Maria Helena Costa@M_HelenaCosta
COMUNICADO
Na qualidade de mãe, cristã e deputada municipal — e, acima de tudo, para proteger o meu filho —, jamais discutirei publicamente as acusações que me são dirigidas, nem alimentarei qualquer debate sobre esta matéria. O momento escolhido para estas alegações é elucidativo: surgiram apenas após a eleição de 12 deputados pelo Chega e intensificam-se agora, precisamente após a revogação da Lei 38/2018, cujo primeiro projecto de lei nesse sentido foi da autoria do Chega. A minha família é sagrada e assim permanecerá.