Babadook
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Vocês já repararam quem NÃO quer ter filhos não se incomoda com quem TEM filho? Mas quem TEM filho se incomoda MUITO com quem NÃO quer ter filhos, chega ser bizarro. Tá na hora de cada um ir cuidar da sua vida né?







Sempre bom lembrar: “O gol do Danilo”fez muita gente chorar e ficar sem palavras!



só tem o essencial e marca de pobre, msm assim tu deixa quase um salário mínimo lá R$1100,00 MIL E CEM REAIS Esse país acabou


Ryan Roberto não jogará mais pelo Flamengo até que resolva a situação contratual com o clube. A diretoria já ouviu dos familiares do atacante que a renovação não vai acontecer. Veja abaixo os bastidores da situação envolvendo o vínculo de Ryan Roberto com o Fla: Depois de várias reuniões com Alfredo Almeida, diretor categoria de base do Flamengo, José Boto, diretor de futebol do clube, assumiu a negociação e tentou resolver a renovação de contrato do atacante de 18 anos, considerado joia no Rubro-Negro. Depois de o jogador trocar de empresário duas vezes, o dirigente do Fla teve um encontro com os novos representantes. Nesse compromisso, com a presença da família do atleta, o Flamengo ouviu dos pais de Ryan Roberto que a renovação de contrato não vai acontecer porque o Shaktar, da Ucrânia, apresentou um projeto esportivo mais atraente na visão deles. Nesse encontro, a mãe do jogador avisou que o martelo estava batido. O Fla entende que chegou ao limite ao oferecer um salário "padrão elenco profissional" para Ryan Roberto e um contrato longo (até 2030). Porém, não pode prometer que ele será usado no elenco de Leonardo Jardim no futuro. Diante desse cenário, o Flamengo definiu: já que a família do atleta tomou a decisão que não vai renovar, a diretoria não vai mais relacioná-lo para os jogos (nem Sub-20 e nem elenco profissional). O contrato atual do atacante com o Rubro-Negro vai até março de 2027. Com isso, ele pode assinar um pré-contrato e sair de graça a partir de outubro deste ano. A diretoria está aberta para retomar as conversas por uma renovação de contrato, mas depende da vontade dos familiares e empresários de Ryan Roberto. A outra alternativa é uma venda por um "bom valor", na visão do Flamengo. Foto: Flamengo







Triste ver jornalistas batendo boca publicamente, numa patrulha de trabalho alheio. Virou rotina um querendo ser Ombudsman do outro sem sequer receber pra isso. A nova cultura movida pela dependência do engajamento colocou o jornalismo na UTI, enterrando apuração, pesquisa e conhecimento , e alimentando o achismo. O conteúdo que engaja enfraquece pilares, corrói reputações e o respeito entre colegas. Discordar é do jogo. Agressão não. Isso é a lógica de visibilidade pessoal, algo que o jornalismo que aprendi e vivi - de contar as grandes histórias dos outros - nunca perseguiu.


10 anos que te espero















