Bio 2026

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Karina Michelin
Karina Michelin@karinamichelin·
Um país que arrasta aos tribunais um jurista de 90 anos por estudar a Constituição não é mais uma democracia. É uma farsa. Angela Gandra, filha do jurista Ives Gandra da Silva Martins, expôs nesta quarta-feira, 21 de maio, o que deveria ser manchete em todos os jornais, motivo de revolta nacional e repúdio internacional: “Meu pai Ives Gandra teve que defender-se mais uma vez, sustentando oralmente na OAB, contra a acusação de incitação a golpe, com 90 anos, recém-infartado, 66 anos de advocacia, por algo que escreveu em 1988. A obsessão vai anulando completamente a consecução da justiça.” Dr. Ives Gandra, é um dos maiores juristas do Brasil, professor emérito, membro da Academia Brasileira de Filosofia, autor de dezenas de obras, entre elas a trilogia Conheça a Constituição. Foi consultor do Congresso, do Executivo, das Forças Armadas. Ajudou a moldar a Constituição de 1988, e agora é tratado como criminoso por interpretá-la. O processo foi aberto porque a PF encontrou, no celular de Mauro Cid, arquivos com reflexões jurídicas de Gandra sobre o artigo 142 da Constituição. Um texto legal, discutido em faculdades de Direito há décadas, virou “prova” de crime. A ABI - sim, a Associação Brasileira de Imprensa - move um processo ético vergonhoso para punir um jurista por fazer o que qualquer livre pensador deveria ter o direito de fazer: estudar, escrever, debater. Ives Gandra sempre deixou claro que a possibilidade de intervenção militar prevista no artigo 142 é nula. Ele jamais defendeu rupturas, mas sempre explicou - como mestre do Direito - os limites da ordem constitucional. Mas tudo isso está sendo ignorado pelo tribunal midiático inquisitório. Hoje, basta ler a Constituição em voz alta para ser tratado como criminoso e golpista. Explicar a lei virou “incitação ao golpe”, ensinar virou subversão e pensar virou ameaça. A Justiça foi corrompida a tal ponto que já não se reconhece nem a si mesma. E os “jornalistas” - servos submissos do sistema - aplaudem, como cúmplices de um teatro farsesco. Estão salvando o quê? Uma democracia que nunca existiu? Ou estão apenas enterrando, de vez, as últimas liberdades que restavam?
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RT do Brasil
RT do Brasil@RTdoBrasil·
JORNAL NACIONAL DE 2005! Fraude no INSS envolvendo a alta cúpula do PT e Sindicatos, quem poderia imaginar né!? Deve ter sido culpa do Bolsonaro também!! Compartilhem, esta prática do PT já é antiga!
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Karina Michelin
Karina Michelin@karinamichelin·
Em um depoimento cercado por sigilo e marcado por tensão, o general Marco Antônio Freire Gomes, ex-comandante do Exército, contrariou frontalmente a versão sustentada pela Polícia Federal e pela Procuradoria-Geral da República sobre os supostos planos de golpe atribuídos a Jair Bolsonaro. A audiência ocorreu nesta segunda-feira, 20 de maio, na Primeira Turma do STF, mas foi mantida fora do alcance da imprensa por determinação do ministro Alexandre de Moraes - que proibiu gravações e restringiu o acesso de jornalistas. Diante dos ministros, Freire Gomes negou de forma categórica que tenha dado “voz de prisão” a Bolsonaro, como chegou a ser ventilado na imprensa com base em vazamentos da investigação. “A mídia até disse que eu dei voz de prisão ao presidente, e isso não aconteceu”, declarou. O general classificou a chamada “minuta de GLO” como um documento genérico, juridicamente inócuo e “muito vazio”. Afirmou ainda que não sabia quem era Filipe Martins e negou ter identificado Anderson Torres como autor do texto. A sessão, ganhou tons de confronto quando Moraes o acusou de mentir. “Ou o senhor falseou a verdade na polícia, ou está falseando a verdade aqui”, acusou Moraes, em tom de ameaça. A defesa do general solicitou então que os trechos do depoimento à PF fossem lidos, o que irritou ainda mais Moraes. “Eu não posso acreditar que o senhor não conversou com o seu cliente antes sobre o que ele falou no depoimento na PF”, atacou o ministro, dirigindo-se ao advogado. O general respondeu: “Com 50 anos de Exército, eu nunca mentiria”. A postura de Moraes levanta novas críticas sobre a condução do processo nos moldes soviéticos e reforça a percepção de que o julgamento das figuras próximas a Bolsonaro segue um roteiro pré-definido. O sigilo imposto à sessão não foi à toa. A versão oficial começa a cair por terra. E, ao que tudo indica, a blindagem de narrativa construída por “delações premiadas” sem provas, versões unilaterais e decisões monocráticas está ruindo diante da mais temida das ameaças: A VERDADE!
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Gilson Machado Filho
Gilson Machado Filho@GilsonMachado22·
Agora sim! HABEMUS PAPAM 🙏🏻🙏🏻🙏🏻
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O Duque 🎩
O Duque 🎩@condormysteriux·
Nikolas Ferreira fez de novo #INSS quebrou a Internet e furou a bolha mais uma vez com o caso da corrupção do INSS. #Aposentão
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