mmakersoficial. Meu sócio @josueguedes_ teve um papo espetacular com @AndreMarinho Segue o resumo! 🧵
Thiago Salomão tweet media
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Roberto Reis
Roberto Reis@RobertoReis·
Isso aqui é uma aula magna sobre TRUMP. Diria mais: uma graduação. Só há um defeito nesse episódio do @mmakersoficial: ser de graça. Deveria ser cobrado. Confirma o que eu imaginava: @AndreMarinho e @pedrosang13 são os maiores especialistas nesse assunto no Brasil. Compre pipoca de cinema, balde extra grande e assista. Vou assistir pela segunda vez. 164 minutos imperdíveis. Aliás, sigam o Pedro. Esse cara é muito bom e no futuro vocês saberão. Link nos comentários.
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André Marinho
André Marinho@AndreMarinho·
Em janeiro, o governo Lula tratou o vídeo do @nikolas_dm como “fake news” por insinuar que o Pix seria monitorado e taxado. Negaram, recuaram e engavetaram a norma. Agora, com a megaoperação contra o PCC, dizem que a pressão popular atrapalhou a fiscalização sobre fintechs e “ajudou o crime”. A jogada está montada: usar a operação como pretexto pra ressuscitar a pauta e o vídeo como vilão conveniente. Onde há fumaça, há fogo. A pauta vai voltar, travestida de combate ao crime.
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André Marinho
André Marinho@AndreMarinho·
De Paraisópolis à Pensilvânia, do Paraguai a Portugal, o PCC é hoje um império do crime, atuando de postos de gasolina a portos internacionais, da política a pirataria digital. A megaoperação de hoje escancara isso. Classificar o grupo como terrorista abriria o cerco global: extradições, sanções, cooperação e asfixia financeira real. Precisamos da GUERRA AO TERROR À BRASILEIRA, ela só ainda não foi declarada.
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Secretary Kennedy
Secretary Kennedy@SecKennedy·
Doctors, hospitals, insurance companies, and pharmaceutical giants profit by keeping Americans sick.
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Secretary Kennedy
Secretary Kennedy@SecKennedy·
Americans account for about 70% of the profits for the pharmaceutical industry but we’re only 4.2% of the world’s population.
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