Borelli

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@BorelliLuan

Neste perfil, escrevo sobre Brasil. Opiniões são minhas e não refletem instituições das quais fiz ou faço parte. Para assuntos acadêmicos, siga @BorelliEcon.

Berkeley, CA Katılım Eylül 2019
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Borelli
Borelli@BorelliLuan·
Há algo mais assustador do que constatar, no Brasil, tantos energúmenos sendo capazes de lavar tanto dinheiro por tanto tempo: pensar que muitos — talvez a maioria — dos que lavam de energúmenos não têm nada. Muito pelo contrário. São inteligentes, discretos e, por isso mesmo, quase invisíveis. Os que aparecem não raro são os mais toscos. Os demais talvez nunca venham à tona.
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marina perrupato
marina perrupato@maperrupato·
Central bank credibility is hard to build, and easier to lose than many assume. We show that one abrupt policy reversal in Brazil was enough to unanchor inflation expectations, with persistent consequences for inflation dynamics. A useful lesson for current policy debates:
VoxDev@vox_dev

🆕 How central banks lose credibility – and why it matters Marco Bonomo (@Insper), Carlos Carvalho (@PUCRioEconomia), Stefano Eusepi (@UTAustinEcon), @maperrupato (@UCSDEcon), Daniel Abib (@westernuEcon), João Ayres (@the_IDB) & Silvia Matos (@FGVIBRE): voxdev.org/topic/macroeco…

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luca
luca@lucamlouzada·
life update: I’m moving back to Boston in the fall to begin a PhD at @HarvardEcon @HarvardHBS I’ll miss sunny California, but I’m extremely excited for this next chapter (:
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Andre Silva
Andre Silva@andresilvatw·
Congratulations to Aloisio Araujo for the Econometric Society's Sonnenschein Service Prize, as well as to FGV EPGE and IMPA! Message from Nobu Kiyotaki:
Andre Silva tweet media
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Luan Borelli
Luan Borelli@BorelliEcon·
Very relevant. TL;DR: reliable computation of weak-ID-robust confidence sets for linear IV under heteroskedasticity, autocorrelation, and clustering, across several test statistics. Grid-search inversion is fraught with peril. Your Stata 'weakiv' confidence set is likely wrong!
Econometrics Papers@eBlogs

Confidence Sets under Weak Identification: Theory and Practice Gustavo Schlemper, Marcelo J. Moreira arxiv.org/abs/2604.04279 [𝚎𝚌𝚘𝚗.𝙴𝙼]

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Borelli
Borelli@BorelliLuan·
Para os padrões atuais da profissão, um paper de história econômica que só “quantifica fenômenos históricos” utilizando bases de dados pré-existentes dificilmente entra em um top journal de economia. Talvez nem sequer em um top field journal de história econômica. Praticamente todos os papers relevantes na área, hoje, constroem suas próprias bases de dados do zero, a partir de documentos históricos brutos. O padrão é alto. Não basta saber econometria.
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Pedro Faria
Pedro Faria@pedrovcfaria·
Quem vocês acham que criam os dados que permitem quantificar fenômenos históricos? Não dá pra baixar do site do Institus Romanus Geographicae Æestatiscæ. São historiadores, com métodos qualitativos próprios, que leem documentos e reconstroem séries numéricas.
Guilherme Vianna@DonVianna

Quantificar fenômenos históricos não é reducionismo, é justamente uma forma transparente de analisá-los sem ter que apelar exclusivamente à retórica e cherry picking de dados e relatos O verdadeiro reducionista é aquele que tem medo de analisar as coisas de forma ampla e fica fazendo recortes oportunistas (surprise surprise, normalmente não gosta de econometria)

Português
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IMPA
IMPA@IMPAOficial·
🏆A economista francesa Esther Duflo, vencedora do Prêmio Nobel de Economia, visitou o IMPA nesta terça-feira (24). Durante a passagem pelo instituto, ela conheceu iniciativas educacionais desenvolvidas pela instituição, entre elas a @obmep_oficial 🥇 impa.br/notices/ganhad…
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Português
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Borelli
Borelli@BorelliLuan·
O PIMES, da Universidade Federal de Pernambuco, já é role model quando o assunto é pesquisa de ponta em economia, com impacto internacional, produzida por universidade pública federal. Contra tudo e contra todos, o PIMES mostra que sim: é possível. Se você é estudante ou professor de universidade pública historicamente marginalizada, não desista. Olhe para o PIMES. Faça a sua parte. Sim, você precisará remar contra a maré e lutar contra o sistema, não tenha dúvida; mas faça. O PIMES mostra que vale a pena. É impacto internacional, intergeracional, que, direta ou indiretamente, logo retornará ao Brasil.
Folha de S.Paulo@folha

Pesquisa de ponta 'made in Nordeste' muda a cara do ensino de economia no Brasil www1.folha.uol.com.br/ilustrissima/2…

Português
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Borelli
Borelli@BorelliLuan·
Há um custo em vender-se ideologicamente a um projeto político. Esta foi a sua decisão; uma decisão deliberada. Trocar reputação acadêmica por um cargo no Ministério de Minas e Energia. Não era a única opção; muitos preferiram não fazê-lo. Aceite o custo da escolha que fez. Não espere ser tratado por suas qualidades acadêmicas após de ter optado pelo caminho da política. São mundos distintos. Se quer respeito na política, faça por merecê-lo na política. Bear the risk. Como liberal, compreenda que não há almoço gratuito. Como católico, que autopiedade também é pecado.
Adolfo Sachsida@ASachsida

O que você vai ouvir — e o que não vai ouvir — sobre mim na imprensa Meus caros, Depois de dois meses vendo meu nome ser sistematicamente atacado e depreciado em artigos na imprensa, decidi escrever este texto. Ele é simples e direto: na primeira parte, listo o que a imprensa nunca dirá sobre mim; na segunda, aquilo que ela repete à exaustão. O que a imprensa não te dirá sobre mim: A imprensa não dirá que concluí meu doutorado aos 28 anos, nem que tenho formação tanto em Economia quanto em Direito. Não dirá que fui professor de economia nos Estados Unidos. Não dirá que construí uma carreira acadêmica sólida, com mais de 2 mil citações acadêmicas. Não dirá que sou autor de livros. Também não dirá que tenho trânsito em diversos setores da sociedade civil — especialmente entre aqueles que defendem princípios liberais na economia e valores judaico-cristãos no campo moral. Não dirá que sou respeitado no agronegócio, no setor produtivo e no sistema financeiro. Não dirá que mesmo quem discorda de mim costuma reconhecer minha clareza, competência técnica, consistência e firmeza de posição. A imprensa não dirá que, como Secretário de Política Econômica, liderei importantes reformas microeconômicas no país. Não dirá que minha passagem foi amplamente reconhecida como exitosa por especialistas. Não dirá que, para muitos analistas, estive entre os melhores secretários de política econômica do Brasil. Também não dirá que, mesmo em uma passagem breve, fui considerado por diversos especialistas como um dos bons ministros de Minas e Energia que o país já teve. Em resumo: a imprensa não dirá que sou respeitado por aqueles que conhecem e acompanharam de perto o meu trabalho. O que a imprensa dirá sobre mim: Até 2018, eu era chamado de “ultraneoliberal” — seja lá o que isso signifique. Entre 2019 e 2021, virei “o Paulo Guedes do Paulo Guedes”. Em 2022, passei a ser “o mais bolsonarista dos ministros”. Hoje, os rótulos são outros: “radical”, “ultraconservador”, “político”, “quadro de segunda linha”. Curiosamente, muitos desses mesmos jornalistas, no contato direto, demonstram respeito pelo meu trabalho e pela minha capacidade técnica. Quem eu sou, de fato: Sou temente a Deus. Defendo valores conservadores. E, como Edmund Burke, acredito em mudanças responsáveis, graduais e ancoradas na realidade. Na economia, sigo a tradição liberal clássica de Adam Smith, para quem o caminho da prosperidade passa por fundamentos simples e sólidos: paz, impostos baixos e uma administração razoável da justiça. Acredito em responsabilidade fiscal, regras pró-mercado e um Estado limitado. E acredito, com igual convicção, que valores conservadores são essenciais para sustentar a coesão social e o livre-mercado. Se isso incomoda, que fique claro: ao contrário de alguns excelentes economistas liberais, eu sou um conservador. E digo isso com convicção. Sou contrário a rupturas abruptas. Rejeito a via revolucionária. Acredito que a prosperidade e a justiça vêm da combinação de boas políticas, mantidas ao longo do tempo, e da correção contínua de erros. Este texto é apenas um registro — um desabafo — de quem está cansado de ver sua trajetória ser distorcida por uma narrativa que ignora fatos e prefere rótulos.

Português
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Borelli
Borelli@BorelliLuan·
Escavou a árvore genealógica e expôs a família inteira da @malugaspar para, no fim, não concluir nada. Espremendo, resta apenas uma insinuação acusatória, baseada em nada, mas travestida de genealogia científica.
Ricardo Costa de Oliveira@Ricardo_Cd_Oliv

Malu Gaspar. Uma carreira de sucesso no jornalismo revela uma rede de conexões e interesses políticos, o que deve ser publicado e o que deve ser oculto. Para chegar lá é preciso rede social e política, a família sempre colabora na formação de bons capitais sociais/profissionais +

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Borelli
Borelli@BorelliLuan·
Em um país como o Brasil, em que se safar da cadeia parece mais fácil do que ser preso, “suicídio na prisão” não é lá exatamente o tema que mais combina.
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Borelli
Borelli@BorelliLuan·
They themselves have already left the door wide open to dynamic inconsistency. “Any services to those agencies would require a follow-on modification to our contract.” That has to be a joke.
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Borelli
Borelli@BorelliLuan·
It is simply absurd to think that adding these clauses, which are obviously impossible for a private company to enforce against the Department of War, the NSA, and the United States government, constitutes any kind of guarantee. Honestly, if OpenAI simply admitted that it is openly and unrestrictedly collaborating with the government and the Department of War, that would strike me as more responsible than cynically pretending to guarantee any kind of security when they clearly know this is pragmatically impossible. I would like to believe this is just naiveté, but Sam Altman and OpenAI staff, comprised of some of the smartest people in the world, are far too intelligent not to understand what is happening. It is not naiveté.
Sam Altman@sama

Here is re-post of an internal post: We have been working with the DoW to make some additions in our agreement to make our principles very clear. 1. We are going to amend our deal to add this language, in addition to everything else: "• Consistent with applicable laws, including the Fourth Amendment to the United States Constitution, National Security Act of 1947, FISA Act of 1978, the AI system shall not be intentionally used for domestic surveillance of U.S. persons and nationals. • For the avoidance of doubt, the Department understands this limitation to prohibit deliberate tracking, surveillance, or monitoring of U.S. persons or nationals, including through the procurement or use of commercially acquired personal or identifiable information." It’s critical to protect the civil liberties of Americans, and there was so much focus on this, that we wanted to make this point especially clear, including around commercially acquired information. Just like everything we do with iterative deployment, we will continue to learn and refine as we go. I think this is an important change; our team and the DoW team did a great job working on it. 2. The Department also affirmed that our services will not be used by Department of War intelligence agencies (for example, the NSA). Any services to those agencies would require a follow-on modification to our contract. 3. For extreme clarity: we want to work through democratic processes. It should be the government making the key decisions about society. We want to have a voice, and a seat at the table where we can share our expertise, and to fight for principles of liberty. But we are clear on how the system works (because a lot of people have asked, if I received what I believed was an unconstitutional order, of course I would rather go to jail than follow it). But 4. There are many things the technology just isn’t ready for, and many areas we don’t yet understand the tradeoffs required for safety. We will work through these, slowly, with the DoW, with technical safeguards and other methods. 5. One thing I think I did wrong: we shouldn't have rushed to get this out on Friday. The issues are super complex, and demand clear communication. We were genuinely trying to de-escalate things and avoid a much worse outcome, but I think it just looked opportunistic and sloppy. Good learning experience for me as we face higher-stakes decisions in the future. In my conversations over the weekend, I reiterated that Anthropic should not be designated as a SCR, and that we hope the DoW offers them the same terms we’ve agreed to. We will host an All Hands tomorrow morning to answer more questions.

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Rafael Araujo
Rafael Araujo@AraujoCRRafael·
🌳⚡ Forests power the grid. Our new paper — Powerful Forests: The Welfare Implications of Deforestation for the Power Sector — shows that Amazon deforestation is not only an environmental problem. It is also an energy market problem.
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