Marp81
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O primeiro potencial caso de abalo de credibilidade na gestão administrativa de Osmar stabile 👇 O Corinthians gastou quase R$ 700 mil com uma empresa irregular de segurança em nome de um funcionário do clube. A informação foi divulgada pelo portal Sport Insider, em reportagem da @livia_camillo_. O Corinthians utilizou, entre setembro e outubro de 2025, uma empresa sem autorização da Polícia Federal para prestar serviços de segurança no Parque São Jorge. A empresa contratada é a Mega Assessoria Operacional Ltda, que foi aberta em 3 de julho de 2025 por Fernando José da Silva, então gerente operacional do clube social e atualmente gerente operacional do CT. Três notas fiscais emitidas pela empresa somaram R$ 676 mil. Os serviços foram descritos como “assessoria de qualquer natureza”, “consultoria econômica” e “vigilância”. Inicialmente, Fernando afirmou que abriu a empresa a pedido de Fábio Soares, diretor administrativo do Corinthians, para viabilizar o pagamento de profissionais contratados para a vigilância e o controle de acesso do Parque São Jorge. Depois, mudou a versão e disse que a solicitação partiu diretamente de Stabile, que teria autorizado a contratação de pessoal em nome do clube por 60 dias. Ao portal, Fernando informou ainda que Ricardo Okabe, superintendente administrativo da Neo Química Arena e pessoa de confiança de Stabile, apontou que o modelo de repasse não era adequado para os padrões de governança do clube e os pagamentos foram interrompidos. De acordo com o @marcobellojr, o MP-SP já está de posse das três notas e abriu investigação. OUTRO LADO (clube enviou ao portal Sport Insider) 👇 “Sobre os questionamentos enviados pela reportagem acerca dos serviços prestados pela empresa Mega Assessoria Operacional Ltda, o Sport Club Corinthians Paulista esclarece: 1) Após o lamentável episódio da invasão ao quinto andar no dia 31 de maio de 2025, foi detectada a necessidade de substituição da equipe de segurança para preservar o processo de transição de gestão no clube até a data da assembleia geral que definiria o impeachment de Augusto Mello e a posterior eleição do novo presidente em reunião do Conselho Deliberativo. A contratação, portanto, ocorre a partir de uma demanda operacional de emergência identificada. 2) A relação profissional do senhor Fernando José da Silva era de conhecimento da administração. À época, entendeu-se que não havia conflito de interesses formalmente caracterizado, considerando a natureza dos serviços contratados, a estrutura operacional vigente e a demanda emergencial identificada. 3) Os pagamentos realizados corresponderam a demandas operacionais executadas durante o período contratado, incluindo despesas relacionadas a contratação de pessoal e suporte operacional realizados pela Mega Assessoria Operacional Ltda. Os valores refletem a soma dos serviços apresentados pelo controle dos pontos de segurança do Parque São Jorge, CT Dr. Joaquim Grava e CT das categorias de base. 4) Com a estabilização do ambiente interno do clube, houve a abertura de concorrência para a contratação de uma nova empresa responsável pelos serviços de segurança.” #Corinthians



Segundo o Presidente Osmar Stabile em entrevista ao @geglobo o processo de contratação da empresa de segurança foi enviado e aprovado pelo CORI e pelo Conselho Fiscal. Dito isso, gostaríamos que os senhores Miguel Marques, presidente do CORI (que diz que o Corinthians é apenas do associado) e Pedro Soares, secretário do CORI á época e atual diretor jurídico da gestão, viessem a público e explicassem se o órgão orientador e fiscalizador do clube realmente concordou com a contratação de uma empresa criada às pressas por um funcionário ou se até mesmo orientou, essa forma de contratação (sem contrato) totalmente irregular, sem licença da Polícia Federal e sem concorrência, em total desacordo com o Estatuto do Corinthians. Qual o critério usado pelos senhores? 🗞️ @geglobo

Presidente do Corinthians admite erro em contratação de empresa na mira do Ministério Público dlvr.it/TSX2t5

KKKKKKKKKKKK LUIS MANDACA! Corinthians é pai do São Paulo, não tem como.






🦅💸 | O Corinthians negocia com o New York City uma dívida ligada aos empréstimos de Talles Magno e tenta evitar que o caso chegue à Fifa, o que poderia gerar risco de transfer ban. Os valores envolvidos giram em torno de R$ 12 milhões, somando o não exercício da opção de compra do atacante e a renovação do empréstimo em 2025. O clube busca alinhar formas de pagamento para evitar desgaste com o Grupo City. Apesar das conversas em andamento, a diretoria trata como prioridade as pendências com Talleres e Midtjylland, casos considerados mais urgentes nos bastidores. 📰 | @UOLEsporte 📸 | Rodrigo Coca / Agência Corinthians













